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	<title>Leonardo Tupper, Autor em Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Leonardo Tupper, Autor em Rota Cult</title>
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		<title>Drama, Amanda, retrata as dores da perda e seu amadurecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Tupper]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 00:59:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>David é um jovem de 24 anos, imaturo, que vive de pequenos trabalhos para poder sobreviver, quando sua irmã mais velha morre, ele então se torna responsável por sua sobrinha ainda criança, Amanda. Apesar de terem uma boa relação, a condição que os juntaram angustiante e triste. Apenas pela sinopse, Amanda pode parecer um simples [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">David é um jovem de 24 anos, imaturo, que vive de pequenos trabalhos para poder sobreviver, quando sua irmã mais velha morre, ele então se torna responsável por sua sobrinha ainda criança, Amanda. Apesar de terem uma boa relação, a condição que os juntaram angustiante e triste.</p>
<p style="text-align: center;">Apenas pela sinopse, Amanda pode parecer um simples drama em que duas pessoas diferentes tem que aprender a conviver., mas o filme é mais do que isso, o diretor aborda os problemas que a França passa atualmente, como a questão da imigração, famílias com barracas em ruas, brincando na calçada, enquanto em paralelo, outras duas jogam tênis em uma quadra imensa.</p>
<p style="text-align: center;">A morte de Sandrine, mãe de Amanda é outro exemplo. Sua morte se dá por um atentado terrorista, que assombra não só os protagonistas, como também os coadjuvantes. O ataque afeta a população, com isso vemos alguns personagens sofrendo sequelas e em outros o preconceito contra muçulmanos se aflora.</p>
<p style="text-align: center;">Apesar disso, o filme não apaga o protagonismo e o drama de David e Amanda. Ela sofre com a perda da mãe, mas sofre também com o tio, que tem vários trabalhos diferentes e que não consegue lhe dar a devida atenção sempre. David se tornou responsável por uma criança da noite pro dia e por isso é obrigado a amadurecer.</p>
<p style="text-align: center;">David é sem dúvida um ótimo personagem, toda a sua evolução para se tornar o tutor de Amanda é feito de uma forma simples mas muito boa. David e Sandrine foram abandonados por sua mãe, que se arrepende e tenta retomar o contato com seus filhos. Mesmo com Sandrine se correspondendo, David não consegue perdoa-la. Criando um personagem imaturo, que não consegue seguir em frente enquanto seu passado está em pendência.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Amanda</em> é um filme lindo, com ótimos atores e personagens muito bem desenvolvidos. Sem receio nenhum de abordar temas delicados, como ataques terroristas e a questão da imigração, mas também lidando com dois personagens em um constante conflito.</p>
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		<title>Julia Roberts protagoniza drama sobre dependência química</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Tupper]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 19:29:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após algum tempo longe das telonas, Julia Roberts volta as telonas no papel de Holly, uma mãe que é surpreendida pelo retorno do problemático filho Ben (Lucas Hedges), na noite de Natal. A aparição do jovem causa apreensão a todos na família, mas Holly o recebe com carinho e afeto, como toda legítima mãe, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Após algum tempo longe das telonas, Julia Roberts volta as telonas no papel de Holly, uma mãe que é surpreendida pelo retorno do problemático filho Ben (Lucas Hedges), na noite de Natal. A aparição do jovem causa apreensão a todos na família, mas Holly o recebe com carinho e afeto, como toda legítima mãe, e no fundo, com a esperança de que este retorno, justamente na noite de Natal, possa ser um alento e um sinal de que seu filho finalmente havia mudado. Para garantir que tudo saia bem no feriado, ela resolve não sair do lado de Ben nas 24 horas que sucedem sua chegada.</p>
<p style="text-align: center;">E é aí que começam a surgir os primeiros grandes problemas de Holly. Não demora para que Ben, dependente químico e portador de distúrbios de personalidade, começa a se tornar agressivo e perigoso, colocando em risco toda a harmonia familiar e a própria vida de sua mãe, Holly.</p>
<p style="text-align: center;">O roteiro denso dá o tom apreensivo. O drama de Peter Hedges traz Lucas Hedges, seu filho, na pele de um difícil personagem, que exige do ator uma atuação se maneirismos.  A experiência do ator no premiado <em>Manchester à Beira-Mar</em> pode tê-lo credenciado ao papel, mas, mais do que isso, a escolha de Lucas foi praticamente uma imposição de Julia Roberts, que ao ler o roteiro do filme, ela impôs a Peter a presença do jovem ator.</p>
<p style="text-align: center;">Sabia escolha desta que não perde a mão, pelo contrário, Julia consegue, especialmente em dramas como este, “emprestar” seu talento de forma primordial. Sou fã da atriz, mas não me abstenho das críticas quando são pertinentes. Nesse caso, ela dita o ritmo da trama como se estivesse passando uma camisa. Com paciência e serenidade, mesmo que sua personagem viva um drama interno muito intenso.</p>
