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	<title>Gabriel Alviano, Autor em Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Gabriel Alviano, Autor em Rota Cult</title>
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		<title>Toy Story 4: Quarto filme traz maturidade à franquia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Alviano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2019 19:31:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gabriel  Alviano Quando estreou em 1995, ninguém imaginava que Toy Story se tornaria o que é hoje. Mesmo sendo o primeiro longa-metragem em computação gráfica, foi sua narrativa que hipnotizou gerações e, por conta disso, em 1999, chegava aos cinemas Toy Story 2, que por incrível que pareça, é tão boa senão melhor que o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Por Gabriel  Alviano</strong></p>
<p style="text-align: center;">Quando estreou em 1995, ninguém imaginava que <em>Toy Story</em> se tornaria o que é hoje. Mesmo sendo o primeiro longa-metragem em computação gráfica, foi sua narrativa que hipnotizou gerações e, por conta disso, em 1999, chegava aos cinemas <em>Toy Story 2, </em>que por incrível que pareça, é tão boa senão melhor que o primeiro. Mais de dez anos se passaram até a chegada do terceiro capitulo da franquia. Com um clima de encerramento, o filme trazia um amadurecimento, tanto por parte da narrativa, quanto de seu público, que cresceu acompanhando os filmes. <em>Toy Story 3</em> foi motivo de lágrimas pelo então, adeus a bons e velhos amigos.</p>
<p style="text-align: center;">Quando divulgado que a Pixar traria<em> Toy Story</em> para um quarto filme, o medo tomou conta dos fãs, afinal, nenhuma das outras continuações do estúdio se mantiveram aos pés do original. Mesmo que alguns sejam legais como <em>Universidade Monstro e Incríveis 2</em>, outros são vergonhosos de assistir, como <em>Carros 2 e 3 e Procurando Dory</em>. Além disso, com o final tocante e emocionante de <em>Toy Story 3</em>, seria possível uma continuação fazer jus ao que já foi finalizado? A divulgação se tornou fato, e agora, em junho de 2019, chega aos cinemas, <em>Toy Story 4</em>.</p>
<p style="text-align: center;">O filme já começa em momentos de tensão. Um flashback leva o espectador de volta à casa de Andy criança, onde descobrimos o que aconteceu com Betty, ausente em <em>Toy Story 3</em>. Para os fãs, é um momento emocionante apenas por rever esses velhos amigos de volta as telas e pelas circunstâncias as quais vemos Betty.</p>
<p style="text-align: center;">Pulamos para os tempos atuais e vemos Woody se sentindo cada vez mais ignorado por Boonie, sua atual dona. Com a chegada de Garfinho, um brinquedo feito a partir de lixo reciclável, Woody vê nele a oportunidade contribuir para a felicidade de Boonie. Enquanto fazem uma viagem pelos Estados Unidos, eles acabam reencontrando Betty, bem diferente do que se lembravam.</p>
<p style="text-align: center;">Mesmo com bons trailers saindo, o medo continuava, mas é possível afirmar que T<em>oy Story 4</em> é uma ótima continuação. Respeitando sempre os personagens e fazendo questionamentos nunca antes feitos pelos protagonistas. Claro que o filme sofre com alguns probleminhas, mas seu pior defeito é sem dúvida sua curta duração.</p>
<p style="text-align: center;">O filme em si não é curto, mas acontece tanta coisa ao mesmo tempo que ele passa essa impressão e deixa com gosto de quero mais. Pela trama ser muito mais focada em Woody e Betty, alguns personagens consagrados acabam sendo ignorados, como o Slinky, a Jesse e em alguns poucos momentos até o Buzz.</p>
<p style="text-align: center;">Buzz é um dos que mais sofre com o filme, seu protagonismo é deixado de lado e passa a ser usado em diversos momentos como alivio cômico bobo. Apesar disso,  o tom de comédia em <em>Toy Story 4</em> é completamente diferente dos anteriores, de forma positiva é claro. As piadas possuem um grau de evolução e maturidade que podemos até questionar se uma criança entenderia a graça. Principalmente nos momentos entre o Coelhinho e o Patinho, no original dublados pelos comediantes Jordan Peele e por Keegan-Michael Key.</p>
<p style="text-align: center;">O final, porém pode incomodar alguns fãs puristas, na tentativa de tentar se igualar ao do terceiro, o roteiro tenta ser tão emblemático quanto, mas encerra, de certa forma, um arco que pode ser visto desde o primeiro. <em>Toy Story 4</em> é um ótimo filme para quem estava com saudades desses personagens. Mesmo com esses probleminhas, continua excelente, e sua duração realmente incomoda, principalmente quando o filme parte para o clímax e temos vontade de gritar “Por favor, não acabe!”</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="RjtfGR3nMFo"><iframe title="Toy Story 4 - Trailer Dublado - 20 de junho nos cinemas" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/RjtfGR3nMFo?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Fênix Negra relembra as falhas na execução da saga X-Men</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Alviano]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 12:34:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gabriel Alviano: A saga X-Men chega ao seu fim, pelo menos nas mãos da Fox que lotavam salas de cinema desde 2000. No total foram sete filmes do grupo, que ajudaram a popularizar os filmes de super-heróis para pessoas de fora desse nicho. Com duas fases distintas, os mutantes tiveram uma trilogia principal encerrada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Por Gabriel Alviano:</strong></p>
