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	<title>Entrevistas - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Entrevistas - Rota Cult</title>
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		<title>Gabi Melim fala sobre carreira solo e seus lançamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Gabi Melim]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gabi Melim está na estrada com seus trabalhos solos. Após estreia em São Paulo, com a turnê “Gabriela”. A artista estreia o projeto “GabriElas” no Manouche. Aliás, ambos os projetos contam com uma performance íntima e profunda. Em &#8220;Gabriela&#8221;, ela traz suas referências musicais e composições que escrevi ao longo da trajetória musical, passeando por vários ritmos [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Gabi Melim está na estrada com seus trabalhos solos. Após estreia em São Paulo, com a turnê “Gabriela”. A artista estreia o<a href="https://rotacult.com.br/2025/07/gabi-melim-estreia-o-projeto-gabrielas-no-manouche/"> projeto “GabriElas” no Manouche</a>. Aliás, ambos os projetos contam com uma performance íntima e profunda.</p>



<p class="has-text-align-center">Em &#8220;Gabriela&#8221;, ela traz suas referências musicais e composições que escrevi ao longo da trajetória musical, passeando por vários ritmos brasileiros e gosto de construir um repertório. Já em “GabriElas” é em formato acústico é uma celebração da música brasileira, com protagonismo feminino. O projeto recebe convidadas diferentes em cada edição.</p>



<p class="has-text-align-center">Gabi começou a compor aos 13 anos, subiu aos palcos aos 15, e, aos 16, gravou seu primeiro disco com participação de João Donato e Marcelo D2. Comandou rodas de samba na Lapa, fez turnê pela República Tcheca, e realizou shows nos EUA e em outros lugares.</p>



<p class="has-text-align-center">Após esses feitos, integrou, ao lado de seus irmãos, a Banda Melim, um dos maiores fenômenos do pop contemporâneo brasileiro, com mais de 3 bilhões de streams, 400 shows, grandes festivais, turnês na Europa, um álbum com participação de Djavan, e 3 indicações ao Grammy.</p>



<p class="has-text-align-center">Seu novo trabalho solo é mais íntimo depois de tudo que você já viveu na sua carreira, o que te levou a buscar esse essência e porque?</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Gabi Melim &#8211;</strong> Eu comecei a cantar profissionalmente aos 15 anos, eu fui emancipada para poder transitar nos ambientes de shows pelo Brasil e internacionalmente. Fui à Africa do Sul, República Tcheca, tudo que ia parecendo eu ia agarrando, e isso foi me ensinando muito. O que me levou a buscar essa essência no meu trabalho novo, foi justamente, mergulhar nas minhas referencias e poder resgatar da onde eu vim. </p>



<p class="has-text-align-center">Em “Gabriela” , você mistura os sons do Brasil, já em “GabriElas” , você apresenta um projeto acústico em celebração a música brasileira. Me parece que os projetos se completam, você concorda? Poderia contar sobre as diferenças desses dois projetos?&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Gabi Melim &#8211;</strong> Em  “Gabriela”, eu quis me apresentar mais profundamente. O álbum foi certamente um presente de libertação. Já o  “GabriElas” , eu celebro a voz feminina onde eu convido cantoras de várias regiões do Brasil. Além disso, também é um complemento ao álbum “Gabriela” relembrando as grandes vozes femininas nacionais. Tudo com muita despretensão. São pessoas que eu admiro muito.</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, Você pretende levar projeto “GabriElas” para outros Estados? </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Gabi Melim &#8211;</strong> Muito gente tem pedido. A gente está entrando na terceira semana do “GabriElas” no Manouche. Mas existe sim um desejo de ir para outros Estados com cantoras de cada região. Se no Rio já está sendo maravilhoso, imagina pelo Brasil inteiro. Vai ser incrível!</p>



<p class="has-text-align-center">São 15 anos de carreira, as suas Inspirações ainda são as mesmas?&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Gabi Melim &#8211;</strong> Agora são 16 anos anos, né, já to com 31, mas as minhas inspirações são as mesmas, mas eu to sempre me nutrindo de novas inspirações. Eu sou uma curiosa da musica. Eu sou muito aberta ao novo e até coisas fora do meu segmento. Eu curto muito Afrobeat e os sons periféricos pelo Brasil, é muito interessante, além dos ritmos originais da Africa que acabaram vindo pro Brasil. Eu me considero uma pessoa eclética. </p>



<p></p>
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		<title>Mar.iana lança &#8220;AMAR&#8221;, em parceria com Universal Music Brasil e GTS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiane Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2023 14:27:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A jovem cantora Mar.iana estreou, nesta terça-feira (22), seu primeiro álbum de estúdio, intitulado &#8220;AMAR&#8221;, fruto de seu trabalho ao lado da gravadora Universal Music Brasil e a GTS. O projeto, que possui 13 faixas, traz o single “passarinho”, uma composição de ninguém menos que Nando Reis. Em evento exclusivo, realizado em um fim de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">A jovem cantora Mar.iana estreou, nesta terça-feira (22), seu <a href="https://umusicbrazil.lnk.to/Amar">primeiro álbum de estúdio</a>, intitulado &#8220;AMAR&#8221;, fruto de seu trabalho ao lado da gravadora Universal Music Brasil e a GTS. O projeto, que possui 13 faixas, traz o single “passarinho”, uma composição de ninguém menos que Nando Reis.</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: AMAR" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/2BNNeYztxm3YUL93ry9nhh?referral=labelaffiliate&#038;utm_source=oembed&#038;utm_medium=Universal_Brazil&#038;utm_campaign=labelaffiliate"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-166239 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Mar.iana_.jpg" alt="Mar.iana" width="334" height="334" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Mar.iana_.jpg 1600w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Mar.iana_-300x300.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Mar.iana_-1024x1024.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Mar.iana_-150x150.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Mar.iana_-768x768.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Mar.iana_-1536x1536.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Mar.iana_-696x696.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Mar.iana_-1068x1068.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Mar.iana_-420x420.jpg 420w" sizes="(max-width: 334px) 100vw, 334px" />Em evento exclusivo, realizado em um fim de tarde ensolarado, em Botafogo, no Rio de Janeiro, a cantora apresentou seu trabalho, com participação especial do cantor Mumuzinho e a banda Big Up.</p>
<p style="text-align: center;">Com uma energia solar impressionante, a artista chegou ao local distribuindo sorrisos empolgantes e brilho nos olhos, usando um look despojado e leve. Seu primeiro álbum tem como  sonoridade um “Pop praia good vibes verdadeiro”.</p>
<p style="text-align: center;">Em entrevista ao ROTA CULT, Mar.iana conta os detalhes por trás de seu trabalho e diz que lançamento do disco é a realização de seu maior sonho.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Por que o álbum se chama AMAR?</strong><br />
Mar.iana &#8211; O álbum conta sobre várias experiências que eu tive ao longo da minha vida, ao longo desses últimos três anos. Eu acho que o que fez eu chegar aqui agora nesse momento foi o ato de me amar. O álbum todo ele fala sobre o amor, seja amor ao próximo, seja o amor próprio, mas foi o fato deu me amar muito que fez eu conseguir chegar onde estou agora, tudo está acontecendo hoje sempre foi o sonho da minha vida&#8230; Não é sobre o amor sobre em si, acredito que muita gente tem o amor dentro de si, mas é sobre a prática do amor, a prática de amar, seja a si mesmo, seja o outro faz tudo ser diferente, conserta o mundo e todas as coisas.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como surgiu a parceria com o Mumuzinho?</strong><br />
Mar.iana &#8211; Eu o conheço há muitos anos. Temos muitos amigos em comum e, eu lembro que na época, eu tinha uma música com meu irmão e a música se chamava “Sorte”, era uma música nossa. Estávamos na casa do Mumu, eu tinha acabado de o conhecer, tinha um violão lá, aí eu sentei no sofá e toquei essa a música que tinha com meu irmão. No mesmo instante, ele se apaixonou pela faixa, gravou, publicou no Facebook e isso já faz 10 anos. Muitas experiências aconteceram depois, nos encontramos várias vezes, ele sempre me acompanhou, certo dia, eu postei um vídeo meu cantando no Instagram, ele viu, se interessou pelo meu trabalho, pelo momento que eu estava e, logo depois, ele se ofereceu para contribuir na minha arte, o que fez ele se tornar o meu sócio neste projeto. Ele é uma pessoa maravilhosa, eu sempre digo que ele é um anjo na minha vida.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quanto tempo durou o processo de produção deste álbum?</strong><br />
Mar.iana &#8211; Eu entrei na gravadora no ano passado. Logo, comecei a trabalhar no álbum. Eu já tinha música lançada, mas precisava fazer as pessoas entenderem o que eu era artisticamente e nada melhor que um álbum para fazer isso. Foi um processo onde todo mundo sabia qual era o meu caminho como artista, mas fizemos um camping composição, a meta era sair dele com vinte e cinco músicas, mas ao fim saímos com umas cinquentas, e eu já tinha mais umas vinte canções escritas. Depois partimos para uma audição e nesse meio tempo de camping composição, audição, produção musical e clipe. Bem, nós ainda estamos trabalhando! O álbum já saiu, mas ainda estamos trabalhando nele. Mês que vem, eu vou lançar “Sorte Sua” que é uma música que eu amo e que eu gravei sozinha na Califórnia, onde eu não só escrevi a canção, mas gravei, dirigi e editei, enfim, fiz tudo. Em algumas semanas está saindo&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você falou dessa parte de composição, gravação, mas a penúltima faixa é um presente, de quem é e como chegou a você?</strong><br />
Mar.iana &#8211; Eu recebi esse presente, eu estava indo dormir. Eram 23h30, alguém me manda mensagem pedindo para que eu olhasse meu WhatsApp. Quando olhei, era um áudio com uma guia encaminhada pelo Nando Reis de uma música que ele fez para mim. Eu não acreditei! Eu só sabia chorar. Ele nunca me conheceu pessoalmente, mas costumo utilizar este episódio para me motivar, porque é algo incrível ter uma música escrita por ele. Agora, eu só consigo sonhar com uma participação.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Haverá turnê, shows ao vivo, o que podemos esperar?</strong><br />
Mar.iana &#8211; Nossa! O álbum completa um mês de lançado agora, eu ainda não tinha cantado todas as músicas do álbum porque eu não tinha todas as faixas. Agora, eu já estou ensaiando para trazer minha essência nos shows. O que você vai ver hoje, nesta noite, é uma prévia do que vem por aí. E eu mal posso esperar, sempre foi um sonho meu cantar minhas músicas ao vivo.</p>
