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	<title>Especiais - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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		<title>Filmes que celebram a Páscoa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 17:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Páscoa em família com filmes infantis e religiosos. A Páscoa chegou! Além dos chocolates e a refeição com a família em volta da mesa, o domingo de Páscoa pede um bom filme para melhorar esse encontro. Para a data mais doce do ano, nada mais justo do que um bom filme, não acham!  Para tornar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Páscoa em família com filmes infantis e religiosos.</h1>
<p style="text-align: center;">A Páscoa chegou! Além dos chocolates e a refeição com a família em volta da mesa, o domingo de Páscoa pede um bom filme para melhorar esse encontro. Para a data mais doce do ano, nada mais justo do que um bom filme, não acham!  Para tornar a maratona mais divertida, selecionamos 10 filmes que transmitem o espírito do feriado com títulos que vão desde histórias bíblicas até animações para a criançada.  Abaixo você encontra filmes para entrar no clima da Páscoa.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright wp-image-160005 size-full" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/hop.jpg" alt="Páscoa" width="341" height="148" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/hop.jpg 341w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/hop-300x130.jpg 300w" sizes="(max-width: 341px) 100vw, 341px" /> Hop: rebelde da Páscoa</em> na Globoplay – Na Ilha da Páscoa, um jovem coelho chamado Júnior (E.B. no original) não quer ser o sucessor de seu pai, o Coelho da Páscoa, e sim um baterista de sucesso. Ele acaba fugindo para Hollywood e, em Van Nuys, é atropelado por Fred, um preguiçoso desempregado que foi expulso de casa pelos pais e estava indo tomar conta da mansão do chefe de sua irmã Sam. Enquanto isso, o pintinho francês Carlos, segundo comandante do Coelho da Páscoa, planeja um golpe de Estado contra ele para assumir o comando.</p>
<p style="text-align: center;">Fingindo que está com a pata machucada, Júnior consegue abrigo com Fred, que deseja se livrar dele após vários estragos causados. Ao revelar que é um autêntico coelho da Páscoa, Júnior ganha a amizade de Fred, que promete ajudá-lo a realizar seu sonho. No entanto, como Júnior não quer seguir os passos de seu pai, Fred tem a inusitada ideia de se tornar o primeiro coelho da páscoa humano, pedindo que ele o treine para o cargo.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-160006 size-full" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/O-cachorro-que-salvou-a-Pascoa.jpg" alt="Páscoa" width="415" height="121" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/O-cachorro-que-salvou-a-Pascoa.jpg 415w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/O-cachorro-que-salvou-a-Pascoa-300x87.jpg 300w" sizes="(max-width: 415px) 100vw, 415px" />O cachorro que salvou a Páscoa</em> no Looke e no<em> Amazon Prime Video</em> – Três criminosos querem sabotar uma clínica de pets e o cachorro Zeus entra em ação para salvá-la. É o quinto filme da franquia de sucesso &#8220;The Dog Who Saved &#8230; &#8216;. Na Páscoa a família Bannister embarca em um cruzeiro, e seu cachorro, Zeus, acaba por ficar em uma hospedagem canina cuidado pela adorável Alice. Quando o seu negócio começa a atrair mais clientes, o seu concorrente Cressida contrata criminosos para arruinar o negócio de Alice. Mais uma vez, depende de Zeus e seus amigos para salvar suas vidas!</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="qPIL9FOXpvM"><iframe title="O Cachorro que Salvou a Páscoa | Trailer" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/qPIL9FOXpvM?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-142432" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Pedro-Coelho-2.jpg" alt="Pedro Coelho - Páscoa" width="439" height="277" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Pedro-Coelho-2.jpg 1240w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Pedro-Coelho-2-300x189.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Pedro-Coelho-2-1024x646.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Pedro-Coelho-2-768x484.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Pedro-Coelho-2-696x439.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Pedro-Coelho-2-1068x674.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Pedro-Coelho-2-666x420.jpg 666w" sizes="auto, (max-width: 439px) 100vw, 439px" /> <a href="https://rotacult.com.br/2018/03/inspirado-na-historia-de-beatrix-potter-pedro-coelho-chega-aos-cinemas/"> Pedro Coelho 1 </a></em>na Netflix, <em> <a href="https://rotacult.com.br/2021/10/pedro-coelho-2-o-fugitivo-retorna-com-personagens-carismaticos/">Pedro Coelho 2 </a></em>na Prime Video  &#8211; No Lake District, na Inglaterra, Peter Rabbit, seu primo Benjamin Bunny e as irmãs trigêmeas Flopsy, Mopsy e Cottontail, passam a maior parte de seus dias se escondendo do velho Sr. McGregor e roubando legumes de seu jardim. Eles são amigos de Bea (Rose Byrne), que assumiu um papel maternal com os coelhos após a morte de sua mãe.</p>
<p style="text-align: center;">Na sequencia, Bea, Thomas e os coelhos estão felizes em sua nova família improvisada, mas Pedro não consegue se encaixar. Assim, ele decide viver aventuras longe de casa e parte para conhecer o mundo.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="2yidcelgers"><iframe loading="lazy" title="Pedro Coelho | Trailer 2 (Dublado)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/2yidcelgers?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
<div class="youtube-embed" data-video_id="XRAXdOdV7Cw"><iframe loading="lazy" title="Pedro Coelho 2: O Fugitivo | Trailer Final | Em breve nos cinemas" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/XRAXdOdV7Cw?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-160007 size-full" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/O-Principe-do-Egito.jpg" alt="Páscoa" width="275" height="183" /> O Príncipe do Egito</em> na Netflix, GloboPlay e Prime Video – Desenho super produzido baseado no livro do Êxodo, contando a história de Moisés e toda sua trajetória para salvar o povo hebreu da escravidão no Egito. O filme segue a história bíblica de Moisés desde sua vida como príncipe adotado do Egito até sua missão de salvar os hebreus (seus verdadeiros ancestrais) da escravidão do império egípcio.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-27712 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/06/a_origem_dos_guardioes_high.jpg" alt="" width="324" height="178" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/06/a_origem_dos_guardioes_high.jpg 1600w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/06/a_origem_dos_guardioes_high-300x165.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/06/a_origem_dos_guardioes_high-768x421.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/06/a_origem_dos_guardioes_high-1024x562.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/06/a_origem_dos_guardioes_high-696x385.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/06/a_origem_dos_guardioes_high-1068x586.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/06/a_origem_dos_guardioes_high-765x420.jpg 765w" sizes="auto, (max-width: 324px) 100vw, 324px" />A Origem dos Guardiões</em> na Netflix e Prime Video – Um garoto com poderes para controlar o inverno se junta aos guardiões imortais para impedir que o bicho papão, Breu, transforme todos os sonhos das crianças em pesadelos. É um filme de animação norte-americano, produzido pela DreamWorks Animation e distribuído pela Paramount Pictures. Baseado no livro homônimo de William Joyce, é estrelado por famosos personagens lendários como Papai Noel, o Coelhinho da Páscoa, a Fada do Dente, Jack Frost, e Sandman.