<p style="text-align: center;">A saga <em>X-Men</em> chega ao seu fim, pelo menos nas mãos da Fox que lotavam salas de cinema desde 2000. No total foram sete filmes do grupo, que ajudaram a popularizar os filmes de super-heróis para pessoas de fora desse nicho. Com duas fases distintas, os mutantes tiveram uma trilogia principal encerrada em 2006 com<em> X-Men: O Confronto Final</em> – que adaptava a saga da fênix dos quadrinhos- e ressurgindo em 2011, com uma nova leva de atore e serviu para contar o início dos <em>X-Men</em>, que chega ao seu fim agora em 2019, também adaptando a saga da fênix dos quadrinhos.</p>
<p style="text-align: center;">Até seu lançamento, o filme passou por diversos problemas, foram meses de refilmagens, atrasos na pós-produção, a compra da Fox e muitas alterações para sua estreia, o que frustrou muitos fãs. Finalmente, <em>X-Men: Fênix Negra</em> chega a todos os cinemas do mundo, o que nos leva a questionar, valeu a pena esperar?</p>
<p style="text-align: center;">O filme começa com um flashback, mostrando uma pequena Jean Grey causando um acidente de carro que causa a morte dos seus pais. Devastada, ela é encontrada por Charles Xavier, que a convida para sua escola, onde irá aprender a dominar seus poderes. Pulando para os anos noventa, vemos os <em>X-Men</em>, formado pelos mesmos integrantes de X<em>-Men Apocalipse</em> serem convocados para uma missão no espaço, onde Jean se sacrifica e acaba recebendo a força fênix, uma energia espacial poderosíssima, capaz de destruir planetas.</p>
<p style="text-align: center;">A premissa, até que é interessante, os fãs finalmente verão os X-Men no espaço, e a esperança de que teremos uma boa adaptação de <em>Fênix Negra</em> se mantém até os primeiros vinte minutos de filme, mas logo é esquecido. Assim como toda a saga dos X-Men, o filme é recheado de incoerências, tanto por parte dos personagens quanto da narrativa. Além de ignorar completamente pontos importantes dos anteriores.</p>
<p style="text-align: center;">Por um lado, temos um grupo mutante liderado por Xavier, que é amado por todos,que recebe homenagens do presidente e tem apoio da população. Isso não seria um sério problema, se no outro, o grupo liderado por Magneto, se refugia em Genosha, como se os mutantes fossem oprimidos pela sociedade. O mesmo personagem, que a dois filmes atrás tentou assassinar o presidente dos Estados Unidos e que tem um discurso de superioridade mutante, tem uma mudança radical nesta produção, ao morar em um local doado pelo governo.</p>
<p style="text-align: center;">O filme se apressa em fazer as coisas acontecerem, e temos pouco respiro para os diálogos e o desenvolvimento dos personagens. Isso pouco atrapalha o núcleo principal, que conhecemos bem, mas os antagonistas sofrem por esses problemas narrativos, sendo meramente vilões malvados que querem acabar com o mundo.</p>
<p style="text-align: center;">O foco de antagonismo é complicado, o filme não consegue decidir quem será a grande ameaça, Jean Grey? Professor Xavier? Magneto? Raça Alienígena? Nenhuma das opções tem o tempo necessário para se desenvolver corretamente, todos são jogados na história e seus atos são automáticos, fazendo com que as batalhas não sejam emocionantes.<br />
Essa correria é notada durante toda a história, inclusive no final. A transição do segundo para o terceiro ato é tão repentina e discreta, que causa certa estranheza quando nos damos conta que o filme está caminhando para o clímax, que passa tão rápido quanto o Mercúrio.</p>
<p style="text-align: center;">Apesar da dura crítica, o filme tem alguns pontos bem interessantes, toda a utilização de poderes é bem-feita. Em determinada cena, vemos o grupo do Magneto lutando com o grupo do Xavier para simplesmente atravessar uma rua. Porém, com cada mutante usando seu poder para atrapalhar outros, a cena consegue se tornar mais interessante. Os efeitos especiais, e toda a parte de pós-produção como um todo, também estão muito bons, desde o efeito para mostrar a força fênix, até as cores usadas na demonstração de poderes, mas não seguram o filme.</p>
<p style="text-align: center;">Todos os pontos principais são interessantes, mas o filme falha na execução. Tais erros, porém, não são méritos desse filme. <em>X-Men</em> tem uma longa trajetória de linhas confusas e filmes mau executados, por conta disso, sua conclusão não seria tão diferente assim.<br />