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		<title>Goo Goo Dolls comenta sua vinda para o Rock in Rio, em 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 14:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Banda comentou como a pandemia afetou a criação do novo álbum. Atire a primeira pedra, quem nunca cantarolou &#8220;IRIS&#8221;, musica do grupo Goo Goo Dolls, criada especialmente para o filme City of Angels, lançado em 1998. A musica do grupo Goo Goo Dolls ganhou os charts do mundo e faz sucesso até hoje! &#8220;Iris” rompeu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Banda comentou como a pandemia afetou a criação do novo álbum.</h1>
<p><figure id="attachment_153335" aria-describedby="caption-attachment-153335" style="width: 419px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="wp-image-153335" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/09/GGD_C3A1311_1-3_CreditClaireMarieVogel-scaled.jpg" alt="Goo Goo Dolls" width="419" height="279" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/09/GGD_C3A1311_1-3_CreditClaireMarieVogel-scaled.jpg 2560w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/09/GGD_C3A1311_1-3_CreditClaireMarieVogel-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/09/GGD_C3A1311_1-3_CreditClaireMarieVogel-1024x683.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/09/GGD_C3A1311_1-3_CreditClaireMarieVogel-768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/09/GGD_C3A1311_1-3_CreditClaireMarieVogel-1536x1024.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/09/GGD_C3A1311_1-3_CreditClaireMarieVogel-2048x1365.jpg 2048w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/09/GGD_C3A1311_1-3_CreditClaireMarieVogel-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/09/GGD_C3A1311_1-3_CreditClaireMarieVogel-1068x712.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/09/GGD_C3A1311_1-3_CreditClaireMarieVogel-630x420.jpg 630w" sizes="(max-width: 419px) 100vw, 419px" /><figcaption id="caption-attachment-153335" class="wp-caption-text">Foto: Claire Marie Vogel</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: center;">Atire a primeira pedra, quem nunca cantarolou &#8220;IRIS&#8221;, musica do grupo Goo Goo Dolls, criada especialmente para o filme <em>City of Angels, </em>lançado em 1998. A musica do grupo Goo Goo Dolls ganhou os charts do mundo e faz sucesso até hoje! &#8220;Iris” rompeu a barreira de um bilhão de streams no Spotify, de acordo com a plataforma, em 2022.</p>
<p style="text-align: center;">Formada em 1986, em Buffalo, nos Estados Unidos, Johnny Rzeznik, Robby Takac e Mike Malinin misturam Pop Rock e Rock alternativo, até hoje. Em 2019, ano do lançamento do novo<a href="https://rotacult.com.br/2019/09/goo-goo-dolls-lanca-novo-album-miracle-pill/"> álbum “Miracle Pill”</a>, eles vieram ao Brasil, pela primeira vez, para participar do Rock in Rio. Aliás, Rzeznik contou na época, que “Miracle Pill” é uma metáfora para a geração fissurada na gratificação instantânea e alívio que nós buscamos dentro das nossas próprias circunstâncias. Certamente, ótimas observações sobre a geração atual e a relação com as mídias sociais.</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Miracle Pill" style="border-radius: 12px" width="100%" height="380" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/79gY3R2V5HcDbnrMp6wuVP?utm_source=oembed"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Goo Goo Dolls was formed in the 80&#8217;s, when the world was consuming a lot Dance music and the band is, definitely, part of the history of this music genre. How do the latest events (politics, environment issues, wars, poverty, etc.) touch your music themes? Can you tell us about your creative process, what has changed since that time?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Goo Goo Dolls &#8211;</strong> I try to write about people and their experiences but also their feelings, in our current social, political, and cultural situation.  I worry about the obsolescence of humans and the inequality of wealth wealth being concentrated in such a few hands.</p>
<p style="text-align: center;">Eu tento escrever sobre as pessoas e suas experiências, mas também sobre seus sentimentos, em nossa atual situação social, política e cultural. Eu me preocupo com a obsolescência dos humanos e a desigualdade de riqueza concentrada em algumas mãos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>In current times, Goo Goo Dolls do have great numbers in digital platforms. Let&#8217;s talk about &#8220;Iris&#8221;, the music is still an amazing success with almost 1 billion views in Spotify. Besides the timeless lyrics of this song, what else do you think made it so successful?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Goo Goo Dolls &#8211;</strong>  I just think it&#8217;s a song we can all relate to, we all feel a longing for a true deep connection with someone in this world, its, certainly the best part of being alive , I think.</p>
<p style="text-align: center;">Eu só penso que é uma musica que podemos com a qual todos podemos nos relacionar, todos nós sentimos um desejo por uma conexão verdadeira e profunda com alguém neste mundo, é, certamente, a melhor parte de estar vivo, eu acho.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> Can you tell us if &#8220;Iris&#8221; is talking about anyone in particular or was the song simply written for the movie <em>City of Angels</em>?</strong><br />
<strong>Goo Goo Dolls &#8211; </strong>I was writing from the perspective of the Nicolas Cage character, asked myself &#8220;What would I say to this woman, that I wanted to be with so much im willing to give up immortality itself to feel what love feels like&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;">Eu estava escrevendo sobre a perspectiva do personagem do Nicolas Cage, então, eu me perguntei, &#8220;O que eu diria para essa mulher, que gostaria de estar com ela, que abriria mão da minha imortalidade, para sentir o que é realmente amor&#8221;.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="NdYWuo9OFAw"><iframe title="Goo Goo Dolls - Iris [Official Music Video]" width="696" height="522" src="https://www.youtube.com/embed/NdYWuo9OFAw?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><strong>Goo Goo Dolls played in Brazil at a big festival for the first time in 2019. Could you talk about the invitation and the experience of being to be on stage at Rock in Rio?</strong><br />
<strong>Goo Goo Dolls &#8211; </strong>It was the most exciting night of our career! Jon bon Jovi has been a great friend to our band for a long time, so to be able to open for them in front of such an enormous audience was the thrill of a lifetime.</p>
<p style="text-align: center;">Foi a noite mais emocionante em nossa carreira! Jon Bon Jovi é um grande amigo da banda, então, abrir o show deles na frente de um publico tão grande, foi, surpreendentemente, uma emoção e tanto!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>In 2022, you released &#8220;Chaos in Bloom&#8221;, how did the pandemic influence this album?</strong><br />
<strong>Goo Goo Dolls &#8211; </strong>This album is pretty angsty , the pandemic had a huge emotional impact on me as well as the social unrest in world. The division, the chaos of change was scary, it really affected me, I needed to write about it to get it out of my system.</p>
<p style="text-align: center;">Esse álbum foi muito angustiante, a pandemia teve um grande impacto emocional tanto em mim, quanto no resto do mundo. A divisão, o caos da mudança foi assustador, realmente me afetou. Eu precisava escrever sobre para tirar esse sentimento de dentro de mim.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Could you tell me  about your musical influences. What has changed since the beginning of the band?</strong><br />
<strong>Goo Goo Dolls &#8211; </strong>I always seek out for music to inspire me, doesn&#8217;t matter if they are old or new.  From all genres, my influences are wide and get all mashed up together so I can&#8217;t give a definitive answer on that.</p>
<p style="text-align: center;">Eu sempre procuro por musicas que me inspiram. Não importa se são velhas ou novas. De todos os gêneros, minhas influências são amplas e se misturam, então não posso dar uma resposta definitiva sobre isso.</p>
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		<title>The Beatles: Ícone de uma geração permeia entre décadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2022 12:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Beatlemaníacos avante! A banda chegou ao fim em 1970, mas não impediu que se tornasse referência para outras bandas famosas. Existem bandas que são, certamente, imortais, como The Beatles! Quem nunca ouviu   uma das músicas mais tocadas entre várias gerações, que atire a primeira pedra. Os quatro rapazes de Liverpool, John Lennon, Paul McCartney, George [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Beatlemaníacos avante! A banda chegou ao fim em 1970, mas não impediu que se tornasse referência para outras bandas famosas.</h1>
<p style="text-align: center;">Existem bandas que são, certamente, imortais, como The Beatles! Quem nunca ouviu   uma das músicas mais tocadas entre várias gerações, que atire a primeira pedra. Os quatro rapazes de Liverpool, John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr formaram a banda mais influente de todos os tempos, tanto que até hoje são fontes de livros, documentários, filmes e séries ficcionais e documentais.</p>
<p style="text-align: center;">Aliás, eles brilharam também no cinema. Em “Curtindo a Vida Adoidado” com o hit “Twist and Shout”. Sem falar nos filmes que foram inspirados na banda como em “Yesterday” e “Febre de Juventude”.</p>
<p style="text-align: center;">Para celebrar o Dia dos Fanáticos por Beatles ou Beatles Freak Day, celebrado no mundo inteiro neste 14 de janeiro, conversamos com Nehemias Gueiros, advogado especialista em direitos autorais, sobre a banda britânica que merece a sua atenção.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> A banda de Rock inglês The Beatles fez historia no mundo da musica, atraindo fãs até o dia de hoje. Como os Beatles conseguiram construir esse movimento cultural dentro do gênero musical?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Nehemias Gueiros &#8211;</strong> É realmente notável a força com que esse sonho foi desencadeado, nutrido e ampliado mundialmente por uma banda de Rock de quatro jovens ingleses, cuja história como grupo aconteceu (e explodiu mundialmente) antes que qualquer um deles chegasse aos 30 anos. Suas músicas e suas vidas formaram uma parte tão grande do que ouvimos, assistimos e conversamos que todos os afetados por eles ainda veem os Beatles e ouvem suas músicas através de um prisma pessoal.</p>
<p style="text-align: center;">Os Beatles mudaram o que se ouvia e como se ouvia, eles transformaram o Rock num aríete para o avanço da cultura jovem ao <em>mainstream,</em> e esse avanço, por sua vez, mudou nossa cultura para sempre. Eles compuseram e cantaram músicas que a sociedade transformou em filosofia e até em política, criando um novo modo de vida.</p>
<p style="text-align: center;">Os Beatles cresceram como filhos da primeira geração do Rock&#8217;n Roll, ouvindo e imitando a música de Little Richard, Larry Williams, Chuck Berry, Elvis Presley e os sons posteriores mais sofisticados dos Shirelles e dos Miracles. Arrisco-me a dizer que eles plasmaram uma nova visão sonhadora do mundo que rompeu gerações e esse sonho reformulou nosso passado recente e nos afeta até hoje.</p>