<p style="text-align: center;">Lucas também se revela. Embora tenha tido presenças em diversos filmes aclamados e premiados, como o já citado Manchester By The Sea, Lady Bird e Três Anúncios para um Crime, em “O Retorno de Ben”, Hedges tem mais tempo de “tela”, e mais autonomia na construção do personagem.</p>
<p style="text-align: center;">O filme foi exibido no Festival de Cinema de Toronto em 2018 e conta em seu elenco com as participações de Courtney B. Vance e a jovem Kathryn Newton.<br />
Pra quem gosta de um drama de mantê-lo na cadeira do cinema sem piscar os olhos e está com saudade de Julia Roberts, <em>O retorno de Ben</em> é uma ótima pedida.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="frlIrNxUE5Q"><iframe width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/frlIrNxUE5Q?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Tito e os Pássaros: uma animação visionária com trilha sonora e estética irretocáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Tupper]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2019 00:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na quinta-feira dia 14 de Fevereiro estreia nos cinemas nacionais, Tito e os Pássaros, de Eduardo Benaim e Gustavo Steinberg, acumula incontáveis indicações internacionais. Tito é filho de Rosa e do Dr. Rufos, um cientista e inventor que jura poder construir uma máquina que se comunica com os pássaros.  Quando numa tentativa de pôr a sua invenção [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Na quinta-feira dia 14 de Fevereiro estreia nos cinemas nacionais, <em>Tito e os Pássaros, </em>de Eduardo Benaim e Gustavo Steinberg, acumula incontáveis indicações internacionais.</p>
<p style="text-align: center;">Tito é filho de Rosa e do Dr. Rufos, um cientista e inventor que jura poder construir uma máquina que se comunica com os pássaros.  Quando numa tentativa de pôr a sua invenção em prática termina com um incêndio que quase tira a vida do seu filho Tito, Rufos é expulso de casa por Rosa. Enquanto isso a cidade onde vivem passa por uma onda de medo propagada pelo apresentador e empresário do ramo imobiliário Alaor Souza, que usa de seu império para promover uma campanha de medo sobre uma nova epidemia que aflige à população, e incentiva que as pessoas se mudem para seu mais novo empreendimento, um condomínio fechado por uma redoma de vidro. A trajetória de Tito é descobrir a cura para a epidemia, e para que isso seja possível, ele deve resgatar o projeto do pai para tentar se comunicar com os pássaros que detém a resposta.</p>
<p style="text-align: center;">O roteiro do longa é fundamentado na jornada do herói, vivido por Tito. A ideia original, tendo seu primeiro argumento sido escrito há cerca de dez anos, é simplesmente visionária. O filme aborda uma das mais atuais questões vividas não só no Brasil, como no mundo, que é a ideologia do medo propagado pelas Fake News. Seria difícil pautar algo mais atual que isso.</p>
<p style="text-align: center;">A metáfora da epidemia onde as pessoas se contaminam pelo medo e se transformam em pedra, e sua resolução, nada mais falam do isolamento do ser humano da sua natural necessidade de agrupamento social. Deste isolamento surge o medo que cresce à medida que nos vemos sozinhos e sem amparo. Cada vez mais dependentes dos dispositivos de comunicação, a sociedade se torna presa fácil da manipulação em massa por veículos que propagam notícias de todos os gêneros.</p>
<p style="text-align: center;">A ideia dos pássaros é carregada de simbolismos, especialmente pela espécie escolhida.<br />
<em>Tito e os Pássaros</em>, segundo o diretor Gustavo Steinberg, poderia perfeitamente se chamar <em>Tito e os Pombos</em>, afinal, os pássaros abordados na animação são todos pombos, no entanto, houve uma natural preocupação com a fama ruim que os pássaros carregam, especialmente relacionadas à saúde pública. No entanto, ele explica que o pombo carrega fortes significados. É o pássaro que simboliza a esperança e a união. O pombo também era usado por gerações passadas como “correio”. Ele levava e trazia notícias, e isso tem tudo a ver com a temática do filme. Além disso, uma das coisas salientadas pelo diretor, é que os pombos convivem com os homens em seu habitat natural, as cidades. E nos observam de perto, dando a entender que nos compreendem de certa forma. Em um <em>turning point</em> na trama, um oráculo em forma de um mendigo, diz para Tito: “Os pombos são livres e rejeitados”, e isso é importante para que Tito ache o caminho para solucionar o problema.</p>
<p style="text-align: center;">A estética do filme é linda! O diretor de arte Gabriel Bitar nos conta que a decisão de trabalhar inspirados em pinturas à óleo partiu de uma discussão entorno do tema. A ideia era focar na expressão dos personagens. E foram buscar no expressionismo a inspiração que os levou a decisão de apostar na estética dos quadros de artistas desse movimento. Que decisão acertada! O resultado é lindo! Junto à isso está aliada uma trilha magnifica que empresta muita dramaticidade ao longa. Gustavo Kurlat e Ruben Feffer foram ao Abbey Road gravar esta magnífica trilha orquestrada. Em um dos trechos, Kurlat nos explica que uma música “normal” tem de 3 a 4 tempos. E em algumas músicas há até 13 tempos, todos escalonados para dar ritmo e emoção à jornada do protagonista.</p>