Infelizmente a saga <em>X-Men</em> não teve o fim que merecia. Sendo um dos mais curtos, a impressão que se passa é que eles queriam colocar nesse, tudo o que não colocaram nos outros. Mesmo com essa pressa e com seus defeitos, o filme pode agradar seus fãs, que ainda tem aquele gosto amargo de Apocalipse e Dias de um futuro Esquecido.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="kS08vVQDRPs"><iframe title="X-Men: Fênix Negra | Trailer Oficial 2 | Legendado HD" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/kS08vVQDRPs?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>O Homem que Matou Dom Quixote: Adam Driver e Jonathan Pryce em grandes atuações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Alviano]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 May 2019 20:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gabriel Alviano Para os cinéfilos de plantão, só o nome Terry Gilliam já é motivo de atenção. Não só ele é o diretor de grandes filmes como Brazil e Os Doze Macacos, mas também por ser um dos principais integrantes do grupo de comédia Monty Phyton. Agora, para os cinéfilos mais intensos, o título [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Por Gabriel Alviano</strong></p>
<p style="text-align: center;">Para os cinéfilos de plantão, só o nome Terry Gilliam já é motivo de atenção. Não só ele é o diretor de grandes filmes como <em>Brazil</em> e <em>Os Doze Macaco</em>s, mas também por ser um dos principais integrantes do grupo de comédia Monty Phyton. Agora, para os cinéfilos mais intensos, o título <em>O Homem que Matou Dom Quixote</em> é motivo de atenção redobrada.</p>
<p style="text-align: center;">Em produção por mais de 20 anos, o mais novo filme chegou a se tornar uma das histórias mais estranhas do mundo cinematográfico e chegou a render até um documentário em 2002, <em>Perdido em La Mancha</em>, que conta todos os problemas que a produção enfrentou quando tentou filma-lo pela primeira vez.</p>
<p style="text-align: center;">Toby (Adam Driver) é um jovem diretor de cinema, que está filmando sua versão da obra prima de Miguel de Cervantes. Por ironia do destino, Toby encontra uma versão do mesmo filme feita por ele quando estava na faculdade. Após descobrir estar próximo da vila onde filmou sua primeira versão, ele decide visita-la e conversar com os moradores que participaram do filme. Ele, então, descobre que seu filme arruinou a vida dos moradores da vila e transformou o protagonista em um louco, que acredita ser o verdadeiro Dom Quixote. Toby acaba se juntando a ele como seu Sancho Pança e juntos eles se aventuram mundo afora.</p>
<p style="text-align: center;">A assinatura de Gilliam é muito presente no filme, desde o seus enquadramentos distorcidos e figurinos extravagantes até o seu roteiro, em que levanta questionamentos de sanidade. Por conta de seu histórico problemático com a produção do filme, o diretor não perde a chance de brincar com isso no filme. Com produtores que questionam o orçamento e uma chuva capaz de destruir o equipamento de filmagem.</p>
<p style="text-align: center;">Essa metalinguagem é muito presente, principalmente no início do filme e, em alguns momentos chega a lembrar bastante o famoso<em> 8 ½ de Fellini.</em> Ao tratar de um diretor atormentado por produtores e sem inspiração para sua obra.</p>
<p style="text-align: center;">O roteiro flui levemente de uma trama para outra. É fácil para o espectador sair de uma gravação cinematográfica para uma aventura na Espanha medieval, além disso, em diversos momentos, o filme é capaz de confundir a percepção entre o que é real e o que é encenação.</p>
<p style="text-align: center;">Terry Gilliam mostra em <em>O Homem que Matou Dom Quixote</em>, uma obra muito sensível e bela. As atuações de Adam Driver e Jonathan Pryce são simples e tocantes, principalmente por parte de Pryce. Em um simples olhar, ele deixa de ser um nobre cavaleiro para um senhor atordoado e senil.</p>
<p style="text-align: center;">É seguro dizer, a todos os cinéfilos de plantão, que valeu a pena esperar por esses vinte anos. O filme é lindo e encantador, capaz de agradar a vários públicos.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="5dhv5b4XeY8"><iframe title="O Homem Que Matou Dom Quixote - Trailer Oficial (Legendado) - 6 de Junho nos Cinemas" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/5dhv5b4XeY8?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>De Pernas Pro Ar 3&#124; Comédia com Ingrid Guimarães se renova</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Alviano]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2019 01:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gabriel Alviano Após sete anos de diferença do filme anterior, De Pernas Pro Ar volta as telonas, acompanhando a personagem Alice Segretto, interpretada por Ingrid Guimarães, agora fazendo sucesso pelo mundo, porem em busca da sua aposentadoria para assim focar em sua família, que se distanciou ao longo dos anos. Ingrid Guimarães reprisa pela [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Por Gabriel Alviano</strong></p>