<p style="text-align: center;">Quando explodiram , em 1964, depois de tomarem de assalto os Estados Unidos através do programa de TV de Ed Sullivan, os Beatles muito provavelmente salvaram o Rock da extinção, pois no início da década de 60 o gênero só existia no nome; além dos artistas de Soul, foi uma época de <em>hypes</em> da mídia sem talento como Fabian e Frankie Avalon na crista da onda.</p>
<p style="text-align: center;">Suas músicas refletiram e criaram uma troca de ideias que conectou a juventude do mundo inteiro. Era quase inevitável que, mesmo contra sua vontade, seus ouvintes moldassem um sonho de política e estilo de vida a partir da substância da música popular composta por eles. Pode-se dizer que, certamente, foi um testamento do Rock para o futuro.</p>
<p style="text-align: center;">Resumindo, os Beatles fizeram parte de uma corrente; The Beatles, certamente, consolidaram o Rock; o Rock mudou a cultura; a cultura nos mudou. O poder duradouro dessa constatação é tão permanente como o impacto que a música deles teve (e continua tendo) sobre nós, muito difícil encontrar alguém que não concorde com isso.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Uma curiosidade que muitos se perguntam é sobre a competitividade entre as bandas The Beatles e Rolling Stones, ela realmente existiu?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Nehemias Gueiros &#8211; </strong>Os Beatles abriram o caminho para muitas novas bandas fazerem música na década de 60. Eles mostraram aos grupos musicais o que significava escrever música, ultrapassar limites e experimentar. No entanto, a outra banda que surgiu na mesma época e por muitos anos foi considerada a principal rival dos Beatles, foram os Rolling Stones.</p>
<p style="text-align: center;">Segundo o especialista Paul Endacott, fundador do Music Heritage London, essa rivalidade foi na verdade algo criado para atrair publicidade e não foi real. De fato, as duas bandas se ajudaram de várias maneiras ao longo de seus primeiros anos.</p>
<p style="text-align: center;">Mas o que não falta é gente pensando e afirmando que os Beatles e os Stones eram rivais. Paul McCartney afirma que os dois grupos musicais eram realmente próximos e muitas vezes pegavam emprestados os bateristas, baixistas ou outros instrumentistas uns dos outros enquanto estavam surgindo na cena musical inglesa.</p>
<p style="text-align: center;">No entanto, em uma noite em particular, a amizade das bandas ficou evidente quando eles foram assistir a música um do outro. No dia 14 de abril de 1963, os Beatles estavam se apresentando num programa musical da TV inglesa e depois do show, o empresário Brian Epstein levou os quatro para assistir ao show de covers de Blues dos Rolling Stones em Richmond. Após o show, as duas bandas foram para o apartamento dos Stones em Chelsea e fizeram uma festa até as 4 horas da manhã.</p>
<p style="text-align: center;">Até hoje, Mick Jagger e seus companheiros de banda reconhecem que aquela noite foi determinante para o futuro sucesso dos Rolling Stones e Mick Jagger lembrou do evento em seu discurso de agradecimento quando a banda foi incluída no Rock’n Roll Hall of Fame, em 1989.</p>
<p style="text-align: center;">Detalhe: Brian Jones ainda era vivo e muitas vezes ajudou os Beatles a carregar instrumentos e equipamentos de som para o backstage depois de um show.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> Aliás, como era a relação interna do quarteto de Liverpool, principalmente, nos anos 70, durante a elaboração de &#8220;Abbey Road&#8221;?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Nehemias Gueiros &#8211; </strong>Em meio aos conflitos que definiriam seus últimos dias como banda, os Beatles se reuniram para uma última e magnífica criação artística. Foi o ápice de sua parceria de sete anos: quatro caras que cresceram juntos e que agora estavam se distanciando, catando os fragmentos de seu trabalho inacabado e organizando-os em um brilhante monumento musical.</p>
<p style="text-align: center;">Inicialmente o disco se chamaria “Everest”, e transformou-se num dos pontos altos da carreira dos <em>Fab Four</em>. Após o clima de deprê do álbum &#8220;Branco&#8221; e as sessões desastrosas que acabariam sendo incluídas em seu último álbum, &#8220;Let It Be&#8221;, de 1970, os Beatles precisavam de um retorno ao familiar. À beira de se separar, eles procuraram seu produtor de tantos anos, George Martin, e retornaram ao complexo de estúdios de Abbey Road da EMI, para criar o que pode ser considerado uma declaração final através da música.</p>
<p style="text-align: center;">Quando os Beatles se concentravam exclusivamente na música, eles eram geniais, mas quando tinham que voltar sua atenção para os negócios e outros assuntos, particularmente sua conturbada situação de royalties, era um desastre. Com seus assessores e amigos em constante desacordo, a banda estava mergulhada numa batalha perdida para recuperar o controle de seu próprio trabalho. A editora musical deles, Northern Songs, havia sido vendida recentemente sem a participação deles, e um plano para recomprá-la fracassou depois que John Lennon declarou publicamente, “Eu não vou ser fodido por homens de terno sentados em suas bundas gordas.”</p>
<p style="text-align: center;">No meio das gravações de &#8220;Abbey Road&#8221;, Paul McCartney apresentou uma nova música alusiva a este imbróglio “You Never Give Me Your Money” e logo depois de gravarem, os quatro tiveram uma discussão séria sobre quem administraria seus assuntos financeiros e a gravação foi interrompida. Eles então se dispersaram por alguns meses e tiraram férias com as esposas em viagens pelo mundo.</p>
<p style="text-align: center;">Finalmente, mais de quatro meses depois de começarem a gravar, os Beatles se comprometeram a fazer um disco de verdade, com George Martin reservando tempo no estúdio Abbey Road quase todos os dias da semana em julho e agosto de 1969. Lennon estava ausente na primeira semana de gravação, ele havia se ferido em um acidente de carro enquanto viajava com Yoko Ono na Escócia.</p>
<p><figure id="attachment_145800" aria-describedby="caption-attachment-145800" style="width: 455px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-145800" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/01/The-Beatles.jpg" alt="The Beatles" width="455" height="256" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/01/The-Beatles.jpg 984w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/01/The-Beatles-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/01/The-Beatles-768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/01/The-Beatles-696x392.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/01/The-Beatles-746x420.jpg 746w" sizes="auto, (max-width: 455px) 100vw, 455px" /><figcaption id="caption-attachment-145800" class="wp-caption-text">Reprodução Internet</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: center;">No começo de agosto o disco ficou pronto e a icônica sessão de fotos para a capa aconteceu no dia 8, um dia muito quente em Londres (possivelmente o motivo pelo qual McCartney apareceu descalço). Naquela foto que se eternizou, os Beatles foram fotografados atravessando a rua em frente ao estúdio onde já haviam passado milhares de horas ao longo dos anos da carreira musical da banda.</p>
<p style="text-align: center;">Mas a banda já estava fadada ao fim! George Harrison já havia discretamente lançado seu primeiro disco “Wonderwall Music” um ano antes. John Lennon estava gravando e se apresentando com sua Plastic Ono Band nos Estados Unidos e Canadá, junto com a esposa, e Ringo Starr iniciava seu flerte com o cinema, participando de vários filmes. Mas, quando o disco &#8220;Abbey Road&#8221; chegou às lojas em outubro de 1969, os Beatles já eram uma banda extinta.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ainda sobre a questão da competitividade, existia entre John Lennon e Paul McCartney?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Nehemias Gueiros &#8211; </strong>Quando falamos nos Beatles, logo pensamos na poderosa dupla de compositores formada por Lennon &amp; McCartney. No entanto, nos bastidores nem sempre foi fácil para os dois. Um livro do jornalista musical Paul Du Noyer, amigo íntimo de Paul McCartney, “Conversations with McCartney” revela uma rivalidade entre os dois Beatles.</p>
<p style="text-align: center;">Segundo McCartney, havia uma certa competitividade com Lennon, mas essa rivalidade era “muito necessária” para o sucesso da banda. No livro, Paul explica que quando Lennon ouviu pela primeira vez sua música “Coming Up” (1980), ele se inspirou para criar o que acabou sendo seu último álbum, “Double Fantasy”. Parece que John ouviu-a em Nova York.</p>
<p style="text-align: center;">McCartney é rápido em dissipar rumores de má vontade entre os dois, descrevendo a competição entre os dois como saudável e “amigável”. De qualquer forma, sua parceria nos proporcionou algumas músicas lendárias como &#8220;Yesterday&#8221;, que detém o recorde de música mais regravada por outros artistas em toda a história.</p>
<p style="text-align: center;">A rivalidade amigável entre Lennon e McCartney continuou até a prematura morte de Lennon em 1980. A música “Here Today”, de McCartney (1982), foi escrita como uma homenagem a John Lennon na forma de uma conversa que eles poderiam ter se Lennon ainda fosse vivo. McCartney diz que a música ainda o emociona de vez em quando. Em 2004, ele disse ao The Guardian, “Pelo menos uma vez em uma turnê, essa música me pega. Estou cantando, acho que estou bem e de repente percebo que ela me emociona e que John era um grande companheiro e um homem muito importante na minha vida. Sinto falta dele, sabe?”</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O fim da banda de Liverpool aconteceu a mais de 50 anos, mas é impressionante como eles influenciam em novos artistas até hoje como por exemplo Harry Styles, Radiohead, Nirvana, Guns and Roses e as nacionais Skank e Jota Quest. Gostaria de saber quais foram as influências para as criações musicais dos Beatles?</strong><br />
Os Beatles cresceram como filhos da primeira geração do Rock &#8216;n&#8217; Roll, ouvindo e imitando as músicas de Little Richard, Larry Williams, Chuck Berry, Buddy Holly, Cliff Richard, Elvis Presley e Muddy Waters.</p>
<p style="text-align: center;">Brian Epstein (seu primeiro mentor) que “empacotou” os quatro roqueiros da classe trabalhadora de Liverpool como “role models”, substituindo seus cabelos oleosos, jaquetas de couro e vulgaridade no palco por terninhos comportados, gravatas alinhadas, sorrisos e roupas cuidadosamente arrumadas com cortes de cabelo diferenciados. Assim como os artistas brancos filtraram e suavizaram a crueza dos artistas negros nos anos 50, os Beatles no início eram versões mais suaves e seguras dos enérgicos músicos do movimento de Rock &#8216;n&#8217; Roll original.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Poderia falar sobre a criação do International Beatles Freak Day e da Beatle Week?</strong><br />
O feriado International Beatles Freak Day foi criado e celebrado pela primeira vez em 14 de janeiro de 2009 pela fã dos Beatles, Faith Cohen, que a considera &#8220;uma carta de agradecimento e de amor aos Beatles&#8221;. O evento é celebrado com música e uma variedade de eventos que celebram a paz e a harmonia. O evento foi criado com o intuito de celebrar a banda mais famosa do mundo em Liverpool, cidade onde foi criada, atraindo milhares de fãs e dezenas de bandas para lá todos os anos no mês de agosto.</p>