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-160008" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Fantastica-fabrica-de-chocolate.jpg" alt="" width="259" height="194" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Fantastica-fabrica-de-chocolate.jpg 259w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Fantastica-fabrica-de-chocolate-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 259px) 100vw, 259px" /> A Fantástica fábrica de chocolate</em> no  Prime Video e na Apple TV – Remake do clássico de 1971 leva vencedores de um sorteio para uma visita fantástica a fábrica de chocolates. Entre os sortudos há uma criança pobre, que pode ter seu destino mudado com essa visita. Na Fábrica de Chocolate de Wonka, as crianças conhecem Willy Wonka e seus estranhos empregados, os Oompa-Loompas, de apenas cerca de 30 centímetros de altura. Na Fábrica, cada uma das crianças egoístas recebe um castigo e uma música, composta pelos Oompa Loompas. O jovem garoto ajuda Willy Wonka a resolver os problemas com seu pai, o Dr. Wilbur Wonka, que exageradamente proibia Willy Wonka de comer doces quando ele era criança.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-160009 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/peanuys.jpg" alt="" width="259" height="194" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/peanuys.jpg 259w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/peanuys-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 259px) 100vw, 259px" />É o Beagle da Páscoa, Charlie Brown</em> na Apple TV &#8211; Existe um especial do Peanuts para todos os feriados. A Páscoa não é exceção. No filme de 1974, Charlie Brown e sua turma se preparam para a celebração, mas é claro que as coisas não vão sair conforme o planejado&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-160010" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Miss-Potter.jpg" alt="" width="268" height="150" />Miss Potter</em> no Google Play- Beatrix Potter, a criadora de Pedro Coelho, supera muitos obstáculos em sua busca para se tornar uma escritora, incluindo uma mãe dominadora, com o chauvinismo predominante na Inglaterra vitoriana. Ela se apaixona pelo seu editor, Norman Warne, mas a proposta de casamento e uma tragédia subsequente mudam a sua vida para sempre. O filme de 2006 é estrelado por Renée Zellweger e Ewan McGregor.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="9PWCLZt5Z7I"><iframe loading="lazy" title="Miss Potter (Trailer)" width="696" height="522" src="https://www.youtube.com/embed/9PWCLZt5Z7I?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-160011 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Paixao-de-Cristo.jpg" alt="" width="357" height="201" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Paixao-de-Cristo.jpg 1280w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Paixao-de-Cristo-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Paixao-de-Cristo-1024x576.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Paixao-de-Cristo-768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Paixao-de-Cristo-696x392.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Paixao-de-Cristo-1068x601.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Paixao-de-Cristo-747x420.jpg 747w" sizes="auto, (max-width: 357px) 100vw, 357px" />A Paixão de Cristo</em> no Star Plus &#8211; Dirigido por Mel Gibson, o poderoso drama bíblico retrata as últimas 12 horas de Jesus Cristo antes de sua crucificação. O longa, extremamente gráfico, conta com Jim Caviezel como Jesus, Maia Morgenstern como Maria e Monica Bellucci como Maria Madalena. De acordo com Vox, o filme ganhará uma sequência mais de 15 anos após o seu lançamento.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-160012" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Ben-Hur-1959.jpg" alt="" width="300" height="168" /></em>Por fim, encerramos essa seleção com o clássico<em> Ben-Hur</em> na HBO Max &#8211; Um filme religioso clássico, ganhador de 11 Oscars, Ben-Hur é especialmente relevante na Páscoa. O longa mostra a vida e crucificação de Cristo por meio de suas interações com Judah Ben-Hur, um príncipe judeu que foi equivocadamente aprisionado.</p>
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		<title>Dia dos Pais: Filmes que celebram a relação paterna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 16:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia dos Pais está chegando, e nada mais justo que destacar o impulso protetor e amor incondicional que transcendem reinos, planetas e galáxias no cinema. Para homenageá-los em seu dia, que maneira melhor do que reviver suas emocionantes histórias de paternidade. Alguns atravessam galáxias, outros são grandes governantes de reinos distantes, e outros vivem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">O Dia dos Pais está chegando, e nada mais justo que destacar o impulso protetor e amor incondicional que transcendem reinos, planetas e galáxias no cinema. Para homenageá-los em seu dia, que maneira melhor do que reviver suas emocionantes histórias de paternidade.</p>
<p style="text-align: center;">Alguns atravessam galáxias, outros são grandes governantes de reinos distantes, e outros vivem seu dia a dia na Terra. Ainda assim, apesar de levarem vidas tão diferentes, eles têm uma habilidade especial em comum: são pais extraordinários. Abaixo, você encontra um lista de filmes para ver com aquele cara especial. Tem filme pra rir, pra se emocionar, mas principalmente para lembrar desse amor incondicional de pai para filho.</p>
<p style="text-align: center;">No Disney+ tem <em>RAYA E O ÚLTIMO DRAGÃO. </em>A independente guerreira Raya admira profundamente seu pai, Benja, o lendário guardião da Pedra do Dragão. Ousado e visionário, Benja busca restaurar a paz no reino de Kumandra, onde os humanos e dragões viveram juntos em harmonia, até que uma força maligna ameaçou o mundo, fazendo com que os dragões se sacrificassem para salvar a humanidade. Quinhentos anos depois, essa mesma força retorna e a humanidade depende de Raya para encontrar o último dragão e restaurar sua terra para reunir seu separado povo.</p>
<p style="text-align: center;">Ainda no Disney + tem  Roberto Pêra, conhecido como Sr. Incrível, é um dos pais mais icônicos da Disney e Pixar. Super-herói e superpai ao mesmo tempo, ele sempre tem um momento entre as missões para brincar, compartilhar ensinamentos e segredos do trabalho com seus filhos. Em <em>OS INCRÍVEIS 2</em>, quando sua esposa Helena é recrutada para liderar uma campanha e trazer os super-heróis de volta à ação, Roberto deve enfrentar a rotina diária e heroica de uma vida “normal” em casa com Violeta, Flecha e o bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a ser descobertos. Entretanto, sua missão é afetada quando um novo vilão aparece com um brilhante e perigoso plano que ameaça tudo.</p>
<p style="text-align: center;">Já no Telecine Play tem o paizão mal humorado mais divertido que conhecemos. A franquia<em> Meu Malvado Favorito</em> traz Gru (Steve Carell) é um vilão que planeja roubar a lua para se tornar famoso. Para seu plano dar certo, ele decide adotar três irmãs. Impactado pelo amor das meninas, ele desiste de roubar a lua para cuidar delas. No segundo filme da franquia <em>Meu Malvado Favorito 2</em> , Gru deixa a vida de vilão para trás e passa a se dedicar às filhas. Mas precisa interromper sua rotina para combater um novo vilão e salvar o mundo. Aliás, os dois longas foram indicados ao Globo de Ouro de Melhor Animação. O Telecine também disponibiliza o terceiro filme da franquia.</p>
<p style="text-align: center;">Ainda no Telecine tem o primeiro filme da franquia <em>Big Pai, Big Filho</em> , o adolescente Adam tenta descobrir o paradeiro do seu pai desaparecido. Depois de se surpreender com o fato dele ser o lendário Pé Grande, o jovem passa a se aventurar para protegê-lo de cientistas malucos. Em <em>Big Pai, Big Filho 2</em> , Adam e seus amigos partem em uma jornada para resgatar Pé Grande, após ele retornar à floresta.</p>