<p style="text-align: center;">Após sete anos de diferença do filme anterior, <em>De Pernas Pro Ar</em> volta as telonas, acompanhando a personagem Alice Segretto, interpretada por Ingrid Guimarães, agora fazendo sucesso pelo mundo, porem em busca da sua aposentadoria para assim focar em sua família, que se distanciou ao longo dos anos.</p>
<p style="text-align: center;">Ingrid Guimarães reprisa pela terceira vez o papel da workaholic Alice, mas sua atuação está longe de ser repetitiva. Além de co-roteirista, Guimarães se mostra uma comediante de peso desde as falas mais sarcásticas até a cenas mais físicas, a atriz consegue carregar facilmente o filme nas costas.</p>
<p style="text-align: center;">O filme ainda traz novidades no elenco e na produção, a começar pela entrada na direção de Júlia Rezende. Apesar de já ter dirigido outras comédias como <em>Meu passo Me Condena 1 e 2,</em> a direção de Júlia traz uma renovação para o filme, desde a edição mais rápida até uma fotografia bem trabalhada.</p>
<p style="text-align: center;">A entrada da personagem Leona, interpretada por Samya Pascotto, também é uma das novidades. Além de se mostrar uma ótima atriz, ela também se mostrou uma ótima comediante, com diversas cenas improvisadas. Sua personagem aprofunda e eleva o roteiro ao se tornar uma antagonista de Alice.</p>
<p style="text-align: center;">Ao mesmo tempo que a personagem Alice procura se aproximar de sua família, o filme faz o mesmo. Enquanto no segundo filme vemos as figuras familiares um pouco mais distantes, nesse terceiro temos uma evolução e um protagonismo maior dos mesmos. Conhecemos melhor o trabalho e os conflitos do personagem de Bruno Garcia, enquanto o do filho Paulinho, agora já adulto, serve de ponte entre protagonista e antagonista.</p>
<p style="text-align: center;">Dessa forma, o filme traz um espelhamento para diversas pessoas que poderiam não se identificar diretamente com a Ingrid Guimarães. O filme é uma excelente comédia e, apesar de ter referências a brinquedos eróticos, não deixa de ser um filme família, agradando a todos os públicos.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="_iwocvihCdg"><iframe loading="lazy" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/_iwocvihCdg?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Suspíria: Tilda Swinton e Dakota Johnson engrandecem a obra, revisitada por Luca Guadagnino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Alviano]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2019 19:29:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gabriel Alviano Susie Bannion é uma jovem americana que acaba de entrar em uma das maiores escolas de dança do mundo, a Markos Tanz Company, situada em uma Berlim dividida pela Guerra Fria. Susie logo se aproxima de Sara, e descobre ter ocupado o lugar de Patricia, uma garota que desapareceu misteriosamente. Mais de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Por Gabriel Alviano</strong></p>
<p style="text-align: center;">Susie Bannion é uma jovem americana que acaba de entrar em uma das maiores escolas de dança do mundo, a Markos Tanz Company, situada em uma Berlim dividida pela Guerra Fria. Susie logo se aproxima de Sara, e descobre ter ocupado o lugar de Patricia, uma garota que desapareceu misteriosamente.</p>
<p style="text-align: center;">Mais de quarenta anos separam <em>Suspíria</em>, de Dario Argento, do de Luca Guadagnino (<em>Me Chame pelo Seu Nome</em>), mas essa não é sua principal diferença. Guadagnino tenta buscar o essencial do longa de 1977 para apresentar uma nova visão do clássico. A trama aparenta ser a mesma, mas tanto a produção quanto o roteiro tentam seguir passos completamente diferentes.</p>
<p style="text-align: center;">Logo nas primeiras cenas, é evidente o distanciamento entre as obras, enquanto Argento, busca evidenciar o filme de forma fantasiosa com cores vibrantes e luzes coloridas, Guadagnino traz uma realidade mais crua e mais próxima da vivida na época, com cores acinzentadas e sujas.</p>
<p style="text-align: center;">Com movimentos de câmera que dançam com personagens, a direção de Guadagnino tem sem dúvida seus pontos fortes durante o filme, junto das ótimas atuações e performances tanto de Tilda Swinton quanto de Dakota Johnson, ambas com ótimas cenas de dança. Apesar disso, elas não escondem os defeitos narrativos do filme. Com uma hora a mais de duração do que o original, Guadagnino opta por apresentar personagens demais, com tramas paralelas que não só tiram a atenção da trama principal, como desvaloriza outros personagens e desprende a atenção do público. Um exemplo disso é o personagem do Dr. Josef, interpretado por ninguém menos que a própria Tilda Swinton. Josef é o psiquiatra de Patricia, e passa o filme inteiro investigando seu sumiço. Além disso, cria-se todo um arco anterior, em relação a sua esposa, as consequências da segunda guerra mundial em sua vida e a separação de Berlim pela guerra fria, que pouco acrescentam ao filme. Tirando isso, sua principal função é a de investigar a escola, mas isso já acontece em paralelo com a personagem de Mia Goth, a Sara.</p>
