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	<title>julianameneses, Autor em Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>julianameneses, Autor em Rota Cult</title>
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		<title>40 anos sem Elis Regina, as águas que fecharam o verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[julianameneses]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jan 2022 12:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Elis Regina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Legado musical de Elis Regina imprime parte da história do Brasil. Inesquecível essa é a palavra que define melhor Elis Regina, certamente, uma das maiores cantoras que o Brasil já teve! Seu timbre potente e sua voz marcante ficaram para sempre eternizados nos ouvidos daqueles que tiveram o privilégio de ouvi-la. Aliás, para os mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Legado musical de Elis Regina imprime parte da história do Brasil.</h1>
<p style="text-align: center;">Inesquecível essa é a palavra que define melhor Elis Regina, certamente, uma das maiores cantoras que o Brasil já teve! Seu timbre potente e sua voz marcante ficaram para sempre eternizados nos ouvidos daqueles que tiveram o privilégio de ouvi-la. Aliás, para os mais jovens, a busca por Elis é mais que necessária, é essencial, não apenas por sua alta qualidade vocal, mas pelas emblemáticas letras que fizeram história, presentes para sempre no imaginário coletivo de várias gerações.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-61209" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/09/Recordar-é-TV-resgata-especiais-com-Elis-Regina-e-Clara-Nunes.jpg" alt="Elis" width="472" height="332" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/09/Recordar-é-TV-resgata-especiais-com-Elis-Regina-e-Clara-Nunes.jpg 472w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/09/Recordar-é-TV-resgata-especiais-com-Elis-Regina-e-Clara-Nunes-300x211.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/09/Recordar-é-TV-resgata-especiais-com-Elis-Regina-e-Clara-Nunes-100x70.jpg 100w" sizes="(max-width: 472px) 100vw, 472px" />No dia 19 de Janeiro completam os 40 anos que Elis saiu dos palcos da vida, viveu pouco, mas deixou uma imensa e arrebatadora obra. Faleceu jovem, com apenas 36 anos, contudo seu repertório musical já batia os 30 discos e mais de 4 milhões de cópias vendidas.</p>
<p style="text-align: center;">O apelido de “Pimentinha” dados pelo cantor e compositor, Vinícius de Moraes, ficou amplamente conhecido por combinar perfeitamente com sua personalidade marcante, com certeza uma mulher à frente do seu tempo, de decisões firmes e forte.</p>
<p style="text-align: center;">Entre os seus álbuns destacam-se: &#8220;Ela&#8221; (1971), &#8220;Elis e Tom&#8221; (1974), &#8220;Falso Brilhante&#8221; (1976), &#8220;Essa Mulher&#8221; (1979), &#8220;Saudade do Brasil&#8221; (1980) e &#8220;Elis&#8221; (1980), que lhe renderam uma legião de fãs e também uma carreira internacional.</p>
<p style="text-align: center;">Como seria possível esquecer “O Bêbado e o Equilibrista” cantados por ela, ou “Como os Nossos Pais” que parece lembrar constantemente que a geração atual repete os mesmos erros da passada. Quem depois de ouvir “Casa No Campo” não quis sair da cidade e morar na música de Elis, quem não se emocionou com a potência de “Fascinação”, ou quem não sentiu que precisa ter a força, raça, gana e graça como “Maria, Maria”, ou todos os anos as “Águas de Março” que fecham o verão.</p>
<p style="text-align: center;">Sua musicalidade e grandeza com certeza estarão para sempre presentes em suas canções. Estas, aliás, fazem sentido até hoje, tanto sentido quanto na época que eram cantados. A genialidade musical de Elis Regina comove tanto ou mais do que no passado.</p>
<p style="text-align: center;">A grande artista do Brasil ganhou em 2013, um musical, com texto de Nelson Motta e direção de Dennis Carvalho. &#8220;Elis, A Musical&#8221; reúne canções que se tornaram grandes sucessos na voz de Elis Regina, na voz de Laila Garin. Além disso, ainda em 2013, a peça &#8220;Transversal do Tempo&#8221;, idealizada pela Cia Engrenagem também entrou em cartaz. Já em 2017, surgiu &#8220;Nada Será como Antes&#8221;, musical produzido pela capixaba Companhia Vira Lata de Teatro.</p>
<p style="text-align: center;">Celebrada mundialmente como uma das maiores intérpretes da música popular brasileira, Elis Regina deixou uma lacuna considerada até hoje impossível de ser preenchida no cenário da música popular no mundo.</p>
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		<title>Bossa Nova e Tom Jobim, a saudade carioca que não chega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[julianameneses]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2021 13:00:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A história da Bossa Nova e de Tom Jobim andam entrelaçadas, não é para menos que a data em que se comemora o Dia da Bossa Nova é justamente no dia de nascimento do cantor. O ritmo, surgido no final dos anos 50, inspirado pelo Samba carioca e Jazz norte americano, teve entre seus precursores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">A história da Bossa Nova e de Tom Jobim andam entrelaçadas, não é para menos que a data em que se comemora o Dia da Bossa Nova é justamente no dia de nascimento do cantor. O ritmo, surgido no final dos anos 50, inspirado pelo Samba carioca e Jazz norte americano, teve entre seus precursores João Gilberto, Vinícius de Moraes, Toquinho, Ronaldo Bôscoli e claro, Antônio Carlos Jobim.</p>
<p style="text-align: center;">Característico pela valorização da voz, no estilo um banquinho e o violão, a Bossa Nova trouxe a leveza em seus tons amenos, num dos movimentos mais importantes da música brasileira, criado na Zona Sul carioca, que, aliás,  ficou conhecido por ser uma batida diferente, influenciado por instrumentos de escolas de samba.</p>
<p style="text-align: center;"> Um dos artistas brasileiros de maior relevância, foi cantor, compositor, maestro, violonista e pianista, Tom Jobim sempre teve uma forte ligação com o Rio de Janeiro, em suas músicas. Sua cidade natal, que era quase como uma musa inspiradora, com músicas como “Águas de março” e “Samba do Avião” dedicadas a ela.</p>
<p style="text-align: center;">Aliás, dentre as parcerias de Tom Jobim, as canções compostas ao lado de Vinícius de Moraes são certamente, não apenas memoráveis, mas inesquecíveis. A emblemática “Garota de Ipanema”, tornou-se uma das canções brasileiras mais famosas, não só em território nacional, mas também no exterior. Além disso,  parceria renderia outras músicas incríveis como “Se todos fossem iguais a você”, “Insensatez”, “Eu sei que vou te amar”, “Chega de saudade”, “Falando de amor” e “Aquarela”, que fazem parte do repertório nacional, regravadas diversas vezes por outros cantores, tamanha é a admiração que elas causam.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="Q93J4XTbqH0"><iframe title="Garota de Ipanema - Tom Jobim &amp; Vinicius de Moraes (1978)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/Q93J4XTbqH0?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p style="text-align: center;">No meio musical internacional, Tom Jobim cantou com nomes como Frank Sinatra e Ella Fitzgerald, como o álbum “Ella abraça Jobim”, dedicado ao cantor, que traz canções como “A Felicidade”.</p>
<p style="text-align: center;">Apesar do movimento da Bossa Nova ter chegado ao fim no início da década de 80, sua influência se estenderia para a posterioridade na MPB. Mesmo hoje, diversos músicos unem os tons melódicos do ritmo, a outros gêneros, fazendo com que a Bossa Nova não seja jamais esquecida.</p>
