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	<title>Mallu Correa, Autor em Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Mallu Correa, Autor em Rota Cult</title>
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		<title>A mulher na janela traz Amy Adams em ótima atuação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mallu Correa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 May 2021 15:24:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#DicaNetFlix]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Netflix mais uma vez apostando em adaptações de grandes destaques da literatura, lançou o tão aguardado A mulher na janela, dirigido por Joe Wright e roteirizado por Tracy Letts, uma adaptação do livro de mesmo nome de A. J. Finn, que se tornou um sucesso no suspense literário. O filme conta a história de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">A Netflix mais uma vez apostando em adaptações de grandes destaques da literatura, lançou o tão aguardado <em>A mulher na janela</em>, dirigido por Joe Wright e roteirizado por Tracy Letts, uma adaptação do livro de mesmo nome de A. J. Finn, que se tornou um sucesso no suspense literário.</p>
<p style="text-align: center;">O filme conta a história de Anna Fox, que mora sozinha depois de uma separação e que sofre de agorafobia, o que a impede por completo de sair de casa, nem mesmo no terraço ela é capaz de ir. Apesar disso, Anna recebe visitas frequentes de seu psiquiatra e de seu inquilino, que a ajudam nas situações diárias. Seu maior hobbie dentro de casa é observar a vida dos vizinhos pela janela, tudo vai bem até que uma nova família se muda pra casa da frente e ela presencia coisas das quais não devia.</p>
<p style="text-align: center;">O filme funciona mais como um suspense água com açúcar. Aliás, a atuação de Amy Adams, como sempre, é incrível de se assistir e ela carrega todo o peso da trama nas costas. Além disso, o elenco todo é um completo show de se assistir junto: Gary Oldman e Julianne Moore são alguns dos nomes que completam o filme.</p>
<p style="text-align: center;">Infelizmente, o que se constrói muito bem na escrita, pode não ter o mesmo efeito nas telas quando não bem adaptado. A tensão que se constrói no livro e o plot twist que cerca a narrativa (que a gente sabe que tem), dão toda a carga pra você não conseguir largar a história em momento algum. Aqui, no filme, não temos o mesmo drama e a mesma surpresa, apenas de, inegavelmente, nos surpreendermos.</p>
<p style="text-align: center;"><em>A mulher na janela</em> pode não ser o suspense que a maioria dos fãs esperavam, mas definitivamente é um filme que vale a pena. Com grande curiosidade e uma vontade de uma boa história, o filme pode ser um ótimo entretenimento.</p>
<p><iframe title="A Mulher na Janela | Trailer oficial | Netflix" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/NO78X9Eyvz0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>O Homem nas Trevas: Filme evita estereótipos de gênero terror</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mallu Correa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Apr 2021 14:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#DicaNetFlix]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Protagonizado por Dylan Minnette, Jane Levy, Stephen Lang e Daniel Zovatto, O Homem nas Trevas, lançado em 2016, conta a história de três jovens que “ganham a vida” fazendo pequenos roubos. Eles acham a oportunidade perfeita quando encontram a casa de um militar aposentado, que perdeu a visão na guerra e a única filha num [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Protagonizado por Dylan Minnette, Jane Levy, Stephen Lang e Daniel Zovatto, <em>O Homem nas Trevas</em>, lançado em 2016, conta a história de três jovens que “ganham a vida” fazendo pequenos roubos. Eles acham a oportunidade perfeita quando encontram a casa de um militar aposentado, que perdeu a visão na guerra e a única filha num acidente de carro, o que o acabou lhe dando um bom dinheiro de indenização. Obviamente, o assalto acaba sendo bem mais difícil do que eles esperavam e os três se descobrem diante da morte dentro da velha casa.</p>