<p style="text-align: center;">Sara também é aluna da academia, que começa a investigar quando sua amiga Patrícia desaparece. Temos então, dois personagens, com o mesmo objetivo, realizando a mesma investigação. Mas por Sara já fazer parte da escola e servir como dinâmica da protagonista, a trama de Josef fica só repetitiva e consome muito mais tempo de tela.</p>
<p style="text-align: center;">Como já dito, a direção de Guadagnino é um dos pontos fortes do filme, mas é um dos pontos mais fracos também. O diretor parece muitas vezes, ter vergonha de assumir o filme como um terror, e deixa de explorar possibilidades narrativas para chegar ao seu ápice. O clímax que deveria ser esse ápice, não chega a dar medo, não gera um suspense e nem interesse. A cena é visualmente linda, e seria um ótimo final se o roteiro tivesse funcionado bem nas últimas duas horas.</p>
<p style="text-align: center;">No fim das contas, Suspíria, de 2019, é visualmente tão bonito quanto o original. Mas não chega a ser um filme de terror, nem suspense muito menos drama. O filme se envergonha do gênero ao não se arriscar e faz um filme cansativo que não leva a lugar nenhum.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="O1_NryTJDGc"><iframe loading="lazy" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/O1_NryTJDGc?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2019/03/suspiria-tilda-swinton-e-dakota-johnson-engrandecem-a-obra-revisitada-por-luca-guadagnino/">Suspíria: Tilda Swinton e Dakota Johnson engrandecem a obra, revisitada por Luca Guadagnino</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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		<title>Imagem e Palavra: Novo filme de Godard remonta o cinismo do mundo, através de vídeos e imagens pré-existentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Alviano]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2019 16:33:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gabriel Alviano: Godard volta aos cinemas com seu novo filme Imagem e Palavra. Com oitenta e oito anos ele continua com um discurso atual e crítica não só sobre o mundo contemporâneo, mas sobre o próprio cinema. Responsável por um dos grandes movimentos cinematográficos da história, Godard trabalha fortemente com a edição em cima [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Por Gabriel Alviano:</strong></p>
<p style="text-align: center;">Godard volta aos cinemas com seu novo filme <em>Imagem e Palavra</em>. Com oitenta e oito anos ele continua com um discurso atual e crítica não só sobre o mundo contemporâneo, mas sobre o próprio cinema. Responsável por um dos grandes movimentos cinematográficos da história, Godard trabalha fortemente com a edição em cima do seu filme.</p>
<p style="text-align: center;">Logo no início do filme, uma mensagem avisa “A pedido do próprio diretor, alguns trechos não foram legendados”, deixando claro a tentativa do autor de impedir um completo entendimento de sua obra. Através da edição, Godard transforma, recria, reproduz diversas cenas, reportagens e até desenhos para criar um discurso e uma estética própria.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Imagem e Palavra</em> não possui nenhuma cena gravada, sua remontagem se dá inteiramente por esses vídeos e imagens pré-existentes de diferentes lugares, refletindo sobre a nossa sociedade de maneira cínica. Em determinada parte, Godard joga a simples frase “A sociedade foi fundada sob um crime” certo tempo depois a frase “Religiões forjaram nossa sociedade”. Isso é repetido ao longo do filme através de diversas frases, que se complementam ou se anulam dependendo da perspectiva.</p>
<p style="text-align: center;">Todo o filme, é narrado pelo próprio diretor, trazendo reflexões sobre os momentos que o mundo passa hoje, em especial as guerras e crueldades que se passam no Oriente Médio. Com cenas de guerras e execuções colocadas em contextos diferentes do original junto de trilhas sonoras evidentemente realocadas em diferentes gêneros, Godard recria e leva o espectador a trabalhar diversas interpretações sobre a obra. Literalmente, imagens e palavras saltam durante a obra ajudam a construir o filme como um todo.</p>
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		<item>