<p style="text-align: center;">Além disso, se Tom estivesse vivo, comemoraria hoje seus 94 anos, sua genialidade musical é tão presente, e suas canções têm uma força que ultrapassa gerações.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="mlsqvGl8V_8"><iframe title="Ella Fitzgerald abraça Antonio Carlos Jobim (side 2)" width="696" height="522" src="https://www.youtube.com/embed/mlsqvGl8V_8?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Roberta Campos lança EP com músicas inspiradas pelo isolamento social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[julianameneses]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 13:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cantora assina produção do EP, juntamente com Sergio Fouad. A cantora, compositora e violonista mineira Roberta Campos criou durante o período de isolamento social as composições que deram origem ao seu mais recente trabalho “Só Conheço o Mar”, que conta com cinco canções, certamente, autorais. A cantora que havia lançado em fevereiro um clipe para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Cantora assina produção do EP, juntamente com Sergio Fouad.</h1>
<figure id="attachment_128107" aria-describedby="caption-attachment-128107" style="width: 317px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-128107" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/robertocampos.jpg" alt="" width="317" height="317" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/robertocampos.jpg 924w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/robertocampos-300x300.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/robertocampos-150x150.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/robertocampos-768x769.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/robertocampos-696x697.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/robertocampos-420x420.jpg 420w" sizes="auto, (max-width: 317px) 100vw, 317px" /><figcaption id="caption-attachment-128107" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;">A cantora, compositora e violonista mineira Roberta Campos criou durante o período de isolamento social as composições que deram origem ao seu mais recente trabalho “Só Conheço o Mar”, que conta com cinco canções, certamente, autorais. A cantora que havia lançado em fevereiro um clipe para o carnaval com o Olodum da canção “Vem me buscar”, usou a pandemia, surpreendentemente, como inspiração, para escrever sobre seus sentimentos.</p>
<p style="text-align: center;">O EP, foi, afinal, lançado no dia 11 de dezembro e traz canções sobre o amor, esperança e um processo de autoconhecimento que a cantora passou nestes últimos meses. O estilo de Roberta neste disco traz o desejo que tudo fique bem, algo inspirador e necessário neste momento de dificuldade e incertezas. Inesperadamente, nesse <a href="https://rotacult.com.br/2020/12/roberta-campos-lanca-ep-so-conheco-o-mar-com-musicas-ineditas/">novo trabalho</a> a cantora trouxe arranjos de metais e instrumentos como hammond e flugel, sobretudo, sem deixar de lado sua versão já característica de MPB, acompanhada do violão.</p>
<p style="text-align: center;">Além disso, este é o primeiro trabalho da artista assinando a produção de um EP, juntamente com Sergio Fouad. Quatro das músicas do novo álbum foram compostas pela artista sozinha, e “Cada Acorde é Seu” foi uma parceria com Marina Campos, sua esposa e empresária.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-128108 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/capa.jpeg" alt="" width="307" height="307" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/capa.jpeg 984w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/capa-300x300.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/capa-150x150.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/capa-768x768.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/capa-696x696.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/capa-420x420.jpeg 420w" sizes="auto, (max-width: 307px) 100vw, 307px" />1) Para este novo álbum “Só Conheço o Mar”, gravado durante este processo de pandemia, como foi seu processo criativo? Você criou algum ritual para compor as músicas ou foi de forma intuitiva?</strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> Confesso que no primeiro momento, quando soube da pandemia e a necessidade de nos isolar, eu tive um bloqueio criativo de alguns meses. Depois me vi na necessidade de falar, de escrever, criar, então, comecei a compor bastante. Assim veio a ideia de gravar o EP, porque eu queria contar para as pessoas sobre meu sentimento nesse período. Falo de um isolamento a dois e de um isolamento em mim, onde me olho bem de perto.</p>
<p style="text-align: center;">Cada canção tem um universo e fala dos meus sentimento e momentos na sequência que os senti e na ordem do EP! Foi muito fluido! Vinha a ideia, a vontade de sentar e compor e eu respeitava isso. As canções se formaram em poucas semanas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Só Conheço o Mar" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/album/2C3fZsdvNDv3qYQSdTZTQk"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>2) As canções do novo disco são todas em clima de romance, porque? E qual foi a sua inspiração para compô-las? Aliás, qual foi a inspiração para o nome do álbum?</strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> Na verdade, não são todas em clima de romance. Algumas delas eu falo de amor, porque descrevo o meu relacionamento. Faço isso em “Cada Acorde é Seu”, onde inclusive divido a composição com Marina Campos, com quem divido esse e isolamento e divido minha vida. “Meu Amor é Seu” é uma canção que fala do meu amor dentro desse período, onde somos resilientes, pacientes, cumplices, generosas e criativas.</p>
<p style="text-align: center;">Em “Sentinela” eu falo de mim, somente de mim, e como me vejo nesse momento e nesse mundo. Já em “Me Leve Pra Voar”, mesmo tendo um tom amoroso e romântico, ela fala de uma urgência de sair desse momento. Em “Tudo Vai Ficar Bem”, faço como em um mantra, que evoco a energia da esperança, do amor, da resiliência, da vida!</p>
<p style="text-align: center;">O nome do álbum veio com a ideia de falar que mesmo como o mar, que é uma imensidão, um órgão vivo e eu só conheço parte dele, cada pessoa e cada parte da vida, eu também conheço somente um pedaço. Assim como eu, que as vezes acho que sei sobre mim!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>3) Como foi o processo do clipe da canção “Vem me Buscar” que você gravou em parceria com o Olodum, antes da pandemia? E de onde veio a ideia?</strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> O clipe de “Vem Me Buscar” foi gravado antes da pandemia! Lançamos durante do carnaval! A ideia veio de fazer parte do carnaval de alguma forma. Aliás, eu sempreui muito fã do OLUDUM e sempre vi que essa música tinha um swing para nos juntarmos. Assim nasceu o convite que eles gentilmente aceitaram.</p>
<p style="text-align: center;">Depois da gravação da música, fui para Salvador para participar do ensaio de Carnaval com eles e também com meu amigo e parceiro de composições, Luiz Caldas. Aproveitei para fazer imagens e montar o vídeo clipe, que ficou lindo, colorido e alto astral!</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="fNLWanwqNZ4"><iframe loading="lazy" title="Roberta Campos - Vem Me Buscar (Part. Especial Olodum) (Videoclipe Oficial)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/fNLWanwqNZ4?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><strong>4) A canção “Último Romance”, composição do cantor e compositor Rodrigo Amarante, do Los Hermanos, do disco “Ventura”, que você lançou em junho, tem uma releitura ímpar. Essa conexão com a banda já vem de longa data? </strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> Obrigada! Vem de longa data! Eu sempre ouvi muito Los Hermanos, sou muito fã! E há um tempo eu troco figurinhas com eles, em especial com o Camelo, que já participou do meu disco “Todo Caminho É Sorte”, de 2015, cantando comigo a minha canção “Amiúde” , que também tem a participação de Marcelo Jeneci, no piano.</p>
<p style="text-align: center;">Em 2016, participei de um concerto incrível com a Orquestra Sinfônica Petrobrás, onde cantei as canções do álbum “Ventura”, dividindo os vocais com o cantor Rodrigo Costa. Aliás, “Último Romance”, é uma das minhas preferidas e há muito tempo desejei fazer uma releitura dela. Vi em junho o momento exato para isso! Durante esse período de isolamento, gravei a música e fiz o vídeo clipe em casa. Tem a participação do violoncelista cubano, Yaniel Matos que também fez a gravação do cello em sua casa.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>5) Você teve contato com o Amarante durante o processo de gravação da música e do clipe?  </strong><br />