<p style="text-align: center;">Já a história da Beatleweek começou em 1977, quando a primeira Convenção dos Beatles em Liverpool foi realizada no clube do Sr. Pickwick em Fraser Street, fora da London Road. O evento de dois dias, realizado em outubro, foi organizado pelo lendário DJ do Cavern Club, Bob Wooler e por Allan Williams, primeiro empresário dos Beatles. O evento incluiu música ao vivo, oradores convidados e exibições especiais.</p>
<p style="text-align: center;">Em 1981, Liz e Jim Hughes, o casal dono do Cavern Mecca Club organizou o Primeiro Mersey Beatle Anual Extravagance no Hotel Adelphi. Em 1984, o evento Mersey Beatle mudou-se para o St. George&#8217;s Hall, onde, aliás, os convidados incluíam o proprietário do lendário Cavern Club, Ray McFall, o assessor de imprensa dos Beatles, Tony Barrow, e Charles Lennon, tio de John. Já em 1986, depois que o conselho da cidade interveio por um ano para manter o evento, a Cavern City Tours foi convidada a assumir a Convenção Mersey Beatle e desde então organiza o evento anual, com bandas cover locais e internacionais.</p>
<p style="text-align: center;">Porém uma grande mudança foi feita em 2018, quando o programa da Beatleweek foi reduzido de seis dias para quatro, embora o festival ainda apresente sete dias de música em locais da cidade.</p>
<p style="text-align: center;">A Beatleweek é um grande sucesso e ao longo de seus 38 anos de história foi realizada em vários locais diferentes em Liverpool, incluindo os teatros Cavern, State Ballroom, Olympia, Empire e Royal Court, Alma de Cuba, Grand Central Hall, Hotel Adelphi, e, surpreendentemente, na Igreja de São Pedro em Woolton e na Catedral de Liverpool.</p>
<p style="text-align: center;">Eu tive grande honra e alegria de ter representado o Cavern Club no Brasil de 2018 a 2021, a convite do saudoso e eterno amigo Carlos Alberto Chaves de Carvalho, que nos deixou em 2021 e foi o pioneiro organizador das participações de bandas cover brasileiras dos Beatles na Beatleweek de Liverpool.</p>
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		<title>MC Zaac fala sobre o podcast &#8220;Desce Pro Play&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiane Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 15:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na terça-feira (10), MC Zaac deu início a mais um projeto na carreira, além de cantor e compositor, o músico será, agora, também apresentador do seu próprio podcast! Sim, é isso mesmo! Com episódios inéditos e um convidado novo toda terça-feira, ao vivo às 20h, no canal do Youtube de Zaac o público vai poder [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><figure id="attachment_138601" aria-describedby="caption-attachment-138601" style="width: 244px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-138601" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/08/rsz_mc_zaac_creditos_marcela_costa_e_isis_bettelli_1.png" alt="MC Zaac" width="244" height="366" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/08/rsz_mc_zaac_creditos_marcela_costa_e_isis_bettelli_1.png 400w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/08/rsz_mc_zaac_creditos_marcela_costa_e_isis_bettelli_1-200x300.png 200w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/08/rsz_mc_zaac_creditos_marcela_costa_e_isis_bettelli_1-280x420.png 280w" sizes="auto, (max-width: 244px) 100vw, 244px" /><figcaption id="caption-attachment-138601" class="wp-caption-text">Foto: Marcela Costa</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: center;">Na terça-feira (10), MC Zaac deu início a mais um projeto na carreira, além de cantor e compositor, o músico será, agora, também apresentador do seu próprio podcast! Sim, é isso mesmo! Com episódios inéditos e um convidado novo toda terça-feira, ao vivo às 20h, no canal do <a href="https://www.youtube.com/MCZaacOficial">Youtube</a> de Zaac o público vai poder adentrar mais na vida de seus artistas preferidos, ouvir mais sobre suas carreiras, hobbies e vida pessoal.</p>
<p style="text-align: center;">O projeto intitulado &#8220;Desce Pro Play&#8221; (nome de seu sucesso com Anitta e Tyga) promete trazer artistas que fizeram parte de seus feats, dentre outros.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>De onde surgiu a ideia de criar um podcast?</strong><br />
<strong>MC Zaac &#8211;</strong> A ideia de lançar um podcast veio da minha parceria com a galera da “+55<br />
Áudio”, que tinham esse projeto da “Sala para Podcast”, desenvolvemos o formato e agora ele está aí pra vocês conhecerem mais do Zaac e dos convidados que são sempre pessoas escolhidas a dedo por mim.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Essa também será uma nova forma de comunicação com os fãs que já acompanham </strong><strong>a sua carreira como cantor/compositor?</strong><br />
<strong>MC Zaac &#8211;</strong> Sim, eu acho que essa proximidade que as redes sociais dão, são, certamente, de extrema importância, ainda mais num momento como esse onde os shows não são<br />
permitidos. Aliás, esse podcast veio pra ter mais uma meio de interação com o meu público!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que surpresas seus fãs e o grande público podem esperar do seu programa?</strong><br />
<strong>MC Zaac &#8211;</strong> No podcast “Desce Pro Play” vai ter muito artista, muita música e muito<br />
game!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Soube que vocês vão conversar e jogar um game ao mesmo tempo. Quais são</strong><br />
<strong>seus jogos favoritos, eles vão aparecer por lá?</strong><br />
<strong>MC Zaac &#8211;</strong> Esse, certamente, será o grande “desafio” do podcast, nem todos os convidados tem o hábito de jogar, e eu gosto demais de videogame. Meus jogos favoritos são, &#8220;free fire&#8221; e &#8220;call of duty&#8221;, mas eu gosto de muitos, jogo de tudo!</p>
<p style="text-align: center;"><strong> Depois de muitos hits, neste ano, você lançou seu primeiro EP. Trazendo</strong><br />
<strong>sempre o funk para o centro, mas em casa, assim na intimidade o que você</strong><br />
<strong>costuma ouvir? Pode ser podcasts também!</strong><br />
<strong>MC Zaac &#8211;</strong> Eu sou muito eclético, juro, gosto, inclusive, de música independente do segmento. Tenho uma vitrola em casa e ouço muito vinil, curto muito!</p>
<p style="text-align: center;"><strong> Depois de um EP, lançamento de podcast, o que mais podemos esperar de</strong><br />
<strong>você?</strong><br />
<strong>MC Zaac &#8211;</strong> O que “vem aí”, ainda não posso dar muitos detalhes! Mas vocês podem ter certeza que tem muita música por vir, tenho clipe gravado já, só aguardando o momento certo para ser lançado.</p>
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		<title>Roberta Campos lança “O Amor Liberta”, com positividade nestes tempos difíceis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiane Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2021 18:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roberta Campos fala sobre o processo de gravação do álbum. Sucesso da música popular brasileira, Roberta Campos sempre esteve em cena e, desta vez, segue colocando seus talentos à mostra. Hoje, a cantora e compositora lança seu novo álbum “O amor liberta”, em todas as plataformas digitais. O trabalho inédito, gravado durante a pandemia, apresenta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Roberta Campos fala sobre o processo de gravação do álbum.</h1>
<p><figure id="attachment_137686" aria-describedby="caption-attachment-137686" style="width: 389px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-137686" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/07/lucasseixas-17032021-41-1--scaled.jpg" alt="" width="389" height="259" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/07/lucasseixas-17032021-41-1--scaled.jpg 2560w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/07/lucasseixas-17032021-41-1--300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/07/lucasseixas-17032021-41-1--1024x683.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/07/lucasseixas-17032021-41-1--768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/07/lucasseixas-17032021-41-1--1536x1024.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/07/lucasseixas-17032021-41-1--2048x1366.jpg 2048w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/07/lucasseixas-17032021-41-1--696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/07/lucasseixas-17032021-41-1--1068x712.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/07/lucasseixas-17032021-41-1--630x420.jpg 630w" sizes="auto, (max-width: 389px) 100vw, 389px" /><figcaption id="caption-attachment-137686" class="wp-caption-text">Foto: Lucas Seixas</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: center;">Sucesso da música popular brasileira, Roberta Campos sempre esteve em cena e, desta vez, segue colocando seus talentos à mostra. Hoje, a cantora e compositora lança seu novo álbum “O amor liberta”, em todas as <a href="https://robertacampos.lnk.to/OAmorLibertaIN">plataformas digitais</a>. O trabalho inédito, gravado durante a pandemia, apresenta novas particularidades da artista que estava há seis anos sem lançar um álbum.</p>
<p style="text-align: center;">Antes da estreia de “O Amor Liberta”, Roberta já havia presenteado os fãs com “Miragem”, no dia 17 de julho, single gravado ao lado de Alexandre Carlo, do Natiruts. Aliás, entre as muitas aprendizagens, vivências e mudanças que ocorreram nos últimos anos, à possibilidade de lançar um álbum novo é um acontecimento marcante que, segundo a cantora mineira, faz todo sentido para ela.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Cantar ou compor?</strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> As duas coisas, se dúvida! Eu componho para cantar e canto porque componho. As duas coisas, certamente, andam lado a lado para mim.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> Você lançou um EP no final do ano passado, e agora, está nos trazendo um álbum novo. O que o público pode esperar de diferente entre ambos? </strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> Muda tudo! Em “O Amor Liberta” , eu queria dividir minhas sensações sobre 2020. Todos nós estávamos. certamente, muito confusos com tudo o que aconteceu. Já para este álbum, eu queria algo diferente, ele traz uma história diferente, batidas diferentes. “Só conheço o Mar” é mais solar, mais pulsante e traz uma mensagem de amor, com resiliência e uma mensagem positiva. O intuito é de uma música de cura e traduz muito do que estou vivendo neste momento.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> Faz seis anos desde seu último álbum, faz bastante tempo. O que mudou nestes últimos anos na sua vida e que se refletem neste álbum?</strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> Ah, mudou tudo! Eu passei por muitos lugares diferentes, fiz shows, conheci pessoas, ouvi novos discos, li outros livros. Em seis anos, eu fiz muita coisa! Foram, surpreendentemente, muitas aprendizagens, vivências e isso automaticamente reverbera nas canções.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Por falar em shows, a pandemia, de fato, afastou os artistas dos palcos. Como foi e está sendo esse momento para você? Aliás, bate uma ansiedade de saber que daqui a pouco você voltará a se apresentar?</strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> Eu sinto falta dos shows, então, a ansiedade é mais por querer voltar logo e não querer mais parar de me apresentar. Eu também tenho muita vontade de ir e conhecer os lugares aonde a minha música chega. Hoje, as plataformas de streaming nos deixa sabendo quem é e onde estão as pessoas que me escutam. Eu sei que a minha música já chegou a alguns países da África, no Chile e Portugal. Isso me dá vontade de conhecê-los. Talvez, eu consiga, finalmente, fazer uma turnê internacional, em breve.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Eu tenho uma pergunta pouco técnica, é mais de alguém que também escuta suas músicas que, no geral, estampam muitas novelas. Qual o segredo de uma Hitmaker?</strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> Eu nunca fiz música para tocar na televisão, sempre escrevi músicas com muita sinceridade. Aliás, costumo escrever as canções com a minha própria linguagem ela, certamente, dialoga muito com outras artes. São, por exemplo, letras muito imagéticas. Então, não tenho como dizer como é ser uma pessoa que faz muitos hits. O que posso dizer é que são muito verdadeiras.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> Como foi a repercussão de “Miragem”, feita com o Natiruts? E o processo de gravá-la ao lado do grupo?</strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> Foi muito legal! Eu gravei a minha parte, depois o Alexandre gravou a dele, aliás, essa música casou com os nossos universos. Tudo foi incrível! O clipe foi bem aceito, bem produzido. É ótimo saber que ele já está chegando aos 150 mil visualizações.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="0Yisf3k9nos"><iframe loading="lazy" title="Roberta Campos e Natiruts  - Miragem | Videoclipe Oficial" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/0Yisf3k9nos?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><strong> Sobre gravar um disco na pandemia, você não se sentiu solitária neste processo?</strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211; </strong>Teve alguns processos diferentes dos quais estava habituada, mas em nenhum momento senti solidão. Entrei no estúdio de máscara, cada um gravou sua parte separadamente, a equipe que me acompanhou foi reduzida e seguimos todos os protocolos exigidos pelos profissionais da saúde. Minha preocupação tinha a ver com outros também, sobre não sair e sobre fazer minha parte.</p>
<p style="text-align: center;">Acho que o que estava sentindo era mais uma sensação de solitude. Talvez, isso fique muito evidente na última faixa do disco que eu dediquei a minha avó.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>RT: Tem algum artista na sua carreira ou gravação deste disco com quem você gostaria de ter gravado junto, mas que ainda não conseguiu?</strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> Sim, com certeza. Dois nomes logo me vêm à cabeça! É o Djavan e a Marisa Monte.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Para terminar, quais são as expetativas para este álbum e qual mensagem que você deixa para quem vai ouvir o seu novo trabalho?</strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> Eu fiz esse disco com muito carinho, amor e positividade. É, surpreendentemente, carregado de tudo o que eu desejo para o mundo, com muitos bons sentimentos. A mensagem que trago nesse trabalho é que realmente “O amor liberta”.</p>
<p style="text-align: center;">A gente tem que pensar positivo sempre, se cuidar, cuidar do próximo, ter resiliência, acreditar em dias melhores. Deixar esse sentimento fluir para que possamos então viver a reciprocidade.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: O Amor Liberta" width="100%" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/album/0CHraoZMsUgNZazkXjSvwd"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2021/07/roberta-campos-lanca-o-amor-liberta-com-positividade-nestes-tempos-dificeis/">Roberta Campos lança “O Amor Liberta”, com positividade nestes tempos difíceis</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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		<title>Criolo fala sobre fé, política, o novo single “Fellini” e muita música</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiane Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jan 2021 14:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rapper falou sobre o show no Twitch e a relação com os fãs. Na era das lives, plataformas de streaming desafiam artistas à reinvenção e Criolo parece não ter se incomodado com isso. Hoje, 23, às 20h30, ele fará um show em realidade estendida (XR) pelo Twitch. Aliás, para a transmissão, serão usados painéis de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Rapper falou sobre o show no Twitch e a relação com os fãs.</h1>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-127588 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Criolo-XR.jpg" alt="Criolo" width="322" height="322" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Criolo-XR.jpg 1342w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Criolo-XR-300x300.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Criolo-XR-1024x1024.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Criolo-XR-150x150.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Criolo-XR-768x768.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Criolo-XR-696x696.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Criolo-XR-1068x1068.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Criolo-XR-420x420.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 322px) 100vw, 322px" />Na era das <em>lives</em>, plataformas de streaming desafiam artistas à reinvenção e Criolo parece não ter se incomodado com isso. Hoje, 23, às 20h30, ele fará um show em realidade estendida (XR) pelo <a href="https://www.twitch.tv/Criolo">Twitch</a>. Aliás, para a transmissão, serão usados painéis de LED que sincronizadas com a captação de imagens pretendem projetar a sensação de um ambiente virtual.</p>
<p style="text-align: center;">O rapper que lançou os singles “Sistema Obtuso” no mês dezembro e “Fellini” neste mês, comemora o trabalho feito em conjunto com outros artistas do rap nacional e celebra o que segundo ele, são os “frutos desses encontros que o rap oferece”.</p>
<p style="text-align: center;">Tecnologias à parte, o artista me concedeu a entrevista, no mesmo tom de voz sereno, mas com uma fala potente que como sempre é carregada de ritmo, poesia e pausas, mas também de reflexões profundas sobre a vida, música e o momento atual. O que, certamente, faz com que esse bate-papo passe longe das divagações.<br />
&#8211;<br />
<strong>Tenho a sensação de que em “Sistema Obtuso” você trouxe um peso diferente do apresentado em seu último álbum “Espiral de Ilusão” (2017), onde você examina com profundidade as diversas facetas da cultura afro-brasileira através da música. Para muitos fãs, esse seria o tão aguardado retorno ao Rap, mas como é essa relação para você? Música é uma questão de gênero? Sabemos que o Samba, a MPB, o Rap e outros gêneros musicais possuem contribuições importantíssimas de pessoas negras. É tranquilo para você transitar entre os diferentes gêneros musicais?</strong><br />
<strong>Criolo &#8211;</strong> Bem, já fazia um tempo que eu não gravava assim desse jeito, o último Rap que eu gravei foi “Boca de Lobo”, então, lá se foram três anos. Foi tempo de aprender com os jovens MC’s, aprender outros jeitos de rimar, aonde as rimas se acolhem&#8230;. Levei um tempo para entender, enquanto estava na estrada porque já tinha não mais tanto tempo para ver nascer novas possibilidades, mas depois que aprendi passei a admirar e respeitar muito a cena dos jovens MC’s tanto os do Rap tradicional que é conhecido por muita gente, mas também o que fazem parte dessa nova cena, com novas formas de rimar e dessas subdivisões do Rap.</p>
<p style="text-align: center;">Aliás, uma influência positiva de jovens que são como um combustível para a continuidade, assim mais uma vez, o Rap passa a energia dos jovens brasileiros e essa energia me visita, então, depois de um longo tempo essa gravação surgiu e dialoga com outras estéticas.</p>
<p style="text-align: center;">O samba é um ensinamento para sempre, das coisas que mais respeito. A MPB abraça um leque infinito de possibilidades musicais porque cada lugar do Brasil, esse país-continente expressa um tanto dessa pluralidade e tudo isso contribui com essas ruas, avenidas e esquinas em que a música faz com que a gente se encontre com sonoridades e isso desagua nos trabalhos. Mas antes de chegar nesse lugar, ela passa pelo coração, visita a alma e quando a gente se dá conta, estamos cantarolando o samba, o xaxado, o forró, uma embolada e isso é um presente que eu recebo com gratidão.</p>
<p style="text-align: center;">Sou grato a todas as pessoas que fazem música de todos os gêneros sem exceção porque todos eles nos ensinam um jeito diferente de se expressar através da música. E quando me dou conta isso já faz parte dos meus registros.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Existem muitas referências no single “Fellini”, mas sua citação de Lévi-Strauss e sua obra &#8220;Tristes Trópicos&#8221; me chamou a atenção. Seria uma tentativa de mencionar de forma poética o “olhar que vem de fora” para o nosso país, além de tentar explicar a sensação de mal-estar generalizada que estamos vivendo, visto que, a pandemia expôs a gravidade de nossos problemas sociais?</strong><br />
<strong>Criolo &#8211;</strong> Essa sua pergunta é uma grande construção já de olhar que soma muito com outras impressões que a gente tem e as impressões que a gente tem que também não conseguimos nem expressar, mas isso que vem de fora ou dentro, isso que nos dilacera, essa vibração do planeta que está o tempo todo em luta, sempre esteve, mas agora mais ainda&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">Esse escancarar para quem de repente ainda não tinha ideia do quanto a desigualdade provoca dor e caos social, se desvenda agora com o momento que estamos passando, então, embora seja um momento dos mais fúnebres da nossa jovem história, sobretudo da nossa geração. E pensar que muita coisa ainda está por vir, mas em contrapartida, existe um tanto de jovens engajados que fazem coisas espetaculares para dar um retorno e apontar caminhos de ações possíveis para equilibrar toda essa balança cruel na qual estamos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Criolo - Fellini (Lyric Video)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/VUMAzYkjKeM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Lendo a letra do single “Fellini” reparei que há um cenário que traz representações imagéticas bem fortes, de um lado quadros de Monet, filme de Truffaut e Fellini; e no outro, “meninos da quebrada que estão mortos ou matando”. Um filme da vida real. Você termina dizendo&#8230; “A escola é o caminho”. 2020 foi o ano das aulas à distância, um ano de desafios para pais, educadores, estudantes e para um país que tem mais de 10 milhões de analfabetos. A frase que termina sua canção é uma mensagem sobre isso?</strong><br />