<p style="text-align: center;">O drama <em>Um Laço de Amor,</em> com Chris Evans, e a franquia <em>Busca Implacável </em>também são ótimas pedidas.</p>
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		<title>Filmes de Natal com muito amor, esperança e fantasia para relembrar a importância da data</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2020/12/filmes-de-natal-com-muito-amor-esperanca-e-fantasia-para-relembrar-a-importancia-da-data/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=filmes-de-natal-com-muito-amor-esperanca-e-fantasia-para-relembrar-a-importancia-da-data</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2020 14:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#DicaNetFlix]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Filmes de Natal para todos os gostos! Na Netflix o que mais tem são filmes de Natal, desde os mais bobinhos e clichês aos mais emocionantes, Klaus é um deles! Por contar a origem do Papai Noel, Klaus é tão incrível em seus elementos, técnicos e simbólicos. Aliás, o filme conta com Rodrigo Santoro na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Filmes de Natal para todos os gostos!</h1>
<p style="text-align: center;">Na Netflix o que mais tem são filmes de Natal, desde os mais bobinhos e clichês aos mais emocionantes, <em>Klaus </em>é um deles! Por contar a origem do Papai Noel, <a href="https://rotacult.com.br/2019/12/klaus-conto-natalino-se-torna-uma-das-melhores-animacoes-do-catalogo-netflix/"><em>Klaus</em></a> é tão incrível em seus elementos, técnicos e simbólicos. Aliás, o filme conta com Rodrigo Santoro na dublagem.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="ILy2vKcI6fo"><iframe loading="lazy" title="Klaus | Trailer oficial | Netflix" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/ILy2vKcI6fo?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p style="text-align: center;"> A plataforma é rainha em produzir filmes de Natal, <em>Uma invenção de Natal</em> é um deles. O filme é aventura musical e um espetáculo visual para ficar marcado por décadas. Uma Invenção de Natal é uma espirituosa e animada novidade para este Natal.</p>
<p style="text-align: center;">Filmado na gloriosa e vibrante cidade de Cobbleton, o filme acompanha o fabricante de brinquedos Jeronicus Jangle (o vencedor do Academy Awards, Forest Whitaker) cujas invenções fantásticas resultam sempre em peças únicas e grandiosas. Mas quando seu aprendiz de confiança (o vencedor do Emmy, Keegan-Michael Key) rouba sua mais preciosa criação – uma peça velha e esquecida – cabe a sua neta (Madalen Mills), tão brilhante e criativa quanto ele, ajudá-lo a curar velhas feridas e a despertar a magia novamente.</p>
<p style="text-align: center;">Com trilha sonora original criada por John Legend, Philip Lawrence, Davy Nathan, Usher e Kiana Ledé, Uma Invenção de Natal nos lembra da força da família e do poder das possibilidades.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="aYPUYVgwLWY"><iframe loading="lazy" title="Jingle Jangle: A Christmas Journey | Everything is Possible | Official Trailer | Netflix" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/aYPUYVgwLWY?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p style="text-align: center;">As produções originais Netflix, <em>Crônicas de Natal e Crônicas de Natal: parte 2 </em>também são uma boa pedida dos filmes de Natal produzidos pela Netflix! Aventura natalina do produtor Chris Columbus (<em>Esqueceram de Mim, Harry Potter e a Pedra Filosofal</em>) e do diretor Clay Kaytis (<em>Angry Birds – O Filme</em>), conta a história dos irmãos Kate (Darby Camp) e Teddy Pierce (Judah Lewis).</p>
<p style="text-align: center;">Após flagrar o Papai Noel na véspera de Natal, os irmãos Kate e Teddy se escondem em seu trenó e acabam causando um acidente. Agora, eles vão ter que unir forças com o velhinho e seus elfos para salvar o Natal de milhões de crianças.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="bTIXTRl-MAQ"><iframe loading="lazy" title="Crônicas de Natal | Teaser oficial [HD] | Netflix" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/bTIXTRl-MAQ?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><em>A Estrela de Belém</em> é uma livre reconstrução da história bíblica. Do mesmo estúdio de <em>Tá Chovendo Hambúrguer</em> e Os Smurfs, <em>A Estrela de Belém</em> é o um lançamento da Sony Pictures Animation, com produção da Affirm Films, estúdio especializado em filmes baseados na fé.</p>
<p style="text-align: center;">Tecnicamente, animação é muito bem feita, desde o .design a qualidade da imagem à dublagem. A trilha sonora com músicas natalinas repaginadas dá uma nova roupagem a história, além de agradar o espectador.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="gzO89SzUKQk"><iframe loading="lazy" title="A Estrela de Belém | Trailer Oficial Legendado | 30 de novembro nos cinemas" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/gzO89SzUKQk?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p style="text-align: center;">As produções originais Netflix trazem muitas confusões em A<em> Princesa e a Plebeia e A Princesa e a Plebeia: Nova Aventura.</em> Para quem não lembra, uma confeiteira de Chicago e uma futura princesa decidem trocar de papéis no Natal, por serem praticamente idênticas.</p>
<p style="text-align: center;">Já na sequencia, quando a duquesa Margaret herda inesperadamente o trono de Montenaro e passa por uma fase difícil com seu namorado Kevin, cabe a sua dupla, a Princesa Stacy de Belgravia, unir os dois amantes novamente. mas o curso do amor verdadeiro se complica com o aparecimento de um belo rei, que tem a intenção de roubar o coração de Margaret. Além de surpreendentemente, a chegada inesperada da prima festeira e uma terceira sósia que tem ambições próprias.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="OapLzMjkM0g"><iframe loading="lazy" title="A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura | Trailer oficial | Netflix" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/OapLzMjkM0g?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p style="text-align: center;">Por fim, ainda seguindo a linha da realeza e com muito clichê, também tem <em>O Príncipe do Natal </em>em dose dupla<em>.</em> São dois filmes bonitinhos, certamente, muito clichê.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="pE4jNlfM8lc"><iframe loading="lazy" title="O Príncipe do Natal: O Casamento Real | Trailer oficial [HD] | Netflix" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/pE4jNlfM8lc?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>O cinema por Quentin Tarantino</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2020 18:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por João Victor Ferreira 9 filmes que marcaram a carreira do diretor. Quentin Tarantino é hoje, sem sombra de dúvidas, um dos diretores de cinema mais conhecidos pelo grande público. Parte dessa notoriedade vem da admiração, a partir da contemplação estética de suas obras, pelos seus admiradores. Todavia, muito polêmico e com opiniões fortes, seus [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Por João Victor Ferreira</strong></p>
<h1 style="text-align: center;">9 filmes que marcaram a carreira do diretor.</h1>
<p style="text-align: center;">Quentin Tarantino é hoje, sem sombra de dúvidas, um dos diretores de cinema mais conhecidos pelo grande público. Parte dessa notoriedade vem da admiração, a partir da contemplação estética de suas obras, pelos seus admiradores. Todavia, muito polêmico e com opiniões fortes, seus desafiadores criticam a sua estética da violência e suas abordagens desmedidas. Ame ou odeie, não há como se enganar: Tarantino hoje é uma marca e sua assinatura é uma das mais famosas nos filmes americanos contemporâneos.</p>