<strong>Roberta Campos &#8211;</strong> Infelizmente, não tenho contato com o Amarante. O pedido de autorização para a gravação da música foi feito através da minha gravadora. Mas de alguma forma, sempre tenho contato com todos os Hermanos, já que vivo ouvindo seus discos.</p>
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		<title>Noel Rosa, o Poeta da Vila, completa 110 anos de cultura brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[julianameneses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 18:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Música mais ouvida de Noel Rosa é &#8220;Feitiço da Vila&#8221;. Mesmo após tanto tempo, Noel Rosa (ainda) é um dos nomes mais emblemáticos da música brasileira. E há muito que se comemorar nesse sentido! O cantor e compositor carioca Noel de Medeiros Rosa é considerado um dos mais relevantes artistas brasileiros, sua obra ultrapassa 300 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Música mais ouvida de Noel Rosa é &#8220;Feitiço da Vila&#8221;.</h1>
<p style="text-align: center;">Mesmo após tanto tempo, Noel Rosa (ainda) é um dos nomes mais emblemáticos da música brasileira. E há muito que se comemorar nesse sentido! O cantor e compositor carioca Noel de Medeiros Rosa é considerado um dos mais relevantes artistas brasileiros, sua obra ultrapassa 300 canções, apesar de sua morte prematura, aos 26 anos, de tuberculose.</p>
<p style="text-align: center;">Conhecido por Poeta da Vila, Noel Rosa cantou Samba-canção, Choro, teatro musicado e marchinhas de carnaval, além de retratar mudanças culturais e políticas de sua época, no início do século 20, Noel deixou sua marca registrada com uma linguagem única nas canções populares, em um período curto, de sete anos, entre 1930 e 1937. Aliás, Dentre suas canções mais marcantes estão “Fita Amarela”, “Com que Roupa?”, “Palpite Infeliz”, “Três Apitos”, dentre outras tantas.</p>
<p style="text-align: center;">De acordo com o ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) a canção &#8220;Feitiço da Vila&#8221;, em parceria com Oswaldo Gogliano, fica em primeiro lugar dentre suas interpretações, seguida de “As pastorinhas” , com Braguinha, “Conversa de Botequim” e “Feitio de Oração” , ambas parcerias com Vadico, e “Pierrot Apaixonado” , parceria com Heitor dos Prazeres.</p>
<p style="text-align: center;">Além disso, canção “Conversa de Botequim”, composição em parceria com Vadico, escrita em 1935, é sem dúvida uma das de maior destaque de Noel Rosa, tendo sido executada incrivelmente mais de 880 mil vezes no Spotify, já foi, inclusive, regravada por uma série de cantores de renome como Dorival Caymmi, Chico Buarque, Maria Rita, João Nogueira e Diogo Nogueira, definitivamente, um retrato típico e bem-humorado dos clientes abusados frequentadores de bares cariocas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Noel Rosa" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/artist/2rF7JpzIpgWtpVMuPouhIl"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">Mais recentemente, a sambista Teresa Cristina, em 2018 gravou o álbum “Teresa Cristina canta Noel”, trazendo um disco com diversas canções simbólicas do cantor, uma forma de homenageá-lo e levar seu legado para as gerações futuras. No disco são cantadas músicas como “Filosofia”, “O X do Problema”, “Não tem tradução”, “Deixa de ser convencida” e “Onde está a honestidade”.</p>
<p style="text-align: center;">Noel Rosa foi homenageado em filmes e peças de teatro. Em 2010 a Escola de Samba Unidos de Vila Isabel, apresentou o enredo do carnaval com o samba &#8220;Noel: A presença do Poeta da Vila&#8221;, de autoria de Martinho da Vila. <a href="https://www.youtube.com/watch?v=TUo5KLr4gTs">Conheça o samba!</a></p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2020/12/noel-rosa-o-poeta-da-vila-completa-110-anos-de-cultura-brasileira/">Noel Rosa, o Poeta da Vila, completa 110 anos de cultura brasileira</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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		<title>Adriana Calcanhotto transforma isolamento social em novo álbum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[julianameneses]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2020 16:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cantora e compositora Adriana Calcanhotto lançou no período de quarentena seu novo disco “Só”. Com nove músicas autorais inéditas, gravadas em sua casa, a obra é em homenagem a Moraes Moreira, que faleceu este ano. Adriana, que leciona na Universidade de Coimbra, como professora convidada desde 2017, após encerrar sua turnê do show “Margem”, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2020/10/adriana-calcanhotto-transforma-isolamento-social-em-novo-album/">Adriana Calcanhotto transforma isolamento social em novo álbum</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_123095" aria-describedby="caption-attachment-123095" style="width: 347px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-123095" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/rsz_adrianac_leoaversa-087.jpg" alt="" width="347" height="231" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/rsz_adrianac_leoaversa-087.jpg 800w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/rsz_adrianac_leoaversa-087-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/rsz_adrianac_leoaversa-087-768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/rsz_adrianac_leoaversa-087-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/rsz_adrianac_leoaversa-087-630x420.jpg 630w" sizes="auto, (max-width: 347px) 100vw, 347px" /><figcaption id="caption-attachment-123095" class="wp-caption-text">Foto: Leo Aversa</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;">A cantora e compositora Adriana Calcanhotto lançou no período de <a href="https://rotacult.com.br/2020/05/adriana-calcanhotto-lanca-so-album-com-cancoes-da-quarentena/">quarentena seu novo disco “Só”</a>. Com nove músicas autorais inéditas, gravadas em sua casa, a obra é em homenagem a Moraes Moreira, que faleceu este ano.</p>
<p style="text-align: center;">Adriana, que leciona na Universidade de Coimbra, como professora convidada desde 2017, após encerrar sua turnê do show “Margem”, se viu sem a possibilidade de retorno e imersa em um processo criativo inesperado. A produção musical do álbum foi realizada por Arthur Nogueira de Belém, também feita em isolamento social.</p>
<p style="text-align: center;">O álbum, aliás, traz canções em vários ritmos musicais, incluindo Samba e Funk, contando com uma parceria com Dennis DJ. Além disso, o disco teve a renda revertida para várias instituições, dentre elas Redes da Maré, Coletivo Papo Reto, Funk Solidário e Rocinha Resiste, além de uma música “Lembrando da Estrada” ter a renda destinada para a equipe da cantora.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Com a quarentena e o isolamento social, qual foi sua maior motivação para compor “Só” e como funcionou o seu processo criativo para criar as músicas neste período?</strong><br />
<strong>Adriana Calcanhotto &#8211; </strong> O que me motivou a compor na quarentena foi a própria quarentena, de certa maneira, uma oportunidade, certamente, de foco, de estar em casa sem tantas interrupções, de não ter que sair e viajar. “Só” não nasceu como álbum, eu não pensava nisso, mas eu acordava com uma disposição de agir e me dispus a acordar todos os dias e fazer uma música. Assim, foi acontecendo, fui vendo que eu tinha uma safra e a partir daí comecei a encarar mais como álbum. Depois de um tempo, percebi que tem um certo condicionamento nessa época do ano para mim, porque na época das composições eu estaria dando meu curso de composição em Coimbra.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O tom irônico da canção “Bunda Lê Lê”, em parceria com Dennis DJ, faz um paradoxo de um ritmo ainda muito estigmatizado, com a busca pelo conhecimento. Como surgiu a ideia dessa composição?</strong><br />
<strong>Adriana Calcanhotto &#8211;</strong> É porque eu tenho lidado muito com essa batida no violão. “Bunda Lê Lê”, é uma coisa que eu pensava muito sobre essas palavras do funk. Sobre a discussão de se ouvir funk em função das letras. E aí eu resolvi fazer uma letra de Funk e uso as mesmas palavras: senta, vai e bunda.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A canção “Ninguém na Rua” parece falar sobre a saudade, do que você sente mais falta da vida de antes da pandemia?</strong><br />