<strong>Criolo &#8211;</strong> O caminho sempre será a educação! O lindo caminho do progresso real perpassa pelo entender que temos que olhar de um jeito mais profundo sobre as desigualdades, o progresso real que entende que todas as pessoas têm direito ao mínimo para manterem sua dignidade garantida perpassa pela educação. Ela é o pilar máximo de qualquer civilização.</p>
<p style="text-align: center;">No meio de todo esse caos, existe um apelo: prestem atenção nas nossas crianças. Não continuem tirando das nossas crianças esse direito fundamental, aliás, um direito que nunca se teve, não é? Afinal, a gente só tira aquilo que temos.</p>
<p style="text-align: center;">Mas sim, essa parte da canção é um pedido para que isso de alguma forma ecoe no planeta e reverbere em todas as pessoas para que nossos professores, professoras, oficineiros, oficineiras e todos os profissionais da educação tenham o respeito que merecem e o suporte necessário para que continuem com seus ofícios porque elas são um presente para o mundo. Cada profissional envolvido em tantas camadas da educação do nosso país possui algo na alma delas que as fazem dedicar suas vidas que vai muito além de bater cartão, ter um trabalho ou um salário.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>No mesmo dia de estreia de “Fellini”, sua parceria com Gal Costa foi ao ar. Como foi a experiência de regravar um clássico da MPB com uma das cantoras consideradas umas das maiores vozes do Brasil?</strong><br />
<strong>Criolo &#8211;</strong> Para mim é um presente, um presente máximo e ser lançada no mesmo dia de &#8220;Fellini&#8221; é coisa muito importante mesmo. A experiência de poder participar cantando junto com a Gal é magnifica! Eu tive a sorte e a felicidade de ter uma canção minha gravada por ela no disco estratosférica, mas essa canção ela tem uma história muito especial, pois, foi um pedido dela para o Milton Nascimento e ele pediu para mim uma letra, ele iria musicar e dar de presente a ela.</p>
<p style="text-align: center;">Eu nunca ousei imaginar que um dia poderia gravar a minha voz ao lado da voz dela e aí, pela voltas que o mundo dá e os presentes que a música oferece para a gente. Você pode ter certeza de que esse momento ficará em meu coração eternamente.</p>
<p><a href="https://rotacult.com.br/2021/01/gal-75-novo-projeto-de-gal-costa-tem-duetos-com-criolo-e-tim-bernardes/">Saiba mais sobre esse projeto!</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Paula e Bebeto" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/album/0uiSAseDeXMBFIjAUAqQ87?highlight=spotify:track:62eMpHTC584YQztqxELhmK"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como têm sido sua relação com público em tempos de relacionamento através das redes sociais ?</strong><br />
<strong>Criolo &#8211;</strong> Nós temos um pequeno espaço, um singelo espaço de troca, a gente se encontra no Twitch alguns dias da semana e temos o momento de assistir algum documentário, escutar alguma música e ler poesias. É um trabalho que é feito com muito carinho. Estamos engatinhando, aprendendo, esse novo jeito de troca que esse novo momento oferece para nós.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Por fim, para encerrar, o que os fãs podem aguardar para este ano?</strong><br />
<strong>Criolo &#8211;</strong> Bem, logo, vem muito coisa por aí, mas a música tem o próprio tempo dela, ela é quem diz o tempo dela junto com o coração e estou aqui aguardando os seus sinais.</p>
<p style="text-align: center;">Neste momento, faço o convite a todos vocês, hoje no <a href="http://Twitch.tv/Criolo" target="_blank" rel="noopener">Twitch</a> é o nosso endereço para essa <em>live</em>, o primeiro show realidade estendida que tem novidades visuais lindíssimas, quem tiver um tempinho e quiser assistir, fico muito grato, mais uma vez, deixo o convite, espero todo mundo lá no Twitch mais tarde.</p>
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		<title>Kynnie Williams: ex-&#8220;The Voice&#8221; assina com selo da Som Livre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiane Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2021 17:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Cantora revela detalhes de sua trajetória e planos para futuro próximo.  Por Tatiane Alves &#8211; Em meio à pandemia da Covid-19, Kynnie Williams, moradora de Macaé, foi entrevistada em uma conversa super descontraída, comigo, ex colega de faculdade (sim, estudamos juntas!). Usando uma máscara fashion de oncinha, short jeans, mochila e uma pequena mala, me [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2021/01/kynnie-williams-participante-do-the-voice-brasil-assina-contrato-com-selo-inbraza-da-som-livre/">Kynnie Williams: ex-&#8220;The Voice&#8221; assina com selo da Som Livre</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"> Cantora revela detalhes de sua trajetória e planos para futuro próximo.</h1>
<p><figure id="attachment_128156" aria-describedby="caption-attachment-128156" style="width: 249px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-128156" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Kynnie.jpg" alt="" width="249" height="373" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Kynnie.jpg 854w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Kynnie-200x300.jpg 200w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Kynnie-683x1024.jpg 683w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Kynnie-768x1151.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Kynnie-696x1043.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Kynnie-280x420.jpg 280w" sizes="auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px" /><figcaption id="caption-attachment-128156" class="wp-caption-text">Foto: Alex Santana</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: center;"><strong> Por Tatiane Alves &#8211; </strong>Em meio à pandemia da Covid-19, Kynnie Williams, moradora de Macaé, foi entrevistada em uma conversa super descontraída, comigo, ex colega de faculdade (sim, estudamos juntas!). Usando uma máscara <em>fashion</em> de oncinha, short jeans, mochila e uma pequena mala, me deparo com alguém que agora, certamente, é conhecida por muita gente. Engraçado, pois a última vez que a vi, éramos apenas colegas de faculdade. Dividíamos os mesmos anseios quanto a carreira e conversávamos sobre a vida cotidiana. “Saudade das ‘brejas’ no bar”, ela brinca. Antes da gente começar a conversar sobre sua carreira, perguntei se ela lembrava de nosso último encontro. “Sim, foi na faculdade, estávamos meio mal, meio ansiosas” ela disse. Assim, eu e ela passamos alguns minutos dizendo o quanto era incrível nos ver trabalhando exatamente com que gostamos.</p>
<p style="text-align: center;">Kynnie Williams faz parte de uma leva de artistas que aproveitou o período de quarentena para se lançar. A faixa “Simples Assim”, é seu primeiro single, foi lançada em agosto e marcou sua chegada no cenário musical nacional com um trabalho feito pelo selo Inbraza, da Som Livre.</p>
<p style="text-align: center;">Ao vivo, Kynnie Williams parece não ter dimensão do sucesso que está fazendo com o trio de canções lançados neste ano, todas muito bem recebidas pela crítica não só pela sonoridade, mas pela maturidade vocal e presença que traz a artista, ex-participante do programa &#8220;The Voice&#8221;, para o seu devido lugar que é junto das grandes vozes nacional.  Com 27 anos, ela comemora a boa fase!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>  Quando foi que você começou a cantar? </strong><br />
<strong>Kynnie Williams &#8211; </strong>O que eu me lembro é que eu e minha irmã cantávamos com meu pai a música “Lobo Bobo” do João Gilberto, mas eu mesma desenvolvi gosto pelo instrumental, adoro instrumentos! Até então, era minha irmã quem cantava. Em 2011, meu pai foi convidado para fazer uma apresentação no Sesi, em uma competição musical feita em parcerias com empresas privadas, porém ele não pode comparecer no evento, mesmo tendo criado uma composição inédita, até que um dia cantando em casa, percebeu-se que eu cantava muito bem, o que me levou a me apresentar no lugar dele na competição. Resultado: ganhei em segundo lugar e o Sesi da minha cidade resolveu desenvolver o trabalho comigo. Eu neguei na hora, mas acabei fazendo esse trabalho&#8230; E a Agnes (minha mãe) que já trabalha com música me ajudou nisso.</p>
<p style="text-align: center;">Em 2013, lancei o “Kynnie in Concert” com 90% do repertório em inglês, no ano seguinte, ainda apresentando o meu show, entrei para o &#8220;The Voice&#8221;. Até que em 2019, fiz um cover que chamou a atenção do Pablo Bispo e, desde então, começou o processo de pensar nas músicas.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> Existe uma ideia de que se você passar por um programa como o &#8220;The Voice&#8221;, sua carreira estará a um passo do estrelato. Na vida real, não é assim. O que sua passagem pelo &#8220;The Voice&#8221; significou para você?</strong><br />
<strong>Kynnie &#8211;</strong> Foi uma boa experiência, me abriu muitas portas e me fez conhecer o mundo artístico. Essa ideia de que sua carreira vai dar certo após um programa como o &#8220;The Voice&#8221; acontece com uma pequena parte dos participantes, não é com todo mundo. Mas mesmo sim, é diferente da construção de lançar suas próprias músicas.</p>
<p><figure id="attachment_128158" aria-describedby="caption-attachment-128158" style="width: 218px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-128158" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Kynnie-2.jpg" alt="" width="218" height="327" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Kynnie-2.jpg 854w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Kynnie-2-200x300.jpg 200w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Kynnie-2-683x1024.jpg 683w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Kynnie-2-768x1151.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Kynnie-2-696x1043.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Kynnie-2-280x420.jpg 280w" sizes="auto, (max-width: 218px) 100vw, 218px" /><figcaption id="caption-attachment-128158" class="wp-caption-text">Foto: Alex Santana</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Seis anos se passaram desde o &#8220;The Voice&#8221; até o momento presente. Foi difícil acreditar que você conseguiria conquistar seu espaço na música? </strong><br />
<strong>Kynnie &#8211; </strong> Quando eu saí do programa ainda não me sentia preparada para lançar nada autoral, mas fui me desenvolvendo, fazendo shows, experimentando e crescendo. Passei por fases em que eu não me sentia legal, pensava em desistir, mas meus pais, principalmente minha mãe, faziam com que eu me lembrasse da minha trajetória. Aconteceu o contrário também.</p>
<p style="text-align: center;">Quando “Simples Assim” foi lançado todo mundo vibrou e ficou feliz por mim, mas eu mesma não conseguia achar o meu trabalho recém-lançado tão bom quanto as pessoas diziam que era, nem mesmo quando via os números de ‘views’ subindo nas plataformas de streaming, fiquei extremamente mal. Demorou uns dias até compreender, entender a construção e ficar bem.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Simples Assim" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/album/17aIVKMo18f9Gdj21uM8tP?si=rhzNcEXpRYui0j8JI1WfQg"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como foi todo o processo de gravação das músicas até o clipe?</strong><br />