		<title>Yomeddine narra uma busca pela família de forma leve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Alviano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2019 11:26:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gabriel Alviano Beshay é um leproso curado, que vive em uma região isolada do Egito. Morando em uma colônia de leprosos ele sobrevive catando peças em um lixão e as revendendo. Após a morte de sua esposa, ele decide sair em busca da família que uma vez o abandonou. Deixando tudo para trás, ele [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Gabriel Alviano</strong></p>
<p style="text-align: center;">Beshay é um leproso curado, que vive em uma região isolada do Egito. Morando em uma colônia de leprosos ele sobrevive catando peças em um lixão e as revendendo. Após a morte de sua esposa, ele decide sair em busca da família que uma vez o abandonou. Deixando tudo para trás, ele parte para uma viagem ao desconhecido, acompanhado de seu burro Harby e seu amigo órfão Obama.</p>
<p style="text-align: center;">A viagem que leva dias, passa por diversos cenários do Egito, sendo um clássico Road Trip, levando Benshay a passar por situações que o ajudam e o atrapalham em sua jornada. Tais situações servem para que possamos simpatizar com os personagens e para que eles possam crescer ao longo da história. Mas isso não chega a acontecer de maneira efetiva. Para cada obstáculo, uma solução é enviada pelo próprio filme, por sorte ou por ajuda de personagens que surgem ao longo do percurso. Em apenas um caso, ocorre incidente sem uma reversão, mas esse acontecimento não gera em si algo grande para a história, nem para os personagens que logo se esquecem do ocorrido.</p>
<p style="text-align: center;">Por um lado isso não chega a ser tão problemático, uma vez que o filme não pode ficar emperrando a cada obstáculo narrativo. Por outro lado, o filme perde uma oportunidade de aprofundar mais os personagens, ao colocar soluções casuais para esses problemas e assim facilitando demais a trajetória do protagonista.</p>
<p style="text-align: center;">            Apesar dessas complicações, a narrativa se mantém em Benshay encontrar sua família o tempo todo e durante esse trajeto, nosso protagonista sofre com pesadelos sobre o encontro com sua família. Com tudo isso, é de se esperar que o espectador crie uma expectativa sobre como vai ser esse encontro e esse é outro problema para o filme.</p>
<p style="text-align: center;">             Com um jornada pouco trabalhada e o aumento das expectativas para o encontro entre Benshay e sua família, era de se esperar um clímax comovente ou pelo menos bem resolvido. Ao encontrar a sua família, finalmente vemos Benshay se vendo como realmente é, mas o problema é que antes de sair para encontrar sua família não o vemos com esse conflito interno que o acalma no fim. A desculpa do pai pelo abandono de seu filho também não convence. Através de flashbacks do próprio filme, nos é mostrado que tudo aquilo que Benshay aprendeu em sua jornada, foi graças ao abandono.</p>
<p style="text-align: center;">            Apesar dos problemas de estrutura narrativa, o filme chega a ser divertido e leve de se assistir. A interação entre Benshay e Obama é muito bonita. Isso se dá pela ótima atuação dos dois atores iniciantes Ahmed Abdelhafiz e Rady Gamal que conseguem carregar o filme pelo seu carisma. Outro ponto positivo é belíssima trilha sonora de Omar Fadel, que acompanha toda a jornada dos protagonistas.</p>
<p style="text-align: center;">            No fim das contas, <em>Yomeddine</em> pode não ser o filme mais certo para aqueles que gostem de uma narrativa bem construída, mas com certeza é o filme certo para quem busca algo mais leve, sem muito sofrimento e dor aos protagonistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/iRPsggHmoyc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Primeiro Ano aborda com leveza e humor a pressão da faculdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Alviano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2019 01:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gabriel Alviano: Benjamin é um jovem recém-formado no ensino médio que acaba de entrar na faculdade de medicina. Lá, ele conhece Antoine, um jovem que está repetindo pela terceira vez seu primeiro ano. Juntos, eles iniciam uma amizade fundada nos estudos e com foco na aprovação nos exames. Apesar da França ter um tipo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Por Gabriel Alviano:</strong></p>
<p style="text-align: center;">Benjamin é um jovem recém-formado no ensino médio que acaba de entrar na faculdade de medicina. Lá, ele conhece Antoine, um jovem que está repetindo pela terceira vez seu primeiro ano. Juntos, eles iniciam uma amizade fundada nos estudos e com foco na aprovação nos exames.</p>
<p style="text-align: center;">Apesar da França ter um tipo de ensino diferente do brasileiro, é impossível não se identificar com a pressão psicológica de passar na faculdade. No filme, a sala de aula do primeiro ano de medicina é muito semelhante com a de um cursinho preparatório no Brasil.</p>