<strong>Adriana Calcanhotto &#8211;</strong> Da liberdade, sem dúvida.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Na faixa “O que temos são janelas”, que fala sobre a quarentena e a visão das janelas neste período de reclusão, podemos escutar um panelaço ao fundo. Qual a sua relação com os protestos contra o atual governo?</strong><br />
<strong>Adriana Calcanhotto &#8211; </strong>Na verdade, eu não ouço nada daqui de casa, porque moro no meio da floresta, então vejo os protestos pelas notícias. O panelaço de “O que temos são janelas” foi gravado no dia da demissão do Mandetta, um amigo que gravou.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>As etapas de realizar um álbum desde a composição das canções até a finalização é uma lição e tanto para seus alunos na Universidade de Coimbra. Como se dá sua relação com o ensino da música e a prática?</strong><br />
<strong>Adriana Calcanhotto &#8211;</strong> A vida acadêmica possibilita uma organização um pouco mais bem planejada, o que com a vida na música costuma ser um pouco mais caótica, enquanto a vida acadêmica é planejada com muito mais antecedência. Mas, no caso de “Só”, eu costumo dizer que fiz o que eu pediria para os meus alunos, fiz o exercício que eu passaria para eles.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você dedica o disco a Moraes Moreira, que apesar de não ter morrido de Covid, faleceu durante a pandemia e não recebeu nenhum tipo de homenagem das autoridades. Como você vê a negligência que o setor da cultura vem enfrentado no atual governo?</strong><br />
<strong>Adriana Calcanhoto &#8211;</strong> Essa foi a minha maneira de dizer até já para Moraes Moreira. Sobre o governo, enxergo como uma negligencia mesmo. Não acho que exista uma política cultural.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A canção “Corre o munda” sobre Coimbra, lembra muito a &#8220;Canção do Exílio&#8221;. Qual a sua relação com a cidade e você pretende morar lá definitivamente após a pandemia?</strong><br />
<strong>Adriana Calcanhoto &#8211; </strong>Coimbra mudou a minha vida, mas não pretendo morar em Portugal.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Apesar de ter sido feito neste momento difícil, o tom do disco é de otimismo. Você acredita que podemos sair de tudo isso de uma forma melhor?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Adriana Calcanhotto &#8211;</strong> Faço parte do time que escolhe acreditar que a humanidade pode sim sair melhor. É uma oportunidade, então existe essa possibilidade. As pessoas podem aprender um pouco mais sobre empatia, solidariedade e civilidade com esse momento difícil.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Todas as faixas, tem a parte autoral cedida a uma causa ou instituição social. Como surgiu a ideia da doação e como foi a escolha das instituições?</strong><br />
<strong>Adriana Calcanhotto &#8211;</strong> Tenho uma preocupação enorme com a minha equipe, os técnicos, então pensei em gravar uma faixa e reverter os direitos. Eu tenho a consciência que não posso viver a estrada sem eles. A ideia das rendas revertidas veio disso. As instituições foram escolhidas por mim, pela minha equipe e colaboradores.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Só" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/album/5jHTA1PNB76mgzHd7DCzmh"></iframe></p>
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		<title>Roberta Miranda fala sobre suas lives na quarentena e os 35 anos de carreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[julianameneses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2020 16:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cantora comenta a criação do Feminejo. Roberta Miranda é, certamente, a eterna rainha do Sertanejo! A cantora, assim como outros artistas, vem realizando lives neste período de isolamento social com grande quantidade de acessos. Ela conta que sua quarentena tem sido um momento de dedicação a música, ao todo já foram quatro lives, cheio de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Cantora comenta a criação do Feminejo.</h1>
<figure id="attachment_107423" aria-describedby="caption-attachment-107423" style="width: 258px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-107423" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rsz_roberta_miranda.jpg" alt="" width="258" height="243" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rsz_roberta_miranda.jpg 800w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rsz_roberta_miranda-300x283.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rsz_roberta_miranda-768x725.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rsz_roberta_miranda-696x657.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rsz_roberta_miranda-445x420.jpg 445w" sizes="auto, (max-width: 258px) 100vw, 258px" /><figcaption id="caption-attachment-107423" class="wp-caption-text">Foto: Paolo Martinelli</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;">Roberta Miranda é, certamente, a eterna rainha do Sertanejo! A cantora, assim como outros artistas, vem realizando lives neste período de isolamento social com grande quantidade de acessos. Ela conta que sua quarentena tem sido um momento de dedicação a música, ao todo já foram quatro lives, cheio de clássicos de sua carreira e canções de outros artistas renomados, além da idealização de projetos futuros. Aliás, a última apresentação virtual <a href="https://rotacult.com.br/2020/09/roberta-miranda-agita-live-na-band-com-participacao-de-daniel-del-sarto/">#TeAbraçoComaMúsica</a> foi realizada pelo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=xwXmaf90P60&amp;feature=youtu.be">YouTube no canal aberto Band</a>, ficando entre os 10 vídeos em alta na plataforma.</p>
<p style="text-align: center;">Com sua voz marcante e canções que estão na memória de várias gerações, Roberta Miranda conta com uma carreira sólida de muita dedicação a música. Ao longo dos seus trinta e cinco anos, que completará em novembro, a cantora foi durante muito tempo uma das únicas mulheres no cenário sertanejo, servindo de exemplo para toda uma nova geração feminina que trilhou este caminho e hoje tem uma fatia grande no estilo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como tem sido sua quarentena e como você vê a repercussão de na sua primeira live ter tido mais de 800 mil acessos ao vivo? Aliás, como foi a experiência de realizar o &#8220;Arraial da Roberta&#8221; de forma virtual?</strong><br />
<strong>Roberta Miranda &#8211; </strong> Tenho aproveitado essa quarentena para produzir. Já fizemos quatro lives e elas dão um trabalhão! (risos). São diversas reuniões on-line e até ensaios por videochamadas. A gente, literalmente, não para! Falando do nosso Arraial, ele foi maravilhoso! Amo o período das festas juninas! É uma época que tradicionalmente faço muitos shows e não poderia deixar de comemorar.</p>
<figure id="attachment_116689" aria-describedby="caption-attachment-116689" style="width: 216px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-116689" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/rsz_roberta_miranda_2.jpg" alt="Roberta Miranda" width="216" height="383" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/rsz_roberta_miranda_2.jpg 338w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/rsz_roberta_miranda_2-169x300.jpg 169w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/rsz_roberta_miranda_2-237x420.jpg 237w" sizes="auto, (max-width: 216px) 100vw, 216px" /><figcaption id="caption-attachment-116689" class="wp-caption-text">Foto: Paolo Martinelli</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>Suas lives vem fazendo sucesso na quarentena, como é para você ter que lidar com esse contato mais distante fisicamente? É muito diferente do tradicional com o público?</strong><br />