<p style="text-align: center;">Gustavo Steinberg comenta ainda a surpresa com tanta repercussão e a felicidade com as indicações e o reconhecimento da obra mundialmente. Com uma equipe considerada grande para os padrões do Brasil (120 pessoas), mas bem pequena em comparação às produções de animações internacionais, Tito e os Pássaros teve também um orçamento considerado baixo para seu incrível resultado. Cerca de 1 milhão de dólares.</p>
<p style="text-align: center;">Por se tratar de uma animação, não podemos deixar de comentar sobre o impacto que o filme causa no púbico infantil. Crianças que assistiram às pré-estreias tiveram reações surpreendentes.</p>
<p style="text-align: center;">Gustavo e Eduardo quiseram contar uma história sobre o medo e tiveram muito cuidado para não transmitir esse medo do jeito errado. Mercadologicamente ainda é um filme para crianças. Então o principal, além de passar uma mensagem importante, seria manter a aventura para divertir e entretê-las.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Tito e os Pássaros</em> é uma animação com muita aventura, emoção e lições, mas não só para crianças, mas principalmente adultos, ao abordar um tema complexo com seus filhos, sobrinhos, netos&#8230; Excelente e emocionante!</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="htzVNXpMUBY"><iframe width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/htzVNXpMUBY?start=5&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>A pé ele não vai longe: A história de John Callahan, na pele de Joaquim Phoenix</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Tupper]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Dec 2018 00:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>John Callahan (Joaquim Phoenix) é um bonitão alcoólatra solitário do Oregon que entre gole e outro, vive de pintar casas pela vizinhança do bairro. Convidado pelas amigas a ir para uma festa à beira da piscina de um ricaço da região, John é abordado por Dexter (Jack Black), um festeiro inconsequente que o arrasta para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">John Callahan (Joaquim Phoenix) é um bonitão alcoólatra solitário do Oregon que entre gole e outro, vive de pintar casas pela vizinhança do bairro. Convidado pelas amigas a ir para uma festa à beira da piscina de um ricaço da região, John é abordado por Dexter (Jack Black), um festeiro inconsequente que o arrasta para uma maratona pelos bares da cidade, onde bebem até quase perderem a consciência. Eis que no trajeto entre bar e outro, Dexter assume a direção do carro de John que já não tinha a mínima condição de guiar. Dexter apaga no volante e bate o carro com toda violência num poste, acordando no leito de um hospital, onde ouve do médico sua nova e dura realidade: ele está paraplégico. A partir de então, a história faz vários cortes que alternam em John num centro de reabilitação para alcoólatras, na clínica de reabilitação e na sua casa onde enfrenta as dificuldades diárias de um cadeirante, num palco onde palestra para plateias numerosas e em flashbacks de antes do acidente.</p>
<p style="text-align: center;">Durante o período na reabilitação, ele conhece Annu (Rooney Mara), uma voluntária sueca pela qual se apaixona e que o ajuda a se recuperar mais rapidamente e Donnie (Jonah Hill), o excêntrico líder do grupo do AA, que através de seu método, dá o suporte emocional para vencer o vício.  Resignado com sua nova condição e instigado pelas novas relações íntimas, John descobre no desenho criativo e sarcástico, o dom que o levou a se tornar um dos mais conhecidos cartunistas da América.</p>
<p style="text-align: center;">A comédia dramática e biográfica, dirigida por Gus Van Sant, é daquelas obras com ingredientes incríveis para se tornar um baita filme. A história de John Callahan não é de fato, qualquer história.Com um elenco estelar formado, Van Sant poderia se extrair muito mais da trama. Temos Joaquim Phoenix, Jonah Hill e Rooney Mara formando uma tríade de atores da primeira prateleira. Sem contar os coadjuvantes de luxo, Jack Black e Carrie Bronwstein.</p>
<p style="text-align: center;">No entanto, a história, muito bem montada, discorre numa linearidade, interessante, sim, mas que nos priva de reviravoltas mais bruscas. O filme teria esse potencial. Mas Van Sant prefere dar um ar de resignação e normalidade à vida de John.</p>
<p style="text-align: center;">Joaquim Phoenix é um dos maiores atores desta época. Não lembro se já vi algum trabalho dele que seja ruim. Ele vive John com precisão, e sua atuação como paralítico é louvável.<br />
Jonah Hill é outro camaleão. Rooney Mara é sub-utilizada. Nada que tire sua preciosidade enquanto em cena, porém, se você tem Rooney Mara num casting, você usa Rooney Mara o máximo que pode. Em <em>A pé ele não vai longe</em> ela apenas aparece pouco, deixando de abrilhantar a tela, enquanto Jack Black é sempre Jack Black.</p>
