Bergman 100 anos [Bergman 100 years, Suécia, 2018], de Jane Magnusson (Imovision). Gênero: documentário.

Durante um período de 6 anos, no meio do século 20, algo insuperável aconteceu. Um sueco magro, por volta dos 40 anos, entra em um período de produção cinematográfica sem precedentes. Entre 1957 e 1963 ele dirigiu alguns dos maiores clássicos da história do cinema, produziu uma série de espetáculos para teatro e rádio, e dirigiu 6 filmes de TV. Em termos de cineastas contemporâneos, Ingmar Bergman permanece em grande parte inigualável, e sua vida está prestes a se revelada nesse documentário que celebra o seu centenário.

Critica: https://rotacult.com.br/2018/07/jane-magmusson-revisita-o-ano-de-1957-na-vida-de-ingmar-bergman/

Ilha dos cachorros [Isle of dogs, Estados Unidos, 2018], de Wes Anderson (Fox). Gênero: animação. Classificação: 12 anos

Atari Kobayashi é um garoto japonês de 12 anos de idade. Ele mora na cidade de Megasaki, sob tutela do corrupto prefeito Kobayashi. O político aprova uma nova lei que proíbe os cachorros de morarem no local, fazendo com que todos os animais sejam enviados a uma ilha vizinha repleta de lixo. Mas o pequeno Atari não aceita se separar do cachorro Spots. Ele convoca os amigos, rouba um jato em miniatura e parte em busca de seu fiel amigo. A aventura épica vai transformar completamente a vida da cidade.

Critica: https://rotacult.com.br/2018/07/ilha-dos-cachorros-um-stop-motion-para-adultos/

Egon Schiele – Morte e a donzela [Egon Schiele – Tod und mädchen, Áustria, 2016], de Dieter Berner (Cineart Filmes). Gênero: biografia. Elenco: Noah Saavedra, Maresi Riegner, Valerie Pachner. Classificação: 14 anos

Jovem, talentoso, sedutor. Egon Schiele é um dos artistas mais provocativos de Viena no início do século XX. Sua vida e obra são impulsionados pelas mulheres que o cercam: Gerti, sua irmã e primeira musa. E Wally, seu grande amor de apenas 17 anos, imortalizada na famosa pintura “Morte e a Donzela”. Com seu estilo radical, Egon atrai artistas ousados como Gustav Klimt, mas causa um escândalo na sociedade local. Para defender sua arte, ele está disposto a sacrificar seu amor. E até sua vida.

Critica: https://rotacult.com.br/2018/07/egon-schiele-a-morte-e-a-donzela-quando-o-abuso-se-disfarca-de-genialidade/

Primavera em Casablanca [Razzia, França, 2017], de Nabil Ayouch (California Filmes). Gênero: drama. Elenco: Maryam Touzani, Arieh Worthalter, Amine Ennaji.

Casablanca: vibrante e desafiadora, convidativa, porém implacável. Quatro almas em busca da verdade, trinta anos depois de um apaixonado professor nas montanhas Atlas foi silenciado… Através do eco de seus sonhos destroçados, as desilusões dos quatro personagens dão vida às faíscas que irão incendiar essa cidade.

Critica: https://rotacult.com.br/2018/07/primavera-em-casablanca-um-retrato-historico-sobre-o-machismo/

O orgulho [Le brio, França, Bélgica, 2017], de Yvan Attal (Pandora Filmes). Gênero: drama. Elenco: Daniel Auteuil, Camélia Jordana, Yasin Houicha. Classificação: 12 anos

Neila Salah é uma jovem que cresceu em Créteil, nos arredores de Paris, e sonha em ser advogada. Desde o primeiro dia de aula na renomada Faculdade de Direito de Paris ela se depara com Pierre Mazard, um professor conhecido pela sua má conduta que, para se redimir, aceita ser seu mentor num concurso. Porém, ambos precisam enfrentar seus preconceitos.

Critica: https://rotacult.com.br/2018/07/o-orgulho-preconceito-oratoria-e-motivacao/

Uma quase dupla [Uma quase dupla, Brasil, 2018], de Marcus Baldini (Downtown/Paris). Gênero: comédia. Elenco: Tatá Werneck, Cauã Reymond, Louise Cardoso. Classificação: 12 anos

Quando uma série de assassinatos abala a rotina da cidade de Joinlândia, o calmo e pacato subdelegado Claudio (Cauã Reymond) receberá a ajuda da destemida e experiente investigadora Keyla (Tatá Werneck) nas investigações. No entanto, a diferença de ritmo e a falta de química dos dois só atrapalhará a solução do caso

Critica: https://rotacult.com.br/2018/07/tata-werneck-e-caua-reymond-formam-dupla-de-policiais-estabanada-e-sem-nocao/

Tio Drew [Uncle Drew, Estados Unidos, 2018], de Charles Stone (Paris). Gênero: comédia. Elenco: Kyrie Irving, Shaquille O’Neal, Lil Rel Howery.

Depois de acabar com todas suas economias para entrar no torneio de basquete de rua, Dax (Lil Rel Howery) enfrenta inúmeros contratempos, incluindo a perda de seu time para seu rival de longa data (Nick Kroll). Desesperado para ganhar o torneio e o prêmio em dinheiro, Dax se depara com o homem, o mito, a lenda Uncle Drew (NBA) e o convence a voltar para a quadra mais uma vez. Os dois homens embarcam em uma viagem para reunir o antigo time de basquete de Drew (Shaquille O’Neal, Chris Webber, Reggie Miller, Nate Robinson e Lisa Leslie) e provar que um grupo de septuagenários ainda pode ganhar o grande prêmio.

Critica: https://rotacult.com.br/2018/07/tio-drew-revive-comerciais-de-tv-americanos-em-um-roteiro-cliche-mas-favoravel-ao-jogo/

 

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