<strong>Roberta Miranda &#8211; </strong> Não é fácil estar longe do público e dos palcos. Meus fãs são tudo para mim, são, inegavelmente, meu oxigênio. Nesse sentido, acredito que as lives estão sendo fundamentais para diminuir um pouco essa distância. Já que não podemos nos abraçar, a gente ‘se abraça’ através da música.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Na live RHumores você cantou músicas como “mulher nova, bonita e carinhosa”, de Otacílio Batista e Zé Ramalho, “Pense em mim” de Leandro e Leonardo, “Nuvem de Lágrimas” de Chitãozinho e Xororó. Gostaria de saber como é o seu processo criativo de escolha do repertório? O que te influencia a cantar outros nomes?</strong><br />
<strong>Roberta Miranda &#8211; </strong>O Marcos Maynard, que é um excelente profissional da área e já foi presidente de gravadora, é meu diretor artístico e tem me ajudado muito nessas criações! Sou extremamente rigorosa e busco fazer o melhor que posso para o meu público. Nas duas lives mais recentes, a ideia foi mesmo ir além do repertório que os fãs estão acostumados a me ouvir cantar. Trabalhei por 14 anos como crooner em casas noturnas, por isso, passei por vários gêneros musicais, o que me dá liberdade para fazer essas misturas.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você fará um show em drive-in, em breve, poderia contar um pouco mais sobre o projeto e quais os locais em que ocorrerão?</strong><br />
<strong>Roberta Miranda &#8211; </strong> Sim, estamos com este projeto sendo formatado, estudando tudo com bastante critério para poder colocá-lo em prática. Recentemente, fizemos algumas visitas técnicas em locais que estão recebendo shows neste formato aqui em São Paulo para ver de perto e na prática como funciona. Aliás, estamos conversando também com alguns parceiros de outras regiões.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você é a eterna Rainha do Sertanejo, que inspirou tanta gente ao longo destes anos, sendo uma das pioneiras dentre as mulheres no ramo, como vê a criação do feminejo e com que cantoras sertanejas dessa nova geração você mais se identifica?</strong><br />
<strong>Roberta Miranda &#8211; </strong>Vejo esse movimento com muito orgulho, pois sinto que tive um papel importante para que ele acontecesse, abrindo as fronteiras para essa nova geração que está aí. Sempre fui muito determinada e batalhei bastante para ter minha arte reconhecida, superando lutas e preconceitos num cenário que sempre foi dominado pelos homens. Fiquei mais de duas décadas perguntando onde as mulheres sertanejas estavam. Hoje, fico feliz em poder ver tantas meninas talentosas conquistando espaço. Gosto demais de todas elas. Cada uma, tem um pouquinho da essência da Roberta Miranda&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Nestes quase 35 anos de carreira quais foram os trabalhos que mais te marcaram?</strong><br />
<strong>Roberta Miranda &#8211; </strong> Tenho um carinho enorme por cada um dos meus trabalhos, mas meu disco de estreia, em 1986, tem um significado muito especial na minha vida. Tinha que vender pelo menos 5.000 cópias para pagar todos os custos, então, fui para estrada divulgá-lo. Foram meses viajando, até que um dia voltei à gravadora e vi um caminhão descarregando e perguntei ao carregador quantos discos tinham ali. Ele me respondeu que eram 100.000 cópias e, para minha surpresa, aqueles discos eram meus! Surpreendentemente, fui a primeira cantora a vender mais de 1.750.000 discos aqui no Brasil.</p>
<p style="text-align: center;">Apesar de já estarmos em 2020, o Brasil é ainda um dos países com maiores índices de violência contra a mulher. Sua participação na campanha “Dê voz ao silêncio, grite contra a violência”, em defesa das mulheres vítimas de violência, teve um papel fundamental para ampliar essa pauta, como você vê esse cenário no país e como podemos reverter isso?<br />
Roberta Miranda: Infelizmente, a violência contra a mulher ainda é realidade no nosso país, mas, não podemos nos calar! Não podemos aceitar nenhum tipo de violência ou abuso. A mulher tem que denunciar, tem que lutar e gritar contra a violência, por isso levantamos essa bandeira.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Para encerrar, podemos esperar algum evento especial em comemoração aos seus 35 anos de carreira? Já tem planos?</strong><br />
<strong>Roberta Miranda &#8211; </strong> Neste ano, por conta da pandemia, não poderei comemorar da forma que gostaria e sempre faço, no palco recebendo o carinho do público. É claro que meu desejo seria fazer um grande show como de costume, decerto, farei um jantar bem gostoso para receber minha família e meus amigos, mas o momento não permite e temos que compreender. Além disso,  tenho batido muito nessa tecla da prevenção e do combate ao COVID, pois ele realmente mata! Não é brincadeira! Mas devemos comemorar virtualmente. Em breve, vamos anunciar nas redes sociais.</p>
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		<title>Caetano Veloso faz live com direito a músicas consagradas e discurso político</title>
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		<dc:creator><![CDATA[julianameneses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2020 12:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caetano Veloso comemorou seu aniversário de 78 anos, na noite de ontem (07), com uma live na plataforma de streaming Globoplay, na companhia de seus filhos Tom, Zeca e Moreno. Aliás, o cantor que desde o início da quarentena tem recebido pedidos de seus fãs para que fizesse uma live, atendeu com um show intimista [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Caetano Veloso comemorou seu aniversário de 78 anos, na noite de ontem (07), com uma live na plataforma de streaming Globoplay, na companhia de seus filhos Tom, Zeca e Moreno. Aliás, o cantor que desde o início da quarentena tem recebido pedidos de seus fãs para que fizesse uma live, atendeu com um show intimista na sala de sua casa, com sua estante pessoal de livros e recordações como cenário.</p>
<p style="text-align: center;">A apresentação contou com uma retrospectiva das canções mais famosas da carreira do artista, como “Reconvexo”, “Leãozinho”, “Tigresa”, “Podres Poderes” e “Odara”.</p>
<p style="text-align: center;">Em dado momento, Caetano pede que o público não comparasse sua live com a de Gil, que para ele sim havia sido precisa musicalmente  e brincou: “Não somos uma família de músicos, somos músicos de família”.</p>
<p style="text-align: center;"> O cantor fez críticas ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) devido a situação enfrentada pelo país diante da pandemia, condenando a falta de ministro da saúde na mais grave crise sanitária e perante da proximidade da marca de 100 mil mortos pelo novo coronavírus<em>.</em> “O negócio é duro mesmo, o Brasil não tem <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-07-31/saude-deixa-de-divulgar-balanco-de-remedios-em-falta-enquanto-cloroquina-abarrota-estoques.html">um ministro da Saúde que tenha chegado</a> como tal. E o Ministério do Meio Ambiente <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-05-22/salles-ve-oportunidade-com-coronavirus-para-passar-de-boiada-desregulacao-da-protecao-ao-meio-ambiente.html">parece ser contra o meio ambiente</a>”, afirmou o cantor.</p>
<p style="text-align: center;">Além disso, Caetano pediu de presente de aniversário para aqueles que pudessem, ajudassem a campanha de arrecadação de fundos do Balé Folclórico da Bahia, que como grande parte da classe artística, vem sofrendo problemas financeiros durante a pandemia.</p>
<p style="text-align: center;">A live, que durou cerca de uma hora e meia, ainda teve direito a bolo e parabéns, cantado por seus filhos e equipe, encerrando com “How beantiful could a being be”.</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2020/08/caetano-veloso-faz-live-com-direito-a-musicas-consagradas-e-discurso-politico/">Caetano Veloso faz live com direito a músicas consagradas e discurso político</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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		<title>Exclusiva: Teresa Cristina fala sobre novo momento na carreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[julianameneses]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2020 15:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dona das noites, Teresa Cristina é o sucesso das lives na quarentena. Quem gosta de boa música e está se sentindo sozinho ou entediado na quarentena não pode perder o melhor das noites, as lives da Teresa Cristina. A sambista de renome, faz lives desde o início do isolamento social, cada noite um tema diferente, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Dona das noites, Teresa Cristina é o sucesso das lives na quarentena.</h1>