<p style="text-align: center;">Existe uma grande dificuldade de fãs do gênero do horror de encontrarem filmes de boa qualidade, porque apesar da quantidade de filmes que Hollywood exporta, a maioria acaba caindo em clichês muito batidos, os quais o público já está acostumado e visivelmente cansado. Felizmente, esse não é o caso de <em>O homem nas trevas</em>. O filme utiliza sim de muitas regras do gênero do horror para criar ambientação, que até parece um pouco exagerado no começo, como a música tensa em momentos de aparente descontração. Porém, isso acaba, no fim, se revelando como uma grande construção de tensão, que só vai aumentando conforme os personagens entram em perigo.</p>
<p style="text-align: center;">Além disso, é evidente que o filme evita estereótipos de gênero que são comuns em filmes de horror e, principalmente, comuns em filmes slashers. Aliás, a maioria desses filmes trata as mulheres como monstruosas, as que merecem morrer no começo do filme, ou totalmente santificadas, as “certinhas” que sobrevivem no final. Aqui, temos uma mulher só, que não é santa, nem monstro, viveu (e vive) uma vida difícil e acaba dependendo desses roubos para sobreviver. O filme humaniza a personagem, a concede um motivo real para buscar a sobrevivência, e não apenas entrega morte ou vida a personagens estereotipados e óbvios.</p>
<p style="text-align: center;">Além da tensão e da construção de personagens, o filme também entrega plot twists e uns jumpscares bem feitos ao longo de sua narrativa. Pra quem procura um bom filme de terror, <em>O homem nas trevas</em> com certeza é uma ótima escolha. O filme já está disponível no catálogo da Netflix.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="uKY0dYfOibI"><iframe title="O Homem Nas Trevas | Trailer legendado | Hoje nos cinemas" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/uKY0dYfOibI?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Rosamund Pike brilha em Eu me Importo, original Netflix</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mallu Correa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 14:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#DicaNetFlix]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que Rosamund Pike tem um talento especial para interpretar mulheres de caráter um tanto quanto duvidoso a gente já sabe, mas nesse novo original Netflix ela conseguiu ir além (e ainda ser premiada por isso). Eu me importo conta a história de Marla Greyson, uma mulher que tem como emprego dar golpe em idosos, os colocando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Que Rosamund Pike tem um talento especial para interpretar mulheres de caráter um tanto quanto duvidoso a gente já sabe, mas nesse novo original Netflix ela conseguiu ir além (e ainda ser premiada por isso). <em>Eu me importo</em> conta a história de Marla Greyson, uma mulher que tem como emprego dar golpe em idosos, os colocando em asilos e se apropriando de todos os seus bens, mas tudo começa a desmoronar quando ela acaba mexendo com a senhora errada.</p>
<p style="text-align: center;">É difícil ter carisma por alguém que faz mal a idosos, mas o roteiro aqui se esforça bastante em tentar transformar a protagonista em alguém digna de afeto e até uma simpatia do público. Com uma história bem fechada, a gente entende por que Marla faz o que faz, mas o filme deixa a nossa moral e os nossos princípios decidirem se a protagonista merece mais raiva ou dó.</p>
<p style="text-align: center;">Lá em <em>Garota Exemplar</em> era fácil demais gostar da Amy, uma mulher traída que resolve se vingar de um jeito inusitado. Aqui Rosamund tem um desafio muito maior, mas não deixa a desejar, tanto que ganhou seu primeiro Globo de Ouro pelo trabalho. O resto do elenco também consegue ficar a altura, Peter Dinklage da um show em cada cena que aparece e a química de Rosamund com Eiza González é de deixar qualquer um de boca aberta.</p>
<p style="text-align: center;">O filme tem coragem de explorar uma área sensível para a maioria dos espectadores, mas consegue sair ileso e se mostrar grandioso na forma em que se desenrola. Assista sabendo que vai passar muita raiva, mas aproveite cada segundo.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="DjovwjAVD_o"><iframe title="Eu Me Importo | Trailer oficial | Netflix" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/DjovwjAVD_o?