<p style="text-align: center;">Amontagem faz um excelente trabalho. Os recortes de tempo são muitos, e todos eles fazem muito sentido cronológico. É muito difícil trabalhar com roteiros assim. Mas aqui temos um bom exemplo de como fazê-lo. É o tipo de filme que me agrada, embora seja uma biografia. A história é bem legal justamente pela originalidade. Ela pende mais para o lado da ficção do que de um documentário, por exemplo.</p>
<p style="text-align: center;">Entendo que não seja o tipo de filme que lotará sessões, (embora o elenco por si só justificasse isso), mas pra quem gosta minimamente de um bom cinema, preenche muito bem a grade.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="TdQ8G1yNKC8"><iframe loading="lazy" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/TdQ8G1yNKC8?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Intimidade entre Estranhos: Drama cotidiano repleto de inconsistências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Tupper]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2018 00:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema nacional dificilmente me surpreende. Não que isso seja algo ruim, necessariamente. É, tampouco, complexo de vira-lata. A quantidade de produções ruins em Hollywood é enorme. Óbvio que os caras produzem muito mais. Acho que mesmo quando há coisas boas nas obras nacionais, estas são de certa forma, previsíveis. Talvez estejamos acostumados, condicionados a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">O cinema nacional dificilmente me surpreende. Não que isso seja algo ruim, necessariamente. É, tampouco, complexo de vira-lata. A quantidade de produções ruins em Hollywood é enorme. Óbvio que os caras produzem muito mais. Acho que mesmo quando há coisas boas nas obras nacionais, estas são de certa forma, previsíveis. Talvez estejamos acostumados, condicionados a certos vícios os quais devamos tentar nos desprender.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Intimidade entre estranhos</em> é um filme cujo tema principal circunda relacionamento conjugal. Um casal adulto de meia idade que se vê na necessidade de mudança de cidade por motivos profissionais e deve se adaptar à nova realidade. Mas a mudança é só um pano de fundo para diversos problemas comuns a um casal no final dos 30, início dos 40.</p>
<p style="text-align: center;">Rafaela Mandelli é Maria, casada com Pedro (Milhem Cortaz), um ator aparentemente decadente que vê na oportunidade de trabalho sua última chance de “estourar” em uma nova cidade. Ela, embora carioca, se sente péssima em retornar ao Rio, cidade que a traz péssimas lembranças, como o suicídio de seu pai.</p>
<p style="text-align: center;">A primeira inconsistência surge logo no primeiro ato. Pode parecer algo pequeno, mas não me concebe a ideia, ainda na escolha de elenco, que a atriz escalada para protagonizar uma carioca “da gema”, não tenha sotaque. Sim, Rafaela Mandelli é brasiliense, e por mais que a pronúncia do “R” seja próxima, o “S” com som de “X” é principal marca do típico carioca. Esta foi a primeira coisa que me incomodou. A segunda, também aparentemente pequena, é o fato de que  o tema “futebol” seja usado para ancoramento de plot e da relação entre o casal, é o fato do filme aparentemente se passar no momento atual, e usarem imagens de jogos do Flamengo, por exemplo, de mais de uma década atrás. Numa cena seguinte, com distância de alguns dias ou semanas, no máximo, mostram-se imagens de um outro jogo do Flamengo, este já muito mais recente. Tem que haver esse cuidado na edição e montagem. Por mais que não seja uma questão central, detalhes fazem toda a diferença. As inconsistências não param por aí. Aparentemente, a mudança para o Rio é inevitável. Maria “larga” tudo em São Paulo pra ficar do lado do companheiro Pedro. No entanto, sabemos que gravações de séries e novelas, comumente, não duram tanto, a ponto de implicar numa mudança de vida assim, brusca. Vários artistas, especialmente atores, vivem em São Paulo e gravam no Rio, por exemplo. Sem necessidade alguma de mudança.</p>
<p style="text-align: center;">Maria então, passa a viver enfurnada num apartamento aparentemente pequeno e de estrutura ruim, e nunca abre as caixas da mudança. O apartamento não tem mobília. Eles vivem num espaço vazio cheio de caixas, somente com a cama, a televisão, e a piscina de plástico, cuja a mesma permanece impecavelmente limpa. Pedro, apresentado como companheiro fiel e carinhoso, que segurou as pontas de Maria no momento de depressão, repentinamente se mostra mulherengo, egoísta, agressivo e alcoólatra. Neste universo, finalmente se encontra Horácio (Gabriel Contente). O jovem síndico deprimido, que vive sozinho desde que a avó, com Alzheimer, faleceu e levou um chifre da namorada. Ele, amargurado, passa o dia jogando vídeo game e compondo músicas depressivas. A apresentação de Horácio, mais uma vez, trouxe caricaturas quase cômicas, completamente desnecessárias. Na necessidade de apresentar o personagem como um menino mimado da Zona Sul, criado pela avó, o diretor optou por cenas absurdas como a de uma geladeira repleta de Toddynhos, e o pior, na sequência, um armário de despensa completamente abarrotado de miojos.</p>