<figure id="attachment_116909" aria-describedby="caption-attachment-116909" style="width: 408px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-116909" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/André-Pokan-3.jpg" alt="Teresa Cristina" width="408" height="306" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/André-Pokan-3.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/André-Pokan-3-300x225.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/André-Pokan-3-768x576.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/André-Pokan-3-696x522.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/André-Pokan-3-560x420.jpg 560w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/André-Pokan-3-80x60.jpg 80w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/André-Pokan-3-265x198.jpg 265w" sizes="auto, (max-width: 408px) 100vw, 408px" /><figcaption id="caption-attachment-116909" class="wp-caption-text">Foto: André Pokan</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;">Quem gosta de boa música e está se sentindo sozinho ou entediado na quarentena não pode perder o melhor das noites, as lives da Teresa Cristina. A sambista de renome, faz lives desde o início do isolamento social, cada noite um tema diferente, que incluem além do seu próprio repertório, homenagens para algum cantor que ela admire, ou até mesmo um tema pedido pelo público. Já foram trazidos como tema cantores como Dona Ivone Lara, João Gilberto, Cazuza, Gilberto Gil, Paulinho da Viola, Zeca Pagodinho, Chico Buarque e Arlindo Cruz.</p>
<p style="text-align: center;">Seus fãs, que ela carinhosamente chama de Cristiners, numa brincadeira entre o aplicativo de namoro Tinder e as declarações e paqueras que rolam entre os comentários entre quem assiste, são assíduos nas apresentações diárias, mas quem vê Teresa nessa quarentena é uma verdadeira legião de fãs da boa música brasileira, o que inclui verdadeiros gênios, que são nosso patrimônio musical, como Caetano Veloso e Gilberto Gil, que inclusive já entraram ao vivo para dar uma palinha, deixando a cantora totalmente emocionada.</p>
<p style="text-align: center;">Teresa Cristina é brilhante tanto nas interpretações como nas conversas que são propostas todas as noites, recebe convidados que cantam com ela e conversa sobre tudo, desde a história aprofundada de diversas composições da música popular brasileira e do samba, temas que ela estuda e tem muito conhecimento, até pautas políticas essenciais nesse momento conturbado que o país vive neste, incluindo também machismo e racismo.</p>
<p style="text-align: center;">Aliás, a carioca, vascaína e portelense conseguiu o primeiro patrocínio de sua carreira recentemente, após ganha repercussão, devido ao grande sucesso das lives, mesmo tendo uma carreira já consolidada e mais de 20 anos de estrada. Assim, com a quarentena, Teresa Cristina passou a ser cada dia mais reconhecida por seu enorme talento!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como está sendo a sua quarentena? </strong><br />
<strong>Teresa Cristina &#8211;</strong> A gente não sabe de nada nessa quarentena. Só o que eu sei é que vou continuar fazendo minhas lives. Moro com minha mãe, Hilda, de 80 anos, e minha filha de 11 anos, Lorena. Tenho meus afazeres domésticos e divido o dia entre essas tarefas e a elaboração das apresentações baseadas em temas que me vem à cabeça. Dedico várias horas por dia a pesquisar e montar repertórios.</p>
<p style="text-align: center;">As lives começaram no dia 16 de março, mas quando veio a ideia de começar as lives, você já pensava em ficar fazendo todos os dias, ou isso foi uma coisa que foi acontecendo?<br />
Teresa Cristina- Começou com uma preocupação séria: o medo de entrar em um quadro depressivo. As notícias começaram a ficar cada vez mais fortes e sérias. Minha mãe tem 80 anos e um grau de ansiedade muito forte. Perdi o sono. Não conseguia dormir. Absorvi notícias pesadas, aliás até hoje, né? Daí pensei: preciso fazer alguma coisa que me dê prazer imediato. Nada funcionava. Uma noite, fiquei ouvindo Dona Ivone Lara até 6h da manhã. Escutei coisas que eu achava que conhecia. Foi uma descoberta. Eu não conhecia nada. Músicas que eu nunca tinha ouvido. Todo mundo estava fazendo live, pensei: acho que vou fazer alguma coisa para falar sobre as músicas dela. No mesmo dia algum seguidor, no Twitter, falou de samba de terreiro como se fosse de Umbanda ou Candomblé.</p>
<p style="text-align: center;">E várias pessoas seguindo a mesma coisa. Aí comecei a explicar sobre Samba de Terreiro. Pensei: vou fazer uma live falando de Samba de Terreiro. O assunto não coube em uma live só. Já tinha começado a ocupar minha mãe fazendo aos domingos com ela, porque ela gosta de cantar também. Então comecei a fazer esporadicamente. As coisas ficaram piores (a pandemia), as declarações do presidente ficaram ainda mais perigosas. Quando vi, estava com lives todos os dias. E percebi a minha animação ao pesquisar os temas e curiosidades que eu iria apresentar à noite, trocando ideia com as pessoas.</p>
<figure id="attachment_116910" aria-describedby="caption-attachment-116910" style="width: 257px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-116910" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Leo-Aversa.jpg" alt="" width="257" height="386" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Leo-Aversa.jpg 1065w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Leo-Aversa-200x300.jpg 200w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Leo-Aversa-682x1024.jpg 682w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Leo-Aversa-768x1154.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Leo-Aversa-1022x1536.jpg 1022w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Leo-Aversa-696x1046.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Leo-Aversa-280x420.jpg 280w" sizes="auto, (max-width: 257px) 100vw, 257px" /><figcaption id="caption-attachment-116910" class="wp-caption-text">Foto: Leo Aversa</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>Como você vê o resultado da repercussão e alcance no Instagram depois das lives? </strong><br />
<strong>Teresa Cristina &#8211;</strong> Acredito que seja por conta da espontaneidade com que trato estes momentos ali. Estou ali para cantar, contar histórias, me aventurar em canções que nunca pensei em colocar em algum repertório. Converso com o público, recebo amigos e artistas que nunca pensei em dividir um espaço. Quando o Gilberto Gil apareceu, por exemplo, no dia que fiz a releitura do álbum &#8220;Realce&#8221;, não segurei as lágrimas. Ele surgiu já com um violão, aqueles olhos de águia, lindo e cantando &#8220;Viramundo&#8221;. Escolho os temas com carinho, acredito que alcanço fãs de nomes como Tom Jobim, Elis Regina, Chico Buarque, Moraes Moreira, Cazuza, Marisa Monte e Alceu Valença, por exemplo. Bebo minha cerveja, me emociono e me divirto todas as noites. Precisamos da arte para viver. Ali é um espaço aberto para os amantes da música. Quando comecei, tinha 98 mil seguidores. Agora já são mais de 323 mil pessoas.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como você escolhe os temas e os convidados? Você estabelece um tempo médio para as lives ou é de acordo com o que você está sentindo no dia? </strong><br />
<strong>Teresa Cristina &#8211;</strong> Como cada dia é um ano que estamos vivendo, eu escolho as lives pelo que o dia está me dizendo. Varia muito da energia do dia. Tem vezes que marco um tema sobre uma live no dia tal. Daí chega esse dia e acontece outra coisa e eu mudo o tema. No início das lives, criei uma fala que era &#8220;minha live, minhas regras&#8221;. E é isso. Cada vez que acho que tenho de mudar de opinião, quebro a regra, vou lá e mudo. O tema vem sempre pela minha intuição. A não ser por aniversários como foi o do Gil, do Chico, do Pitanga, da Elza. Nestas eu consegui pensar e organizar. Mas quando não é algo datado, vou pela intuição. Geralmente, penso isso de manhã. Começo as lives pontualmente às 22h. Elas têm duração de três horas porque o Instagram deixou. Tem vezes que fecho 01h da manhã e abro outra só para encerrar com categoria o tema escolhido.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você poderia falar um pouco sobre a sua relação com os cristiners, além de contar sobre a origem do nome, e da brincadeira com o Tinder? </strong><br />