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>&#8220;The Wilds&#8221; mostra diferentes mulheres e o impacto da sociedade em cima delas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mallu Correa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2021 20:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E se você tivesse uma oportunidade de dar um tempo da sociedade? Ir pra uma ilha isolada, relaxando, apenas com mulheres, aprender mais sobre sororidade e empatia para com as outras mulheres ao seu redor? Parece uma oportunidade única e incrível, difícil de ser recusada. E foi aí que começou a grande aventura de Leah, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">E se você tivesse uma oportunidade de dar um tempo da sociedade? Ir pra uma ilha isolada, relaxando, apenas com mulheres, aprender mais sobre sororidade e empatia para com as outras mulheres ao seu redor? Parece uma oportunidade única e incrível, difícil de ser recusada. E foi aí que começou a grande aventura de Leah, Toni, Shelby, Dot, Rachel, Martha, Fatin e Nora.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-129584 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/02/the-wilds.jpg" alt="The Wilds" width="438" height="297" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/02/the-wilds.jpg 620w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/02/the-wilds-300x203.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 438px) 100vw, 438px" />Após se inscreverem pra um programa chamado “O amanhecer de Eva”, o qual era vendido como um programa de relaxamento para jovens garotas, o avião em que um pequeno grupo de meninas estava cai no oceano. Leah, que começa a série contando seu ponto de vista da história, acorda no meio do oceano e consegue se refugiar numa ilha, onde descobre que estão todas as outras meninas do avião. Ali, elas têm que deixar pra trás tudo que conhecem, família, amigos, amores, status, dinheiro, e aprender a conviver para conseguirem sobreviver.</p>
<p style="text-align: center;">Quando você lê a sinopse de “the Wilds”, o que parece é ser mais uma série sobre sobrevivência numa selva, ao estilo náufrago, que ao longo dos anos perdeu um pouco da graça para o grande público, porém, ao longo dos episódios, o telespectador percebe que a intenção da série não é falar sobre como a gente sobrevive sozinho, mas sim, sobre como a gente sobrevive aqui, na nossa sociedade.</p>
<p style="text-align: center;">Cada episódio conta a história de uma das meninas na ilha, nos quais a gente vai descobrindo que a vida depois do acidente do avião não foi destruída, mas sim, que elas acabaram sendo forçadas a refletir sobre o estilo de vida que as levaram para aquele “acampamento” e como cada uma conseguia sobreviver psicologicamente ao mundo fora da ilha.</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;The Wilds&#8221; faz uma crítica ao padrão de beleza, a busca pela perfeição, a necessidade imposta de um “amor ideal”, fala sobre sexualidade, hipocrisia, e várias outras agressões que perpetuam a vida da mulher na nossa sociedade e como isso mina e destrói a autoestima de milhares de meninas ao longo dos anos.</p>
<p style="text-align: center;">A série tem duas histórias ocorrendo ao mesmo tempo, uma das meninas na ilha e a outra das pessoas que ficaram fora, além de também contar em flashbacks o passado de cada uma das garotas, o roteiro faz um ótimo trabalho em encaixar a vivência das meninas na ilha com um aprendizado que elas fazem sobre algo do passado, mas não de uma forma escancarada e óbvia como Lúcifer, por exemplo, mas mais amena e emotiva, na qual vai fazendo também quem está assistindo pensar sobre suas próprias alternativas e decisões.</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;The Wilds&#8221; é uma incrível produção original da Amazon Prime Video, que tem o feminismo como ponto de partida, mas que ousa, além de mostrar diferentes mulheres e o impacto da sociedade em cima delas, fazer também uma crítica á utilização do feminismo por algumas mulheres como ferramenta capitalista, na qual só existe uma verdade e um tipo de libertação feminina que todas nós deveríamos seguir. A série já está disponível na Amazon Prime.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="tUQ2vMSQf4M"><iframe loading="lazy" title="The Wilds - Official Trailer | Prime Video" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/tUQ2vMSQf4M?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>&#8220;Bridgerton&#8221;, finalmente, ganha sua adaptação pela Netflix</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mallu Correa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 20:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#DicaNetFlix]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oito irmãos inseparáveis buscam amor e felicidade na alta sociedade de Londres. Depois de muita espera da comunidade literária da internet, a aclamada série de livros denominada &#8220;Bridgerton&#8221;, finalmente, ganha sua adaptação pela Netflix. Os livros foram escritos por Julia Quinn e, ao todo, são 9 edições, nos quais cada um conta uma história diferente. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Oito irmãos inseparáveis buscam amor e felicidade na alta sociedade de Londres.</h1>