<p style="text-align: center;">A trama evolui com Maria se sentindo sozinha e se aproximando de Horácio, o menino mimado. Subitamente os dois deprimidos e sem ocupação aparente, passam suas tardes como jovens sem compromisso, fumando maconha no terraço do prédio, compondo músicas. A aproximação dos dois simplesmente os cura. O menino cheio de amarguras agora ri, demonstra um brilho nos olhos, a mulher que odeia a nova cidade tem um erotismo e vivacidade que hipnotizam o rapaz&#8230; (que não sei como chegou a idade adulta comendo apenas Miojo e Toddynho). Enquanto esse aparente romance emerge na trama, Pedro se torna mais ausente e se aproxima de uma atriz, companheira de cena, deixando Maria ainda mais solitária e deprimida. Horácio, por sua vez, está apaixonado. A trama segue rumos tão absurdos e insossos como toda a obra sugere desde o início.</p>
<p style="text-align: center;">Rafaela Mandelli é uma ótima atriz, porém mal escolhida para o papel, já Cortaz é sempre ele mesmo, enquanto Gabriel Contente está muito cru em cena.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Intimidade entre estranhos</em> é um filme com todos os rótulos clichês que o cinema nacional carrega, desde muito tempo. A atmosfera anos 80 (década perdida, lembremos) dos bairros da Zona Sul do Rio empresta um ar melancólico ao filme. É um drama, ok, mas todos os filmes que têm como cenário as Zona Sul e central do Rio, acabam levando, inevitavelmente, esse estigma para a tela. Juntando todos estes elementos, as inconsistências do roteiro, e ainda, cenas absurdas como a do Miojo (permaneço indignado), <em>Intimidade entre estranhos,</em> que tem um título bem sugestivo, um tema bem abrangente e que geralmente funciona, acaba escorregando em tudo e caindo uma grande piscina de plástico.</p>
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		<title>Os Exterminadores do Além contra A Loira do Banheiro mistura terror e comédia, com muita diversão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Tupper]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2018 13:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia 29 de novembro chega às telinhas nacionais o mais novo filme de Danilo Gentili e Fabrício Bittar. A comédia que tem como pano de fundo o terror inspirado no cinema trash das décadas de 80/90, acabou sugerindo uma nova classificação: o “terrir” (uma mistura de terror com rir). Os Exterminadores do Além Contra a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Dia 29 de novembro chega às telinhas nacionais o mais novo filme de Danilo Gentili e Fabrício Bittar. A comédia que tem como pano de fundo o terror inspirado no cinema trash das décadas de 80/90, acabou sugerindo uma nova classificação: o “terrir” (uma mistura de terror com rir).</p>
<p style="text-align: center;"><em>Os Exterminadores do Além Contra a Loira do Banheiro</em> conta a história de um grupo de amigos que tem um canal no Youtube no qual eles transmitem vídeos exorcizando fantasmas em locações sombrias. O fato é que o material é muito mal produzido e o canal vai de mal a pior, uma vez que os próprios amigos e integrantes do grupo não acreditam no que fazem e o fazem apenas por views e dinheiro. As coisas obviamente não vão muito bem quando o Diretor Nogueira (Sikêra Junior), do Colégio Isaac Newton, liga para a central dos caçadores de assombrações e os contrata para acabar com rumores de que o espírito da Loira do Banheiro está à solta nas dependências da escola depois que um aluno teve uma convulsão no banheiro.</p>
<p style="text-align: center;">Quando vão realizar o trabalho, Jack (Danilo Gentili), Fred (Léo Lins), Túlio (Murilo Couto) e Caroline (Dani Calabresa), só querem seguir o roteiro de sempre e pegarem a grana, quando se veem diante de um espírito de verdade.</p>
<p style="text-align: center;">A lenda urbana da loira do banheiro, como tantas outras, permeia o inconsciente coletivo, e foi bem trabalhada no filme. O diretor conseguiu criar uma atmosfera que não perde em nada para os principais títulos dos gêneros de terror da atualidade. Com alguns efeitos especiais interessantes, a personagem foi muito bem trabalhada.</p>
<p style="text-align: center;">Os primeiros 15 minutos de filme são muito fracos, com a apresentação dos personagens. Piadas péssimas, atuações sofríveis e constrangimento. Levaria o selo “Zorra Total” com toda a certeza. Agora, se você sobrevive à estes 15 minutos, quando o grupo chega no colégio para iniciar a busca ao espírito da Loira do Banheiro, então você começa a se apegar a trama.</p>
<p style="text-align: center;">E é aí que mora, o fato mais interessante acerca do filme. A história é muito boa de ser contada, e foi até, bem amarrada. Eu diria que se tirássemos a comédia do enredo, teríamos então um terror clássico, uma ode ao cinema trash não só nacional, mas mundial.</p>
<p style="text-align: center;">Agora, a marca de <em>Exterminadores do Além e A Loira do Banheiro</em> fica com a quantidade de sangue utilizado nas cenas. Desde a primeira cena do filme, inclusive, quando os meninos invocam o espírito no banheiro. Depois da primeira morte, (extremamente sangrenta), não há mais uma cena sequer no filme sem sangue no quadro. Os atores “reclamaram” disso na entrevista coletiva. Inclusive dois dos atores tiveram que ir para o pronto socorro por reações ao sangue artificial. Foi a maior dificuldade que todos os envolvidos no filme. No entanto, as referências ao terror da década de 80/90 pedia este elemento.</p>