<p style="text-align: center;">No primeiro ano, os estudantes fazem uma intensa revisão de tudo aquilo que aprenderam no ensino médio, para só depois entrar no curso de medicina. Ao longo da narrativa, vemos Benjamin e Antoine darem o melhor de si para virarem futuros médicos, e conforma o decorrer do filme suas diferenças se intensificam cada vez mais. O filme trabalha a todo momento com esse primeiro ano de faculdade e com os estereótipos de alunos nesse ambiente, enfatizando essa nova fase que pode ser estressante para alguns, como pode ser uma época de descobertas sobre si.</p>
<p style="text-align: center;">Benjamin não se dedica tanto aos estudos e nem se interessa pela área da medicina quanto Antoine, mas como possui um pai e um irmão médicos, ele se pressiona a seguir a carreira da família. Antoine por outro lado, possui uma paixão pela profissão que é demonstrada desde o início do filme, quando desiste de uma vaga em odontologia logo após perder uma em medicina.</p>
<p style="text-align: center;">Benjamin tem uma certa facilidade com os estudos, diferente do repetente Antoine. Essa visão intimista e oposta dos personagens evidencia a crítica com que o filme trabalha. Afinal, quem realmente merece a vaga, o apaixonado pela profissão ou o que decora a respostas a ponto de ser aprovado?</p>
<p style="text-align: center;">Apesar da crítica social estampada, o filme aborda com leveza e humor o assunto, Benjamin e Antoine encontram em sua amizade uma válvula de escape de suas famílias. Apesar de serem diferentes, se apresentam de forma antagônica aos protagonistas.<em> Primeiro Ano</em> é um bom filme e, para aqueles que estão saindo do ensino médio e entrando em faculdades e cursinhos podem facilmente de identificar com os ocorridos na narrativa.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="vlj7fe2oLPs"><iframe loading="lazy" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/vlj7fe2oLPs?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Alita: Anjo de Combate: Robert Rodriguez  faz uso de grandiosas cenas de ação, em um roteiro falho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Alviano]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2019 11:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gabriel Alviano: Alita é uma cyborg despedaçada que é encontrada e consertada por Dr. Ido. Por não possuir lembranças de antes de seu conserto, ela passa a conhecer mais sobre o universo cyberpunk em que está vivendo, cheio de violência e injustiça. Para descobrir mais sobre seu passado e proteger quem ama, ela deve [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Por Gabriel Alviano:</strong></p>
<p style="text-align: center;">Alita é uma cyborg despedaçada que é encontrada e consertada por Dr. Ido. Por não possuir lembranças de antes de seu conserto, ela passa a conhecer mais sobre o universo cyberpunk em que está vivendo, cheio de violência e injustiça. Para descobrir mais sobre seu passado e proteger quem ama, ela deve enfrentar os inimigos que tentam destruí-la ao longo de sua jornada.</p>
<p style="text-align: center;">Com grandes efeitos visuais e belas cenas de ação, o filme leva o espectador para dentro da sua mitologia, como guerras, outras tecnologias e civilizações. Apesar disso, seu roteiro possui problemas, principalmente ao desenvolver seus personagens secundários.</p>
<p style="text-align: center;">Dr. Ido, interpretado por Christoph Waltz, possui uma série de mistérios, envolvendo sua família, que são revelados logo no início do filme. Isso acontece para justificar sua maneira super-protetora e paternal com Alita. Porém, quando ela decide se aventurar em um esporte perigoso e que pode lhe custar a vida, ele a apoia sem questionamentos.</p>
<p style="text-align: center;">Durante toda a história, acompanhamos o personagem de Mahershala Ali, Vector, e todo o seu desenvolvimento para vilão da trama. Mas isso é esquecido, pois o filme relembra a todo momento que existe um vilão maior controlando tudo, inclusive Vector. Quando chega a luta final, o espectador pode não se sentir tão envolvido, pois sabe que aquele não é o verdadeiro inimigo.</p>
<p style="text-align: center;">O próprio roteiro se perde um pouco, conforme vamos nos aproximamos do clímax, é notável que o filme não sabe ao certo que caminho seguir. Mostrar cenas de ação cada vez maiores ou desenvolver seus personagens e centralizar a trama? O filme escolhe a primeira opção, mas falha. Isso faz com que o final do filme seja bem corrido. Abrindo mão tanto de boas cenas de ação, com lutas apressadas, quanto do desenvolvimento narrativo.</p>
<p style="text-align: center;">Muito foi discutido nas redes sobre os olhos de Alita, e que estes poderiam incomodar algumas pessoas. Porém, quando entramos neste mundo cyberpunk somos apresentados a tantos cyborgs, com tantos apetrechos em seus corpos, que logo o espectador se adapta ao visual do filme. A direção de arte realmente consegue colocar o espectador para dentro daquele universo, sabendo sempre o momento de se usar CGI e efeitos práticos ou até cenários reais.</p>