<strong>Kynnie &#8211; </strong> O pessoal do InBraza, da Som Livre, da Liga Entretenimento foram muito ouvintes. Para os clipes, por exemplo, solicitei que tivesse pessoas negras em todas as frentes possíveis do trabalho, eles entenderam. E “Simples Assim” pôde ter a maior parte do elenco preta. Conseguimos trazer a ideia de meninas superpoderosas pretas para o vídeo através da composição das roupas, a dança, o glamour diferente, e o melhor,criamos vínculo.</p>
<p style="text-align: center;">Nos clipes seguintes, trabalhei com a mesma equipe! Então, ficamos quase que em família durante esse processo. Foi um trabalho tão bonito que resulta numa assertividade enorme para o trabalho final. Tenho enorme gratidão e carinho por todo mundo que esteve comigo e gosto de deixar isso claro para todos que fazem parte desse momento.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> O segundo single lançado em outubro foi “Desculpa os áudios”. É uma canção com uma profundidade diferente das demais?</strong><br />
<strong>Kynnie &#8211;</strong> Sim. É uma música muito importante para mim, pois tem muito de mim nela. Foi aonde eu pude mostrar meu lado mais vulnerável, mais sentimental. Costumo falar sobre minhas vulnerabilidades, mas colocar isso numa canção exigiu uma entrega muito forte.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Desculpa Os Áudios" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/album/6tmUophexqO2znB3Pv8kvr?highlight=spotify:track:5lAVx0XBjPdHTBJLagpI9n"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"> <strong>O Single “Linda, Chique, Sexy e Braba” foi lançado na sequência no mês de novembro. Sabemos que o Brasil é um país racista e exige das mulheres determinados padrões estéticos. Como é a sua relação com seu corpo?</strong><br />
<strong>Kynnie &#8211;</strong> Eu amo meu corpo, mas tem dias em que eu não consigo me olhar no espelho. Tem dias que eu não consigo me achar bonita, mas aí, converso com pessoas mais próximas, e entendo que um processo de aceitação e de se tratar com carinho. É muito mais que uma questão estética, mas, sim, uma questão de saúde.</p>
<p style="text-align: center;">“Linda, Chique, Sexy e Braba” é sobre enfrentar isso de frente e se posicionar sobre assuntos como racismo, diversidade e empoderamento feminino.</p>
<p style="text-align: center;"><b>E como está sendo a repercussão do seu trabalho?</b><br />
<strong>Kynnie &#8211;</strong> Estes são os meus primeiros trabalhos autorais. Sinto que estou me apresentando no cenário musical como eu mesma e recebendo reconhecimento por isso. Nos primeiros dias após o lançamento de “Simples Assim”, Anitta, Iza, Ana Vilela, Tia Má, Preta Gil, Luana Xavier fizeram comentários positivos sobre. Aliás, ter uma pessoa como a Iza falando sobre meu trabalho é muito importante. Esse apoio é fundamental!</p>
<p style="text-align: center;">Sou tratada como artista e como referência de representatividade. Isso é algo que eu sempre quis, então, estou tentado aproveitar e viver este momento.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>E sobre o futuro, o que podemos esperar? </strong><br />
<strong>Kynnie &#8211;</strong> Almejo voos maiores! Não vejo a hora de voltar aos palcos. Quero cantar no Rock in Rio, no Lollapalooza, mas penso também em ser alguém importante na vida de outras pessoas da mesma forma como a Iza foi importante para mim.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Para finalizar, deixe uma mensagem para os nosso leitores.</strong><br />
<strong>Kynnie &#8211; </strong>Cada um tem a sua hora! Kynnie Williams quer incentivar as pessoas a não desistirem do sonho delas. Eu sei que é muito difícil a caminhada, independentemente, de qual seja o sonho, mas não importa. O importante é continuar seguindo na direção deles, pois quando se concretizar nada vai poder te parar.</p>
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		<title>Marcelo Falcão fala sobre o seu primeiro álbum solo, “Viver”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 14:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Álbum solo de Marcelo Falcão foi lançado em 2019 na Fundição Progresso. A aguardada estreia individual de Marcelo Falcão veio a partir da indissociável trajetória à frente do Rappa, em vibes pessoais e intransferíveis. Ele colocou o bloco na humildade, usando a voz para “falar coisas direto do coração”, seguindo caminhos que foram se apresentando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Álbum solo de Marcelo Falcão foi lançado em 2019 na <a href="https://rotacult.com.br/2019/04/marcelo-falcao-estreia-turne-de-seu-primeiro-album-solo-viver/">Fundição Progresso</a>.</h1>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-85090 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Marcelo-Falcao.jpg" alt="" width="242" height="322" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Marcelo-Falcao.jpg 600w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Marcelo-Falcao-225x300.jpg 225w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Marcelo-Falcao-315x420.jpg 315w" sizes="auto, (max-width: 242px) 100vw, 242px" />A aguardada estreia individual de Marcelo Falcão veio a partir da indissociável trajetória à frente do Rappa, em vibes pessoais e intransferíveis. Ele colocou o bloco na humildade, usando a voz para “falar coisas direto do coração”, seguindo caminhos que foram se apresentando naturalmente ao longo dos últimos anos. “A grandiosidade eu deixo para o que fizemos no Rappa”, pontua ele.</p>
<p style="text-align: center;">Marcelo Falcão foi acumulando ideias e esboços de canções em cerca de 650 arquivos de gravação, cuidadosamente organizados por seu irmão, Vinicius Falcão. Aliás, a escolha do parceiro para produtor do disco saiu a partir de décadas de afinidade. Além disso, foi definida por um encontro casual no Baixo Gávea, no Rio de Janeiro, com Felipe Rodarte, que comanda, junto com Constança Scofield, o estúdio Toca do Bandido, fundado por Tom Capone (1966-2004).</p>
<p style="text-align: center;">Ele botou em prática muito do que aprendeu em estúdio com feras como Liminha, Bill Laswell, Dennis Bovell, como o uso sagaz de microfones diversos em uma mesma faixa. E também botou as manguinhas de fora tocando sintetizador, synth de baixo, violão, caixa de fósforo e a clássica “guitarra pica-pau” do reggae.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como você tem encarado esse momento atual, que estamos vivendo?</strong><br />
<strong>Marcelo Falcão &#8211; </strong> Cara, cada um faz o que está a fim dentro do que foi combinado, se o combinado é se proteger e no geral, ninguém tá se protegendo, ninguém está imune, isso só faz mal à gente. Quem tiver tomar todo cuidado, fica mais difícil, pegar, né. Eu vejo a música nesse impasse. Eu espero que o mercado musical volte com cautela, não no desespero, como eu tô vendo por ai. Mas é um clamor gigante que as coisas voltem! E, é, claro, que a saúde vem em primeiro lugar!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você lançou parceria com a cantora Cynthia Luz e com o rapper Filipe Ret em plena pandemia, sobre a saudades dos palcos&#8230;</strong><br />
<strong>Marcelo Falcão &#8211; </strong> Fiquei muito feliz porque eu conheço o Felipe desde pequeno, desde moleque, batalhando nas rimas. Eu já sabia da vontade que ele tinha da gente estar junto em alguma situação, e Papai do céu fez as mesmas benções que ele fez com a Cynthia Luz, fez com o Ret e mais alguns que vem pela frente.</p>
<p style="text-align: center;">A parceria de Marcelo Falcão e Cynthia Luz, <a href="https://lnk.to/SextaFeira">“Sexta-feira”</a> fala de como a gente entoa o último dia da semana como um território de alegria, num novo agora, recheado de desafios com máscara.</p>
<p style="text-align: center;">O Felipe é um querido! Aliás, ele e a Cynthia nessa geração, com mais alguns, são o que eu gosto de ouvir, eu gosto de prestar atenção musicalmente no que se está falando e é muita felicidade poder entre tantas músicas nesse novo álbum, com 10 singles. Eu queria uma versão sobre o que tá acontecendo agora, sobre a vontade que a gente tem de voltar, com todos os cuidados, voltar com o talento de pensar de que a gente faça as coisas da maneira certa, né, não só o povo, mas os órgãos públicos também.</p>
<p style="text-align: center;">Ter o Felipe Ret fazendo uma versão da música dele “Louco para Voltar”, foi muito feliz! É uma felicidade tremenda ter ele comigo e eu faço questão, de nesse momento meu de tanta generosidade, de todos os lados, aliás, num momento de todo mundo se abraçar e acolher, no meu caso pela música, é uma felicidade muito grande mesmo, ter o Ret e poder neste momento estar vivendo com toda a bagagem que eu tenho na minha carreira musical, poder dividir isso com essa nova geração promissora, e que eu tenho tanto curtido.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Marcelo Falcão • Filipe Ret - Louco Pra Voltar" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/pVN3e10hApY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Com o isolamento social, qual foi sua maior motivação para compor?</strong><br />
<strong>Marcelo Falcão &#8211; </strong> Cara, acordar e dormir, a felicidade de poder ver meu filho crescendo. Conseguir eu meus pais ficassem no isolamento por serem grupo de risco, assim como os meus sogros e alguns momentos com muito cuidado a gente poder se ver, mas demorou muito, fiquei mais ou menos 3, 4 meses sem ver meus pais.</p>
<p style="text-align: center;">Então, foi um tempo que eu fiquei isolado vendo meu filho crescer e podendo fazer parte desse momento. Se eu tivesse fazendo show não conseguiria. Esse momento me permitiu estar muito mais perto da minha família que me traz frutos bons e tranquilidade para cabeça.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> <img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-76223 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Marcelo-Falcão-lança-single-e-vídeo-de-Ladrões.png" alt="" width="208" height="257" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Marcelo-Falcão-lança-single-e-vídeo-de-Ladrões.png 423w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Marcelo-Falcão-lança-single-e-vídeo-de-Ladrões-243x300.png 243w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Marcelo-Falcão-lança-single-e-vídeo-de-Ladrões-324x400.png 324w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Marcelo-Falcão-lança-single-e-vídeo-de-Ladrões-340x420.png 340w" sizes="auto, (max-width: 208px) 100vw, 208px" />Em 2019, você lançou seu primeiro álbum solo, “Viver”, onde você fala coisas direto do coração, o que mudou no processo de construção dos álbuns do RAPPA para o seu solo? Aliás, o que te levou a seguir carreira solo?</strong><br />
<strong>Marcelo Falcão &#8211; </strong> Era um sonho que eu tinha, inclusive, pilhado pelos meus amigos do RAPPA, eu não tinha tanta urgência, mas com o pit stop da banda, eu vi uma grande brecha que pudesse realizar esse sonho de ser produtor das minhas próprias coisas.</p>
<p style="text-align: center;">Eu queria poder estar focado em fazer alguma coisa que fosse totalmente o que eu estava vivendo, então, por mais que tivesse milhões de músicas, para poder gravar, eu selecionei as músicas que eu achei cabível naquele momento para falar do que estou vivendo com a minha família, além de muitas vidas perdidas. Eu queria falar de alguma coisa que fosse solar, que fosse vida, que inspirasse as pessoas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Viver (Mais leve que o ar)" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/album/2TSwxXVstj31Js9PAgJ55u"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">As pessoas falam de festinha, de balada, de Instagram, de comer, de beber, fala de tudo, mas esquecem de falar de viver. E para viver a gente precisa, certamente, cuidar da saúde, coisa que, infelizmente, nem todo brasileiro tem. Eu queria falar disso como um alento, como um reconhecimento a tudo que a vida me deu e oferecer isso de positivo para as pessoas.</p>