<p style="text-align: center;">Por mais que tivesse nascido em Knoxville, no Tennessee, Quentin Jerome Tarantino foi cedo para o estado da Califórnia, onde viveu maior parte da sua vida, principalmente ao sul da cidade de Los Angeles. Em meio ao mundo que respirava glamour, nos anos 1960, Tarantino cresce. Quando completa 21 anos se torna balconista de uma locadora de filmes, na região onde morava. Fato este que é importante na carreira do diretor, já que foi a partir disso e, somado com o seu amor por filmes, que ele conseguiu em pouquíssimo tempo reunir um vastíssimo repertório fílmico, auxiliando-o no seu senso estético, quando dirigiu.</p>
<p style="text-align: center;">É válido lembrar que Tarantino é um diretor de referências, de tendências: por conhecer tão bem o cinema e suas fontes – alguns diretores famosos aparecem na sua lista de preferidos, como Sergio Leone, Jean Luc Godard e Alfred Hitchcock –, ele sabe perfeitamente que referência usar, como e onde a colocar. Esse excesso de referências dá certa propriedade para o diretor que sabe muito bem utilizá-las, nunca parecendo uma cópia, mas sempre uma ressignificação. Tarantino nunca se formou em cinema e talvez o cinema é que tenha o formado. Foi escrevendo roteiros e os vendendo na terra das oportunidades, em Hollywood, que ele conseguiu orçamento para começar a produzir seus primeiros longas.</p>
<p style="text-align: center;">Mesmo com diversas semelhanças estéticas e narrativas, que podem ser percebidas em uma análise mais ampla da sua filmografia, uma das marcas da direção de Tarantino sempre foi a transgressão. Transgressão essa que é feita com muita propriedade, uma vez que o diretor domina muito bem os recursos técnicos que a função requer. Desse modo, cada mudança de tom, cada quebra de expectativa, cada inversão de uma ferramenta clássica nunca soa como desleixo e sim sátira. As semelhanças estão presentes e, depois de analisarmos minimamente seus – ate então – 9 filmes, ficará mais fácil percebê-las. Seja o uso da violência como recurso narrativo e catártico, a verborragia nos diálogos longos ou até a presença recorrente do final feliz, nenhuma semelhança fica mais clara, na filmografia do diretor, do que seu amor pelo cinema e como todos os seus filmes são filmes sobre essa arte.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-33898 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Reservoir-Dogs.jpg" alt="" width="409" height="230" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Reservoir-Dogs.jpg 1600w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Reservoir-Dogs-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Reservoir-Dogs-768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Reservoir-Dogs-1024x576.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Reservoir-Dogs-696x392.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Reservoir-Dogs-1068x601.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Reservoir-Dogs-747x420.jpg 747w" sizes="auto, (max-width: 409px) 100vw, 409px" /><em>CÃES DE ALUGUEL (Reservoir Dogs, 1992) &#8211; </em>Seis criminosos se preparam para o tão planejado roubo de diamantes. Tudo sai errado e um deles é morto no meio do assalto. Todos são obrigados a recuar para a base, ainda munidos da paranoia da possível traição de um dos membros.</p>
<p style="text-align: center;">O primeiro filme de Quentin Tarantino já começa com um “pé na porta”, abordando um dos gêneros mais clássicos do cinema hollywoodiano: o filme de heist (ou assalto). Tarantino ainda era ninguém e dependeu da venda de dois roteiros originais que havia escrito – <em>Amor à Queima Roupa (Tony Scott, 1993) e Assassinos por Natureza (Oliver Stone, 1994)</em> –, para arrecadar o orçamento mínimo que levantasse a produção do longa. Outra aquisição importante foi a participação de Harvey Keitel que, ao receber o roteiro das mãos de sua esposa, aceita não só participar do elenco, como também bancar boa parte dos custos, ao se tornar produtor executivo.</p>
<p style="text-align: center;">É bem interessante perceber que, mesmo sendo o primeiro longa dirigido por Quentin, já era possível notar marcas estilísticas do realizador. A violência estilizada, a trilha sonora com clássicos da música pop, os diálogos longuíssimos e cotidianos, a sátira em cima do gênero escolhido e a subversão de padrões da narrativa clássica do cinema, são alguns exemplos. Vale lembrar que o filme também tem sua ordem cronológica alterada, usando diversas vezes o recurso do flashback para remontar a criação e dinâmica de um grupo de assaltantes, não tão inteligentes quanto parecem.</p>
<p style="text-align: center;">Outro aspecto que salta muito aos olhos é o domínio da diegese fílmica, principalmente no que tange à música. Diegese é um conceito cinematográfico (e até literário) que se refere à dimensão ficcional de uma narrativa. No caso, Tarantino opta por uma música diegética, em boa parte das cenas, algo que inclusive destoa do seu estilo de uso da música não diegética. O diretor inventa uma rádio ficcional que não só conta notícias e histórias relevantes que amarram a trama do filme, como, mais comumente, toca as músicas que estão sendo ouvidas em cena, não só pelo público, mas também pelos personagens presentes. Outro exemplo famoso, é a cena de tortura de Mr. Blonde (Michael Madsen) em um policial. Ele liga o rádio que toca a música primeiro no ambiente do galpão em que estão e, conforme a psicopatia de excitação do personagem com a violência vai crescendo, a música também vai rompendo o campo até ocupar o espaço extra-diegético: aquele ritmo está não mais no ambiente, como agora ocupa completamente a cabeça do personagem.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-87737 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Pulp-Fiction-Tempo-de-violência.jpg" alt="" width="317" height="178" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Pulp-Fiction-Tempo-de-violência.jpg 1920w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Pulp-Fiction-Tempo-de-violência-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Pulp-Fiction-Tempo-de-violência-768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Pulp-Fiction-Tempo-de-violência-1024x576.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Pulp-Fiction-Tempo-de-violência-696x392.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Pulp-Fiction-Tempo-de-violência-1068x601.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Pulp-Fiction-Tempo-de-violência-747x420.jpg 747w" sizes="auto, (max-width: 317px) 100vw, 317px" />PULP FICTION: TEMPOS DE VIOLÊNCIA (Pulp Fiction, 1994) &#8211; </em>Os caminhos de vários criminosos se cruzam, nessa antologia que reúne três histórias. Uma dupla criminosa procura concluir a missão a que foram incumbidos. Um fora da lei se apaixona pela mulher do seu chefe. Um boxeador não se sai bem em sua última luta, criando um plano de fuga malsucedido. Tudo isso interligado por um casal que executa um roubo que foge do controle.</p>
<p style="text-align: center;">O segundo filme de Tarantino e um dos mais premiados. Não poderia ser diferente, já que o filme recebeu a Palma de Ouro e o Oscar de Melhor Roteiro Original, no ano seguinte. O longa até hoje surpreende pela montagem inusitada ao embaralhar completamente a ordem dos eventos que ocorrem no filme, de modo que só é possível compreendê-lo ao chegar em sua última cena.</p>
<p style="text-align: center;">A temática de histórias diferentes que se interligam em um assunto comum é uma homenagem do diretor para as homônimas revistinhas pulp, características do início do século XX, marcadas por essa certa “esquizofrenia dramática”.</p>
<p style="text-align: center;">Tarantino demonstra o amor pelo cinema, ao abordar uma história que não se trata do tema, com as devidas referências e estéticas que merece. Nesse caso, o exemplo que mais fica evidente é a referência aos filmes da <em>Nouvelle Vague</em> francesa, movimento característico dos anos 1960, com diretores e filmes famosos, como é o exemplo do antológico Jean Luc Godard, com os filmes <em>Acossado (1960) e Banda à Parte (1964).</em> A relação amorosa presente no segmento de Mia (Uma Thurman) e Vincent (John Travolta) lembra muito o estilo francês, na construção de romance. A violência entrecortada, na cena em que Jules (Samuel L. Jackson) recita o verso de Ezequiel 25:17, e o freeze frame (tela sendo congelada) em momentos de intensidade, também são marcas do movimento francês, presentes em<em> Pulp Fiction.</em></p>