<p style="text-align: center;">Pulando para as atuações, menção honrosa para Pietra Quintela, a atriz mirim que interpreta a Loira do Banheiro, Catarina. A menina dá um show, inclusive colocando o restante do elenco, (exceto pela experiente Barbara Bruno, que equilibra o casting), no chinelo. Entrando nesse aspecto, tentando ser bem imparcial e justo, o ponto fraco é justamente a atuação dos comediantes. Não dá para dizer que por culpa dos mesmos. É muito difícil para um comediante se desprender da imagem que ele constrói como tal. Alguns até tentam vestir o personagem, mas a missão não é fácil e fracassa. Diria que Danilo é o que menos se esforça. Em algumas cenas parece que ele tem preguiça de atuar e simplesmente opta por ser só o Danilo mesmo.</p>
<p style="text-align: center;">Dani Calabresa é a que mais consegue atuar de fato, mas é sacada da trama estranha e precocemente. No entanto, personagens secundários e pobres como os professores Ricardo e Renata, duram o filme todo quase sem função. Surpresa interessante foi a presença do jornalista pernambucano Sikêra Júnior, convidado por Gentilli por ter um vídeo seu viralizado na Internet. Sikêra manda muito bem como o diretor Nogueira. Barbara Bruno está impecável, inclusive se expondo ao ridículo muitas vezes, mostra todo o profissionalismo da atriz.</p>
<p style="text-align: center;">No final das contas,<em> Os Exterminadores do Além contra A Loira do Banheiro</em> é até um bom entretenimento se você não está muito crítico e só quer comer pipoca e se divertir um pouco. Mas a sensação que tenho é que o cinema brasileiro perdeu uma boa oportunidade de produzir um filmaço de terror (e só de terror), com uma super história de fundo.</p>
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		<title>Um Homem Comum: Drama com Ben Kingsley com muita densidade emocional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Tupper]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Nov 2018 22:39:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um General (Ben Kingsley) responsável por um massacre em sua região há muitos anos vive atualmente foragido e se deslocando de esconderijo à outro, bancado e protegido por agentes secretos, na Sérvia.Eis que então, em um destes deslocamentos, ele se aloja em no apartamento de uma antiga senhora e herda sua empregada doméstica, a jovem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Um General (Ben Kingsley) responsável por um massacre em sua região há muitos anos vive atualmente foragido e se deslocando de esconderijo à outro, bancado e protegido por agentes secretos, na Sérvia.Eis que então, em um destes deslocamentos, ele se aloja em no apartamento de uma antiga senhora e herda sua empregada doméstica, a jovem Tanja (Hera Hilmar).Quando a relação entre eles se estreita, o General então descobre que Tanja é, na verdade, mais uma agente secreta enviada para protege-lo, pois o cerco está se fechando contra o General.</p>
<p style="text-align: center;">Ciente de que sua vida pode estar em risco, o General toma a decisão de retornar à região do massacre, onde é odiado por todo o povo, inclusive sua família. Ele obriga Tanja à acompanha-lo nesta viagem.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Um homem comum</em> é um filme belíssimo. O filme é praticamente um dueto de atuações entre Ben e Hera, com diálogos muito interessantes e atuações impecáveis. O diretor americano Brad Silberling acertou muito a mão na condução desta obra. Um filme aparentemente barato e simples de se fazer com poucas locações e muita densidade emocional, uma tensão permanente com a sensibilidade da relação afetiva criada entre os dois personagens. Ele consegue sugerir que há um respeito de pai para filha em dado momento, e em outro, que há uma atração homem-mulher. E isto fica no ar, a cargo do espectador.</p>
<p style="text-align: center;">Algo que me chamou a atenção na trama, é que ela discorre tão bem, que quando há o desfecho, saímos da sala do cinema com a sensação de querer mais, e ao mesmo tempo estarmos satisfeitos. Um drama com todos os elementos, do tamanho certo, com um toque de sensibilidade, inclusive na escolha das locações (tanto internas quanto externas), dos diálogos ao casting enxuto. Ben Kingsley dispensa qualquer comentário. Hera é uma grata surpresa.</p>
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		<title>A Garota na Névoa: Um suspense europeu denso e cheio de reviravoltas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Tupper]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2018 10:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pacata cidade numa região montanhosa da Itália se vê às voltas do sumiço da jovem Anna Lou, de 16 anos. Religiosa e devota, a menina acima de qualquer suspeita havia saído de casa para ir à igreja e nunca mais retornou. O inspetor Vogel, antigo conhecido da opinião pública por ter falhado na investigação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Uma pacata cidade numa região montanhosa da Itália se vê às voltas do sumiço da jovem Anna Lou, de 16 anos. Religiosa e devota, a menina acima de qualquer suspeita havia saído de casa para ir à igreja e nunca mais retornou.</p>