<p style="text-align: center;">Aliás, é uma felicidade poder ajudar todas as pessoas que sempre me ajudaram, musicalmente. No caso, eu sou o terceiro RAPPA a lançar um disco solo. Eu sou o terceiro de uma história, de um processo muito foda, para mim o RAPPA é a maior banda do país, com todo o respeito à todas as bandas que eu conheço. O RAPPA é um orgulho, uma religião!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Em fevereiro de 2019, você lançou o disco “Viver (Mais Leve Que o Ar)”, em um pocket show transmitido ao vivo em seu perfil no Twitter. Como foi essa experiência?</strong><br />
<strong>Marcelo Falcão &#8211; </strong> Assim, qualquer live que eu faça é independente de horário. Acredito que é muito feliz poder fazer um carinho no coração de quem tá longe, né. Sempre que possível, farei, mas não esperem que seja em horário convencional, é uma coisa de veneta, além das combinadas, mas também como o pensamento de que a qualquer momento eu posso pegar a mini falcão viola e atacar, (risos).</p>
<p style="text-align: center;">Meu pensamento é fazer bem para as pessoas! Meu mundo não veio a passeio, eu não vim a passeio! Ninguém é dono da verdade, de nada! Muita coisa salva, a musica é uma delas!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Qual é a importância da música como instrumento socioeconômico? Aliás, você acredita que a música seja um instrumento educacional?</strong><br />
<strong>Marcelo Falcão &#8211;  </strong>A música é, certamente, um instrumento educacional, sim. Tem muita bobeira por ai, mas eu não sou capaz de virar para qualquer musico e detonar eles, porque eu venho dessa mesma classe, mas eu tenho meus gostos! Tem música que vem para detonar, faz o cara pensar que é aquilo ali, e é tudo muito passageiro, então se você faz algo para ficar para sempre, para eternidade, que é o meu sonho, que as minhas músicas fiquem para várias gerações. A vida é a história, é o que nos motiva.</p>
<p style="text-align: center;">E nesse momento, claro, a música é totalmente um instrumento socioeconômico. Ela ajuda Deus e o mundo, sabe, ajuda pessoas inacreditáveis em todas as áreas.</p>
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		<title>Roberta Campos lança EP com músicas inspiradas pelo isolamento social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[julianameneses]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 13:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cantora assina produção do EP, juntamente com Sergio Fouad. A cantora, compositora e violonista mineira Roberta Campos criou durante o período de isolamento social as composições que deram origem ao seu mais recente trabalho “Só Conheço o Mar”, que conta com cinco canções, certamente, autorais. A cantora que havia lançado em fevereiro um clipe para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Cantora assina produção do EP, juntamente com Sergio Fouad.</h1>
<p><figure id="attachment_128107" aria-describedby="caption-attachment-128107" style="width: 317px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-128107" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/robertocampos.jpg" alt="" width="317" height="317" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/robertocampos.jpg 924w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/robertocampos-300x300.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/robertocampos-150x150.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/robertocampos-768x769.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/robertocampos-696x697.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/robertocampos-420x420.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 317px) 100vw, 317px" /><figcaption id="caption-attachment-128107" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: center;">A cantora, compositora e violonista mineira Roberta Campos criou durante o período de isolamento social as composições que deram origem ao seu mais recente trabalho “Só Conheço o Mar”, que conta com cinco canções, certamente, autorais. A cantora que havia lançado em fevereiro um clipe para o carnaval com o Olodum da canção “Vem me buscar”, usou a pandemia, surpreendentemente, como inspiração, para escrever sobre seus sentimentos.</p>
<p style="text-align: center;">O EP, foi, afinal, lançado no dia 11 de dezembro e traz canções sobre o amor, esperança e um processo de autoconhecimento que a cantora passou nestes últimos meses. O estilo de Roberta neste disco traz o desejo que tudo fique bem, algo inspirador e necessário neste momento de dificuldade e incertezas. Inesperadamente, nesse <a href="https://rotacult.com.br/2020/12/roberta-campos-lanca-ep-so-conheco-o-mar-com-musicas-ineditas/">novo trabalho</a> a cantora trouxe arranjos de metais e instrumentos como hammond e flugel, sobretudo, sem deixar de lado sua versão já característica de MPB, acompanhada do violão.</p>
<p style="text-align: center;">Além disso, este é o primeiro trabalho da artista assinando a produção de um EP, juntamente com Sergio Fouad. Quatro das músicas do novo álbum foram compostas pela artista sozinha, e “Cada Acorde é Seu” foi uma parceria com Marina Campos, sua esposa e empresária.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-128108 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/capa.jpeg" alt="" width="307" height="307" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/capa.jpeg 984w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/capa-300x300.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/capa-150x150.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/capa-768x768.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/capa-696x696.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/capa-420x420.jpeg 420w" sizes="auto, (max-width: 307px) 100vw, 307px" />1) Para este novo álbum “Só Conheço o Mar”, gravado durante este processo de pandemia, como foi seu processo criativo? Você criou algum ritual para compor as músicas ou foi de forma intuitiva?</strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> Confesso que no primeiro momento, quando soube da pandemia e a necessidade de nos isolar, eu tive um bloqueio criativo de alguns meses. Depois me vi na necessidade de falar, de escrever, criar, então, comecei a compor bastante. Assim veio a ideia de gravar o EP, porque eu queria contar para as pessoas sobre meu sentimento nesse período. Falo de um isolamento a dois e de um isolamento em mim, onde me olho bem de perto.</p>
<p style="text-align: center;">Cada canção tem um universo e fala dos meus sentimento e momentos na sequência que os senti e na ordem do EP! Foi muito fluido! Vinha a ideia, a vontade de sentar e compor e eu respeitava isso. As canções se formaram em poucas semanas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Só Conheço o Mar" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/album/2C3fZsdvNDv3qYQSdTZTQk"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>2) As canções do novo disco são todas em clima de romance, porque? E qual foi a sua inspiração para compô-las? Aliás, qual foi a inspiração para o nome do álbum?</strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> Na verdade, não são todas em clima de romance. Algumas delas eu falo de amor, porque descrevo o meu relacionamento. Faço isso em “Cada Acorde é Seu”, onde inclusive divido a composição com Marina Campos, com quem divido esse e isolamento e divido minha vida. “Meu Amor é Seu” é uma canção que fala do meu amor dentro desse período, onde somos resilientes, pacientes, cumplices, generosas e criativas.</p>
<p style="text-align: center;">Em “Sentinela” eu falo de mim, somente de mim, e como me vejo nesse momento e nesse mundo. Já em “Me Leve Pra Voar”, mesmo tendo um tom amoroso e romântico, ela fala de uma urgência de sair desse momento. Em “Tudo Vai Ficar Bem”, faço como em um mantra, que evoco a energia da esperança, do amor, da resiliência, da vida!</p>
<p style="text-align: center;">O nome do álbum veio com a ideia de falar que mesmo como o mar, que é uma imensidão, um órgão vivo e eu só conheço parte dele, cada pessoa e cada parte da vida, eu também conheço somente um pedaço. Assim como eu, que as vezes acho que sei sobre mim!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>3) Como foi o processo do clipe da canção “Vem me Buscar” que você gravou em parceria com o Olodum, antes da pandemia? E de onde veio a ideia?</strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> O clipe de “Vem Me Buscar” foi gravado antes da pandemia! Lançamos durante do carnaval! A ideia veio de fazer parte do carnaval de alguma forma. Aliás, eu sempreui muito fã do OLUDUM e sempre vi que essa música tinha um swing para nos juntarmos. Assim nasceu o convite que eles gentilmente aceitaram.</p>
<p style="text-align: center;">Depois da gravação da música, fui para Salvador para participar do ensaio de Carnaval com eles e também com meu amigo e parceiro de composições, Luiz Caldas. Aproveitei para fazer imagens e montar o vídeo clipe, que ficou lindo, colorido e alto astral!</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="fNLWanwqNZ4"><iframe loading="lazy" title="Roberta Campos - Vem Me Buscar (Part. Especial Olodum) (Videoclipe Oficial)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/fNLWanwqNZ4?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><strong>4) A canção “Último Romance”, composição do cantor e compositor Rodrigo Amarante, do Los Hermanos, do disco “Ventura”, que você lançou em junho, tem uma releitura ímpar. Essa conexão com a banda já vem de longa data? </strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> Obrigada! Vem de longa data! Eu sempre ouvi muito Los Hermanos, sou muito fã! E há um tempo eu troco figurinhas com eles, em especial com o Camelo, que já participou do meu disco “Todo Caminho É Sorte”, de 2015, cantando comigo a minha canção “Amiúde” , que também tem a participação de Marcelo Jeneci, no piano.</p>
<p style="text-align: center;">Em 2016, participei de um concerto incrível com a Orquestra Sinfônica Petrobrás, onde cantei as canções do álbum “Ventura”, dividindo os vocais com o cantor Rodrigo Costa. Aliás, “Último Romance”, é uma das minhas preferidas e há muito tempo desejei fazer uma releitura dela. Vi em junho o momento exato para isso! Durante esse período de isolamento, gravei a música e fiz o vídeo clipe em casa. Tem a participação do violoncelista cubano, Yaniel Matos que também fez a gravação do cello em sua casa.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>5) Você teve contato com o Amarante durante o processo de gravação da música e do clipe?  </strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> Infelizmente, não tenho contato com o Amarante. O pedido de autorização para a gravação da música foi feito através da minha gravadora. Mas de alguma forma, sempre tenho contato com todos os Hermanos, já que vivo ouvindo seus discos.</p>
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