<p style="text-align: center;">Depois de muita espera da comunidade literária da internet, a aclamada série de livros denominada &#8220;Bridgerton&#8221;, finalmente, ganha sua adaptação pela <a href="https://www.netflix.com/br/title/80232398">Netflix</a>. Os livros foram escritos por Julia Quinn e, ao todo, são 9 edições, nos quais cada um conta uma história diferente. Os oito primeiros volumes dão o protagonismo pra cada irmão da família Bridgerton, enquanto o nono conta com epílogos das histórias anteriores e ainda uma história sobre a matriarca da família.</p>
<p style="text-align: center;">Os Bridgertons são uma família vivendo na alta sociedade na Regência Britânica, em um momento que uma jornalista anônima resolve escrever, todos os dias, sobre as fofocas que acontecem na época em que mulheres e homens se preparam para cortejar uns aos outros e, se tudo der certo, arranjar um casamento. Nesse contexto, Daphne Bridgerton, a filha mais velha, entra pra sua primeira temporada em busca de um marido e acaba chamando a atenção da jornalista e de todos os pretendentes. Entretanto, apenas um acaba realmente chamando a atenção de Daphne: um duque que está em Londres a trabalho e não tem a mínima intenção de se casar.</p>
<p style="text-align: center;">A série é um romance de época que tenta trabalhar uma história de amor no século XIX, ao mesmo tempo que também precisa entender as necessidades dos conteúdos do século XXI e apresentar protagonistas femininas que sejam fortes, decididas e interessantes. Por sorte, &#8220;Bridgerton&#8221; consegue entender essa dualidade no roteiro, colocando Daphne como uma princesa em busca de um príncipe, mas que não abaixa a cabeça ou se coloca numa posição submissa, pelo contrário, aqui, nossa princesa sabe o que quer e luta até o fim pelo seu desejo, mesmo que isso vá contra algumas regras de seu irmão mais velho, que “cuida” da família e até mesmo da sociedade. Mesmo que suas escolhas ainda sejam vistas como conservadoras, pois o sonho de Daphne é casar e ter filhos, a série faz questão de não parar por aí e mostrar outras mulheres da família e seus diferentes desejos, com um destaque para Eloise, uma das irmãs de Daphne, que desde o começo se atém ao seu desejo de querer mais para si do que só um casamento, mostrando profundo interesse na jornalista anônima da cidade que, segundo ela, é um exemplo de independência para as mulheres da sociedade.</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Bridgerton&#8221; tem um desafio e consegue superá-lo. A série não só tem uma ótima estratégia feminista, como também se garante em representar a sociedade como ela é: hipócrita, cheia de falhas, patriarcal e faz isso muito bem atrelado ao sarcasmo, a comédia e, é óbvio, ao romance.</p>
<p style="text-align: center;">É claro que a série tem alguns pontos fracos que, por mais que sua mensagem seja importante e bem trabalhada, também devem ser expostos. Muitas pessoas podem ver como “rasa”, visto que é uma série sobre uma garota que escolhe seguir o que a sociedade espera que ela siga, mesmo que com algumas pedras no caminho que mostrem a força da protagonista, o seu desejo pode acabar não sendo muito convincente em alguns momentos, mas o que, é claro, não tira o mérito e a grandeza da série. Também é muito importante destacar os principais pontos fortes, que são, em primeiro lugar, a direção de arte impecável, principalmente em uma narrativa de época com tantas festas e bailes, toda a decoração, cenário e figurino impressionam o espectador. Além disso, os diálogo emocionam, instigam e conseguem parecer naturais, mesmo com uma outra frase de efeito. E, é claro, a diversidade do elenco, que é um dos melhores pontos da série, que demonstrou um enorme cuidado com a representatividade.</p>