<p style="text-align: center;">O maior mérito do roteiro aqui está na construção dramática e sensorial dos diálogos que o diretor escolhe para cada personagem. Primeiro, causando o impressionante: você conhecer a índole e camadas de personagens em pouquíssimo tempo, ao realizar exposição de diálogos frívolos, de forma muito elegante. Além disso, a aleatoriedade e superficialidade do conteúdo que está sendo dito, acaba escondendo a intenção dramática por trás de cada linha que leva a um evento importante do filme. Essa relação de causa e efeito pode ser mais bem observada no início da história de Vincent e Jules, ao conversarem sobre como se chama o Big Mac na França. Algo que poderia ser extremamente irrelevante, mas acaba mostrando o seu valor no momento em que Jules se utiliza da informação que acabou de receber para futuramente intimidar um de seus devedores, quando percebe que ele também come um sanduíche.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-117525 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/JACKIE-BROWN-1.jpg" alt="" width="282" height="179" />JACKIE BROWN (1997)</em> &#8211; Jackie Brown (Pam Grier) é uma comissária de bordo que trafica dinheiro em suas viagens a mando do traficante Ordell Robie (Samuel L. Jackson). Todo o esquema vai por água abaixo quando dois policiais oferecem a Jackie um acordo que pode lhe dar liberdade, em troca de incriminar o perigoso mafioso.</p>
<p style="text-align: center;">Esse é o primeiro, e até agora único, filme que Tarantino escreveu se baseando em um material já existente. Em seu primeiro roteiro adaptado, Quentin escolhe por contar a história do livro “Rum Punch” de Elmore Leonard, adentrando pela primeira vez no terreno dos filmes de exploitaition. O gênero em questão, cuja tradução voltaria ao próprio termo “exploração”, vem do estilo de filmes, em geral independentes e nichados, que se utilizam de ferramentas apelativas, como a violência escatológica e a nudez explícita. São filmes geralmente feitos para um segmento ou camada social específicos.</p>
<p style="text-align: center;">Esse filme, homenageia algo que vai mais além dentro do gênero, que é o blaxpoitation: filmes feitos voltados para um público preto, característicos principalmente dos anos 1970. Mesmo não fazendo parte da vivência de Quentin, é perceptível a paixão estética que ele tem em relação a esse tipo de filme, dominando, com maestria, todos os elementos que o fundou. Ele se utiliza desses excessos, mas sabe muito bem pinçar o que é ou não útil para a história que pretende contar, sendo uma versão muito mais decantada do que era, estilisticamente, esse gênero anos atrás.</p>
<p style="text-align: center;">Há aqui a violência, os confrontos, os diálogos carregados de palavrões, a predominância de black music, além da obviedade de um elenco protagonizado por pretos. Tudo isso recoberto pelo guarda chuva narrativo de um filme policial, algo que já era marca do diretor.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-117590 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/KILL-BILL.jpg" alt="" width="294" height="161" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/KILL-BILL.jpg 750w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/KILL-BILL-300x164.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/KILL-BILL-696x380.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 294px) 100vw, 294px" />KILL BILL (2003 – 2004)</em> &#8211; Depois de se traída durante seu casamento por seu antigo grupo de quatro companheiros, a Noiva (Uma Thurman) acorda de seu coma, após levar um tiro na cabeça, e com sede de vingança mata cada um deles. Quem ela de fato busca confrontar é seu antigo amante e mestre Bill (David Carradine).</p>
<p style="text-align: center;">Tarantino inicia essa “vingança sangrenta” (palavras ditas pela protagonista) como uma homenagem a todas as referências cinematográficas e de cultura pop que ele conseguiria fazer em uma saga. É válido lembrar que esse longa foi filmado em conjunto, sendo divido em dois volumes, separados por um ano de lançamento, pelo simples fato da duração dos dois somados ser incompatível com qualquer exibição usual. Mesmo divididas, as duas partes são completamente complementares, inclusive na própria quebra de tom que se propõem.</p>
<p style="text-align: center;">Começamos a jornada em um tom frenético e imprevisível, no Vol. 1. O público precisa conhecer a protagonista, se colocar na sua vida conturbada e entender suas habilidades e fraquezas: faz sentido o ritmo ser acelerado. No Vol. 2, o drama humano e familiar toma conta, quando as escolhas internas que ela fez são levadas em conta nas consequências que recebeu: temos um ritmo mais lento. Essa quebra narrativa também se vê na questão do gênero, já que o Vol.1 é muito mais voltado para o cinema de Kung Fu e ação, enquanto, pelos recursos estilísticos, o Vol.2 poderia ser classificado como um spaghetti western, pela tensão e dramaticidade.</p>
<p style="text-align: center;">Da mesma forma que qualquer outro de seus filmes, aqui também temos uma carta de amor ao cinema: no caso, aos filmes de Kung Fu, principalmente dos anos 1970. A começar pela escolha de nomes antológicos para o gênero, como Sonny Chiba <em>(The Street Fighter, 1974)</em> e David Carradine (Série<em> Kung Fu,</em> 1972 – 1975). É claro que o holofote recai completamente sobre Uma Thurman, ao interpretar uma protagonista tão forte, determinada e sensível que alcançou um protagonismo feminino no cinema, no imaginário coletivo, até hoje. Além disso, também incrementa a trama (que é bem simples, no fim das contas), ao adicionar camadas como compromisso, responsabilidade, natureza humana e maternidade.</p>
<p style="text-align: center;">O filme, da mesma forma que <em>Pulp Fiction,</em> brinca com a montagem mais aparente na ordem dos eventos da história. Distante de uma ordem cronológica e linear, o diretor opta por escalonar os eventos, a partir da importância dramática que apresentam no todo. É muito interessante ver esse senso dramático no roteiro, ao perceber que tudo se apresenta na ordem que deveria estar e, portanto, na ordem que melhor serve a história. Esse valor da montagem também se percebe no âmbito micro, onde percebemos a subversão do diretor que altera a convenção de muitos planos entrecortados, característicos de uma sequência clássica de ação, e se utiliza de planos longos e intensos para marcar o fator western de um duelo de espadas, como acontece no final do primeiro.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-117527 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/DEATH-PROOF-À-Prova-de-Morte-2007.jpg" alt="" width="308" height="205" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/DEATH-PROOF-À-Prova-de-Morte-2007.jpg 600w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/DEATH-PROOF-À-Prova-de-Morte-2007-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 308px) 100vw, 308px" />DEATH PROOF (À Prova de Morte, 2007)</em> &#8211; Mike (Kurt Russell) é um dublê profissional que vive seus dias na cidade de Austin, no Texas, junto do seu carro equipado para acidentes máximos. Em suas horas vagas, enquanto ele curte a noite, indo de bar em bar, ele exerce uma obsessão patológica de levar mulheres inocentes para um passeio mortal.</p>
<p style="text-align: center;">Tarantino flerta aqui mais uma vez com o gênero apelativo dos filmes de exploitation, explorando mais especificamente a estética dos filmes slasher, clássicos do cinema de terror dos anos 1980. Parte de um projeto em conjunto com o diretor texano Robert Rodriguez, Tarantino faria “o segundo capítulo” do que, nos cinemas americanos, foi exibido com o selo “Grindhouse”, junto do filme <em>Planeta Terror</em>, do mesmo ano. Cada um dos diretores então daria a sua versão e visão do amor que compartilham com os filmes B de terror.</p>