<p style="text-align: center;">O inspetor Vogel, antigo conhecido da opinião pública por ter falhado na investigação de um caso de assassino serial há alguns anos, é chamado para liderar a investigação em busca do paradeiro da menina. Ainda sem se livrar do estigma do caso anterior, Vogel se utiliza de antigos artifícios para instigar e atrair os holofotes para si, na esperança de se redimir desta vez, mas ele não contava com a complexidade deste caso. Um psiquiatra suspeito, um professor com hábitos estranhos, um jovem stalker desequilibrado, são só alguns dos suspeitos do desaparecimento da menina.</p>
<p style="text-align: center;">Uma cidade cheia de segredos e mistérios envolvendo uma seita religiosa e revelações inimagináveis sobre seus cidadãos. Em determinado momento, fica difícil para os personagens e para os próprios espectadores, entenderem para que lado a trama está indo. Difícil alongar uma sinopse, pois desde o início da trama já ocorrem fatos relevantes para a história que não podem ser revelados aqui.</p>
<p style="text-align: center;">O thriller de estreia do escritor italiano Donato Carrisi é carregado e acerta na ambientação e atmosfera que pretende. Como obra adaptada de um de seus best-sellers, o desafio foi transmitir nas telonas o efeito que as linhas e páginas de seus livros causam. E pode-se dizer que ele acerta neste quesito. A pegada noir que não perde para nenhum suspense de Darín aliada a uma trilha sonora intrigante, dão um tom bem original a obra.</p>
<p style="text-align: center;">Quanto ao roteiro, o desenlace da trama é complexo, devida às várias reviravoltas no plot. Definitivamente não é um filme para você que vai ao cinema para namorar. Ele requer 110% de atenção, do contrário, você pode se perder nas várias hipóteses que ele apresenta. Eu particularmente adoro filmes com esta pegada. Essa originalidade do cinema fora de Hollywood agrada (e muito). Uma falta de preocupação positiva com formatos prévios e mercadológicos.</p>
<p style="text-align: center;">As atuações são honestas. O nome mais pesado da produção, Jean Reno, confesso, me incomodou com uma pronúncia “quadrada” e lenta do italiano, tirando em algumas cenas, o ritmo e a tensão pedida. No entanto, contribui com a obra com sua experiência no cinema e é inegável que agrega ao título. Para quem considera elenco, na hora de escolher um título a assistir, tê-lo no casting pode fazer a diferença.</p>
<p style="text-align: center;">Destaque para o ator Alessio Boni, que consegue aplicar uma dualidade ao seu personagem, o professor Loris Martini, fundamental no primeiro ato. Toni Servillo, o inspetor Vogel, parece à vontade e nas horas em que exigido, corresponde.  Por fim, <em>A garota na Névoa</em> surpreende positivamente. Indicados aos amantes do gênero, sem dúvida alguma.</p>
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		<title>A Rota Selvagem: Uma jornada em busca de respostas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Tupper]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 18:40:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criticas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2018]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Charley (Charlie Plummer) é um adolescente de 15 anos que cresce numa área remota de Portland com seu pai, Ray (Travis Fimmel), um sujeito relaxado e grotesco. Abandonados pela mãe e esposa, respectivamente, quando Charley ainda era bebê, ambos criaram uma relação de cumplicidade independente. O menino passa parte do seu dia sozinho, enquanto o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Charley (Charlie Plummer) é um adolescente de 15 anos que cresce numa área remota de Portland com seu pai, Ray (Travis Fimmel), um sujeito relaxado e grotesco. Abandonados pela mãe e esposa, respectivamente, quando Charley ainda era bebê, ambos criaram uma relação de cumplicidade independente. O menino passa parte do seu dia sozinho, enquanto o pai trabalha fora. Quando Charley conhece Del Montgomery (Steve Buscemi), um treinador de cavalos de corrida, ele se conecta com Lean on Pete, um destes cavalos, se oferecendo então para trabalhar para o velho homem.</p>
<p style="text-align: center;">Quando um evento trágico envolvendo seu pai coincide com a possibilidade de Charley ter seu vínculo com o animal rompido, ele decide partir numa jornada de fuga, junto com o cavalo, em busca de sua tia Margie Thompson, que vive no estado de Wyoming, a mais de mil milhas dali. Nesta jornada solitária, Charley tem em Pete, o animal, seu único companheiro, para o qual conta todas as suas aflições, expectativas e desejos, durante a sua longa caminhada. Cruzando o estado do Oregon, Charley enfrenta inúmeros desafios que o vão criando coragem e resistência, ao passo que internamente seu íntimo clama por seu último laço afetivo em vida.</p>
<p style="text-align: center;">A primeira consideração que se deve ter quanto ao novo trabalho do diretor e roteirista britânico Andrew Haigh, <em>A Rota Selvagem</em>, é que tanto o título, quanto a sinopse do longa, dizem muito pouco ou até despistam o espectador do que realmente trata o filme.</p>
<p style="text-align: center;">Com poucos diálogos em sua maioria do tempo, muita contemplação do espaço físico e silêncio, o filme passa muito a ideia de solidão e trata também de decepções e perdas, deixando como lição que embora tudo pareça perdido, não se deve deixar de seguir em frente e encontrar seu destino.</p>