<p style="text-align: center;">Infelizmente, os bookstans do twitter ainda pretendem dar muito trabalho pra Netflix em busca de adaptações de séries, afinal, ainda falta a seleção, percy jackson, a maldição do tigre e por aí vai. Mas o streaming já entregou um dos mais esperados pelos fãs e deu tudo que a gente queria. Bridgerton já está disponível na Netflix.</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2021/01/bridgerton-finalmente-ganha-sua-adaptacao-pela-netflix/">&#8220;Bridgerton&#8221;, finalmente, ganha sua adaptação pela Netflix</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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		<title>Canvas utiliza amplia seu poder artístico com o uso do 3D e 2D</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mallu Correa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2020 14:00:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Investindo pesado na produção e compra de curtas-metragens, a Netflix lançou mais um curta com enorme potencial, tanto nas premiações, quanto de emocionar o público. Depois do sucesso de Se algo acontecer&#8230; Te Amo, agora o streaming lançou o maravilhoso Canvas. O filme conta a história de uma criança que tenta se conectar com seu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Investindo pesado na produção e compra de curtas-metragens, a <a href="https://www.netflix.com/br/title/81332733">Netflix</a> lançou mais um curta com enorme potencial, tanto nas premiações, quanto de emocionar o público. Depois do sucesso de S<em>e algo acontecer&#8230; Te Amo</em>, agora o streaming lançou o maravilhoso <em>Canvas</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-128079 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Canvas.png" alt="Canvas" width="463" height="207" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Canvas.png 600w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Canvas-300x134.png 300w" sizes="auto, (max-width: 463px) 100vw, 463px" />O filme conta a história de uma criança que tenta se conectar com seu avô por meio de uma paixão em comum: a pintura. O filme fala sobre perdas, luto, depressão, família e união em incríveis nove minutos, é de se espantar, rir e chorar.</p>
<p style="text-align: center;">Além disso, o filme troca seu estilo de animação algumas vezes, sempre com eficiência, ampliando seu poder artístico. É interessante perceber as técnicas de animação usadas em <em>Canvas</em>, que utiliza o 3D como animação principal, mas em momentos de lembranças ou pensamentos, muda para o 2D, o que acaba criando um efeito extremamente bonito e delicado.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Canvas, </em>certamente, é um dos grandes concorrentes a corrida de curtas do Oscar de 2021 e uma ótima dica pra quem quer sair do tradicional de filmes e séries.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="RCmNCkIUot8"><iframe loading="lazy" title="Canvas | Official Trailer | Netflix" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/RCmNCkIUot8?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Se Algo Acontecer&#8230; Te Amo é obra-prima que converte dor em esperança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mallu Correa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2020 14:00:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Curta-metragem lançado no dia 20 de novembro pela Netflix, Se algo acontecer&#8230; te amo tem apenas doze minutos, mas que são suficientes para fazer o espectador refletir por muito tempo. O filme é uma animação 2D, roteirizada e dirigida por Michael Govier e Will McCormack, e fala, principalmente, sobre o luto. A escolha estética da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-126648 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/11/se-algo-acontecer-te-amo_reproducao_youtube_widelg.jpg" alt="" width="431" height="242" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/11/se-algo-acontecer-te-amo_reproducao_youtube_widelg.jpg 800w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/11/se-algo-acontecer-te-amo_reproducao_youtube_widelg-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/11/se-algo-acontecer-te-amo_reproducao_youtube_widelg-768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/11/se-algo-acontecer-te-amo_reproducao_youtube_widelg-696x392.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/11/se-algo-acontecer-te-amo_reproducao_youtube_widelg-747x420.jpg 747w" sizes="auto, (max-width: 431px) 100vw, 431px" />Curta-metragem lançado no dia 20 de novembro pela Netflix, <em>Se algo acontecer&#8230; te amo</em> tem apenas doze minutos, mas que são suficientes para fazer o espectador refletir por muito tempo. O filme é uma animação 2D, roteirizada e dirigida por Michael Govier e Will McCormack, e fala, principalmente, sobre o luto.</p>