<p style="text-align: center;">A maior beleza desse filme do Tarantino é o seu teor despretensioso na construção da premissa básica do filme, algo que o aproxima também dos antigos slasher – já que esses filmes se baseavam inteiramente em um assassino à solta que vai matar um grupo de jovens, em determinado lugar. Isso tudo ainda é somado com a subversão dentro do próprio gênero, no ato final, fazendo com que o filme mude de tom, em seu meio – algo que ele também já havia experimentado em <em>Um Drink no Inferno</em> (Robert Rodriguez, 1996), roteirizado por Quentin.</p>
<p style="text-align: center;">Há aqui todos os clichês de filmes B de horror, adaptados à moda Tarantino: mortes violentas e gráficas, um grupo de adolescentes despretensioso e que só quer curtir a vida sem limites, o aspecto voyeurístico do assassino (que antes de matar, observa suas presas) e etc. A grande virada vem no final, quando acompanhamos agora um novo grupo de garotas que está prestes a poeticamente vingar o grupo anterior, quando vemos a inovação do predador se tornar presa.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-116815 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Bastardos-Inglórios.jpg" alt="Quentin Tarantino tem em sua obra filmes marcantes." width="315" height="148" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Bastardos-Inglórios.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Bastardos-Inglórios-300x141.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Bastardos-Inglórios-1024x481.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Bastardos-Inglórios-768x361.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Bastardos-Inglórios-696x327.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Bastardos-Inglórios-894x420.jpg 894w" sizes="auto, (max-width: 315px) 100vw, 315px" />BASTARDOS INGLÓRIOS (Inglorious Basterds, 2009) &#8211; </em>Um grupo de judeus americanos, liderados pelo tenente Aldo Reine (Brad Pitt), durante a Segunda Guerra Mundial, espalha o medo e vingança contra o Terceiro Reich. Ao mesmo tempo, Shoshanna (Mélanie Laurent), dona de um cinema, na Paris sitiada, vê na première de um filme-propaganda nazista, a chance de se vingar de toda uma ideologia que lhe deixou órfã e isolada no mundo.</p>
<p style="text-align: center;">Tarantino arrisca, dois anos depois, e parte para uma estética que para ele, até então, era diferente e inusitada. Não só começaria uma sequência de filmes de época, historicamente situadas em períodos distantes ao seu lançamento, como marcaria esse “novo início” com um dos mais clássicos gêneros do cinema americano: o filme de guerra. É perceptível, já nesse trabalho, o cuidado maior que o diretor passa a apresentar com outros aspectos cinematográficos que predispõem a imersão do público, em filmes desse estilo, como é o caso da direção de arte, do design de produção, da maquiagem e até do figurino compatível com o momento histórico apresentado. Qualquer falha técnica, nesse sentido, imediatamente puxa para fora o público deste universo.</p>
<p style="text-align: center;">A cena inicial vale um comentário solo como representante de algo que o diretor explora, em diferentes proporções e intensidades, no filme inteiro. A apresentação do personagem Hans Landa – que inclusive concedeu a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante para Cristoph Waltz – é uma das mais bem escritas e pensadas no cinema, dentro do uso do suspense como ferramenta narrativa para contar uma história. Vindo da fonte de Hitchcock, Tarantino sabe perfeitamente como usar a direção para potencializar seu texto, enchendo a tensão do público, como uma bexiga, até o momento derradeiro que ela estoura. Nós, como público, já sabemos as consequências que a vinda inesperada de um general nazista pode causar em uma família simples do Sul da França, ainda mais se eles escondem judeus perseguidos. A cordialidade falsa e as palavras pomposas do investigador acabam por tornar aquela situação gradativamente mais perigosa.</p>
<p style="text-align: center;">A tão famosa morte de Hitler, baleado no meio do cinema em chamas, é uma das cenas que mais tornou o filme notório em seu tom satírico. Frente ao conhecimento popular e histórico que se gerou com o fim derradeiro do ditador, Tarantino aproveita esse espaço para tecer a sua crítica e suposição sobre os fatos. Acaba que essa morte, essa vingança, essa catarse funciona muito bem como uma justiça histórica, além de poeticamente dar um recado para a audiência de algo que já havia sido esboçado, como reflexão do filme <em>História(s) do Cinema (</em>Jean Luc Godard, 1988): talvez apenas o cinema (a arte) seja capaz de mudar a história.</p>
<figure id="attachment_66364" aria-describedby="caption-attachment-66364" style="width: 330px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-66364" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/11/django_livre_teste-high.jpg" alt="" width="330" height="188" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/11/django_livre_teste-high.jpg 1600w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/11/django_livre_teste-high-300x171.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/11/django_livre_teste-high-768x438.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/11/django_livre_teste-high-1024x584.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/11/django_livre_teste-high-696x397.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/11/django_livre_teste-high-1068x609.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/11/django_livre_teste-high-736x420.jpg 736w" sizes="auto, (max-width: 330px) 100vw, 330px" /><figcaption id="caption-attachment-66364" class="wp-caption-text">Django Livre (2012)</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><em>DJANGO LIVRE (Django Unchained, 2012)</em> &#8211; Django (Jamie Foxx) é um escravo do Sul dos Estados Unidos, quando encontra Dr. King Schultz (Cristoph Waltz) e passa a ser seu parceiro de trilha. Não só ambos se tornam uma excelente dupla de caçadores de recompensa, como Django percebe no doutor a chance de reaver a sua esposa, separada dele há tempos por um escravista.</p>
<p style="text-align: center;">Um dos filmes mais emotivos do diretor, onde ele adentra com profundidade quase no gênero que mais o inspirou: o Western. O amor que Tarantino tem pelo gênero; representativo da relação “mestre aprendiz” com Sergio Leone, diretor italiano de quem Quentin sempre disse ser muito fã; já havia sido explorado em todos os seus filmes anteriores: nas suas composições cênicas, na decupagem clássica ou até no direcionamento da tensão em um momento de suspense. A grande diferença é que aqui Tarantino faz um filme decididamente no velho oeste e que, por incrível que pareça, talvez tenha menos elementos de western do que os outros.</p>
<p style="text-align: center;">Marcando a subversão do diretor, talvez você não veja aqui locações características de um filme de velho oeste, um duelo mexicano clássico entre dois pistoleiros e etc. Tudo isso aparece, de forma bem mais elegante. O suspense, por exemplo, da cena de jantar, quando o personagem de Leonardo DiCaprio descobre que foi enganado pela dupla, substitui facilmente qualquer cena de um duelo clássico.</p>
<p style="text-align: center;">Outro grande mérito do diretor são as camadas interpretativas e sociais que ele interpõe em seu personagem. Você vê Leonardo DiCaprio interpretar um escravista vaidoso, amante da cultura francesa e apostador de lutas brutais entre escravos, mas que ainda assim têm a ignorância de uma porta. Samuel L. Jackson ganha a incumbência de interpretar o papel ingrato de um preto escravista, já mergulhado dentro do racismo estrutural que por tantos anos o “protegeu”, como servo de honra na Casa Grande e, ainda assim, sendo o personagem mais sagaz daquele império de algodão.</p>