<p style="text-align: center;">Um aspecto muito interessante do roteiro, é a falta de cerimônia de Andrew em descartar coadjuvantes e eventuais miniplots. A caminhada de Charley em nenhum momento se demonstra hesitante. Todo e qualquer obstáculo encontrado pelo protagonista é deixado pra trás, independente de quão complexo são na aventura. A ideia de que Charley não tem nada a perder só é suplantada pela vontade interior de encontrar a si.</p>
<p style="text-align: center;">O filme dá muitas pistas de ir num determinado sentido e de repente muda completamente de direção. No entanto, o objetivo, quando entendido, logo se torna de fácil captação. Estamos numa jornada lado a lado com o protagonista. <em>A Rota Selvagem </em>é um filme que trata mais de conflitos interiores. A própria relação de carinho do menino pelo cavalo que dá nome a obra se torna pequena perto do que realmente o diretor quis abordar.</p>
<p style="text-align: center;">As atuações são boas. O jovem ator empresta ao protagonista a frieza necessária para que o corpo franzino não nos faça desacreditar da determinação de Charley em busca de seus objetivos. É um trabalho original, que vale a conferida.</p>
<p><strong> Mostra: Panorama do Cinema Mundial</strong></p>
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		<title>Bergman &#8211; 100 anos: Jane Magnusson se dedica à 1957 na vida do cineasta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Tupper]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jul 2018 13:49:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Documentários são um grande desafio. Porque muitos analisam como uma obra didática e catalogada. Mas no audiovisual nem sempre é assim. Diria que na maioria das vezes, não é. Um documentário não pode ser confundido com uma peça documentada, ou uma coleção de fatos postos em ordem cronológica de forma fria. O documentário é uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Documentários são um grande desafio. Porque muitos analisam como uma obra didática e catalogada. Mas no audiovisual nem sempre é assim. Diria que na maioria das vezes, não é. Um documentário não pode ser confundido com uma peça documentada, ou uma coleção de fatos postos em ordem cronológica de forma fria. O documentário é uma história, contada sob um determinado ponto de vista. E em <em>Bergman &#8211; 100 anos, o</em> olhar é da diretora Jane Magnusson, que ao contrário de obras anteriores que trataram da biografia de Ingmar Bergman de forma ampla, escolheu o ano de 1957 como resumo de sua vida, ano em que muito aconteceu profissionalmente e também em sua vida pessoal.<br />
Duas de suas maiores obras primas haviam sido produzidas naquele ano, <em>O Sétimo Selo</em> e <em>Morangos Silvestres.</em></p>
<p style="text-align: center;">No campo pessoal, Bergman via seu casamento desmoronar enquanto tinha um caso com uma atriz que trabalhava em um de seus filmes, além de ter conhecido sua quarta mulheres com quem se casaria, naquele mesmo ano. Em 1957 ele já tinha 6 filhos os quais aparentava não se preocupar. Aliás, Bergman parecia viver seu próprio mundo. E uma das eficazes formas de comunicar para fora se dava em suas obras no cinema e no teatro.</p>
<p style="text-align: center;">Referência para todo e qualquer profissional da sétima arte, dos aspirantes à profissão aos mais experientes e consolidados cineastas, Bergman já teve seu trabalho virado e revirado por inúmeros profissionais em produções anteriores. E aí estava o maior desafio de Magnusson, buscar uma nova forma de abordar a vida e a obra do sueco.</p>
<p style="text-align: center;">O fato da diretora escolher o ano de 1957 é um tiro certo da diretora, que também arriscou mexer num aspecto mais obscuro de Bergman. As suas relações interpessoais, manias, sua relação com o inconsciente de Jung, fonte infindável sobre o comportamento humano, e até ideologias questionáveis como a sua posição em relação à Hitler e o Nazismo.</p>
<p style="text-align: center;">Ela também não deixa de passar por trechos em que Bergman se refere à infância, aliás, muito vista em suas obras. Essa curiosidade dele por sentimentos gerados nas relações entre as pessoas, talvez incitada pela relação entre ele e seus pais na infância, o levou a um caminho o qual sempre procurou abordar em seus trabalhos.</p>
<p style="text-align: center;">Como todo gênio, Bergman tinha seu lado mais louco e obscuro. Controverso e brilhante. Polêmico. Difícil encontrarmos referências, especialmente na arte, que não tenham manchas ou páginas que poderiam ser arrancadas de sua biografia.  Instigar as reações instintivas dos homens às emoções e mostrar isso em closes-ups e longas cenas sem diálogo, é uma técnica que poucos conseguiriam, e até hoje conseguem dominar. Bergman conseguia extrair isso de seus personagens, de seus atores. Sua direção era tão magistral quanto intensa, e muitas vezes tensa.</p>
<p style="text-align: center;">Ingmar Bergman, certamente, deixou um legado para o mundo das artes cinematográficas, e o cineasta suplantou o homem, tornando-se eterno pelo trabalho deixado, e fazendo com que mesmo os mais ardilosos capítulos de sua vida que neste dia 14 de Julho de 2018 completaria 100 anos, não nos impedisse de admirá-lo.</p>
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