<p style="text-align: center;">A escolha estética da animação é completamente pensada para transmitir uma melancolia, um sentimento de solidão e, ao mesmo tempo, nos fazer entrar completamente naquela narrativa, quase como se estivéssemos sendo puxados para ela. O filme não tem interesse em desenvolver um cenário cheio de detalhes como em animações da Disney, ele mais trabalha com os sentimentos envolvidos nos personagens com um estilo simples, minimalista e rabiscado.</p>
<p style="text-align: center;">O filme fala sobre um casal em crise após a morte da filha, que faleceu em um tiroteio na escola. Além de tudo, ele não só aborda uma tragédia, mas como as pessoas lidam com elas e em como se agarram a pequenas coisas para não se afundar na tristeza. <em>Se algo acontecer&#8230; te amo</em>, é um curta que entende os horrores da vida, mas que também coloca em pauta como o ser humano lida com eles.</p>
<p style="text-align: center;">O filme está na corrida como um forte indicado a melhor curta-metragem no Oscar 2021 e, devido ao seu grande valor narrativo e técnico, podemos estar diante do futuro vencedor da categoria. Tire doze minutos do seu dia para assistir esse filme que, com certeza, você vai sair tocado de alguma forma por ele.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="I2e1fZnqgjE"><iframe loading="lazy" title="Se Algo Acontecer... Te Amo | Trailer | Legendado (Brasil) [HD]" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/I2e1fZnqgjE?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>O que ficou pra trás mistura sobrenatural com o horror de uma guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mallu Correa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2020 14:30:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Filme se baseia na “síndrome do sobrevivente” para construir sua narrativa. Apostando bastante no terror no último mês, a Netflix comprou pra plataforma um filme muito bem avaliado no Festival de Sundance, His House, ou, como ficou em português, O que ficou pra trás. Do diretor estreante Remi Weekes e com nomes de peso como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Filme se baseia na “síndrome do sobrevivente” para construir sua narrativa.</h1>
<p style="text-align: center;">Apostando bastante no terror no último mês, a Netflix comprou pra plataforma um filme muito bem avaliado no Festival de Sundance, <em>His House</em>, ou, como ficou em português, <em>O que ficou pra trás</em>. Do diretor estreante Remi Weekes e com nomes de peso como Wunmi Mosaku, que recém fez o incrível &#8220;Lovecraft Country&#8221; da HBO, e Sope Dirisu, que participou de séries como &#8220;Black Mirror&#8221; e &#8220;His Dark Materials&#8221;, no elenco, o filme chega na <a href="https://www.netflix.com/br/title/81231197">plataforma</a> como mais um filme do gênero bem sucedido.</p>
<p style="text-align: center;"><em>O que ficou pra trás</em> aborda a história de um casal refugiado da guerra que, depois de um longo período, acaba conseguindo direito a uma moradia na Inglaterra. Ao passar do tempo, o casal começa a perceber que não estão sozinhos dentro da casa. Sendo essa uma sinopse bem sucinta para evitar spoilers, a questão principal no filme, apesar de parecer mais um longa de terror sobre casas mal-assombradas, é muito maior que isso. O horror do filme é caracterizado por misturar o sobrenatural com o horror de uma guerra e por conseguir materializar um sentimento ruim como um monstro que persegue os protagonistas.</p>
<p style="text-align: center;">O filme tem uma narrativa bem acelerada, logo no início já somos rapidamente apresentados aos protagonistas e suas vivencias terríveis, principalmente, os monstros que estão lhes rondando. Mas a partir de um certo momento, a história deixa de focar no horror com jumpscares e maquiagens, e começa a demonstrar o medo dos protagonistas psicologicamente, dando várias camadas de profundidade sobre o que os personagens estão vivendo.</p>