<p style="text-align: center;">Um dos pontos fortes do filme, é a ação. Com ninguém menos que Robert Rodriguez na direção (<em>Sin City, Machete, Um Drink no Inferno</em>) ele trabalha com ângulos de câmera incríveis e transporta o espectador para dentro das lutas. Trabalhando a personalidade de cada cyborg, ele consegue fazer cada luta diferente da outra.</p>
<p style="text-align: center;">Este filme porém, não possui desfecho. Isso pode tanto incomodar quanto alegrar a quem assistir, pois ao que tudo indica, a FOX quer transformar <em>Alita</em> em uma franquia. Ela possui potencial para possíveis continuações, desde que o filme não se resuma a cenas de ação e explosões e se preocupe mais com seus personagens.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="UgrCecj-XNU"><iframe loading="lazy" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/UgrCecj-XNU?start=2&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Gaspar Noé lança seu novo filme Clímax, em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Alviano]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jan 2019 16:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gabriel Alviano: Para quem já assistiu aos filmes de Noé, sabe o quão difíceis podem ser de digerir. Clímax não foge disso, e isso ficou evidente durante a coletiva. O cineasta deixou claro  a sua vontade de explorar o comportamento humano, através dos sentidos e desejos mais carnais, Clímax aborda a questão como um [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2019/01/gaspar-noe-lanca-seu-novo-filme-climax-em-sp/">Gaspar Noé lança seu novo filme Clímax, em SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-71600 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/01/Gaspar-Noé-lança-seu-novo-filme-Clímax-em-SP.jpg" alt="" width="192" height="263" /><strong>Por Gabriel Alviano:</strong></p>
<p style="text-align: center;">Para quem já assistiu aos filmes de Noé, sabe o quão difíceis podem ser de digerir. <em>Clímax</em> não foge disso, e isso ficou evidente durante a coletiva. O cineasta deixou claro  a sua vontade de explorar o comportamento humano, através dos sentidos e desejos mais carnais, Clímax aborda a questão como um surto psicótico coletivo.</p>
<p style="text-align: center;">Ao falar sobre seu processo de criação, ele explica que os excessos de tons vermelhos espalhados pelos filmes remetem a um sonho (mais próximo a um pesadelo). Além de sempre trazer a discussão temas como incesto, drogas, etc, “Há diretores que se repetem (&#8230;) Há muita coisa que copio do meu próprio cinema”.</p>
<p style="text-align: center;">Noé disse também que todos os atores tiveram uma participação coletiva na obra e que chegou a mostrar a eles reações de pessoas sob efeitos de drogas para que seguissem o exemplo. Inicialmente não havia um detalhamento dos personagens que foi desenvolvido junto dos atores às suas histórias e relações.</p>
<p style="text-align: center;">Ao realizar uma obra sem se espelhar em acontecimentos reais, Gaspar explica que mesmo que suas histórias sejam próximas da realidade, elas não se prendem em fatos reais, assim trazendo a liberdade para explorar os limites de sua história.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-71595 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/01/climax-gaspar-noe-300x152.jpg" alt="" width="300" height="152" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/01/climax-gaspar-noe-300x152.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/01/climax-gaspar-noe.jpg 316w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" />A direção de Gaspar Noé foi de extrema importância para transparecer a psicose dos personagens, com longos planos sequências, o diretor disse que adora trabalhar com a câmera e com a montagem em seus filmes, e que os cortes entre panorâmicas rápidas e mudanças de luzes auxiliaram na ilusão de planos sequências.</p>
<p style="text-align: center;">Questionado por seus filmes polêmicos, ele se diz inspirado por diretores como Dario Argento e pelo próprio Zé do Caixão, que de acordo com o cineasta, recriam obras tão próximas da realidade e mostram uma face tão cruel do ser humano que acabam polemizando vários temas do nosso cotidiano. Para Gaspar, seus filmes tentam sempre trabalhar a questão do comportamento humano. Ao relacionar seus filmes aos de guerra americano, onde milhares de pessoas morrem em constantes cenas de batalha, ele deixa claro onde sua obra incômoda. Sua violência em nenhum momento é banalizada e gratuita, por isso acaba chocando o espectador.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Clímax</em> vai ser lançado nesta quinta-feira, 31 de janeiro.</p>
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