<strong>Teresa Cristina &#8211;</strong> Nunca vivi isso e nem tive fã-clube cativo. Tenho muito carinho pelos Cristiners. Eles mandam mimos para mim, coisas bem simples, mas que têm um efeito bem grande em mim. Enviam salgadinhos, cartinhas feitas à mão. É uma demonstração de carinho que tem mexido muito comigo. Me emociona, pois, ganho avalanches de carinhos todos os dias. É uma experiência muito nova para mim. O nome se originou ali. E o Cristinder veio do bate papo gostoso que rola nos comentários. Eu me divirto.</p>
<figure id="attachment_114057" aria-describedby="caption-attachment-114057" style="width: 344px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-114057" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Teresa-Cristina.jpg" alt="" width="344" height="229" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Teresa-Cristina.jpg 1188w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Teresa-Cristina-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Teresa-Cristina-1024x683.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Teresa-Cristina-768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Teresa-Cristina-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Teresa-Cristina-1068x712.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Teresa-Cristina-630x420.jpg 630w" sizes="auto, (max-width: 344px) 100vw, 344px" /><figcaption id="caption-attachment-114057" class="wp-caption-text">Foto: Marcos Hermes</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>A interação descontraída que acontece entre celebridades e fãs anônimos nas suas lives é muito interessante, como você vê isso? </strong><br />
<strong>Teresa Cristina &#8211;</strong> Acho incrível quando vejo atores e músicos conversando com os outros seguidores. Se fosse numa situação normal, provavelmente eles seriam abordados com um pedido de selfie. Ali, todos estão na mesma festa, num clima mais relaxado.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Tem algum cantor que você gostaria que participasse? </strong><br />
<strong>Teresa Cristina &#8211;</strong> Eu já sou grata e feliz pelas surpresas que tenho a cada noite. Gil, Gadu, Bebel Gilberto, Caetano, Pedro Baby, João Bosco, Alceu&#8230; Na verdade, eu queria mesmo era que o Michael B. Jordan aparecesse por lá, isso sim.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você já tem planos de repertório específicos para as próximas lives? </strong><br />
<strong>Teresa Cristina &#8211;</strong> Foi o que eu disse acima. Como cada dia é um ano que estamos vivendo, eu escolho as lives pelo que o dia está me dizendo. Varia muito da energia do dia. A não ser que sejam datas emblemáticas, como os aniversários de Chico Buarque, Elza Soares, Gilberto Gil, Marisa Monte&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Na época da ditadura militar a classe artística teve um papel de protagonismo no enfrentamento, usando a arte como ferramenta de crítica social como vemos em inúmeras composições da época. Suas lives costumam ter uma abordagem de pautas políticas, como você acha que a classe artística neste momento que o país vive pode agir para auxiliar no combate ao retrocesso?</strong><br />
<strong>Teresa Cristina &#8211;</strong> A arte vai continuar sendo vitoriosa e sair mais forte dessa pandemia, pois ela sempre sobrevive. Ela teve força, base, história e sobreviveu contra o Nazismo e o Fascismo. Essa pandemia veio para mostrar isso. O que tem segurado a gente, certamente, é a arte. Para tanta coisa absurda que está acontecendo, só a beleza que me distrai e tem a minha atenção. Além disso, é a imensa a bagagem de bobagens que o &#8216;Voldemort&#8217; fala diariamente. A classe está unida e quem entende o momento que passamos tem se posicionado.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Após tudo que aconteceu com a morte do George Floyd e os movimentos antirracismo, a pauta que é importantíssima para um país que é muito racista como o nosso está bem em alta e isso é um bom momento para conseguirmos falar como isso afeta inclusive a música, como por exemplo essa questão, primeiro patrocínio depois de 20 anos de carreira? </strong><br />
<strong>Teresa Cristina &#8211;</strong> Essa coisa de patrocínio, às vezes, é muito ingrata. A gente, certamente, fica invisível. Eu sou invisível desde 1998. Isso fala muito de como é o Brasil. As pessoas gostam de dar dinheiro a quem já tem, não sei explicar como isso acontece, mas acontece.</p>
<p style="text-align: center;">Aliás, a quantidade de artistas, de pessoas brancas que têm uma carreira facilitada para tudo&#8230; Isso é uma coisa que a gente não fala, porque a gente está cansado de falar. A falta de apoio aos cantores de samba não é de agora. A pandemia jogou uma lente de aumento em várias situações. Tivemos de passar por isso para entender que não é toda a população que tem água encanada, luz, tratamento de esgoto. As pessoas vivem em condições precárias. Quando começamos a falar sobre usar o álcool gel, por exemplo, esqueceram que têm pessoas que nem água tem em casa. Aliás, os cantores de samba, em sua maioria – salvo algumas exceções – sempre tiveram cachês mais baixos. A relação com os contratantes sempre foi na base do &#8220;tudo tá bom&#8221;. Nunca precisou de um som incrível, uma grande produção. Isso é um reflexo do que sempre aconteceu.</p>
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		<title>40 anos sem Vinícius de Moraes, 40 anos de saudades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[julianameneses]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2020 18:39:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Musicas de Vinícius de Moraes são icônicas. Vinícius de Moraes foi sem dúvida um dos nomes mais icônicos da Música Popular Brasileira, suas letras encantam e fascinam a gerações e parece que foi ontem que ele estava por ai cantando e levando poesia para quem o ouvia, mas na verdade já faz 40 anos sem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Musicas de Vinícius de Moraes são icônicas.</h1>
<p style="text-align: center;">Vinícius de Moraes foi sem dúvida um dos nomes mais icônicos da Música Popular Brasileira, suas letras encantam e fascinam a gerações e parece que foi ontem que ele estava por ai cantando e levando poesia para quem o ouvia, mas na verdade já faz 40 anos sem Vinícius, 40 anos que suas letras estão apenas na nossa memória e corações.</p>
<p style="text-align: center;">Aliás, o cantor, compositor e poeta deixou um vasto repertório com músicas icônicas que merecem ser lembradas e rememoradas. Abaixo relembro cinco, que me marcaram:</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Chega de Saudade&#8221;<br />
A composição feita com Tom Jobim, parceiro de uma vida inteira, fala sobre algo emblemático, nada mais significativo do que cantar a saudade, logo este sentimento que só existe palavra em português, que nos parece algo tão simples de entender e ao mesmo tempo tão difícil de explicar.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Chega de Saudade" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/2yqdOsEdLBF0IRpJ74ErMi?si=RJahdQS_RX6POBhqjC1I5Q"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Garota de Ipanema&#8221;<br />
Uma das composições mais famosas de Vinícius de Moraes em parceira com Tom Jobim, a musa inspiradora da música era a Hêlo Pinheiro, uma menina, que posteriormente tornou-se modelo e atriz. A letra ainda eternizou a praia de Ipanema, levando turistas de todos os cantos do mundo a terem a curiosidade de conhecer o lugar da canção, a música internacionalmente conhecida é uma das mais emblemáticas do cantor.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Garota de Ipanema - Live" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/7sW7b8jSAkhLjTXdJqZOcT?si=Cp2L1z0SRACEaik2X8p-wg"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Samba da Bênção&#8221;<br />