<p style="text-align: center;">Além disso, uma dessas camadas importante de serem analisadas, é que o filme é construído como um terror que tem como principal definição o “survivor’s guilt”, ou em português, “síndrome do sobrevivente”. Essa síndrome é vista em pessoas que sobreviveram a grandes tragédias e que, por alguns motivos, passam a sentir culpa por aqueles que não conseguiram sobreviver. O filme analisa essa perspectiva de uma forma que possa introduzir elementos sobrenaturais na trama, sem deixar de lado a sensibilidade exigida ao retratar essas histórias e esses sentimentos reais.</p>
<p style="text-align: center;"><em>O que ficou pra trás</em> é, surpreendentemente, assustador, instigante e comovente. Certamente, um retrato da nova Era de filmes de horror que buscam inovar em suas narrativas, quebrando com as sequências e remakes de filmes antigos e com grande potencial para conquistar, além da crítica, o público também.</p>
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		<title>&#8220;Residência Hill&#8221; e &#8220;Mansão Bly&#8221; se conectam?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mallu Correa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2020 14:00:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O terror de Mike Flanagan assola as mentes do fãs do gênero. Em 2018, a Netflix lançou uma temporada de uma adaptação de um livro sobre uma casa mal assombrada intitulada &#8220;A assombração da casa da colina”, de Shirley Jackson. A série, que levou o nome “A maldição da Residência Hill” em poucos dias conquistou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">O terror de Mike Flanagan assola as mentes do fãs do gênero.</h1>
<p style="text-align: center;">Em 2018, a Netflix lançou uma temporada de uma adaptação de um livro sobre uma casa mal assombrada intitulada &#8220;A assombração da casa da colina”, de Shirley Jackson. A série, que levou o nome <a href="https://www.netflix.com/br/title/80189221">“A maldição da Residência Hill”</a> em poucos dias conquistou a crítica e o público.</p>
<p style="text-align: center;">Aliás, a série foi considerada uma das melhores séries de horror da história, assim &#8220;Residência Hill&#8221; se consagrou também como uma das melhores produções do streaming e, logo após, surgiram as perguntas como “vai existir outra temporada?” e “como vai ser?”, visto que &#8220;Residência Hill&#8221; tem começo, meio e fim bem fechados ao longo de seus 10 episódios.</p>
<p style="text-align: center;">A Netflix respondeu e acalmou os ânimos! Uma outra temporada foi lançada, com os mesmos atores, o mesmo criador, porém uma outra história, uma outra mansão, outras novas assombrações. Além disso, foi anunciado que a adaptação da segunda temporada seria nada mais nada menos que “A outra volta do parafuso”, uma história de horror de Henry James que ficou famosa pelo seu valor ambíguo, e que também tinha tudo pra ser um sucesso. Mas a pergunta que não calava era: será que vai conseguir ser tão boa quanto Hill?</p>
<p style="text-align: center;">Após dois anos de uma longa espera, &#8220;A Maldição da Mansão Bly&#8221; chegou ao <a href="https://www.netflix.com/br/title/81237854">streaming</a> em outubro, não como uma segunda temporada, mas como uma série independente na plataforma, visto que se trata de outra história sem ligação (aparente) com a primeira, a Netflix optou por separá-las na busca.</p>
<p style="text-align: center;">Em &#8220;Residência Hill&#8221;, o terror dominava a maioria dos episódios. Enxergar o trauma lidado pela família Crain nos personagens adultos, lidar com os fantasmas da infância, encarar a morte, a solidão, a família, tudo isso era pauta na aclamadíssima série, que soube lidar com todas as questões com sete personagens diferentes, ainda assim, a série não deixou de entregar terror, medo, angústia, além de um final de fazer qualquer um chorar.</p>
<p style="text-align: center;">Agora em &#8220;Mansão Bly&#8221;, a fórmula é a praticamente a mesma. Mike Flanagan, criador da série, busca nos fantasmas e assombrações mostrar pessoas lidando com a vida e com seus próprios traumas, mas com algumas diferenças fundamentais. Aliás, alguns fãs mais fervorosos do horror da &#8220;Residência Hill&#8221; podem ficar um pouco decepcionados, surpreendentemente, &#8220;Mansão Bly&#8221; não procura aterrorizar com jumpscares a todo momento, nem mostrar moças-do-pescoço-torto que podem te fazer perder a noite de sono, aqui Flanagan busca trabalhar os fantasmas de forma humanizada.</p>