<p style="text-align: center;">Esse foi o segundo longa que deu a estatueta de Roteiro Original para Tarantino e não é por acaso, já que dentro da sua filmografia, o longa se destaca pela habilidade que teve de interpolar três tipos de conflito dramáticos de forma orgânica e não panfletária. Há aqui um conflito externo bem estabelecido, de um homem que quer resgatar a sua esposa das mãos de malfeitores: arco que é o mais visível de se perceber durante a jornada. Junto a isso, ainda um conflito interno: Django se sente culpado por nunca ter conseguido proteger sua esposa como deveria. Ele se acha menor e covarde, frente às adversidades raciais que enfrenta. Tudo isso amarrado pelo conflito filosófico mais evidente, nesse tipo de filme: a disputa racial de um sistema escravista. Vemos a dominação e ignorância dos antagonistas do filme serem subjugadas pelos preceitos de liberdade e esclarecimento, característicos do protagonista.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-41867 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/01/Os-Oito-Odiados-2016.jpg" alt="" width="319" height="239" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/01/Os-Oito-Odiados-2016.jpg 620w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/01/Os-Oito-Odiados-2016-300x225.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/01/Os-Oito-Odiados-2016-80x60.jpg 80w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/01/Os-Oito-Odiados-2016-265x198.jpg 265w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/01/Os-Oito-Odiados-2016-560x420.jpg 560w" sizes="auto, (max-width: 319px) 100vw, 319px" />OS OITO ODIADOS (The Hateful Eight, 2015)</em> &#8211; Depois de passar por uma nevasca rigorosa, John Ruth (Kurt Russel) e Marquis Warren (Samuel L. Jackson) decidem se abrigar em um “armarinho” da região. O que eles não contavam era com a presença de quatro estranhos que começam a ameaçar a sua tentativa de uma estadia tranquila.</p>
<p style="text-align: center;">Até hoje o filme com maior duração na carreira do diretor (187min), inclusive sendo exibido no circuito americano em atos, com um intervalo no meio. É o filme mais verborrágico de sua carreira e paralelamente o mais teatral. Tarantino usa e abusa da sua habilidade de escrita de diálogos para desenvolver a história, os personagens, o suspense e as intrigas, tudo isso unido pelo bom humor e a sátira de cada palavra escolhida. O mesmo já revelou várias vezes a intenção do texto desse filme poder ser encenado, outras e outras vezes, no palco do teatro por outros atores.</p>
<p style="text-align: center;">Outro elemento que é gritante nas escolhas do diretor é a fotografia em UltraPanavision 70. Talvez a maior transgressão (à primeira vista), já que se convencionou o uso da lente em 70mm para takes mais vastos e amplos, característicos de tomadas externas e planos abertos. A diferença é que 99% do filme se passa em um ambiente claustrofóbico e recluso. A habilidade da direção aparece no uso da lente para também dar destaque e visibilidade para o que não está aparente no primeiro plano: mesmo que você esteja concentrado na ação imediata de um ator que se encontra no centro do enquadramento, ações acontecem com os outros nos cantos da tela. A trilha sonora de Ennio Morricone é outro ponto de destaque – inclusive dando a primeira e única estatueta para o compositor. O tom mais enervante e ritmado da composição auxilia no encaminhamento emocional que o diretor apresenta em seu mistério.</p>
<p style="text-align: center;">O filme é uma carta de amor aos filmes de suspense dos anos 60, com um maior apego ao cinema de Alfred Hitchcock. Tarantino, de forma análoga, conduz a expectativa do público em um mistério – no maior estilo Agatha Christie – que começa a se desdobrar lenta e gradativamente até o momento de catarse final. O intervalo no meio do filme, nesse caso, serve inclusive não só como parte da homenagem que o diretor faz às obras dessa época, mas também como ponto narrativo de mudança de tom no filme: uma primeira metade onde o mistério se instala e os personagens se apresentam, e uma segunda metade onde os conflitos são estabelecidos e o enlace se desenrola.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-102636 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/02/era-uma-vez-em-....jpg" alt="" width="347" height="163" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/02/era-uma-vez-em-....jpg 1600w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/02/era-uma-vez-em-...-300x141.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/02/era-uma-vez-em-...-1024x481.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/02/era-uma-vez-em-...-768x361.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/02/era-uma-vez-em-...-1536x722.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/02/era-uma-vez-em-...-696x327.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/02/era-uma-vez-em-...-1068x502.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/02/era-uma-vez-em-...-894x420.jpg 894w" sizes="auto, (max-width: 347px) 100vw, 347px" />ERA UMA VEZ EM&#8230;HOLLYWOOD (Once Upon a Time In…Hollywood, 2019)</em> &#8211; Na antiga Hollywood de 1969, Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) é um astro de TV que tenta descobrir seu espaço na indústria do entretenimento que começava a mudar. Para isso, ele conta com a ajuda de seu melhor amigo e dublê Cliff Booth (Brad Pitt). Somado a isso, Sharon Tate (Margot Robbie) tenta compreender os frutos que colheu, depois de uma carreira de atriz de sucesso.</p>
<p style="text-align: center;">O filme com o elenco de mais peso na filmografia do Tarantino por juntar tantos nomes icônicos para a indústria hollywoodiana em uma só história. Outro aspecto relevante é o domínio quase pleno dos recursos técnicos de um filme. Talvez pela maturidade da direção que já passou por oito trabalhos anteriores, além de uma maturação pessoal de Quentin, seja mais latente perceber o uso imagético do design de produção que recria perfeitamente uma Los Angeles de 50 anos atrás, na estética filmada na época. O design de som também merece seu destaque ao orquestrar não só as músicas com os diálogos em cena, mas também para dar peso narrativo para personagens, situações e reviravoltas, apenas com o uso de efeitos sonoros. Da mesma forma que a imagem, o som contribui para construir a atmosfera hiper-realista do filme, fazendo o ocorrido sempre estar um passo além da realidade, sem nunca parecer falso.</p>
<p style="text-align: center;">A trilha sonora é um filme à parte, já que Tarantino opta novamente por construir a atmosfera sonora com o uso da música diegética que toca na rádio, ressaltando a passagem de tempo do dia e a contextualização da época. Em alguns momentos o filme apresenta um ritmo um tanto bonançoso (e para alguns monótono), mas isso pode se justificar pelo apego do diretor ao trabalho filmado, ou mais ainda pelo protagonismo de Brad Pitt nessas cenas específicas que são mais contemplativas. Cliff Both é um personagem que está de bem com a vida, que está em paz com o lugar que vive, mesmo sendo um fracassado e tendo um passado nefasto. Essa tranquilidade talvez combine com o ritmo escolhido nas devidas cenas.</p>
<p style="text-align: center;">Sem dúvida, o personagem de maior expressão do filme é protagonizado por Leonardo DiCaprio que faz a versão humanizada de um artista que não consegue fazer suas emoções acompanharem as mudanças de sua vida. O resultado é a comicidade de um fracassado que tenta o seu máximo, numa indústria que é muito competitiva, como Hollywood.</p>