O amor de Vinícius pelo samba era algo conhecido por todos, esta canção parece uma verdadeira oração, um canto em homenagem a vida e ao samba, inclusive enaltece os Orixás do Candomblé e outros cantores de renome. A canção foi regravada por Maria Bethânia.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Samba Da Benção" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/2GjgVelkVqRXhe76MsmMCc?si=dfyWVGudQjeeFFzjyWC4jA"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Eu sei que vou te amar&#8221;<br />
Vinícius cantava o amor e o romance como ninguém, a letra traz uma declaração de amor profunda e apaixonada, dos encontros e desencontros do amor e como mesmo quando longe ainda pode ser profundo, daquelas composições que comovem.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Eu Sei Que Vou Te Amar - Live" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/4kdsUoUrCxB6msYgwVuXys?si=xV2l5FeOTlKZeNvdNmls0w"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Canto de Xangô&#8221;<br />
A canção do disco Baden Powell – Os Afro-Sambas é um ponto ao Orixá do Candomblé. Uma canção não apenas em homenagem a Xangô mas também ao amor, que por mais que seja algo doloroso e que faz sofrer, ainda vale a pena ser vivido.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Canto De Xangô" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/3vn6X1WGW447ZhcidQisLA?si=URTP2yHqQQ-NhgCHwq-Mtg"></iframe></p>
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		<title>Dez músicas inesquecíveis de Gilberto Gil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[julianameneses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 21:35:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dez músicas inesquecíveis de Gilberto Gil. Gilberto Gil comemora 78 anos! Gil conta com uma vasta discografia, presente na memória de todos, com mais de 600 composições, em seus 50 álbuns lançados, nestes mais de 60 anos de carreira. O cantor, compositor, instrumentista, produtor musical, além de ex-ministro da Cultura, já foi vencedor de prêmios [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Dez músicas inesquecíveis de Gilberto Gil.</h1>
<figure id="attachment_115058" aria-describedby="caption-attachment-115058" style="width: 308px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-115058" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Gilberto-Gil-comemora-aniversário-com-a-família-em-live-do-‘Devassa-Tropical-Ao-Vivo’.jpg" alt="" width="308" height="205" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Gilberto-Gil-comemora-aniversário-com-a-família-em-live-do-‘Devassa-Tropical-Ao-Vivo’.jpg 594w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Gilberto-Gil-comemora-aniversário-com-a-família-em-live-do-‘Devassa-Tropical-Ao-Vivo’-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 308px) 100vw, 308px" /><figcaption id="caption-attachment-115058" class="wp-caption-text">Foto: Cris Almeida</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;">Gilberto Gil comemora 78 anos! Gil conta com uma vasta discografia, presente na memória de todos, com mais de 600 composições, em seus 50 álbuns lançados, nestes mais de 60 anos de carreira. O cantor, compositor, instrumentista, produtor musical, além de ex-ministro da Cultura, já foi vencedor de prêmios nacionais e internacionais como o Grammy Americano e Latino.</p>
<p style="text-align: center;">Para homenageá-lo, separei dez músicas inesquecíveis de Gil, canções especiais que são verdadeiros presentes do compositor para seus fãs.</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Anda com fé&#8221; &#8211; Esta é uma daquela canções capazes de verdadeiramente nos dar ânimo e trazer um sentimento de amorosidade. Sem dúvida uma das músicas mais amadas do Gil carregada de bons sentimentos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Andar com Fé - Ao vivo" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/5N59N4bBMz3RC1p69N30zg"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Esotérico&#8221; &#8211; Gilberto Gil também sabe falar de amor lindamente, essa canção me parece muito sobre as relações complicadas e de como podemos nos sentir ao não saber fazer exatamente em um romance quando parece que o par não está muito certo sobre a solidez do amor.</p>
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<p style="text-align: center;">&#8220;Se eu quiser falar com Deus&#8221;<br />
&#8220;Domingo no Parque&#8221; &#8211; Apesar do desfecho trágico dos personagens, um deles leva meu nome, o que me faz ter uma afinidade e carinho muito porque quem não quer ter seu nome cantado pela voz de Gil?!</p>
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<p style="text-align: center;"> &#8220;São João, Xangô menino&#8221; &#8211; A forma como Gil canta sua espiritualidade é extremamente comovente, sua relação com os Orixás e com a Bahia, e como a proteção é um combustível musical para suas composições.</p>
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<p style="text-align: center;">&#8220;Filhos de Gandhi&#8221; &#8211; Assim como São João, Xangô menino, Filhos de Gandhi traz a força dos Orixás e do divino, é uma canção que sempre foi capaz de me passar muita paz.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Não tenho medo da morte&#8221; &#8211; Lembro que no show que fui do Gil com Caetano, Dois amigos, Meio Século de Música, após ter sido adiado devido a problemas de saúde enfrentados por Gil na época, na hora em que começou essa canção foi um momento de extrema emoção para todos os presentes, uma música tão cheia de significado, e sobre algo que nos causa tanto medo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Não tenho medo da morte - Ao vivo" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/7dWFLwmfKouDd6FRhXDtWu"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Desde que o samba é samba&#8221; &#8211; Falar sobre tristeza e solidão em uma poesia tão rica me parece um feito capaz apenas por um gênio como o Gil. A forma como ele relata a tristeza presente no samba e como ele é capaz de traduzir um sentimento tão difícil de explicar, além de como ele sente que cantando consegue afastar essa tristeza.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Desde que o samba é samba - Ao vivo" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/41s2B5M8P6xwxgpdZ6zzLg"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Superhomem &#8211; A canção&#8221; &#8211; A delicadeza dessa composição é uma verdadeira homenagem as mulheres, a porção mulher que mora em cada homem e como esse lado é bonito, natural e deve ser exibido.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Superhomem, a Canção" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/5AJJz1Z5M3aVivjd3DTaYF?si=shJN0icVTDqpqv4pHpxfYQ"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Marina&#8221;- A composição de Dorival Caymmi, no disco Realce, cantada na voz de Gil é sem dúvida uma das melhores versões de Marina, a música com ele leva uma personalidade totalmente nova da versão original.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Marina" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/6rj71NhynREklDQArZZO3k?si=j9RVso7eRdiiTHIJwcDmNw"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Não Chores Mais (No Woman, No Cry)&#8221; &#8211; A versão brasileira para a música de Bob Marley, também do disco Realce, como o próprio autor já contou uma vez, fala sobre todo o momento de repressão enfrentado pelo Brasil no período de ditadura militar e como sua vontade era que fosse possível deixar aquele sofrimento para trás. Uma daquelas canções que relata uma época tão difícil de modo a ter um pouco de otimismo para o futuro.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Não Chore Mais (No Woman, no Cry) - Ao Vivo" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/track/7nJgal3h4IDIJLkGj6amq4?si=XjD_7zkWTeCfvnJnzzp2Hg"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">Gilberto Gil realizará uma live “Fé na Festa do Gil”, às 20h, transmitido em seu canal no Youtube. A transmissão trará seus maiores sucessos de carreira, além de outras canções de forró para festejar em ritmo de festa junina, já que o cantor baiano faz aniversário entre os dois santos católicos São João (24) e São Pedro (29).</p>
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