<p style="text-align: center;">Não se engane, &#8220;Mansão Bly&#8221; é sim uma história de terror, a qual não se fazem apenas com sustos, maquiagem e efeito especial, mas sim com um roteiro em que as piores condições humanas apareçam, em que o medo é personagem, no qual o mal caminha o tempo todo, fazendo a história girar. E não necessariamente uma pessoa má, mas um sentimento mal, uma má ação, tudo isso são motores para uma boa história de horror.</p>
<p style="text-align: center;">Em &#8220;Maldição da Mansão Bly&#8221;, vemos Dani Clayton, uma professora americana que quis mudar de vida, conhecendo Flora e Miles, dois garotos que foram assolados por tragédia &#8211; os pais morreram num acidente e antiga babá se matou no lago da casa &#8211; . Dani aceita o emprego como <em>au pair</em> na mansão onde as crianças vivem e logo começa a descobrir os segredos que assolam a propriedade, ao mesmo tempo que vê o que realmente a assombra.</p>
<p style="text-align: center;">Como diz a própria série: Não é uma história de fantasmas, é uma história de amor. É sobre descobrir como vencer o mal, não com um pedaço de alho, uma espada envenenada ou um crucifixo, mas com um bom coração.</p>
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		<title>Enola Holmes brinca com a quebra da quarta parede, além de trazer humor ao enredo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mallu Correa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 14:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#DicaNetFlix]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova aposta original da Netflix, Enola Holmes chegou no catálogo causando um enorme alvoroço na internet. Com a protagonista sendo ninguém mais ninguém menos que Millie Bobby Brown, a Eleven, de &#8220;Stranger Things&#8221;, e ainda contando com nomes como Helena Bonham Carter, Henry Cavill e Sam Clafin, no elenco. Em Enola Holmes, os personagens que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-119507 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Enola-Holmes-producao-original-Netflix-ganha-trailer-oficial.jpg" alt="Enola Holmes" width="389" height="219" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Enola-Holmes-producao-original-Netflix-ganha-trailer-oficial.jpg 640w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Enola-Holmes-producao-original-Netflix-ganha-trailer-oficial-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 389px) 100vw, 389px" />Nova aposta original da Netflix, <em>Enola Holmes</em> chegou no <a href="https://www.netflix.com/br/title/81277950">catálogo</a> causando um enorme alvoroço na internet. Com a protagonista sendo ninguém mais ninguém menos que Millie Bobby Brown, a Eleven, de &#8220;Stranger Things&#8221;, e ainda contando com nomes como Helena Bonham Carter, Henry Cavill e Sam Clafin, no elenco.</p>
<p style="text-align: center;">Em <em>Enola Holmes,</em> os personagens que a gente já conhece bem são apresentados pela perspectiva da irmã mais nova de Sherlock Holmes.</p>
<p style="text-align: center;">Depois de crescer com a mãe afastada da civilização, Enola acorda numa manhã e percebe que sua mãe sumiu. Com um de seus irmãos mais velhos, Mycroft, querendo que ela vá para um internato, Enola resolve fugir para encontrar a mãe. O que a garota não esperava era encontrar um jovem marquês na sua jornada, que também está fugindo da família, assim ela acaba diretamente envolvida nos problemas do menino.</p>
<p style="text-align: center;">Apresentando uma versão totalmente bem humorada da família Holmes, o filme é uma boa jogada do streaming. Enola em vários momentos brinca com a quebra da quarta parede, de uma forma tão leve e cômica que suas primeiras críticas a colocavam na posição de uma nova &#8220;Fleabag&#8221;. Além disso, a direção de arte e o figurino nos leva pra um verdadeiro final dos anos XIX, enquanto o figurino de Enola, que muda drasticamente durante o filme, sabe brincar com toda as regras de vestimentas que existiam na época. Já a construção do roteiro mostra pra que veio Enola Holmes, reivindicar seus direitos como mulher na sociedade.</p>
<p style="text-align: center;">Apesar de engraçado, leve e bonito, a mensagem do filme vai muito além disso. Mostra como era &#8211; e ainda é difícil &#8211; a ascensão da mulher em uma sociedade totalmente controlada por homens. Enola veio como um bom entretenimento, mas também com uma boa lição.</p>
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