<p style="text-align: center;"><em>ERA UMA VEZ EM&#8230;HOLLYWOOD  é u</em>m filme sobre, de e para o cinema. Tarantino destila todo o seu amor pela arte e pode, em algumas interpretações, parecer autoindulgente, mas a sensação que fica é o afeto que o diretor tem com a arte. Exemplo disso são as constantes recriações de cenas de filmes e programas de TV antigos, filmados como na época, mas ainda com a estética marcante do seu realizador. Tudo isso somado a justiça histórica óbvia que o diretor propõe, com o seu final fantástico (e também fantasioso).</p>
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		<title>Dia do Amigo: 10 produções que abordam a amizade de diferentes formas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mallu Correa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2020 12:58:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Especial Dia do Amigo. Dia 20 de julho é dia de comemorar a existência daquela pessoa que tá ali do seu lado nos piores e melhores momentos, aquela que enxuga suas lágrimas, te leva pras festas e te faz esquecer os corações partidos, aquela ou aquelas pessoas que sempre sabem o que dizer, que te [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Especial Dia do Amigo.</h1>
<p style="text-align: center;">Dia 20 de julho é dia de comemorar a existência daquela pessoa que tá ali do seu lado nos piores e melhores momentos, aquela que enxuga suas lágrimas, te leva pras festas e te faz esquecer os corações partidos, aquela ou aquelas pessoas que sempre sabem o que dizer, que te conhecem melhor que ninguém e que pode-se considerar a família que a gente escolhe. Sim, estou falando dos amigos, ou se você preferir do seu melhor amigo. Enfim, para comemorar esta data, listei dez produções que abordam a amizade de diferentes formas, pra você rir, chorar e, principalmente, valorizar ainda mais os que estão com você.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-116737 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Alguém-especial.jpg" alt="" width="277" height="143" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Alguém-especial.jpg 700w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Alguém-especial-300x155.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Alguém-especial-696x361.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 277px) 100vw, 277px" />Alguém especial</em> <strong>&#8211; </strong>Depois de passar por um término devastador, uma jornalista resolve ter uma noite inesquecível com suas melhores amigas. Juntas, elas vão descobrir lições valiosas pra vida. Esse é daqueles filmes de acalentar qualquer coração, a lista começa com ele que é pra lembrar que, amores vêm e vão, mas as amizades vão sempre estar ali por você.</p>
<figure id="attachment_116742" aria-describedby="caption-attachment-116742" style="width: 263px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-116742" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Dude-a-vida-é-assim.jpg" alt="" width="263" height="148" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Dude-a-vida-é-assim.jpg 1280w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Dude-a-vida-é-assim-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Dude-a-vida-é-assim-1024x575.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Dude-a-vida-é-assim-768x431.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Dude-a-vida-é-assim-696x391.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Dude-a-vida-é-assim-1068x600.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Dude-a-vida-é-assim-748x420.jpg 748w" sizes="auto, (max-width: 263px) 100vw, 263px" /><figcaption id="caption-attachment-116742" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução/Netflix</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><em>Dude &#8211; a vida é assim &#8211; </em>Quatro melhores amigas precisam lidar com os problemas da vida adulta após sair do ensino médio. Além de um ótimo passatempo, <em>Dude</em> fala sobre fechamentos de ciclos, sobre ter que ficar longe daqueles amigos que você convive a anos, sobre se conhecer.</p>
<figure id="attachment_116741" aria-describedby="caption-attachment-116741" style="width: 233px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-116741" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Marley-e-eu.jpg" alt="" width="233" height="154" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Marley-e-eu.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Marley-e-eu-300x199.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Marley-e-eu-768x509.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Marley-e-eu-696x461.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Marley-e-eu-634x420.jpg 634w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Marley-e-eu-741x486.jpg 741w" sizes="auto, (max-width: 233px) 100vw, 233px" /><figcaption id="caption-attachment-116741" class="wp-caption-text">&#8220;Foto: Divulgação/20th Century Fox&#8221;</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><em>Marley e eu &#8211;</em> Recém casados, John e Jenny resolvem adotar um filhote de labrador. O cãozinho, que de calmo não tem nada, logo conquista um espaço enorme na vida da família. Esse é para aqueles que tem como melhor amigo seu pet, e sabem do enorme valor e de como a companhia de um animalzinho é especial. Afinal, é dia do amigo, seja ele quem for.</p>
<figure id="attachment_116740" aria-describedby="caption-attachment-116740" style="width: 215px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-116740" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Amizade-Colorida.jpg" alt="" width="215" height="124" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Amizade-Colorida.jpg 606w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Amizade-Colorida-300x173.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 215px) 100vw, 215px" /><figcaption id="caption-attachment-116740" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><em>Amizade Colorida &#8211;</em> Depois de aceitar um novo emprego em Nova York, Jamie e Dylan se tornam grandes amigos. Frustrados com suas relações anteriores, eles resolvem colorir a amizade, tentando não arruiná-la. Quem nunca teve uma amizade que acabou se tornando algo a mais, que atire a primeira pedra. Esse é para os que acreditam que o amor pode ser encontrado nos lugares mais inesperados.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-116739 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Up-Altas-Aventuras.jpg" alt="" width="245" height="137" />Up &#8211; Altas Aventuras &#8211; </em>Depois de perder a esposa e descobrir que está prestes a perder sua casa, Carl Fredrickson, um senhor rabugento, resolve levantar voo com sua residência para poder ir até o lugar que sua finada mulher sonhava em conhecer. Porém, quando está no ar, ele descobre que um simpático garotinho acabou decolando junto. Assim, os dois formam uma estranha e bonita amizade na busca pelo local.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Up &#8211; Altas Aventuras </em>traz uma das animações mais emocionantes de todos os tempos,é uma grande história de amor e de amizade ao mesmo tempo.</p>
<figure id="attachment_114978" aria-describedby="caption-attachment-114978" style="width: 249px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-114978" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Coisa-Mais-Linda-3-temporada.jpg" alt="" width="249" height="142" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Coisa-Mais-Linda-3-temporada.jpg 1050w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Coisa-Mais-Linda-3-temporada-300x171.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Coisa-Mais-Linda-3-temporada-1024x585.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Coisa-Mais-Linda-3-temporada-768x439.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Coisa-Mais-Linda-3-temporada-696x398.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Coisa-Mais-Linda-3-temporada-735x420.jpg 735w" sizes="auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px" /><figcaption id="caption-attachment-114978" class="wp-caption-text">Foto: divulgação Netflix</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;">&#8220;Coisa mais linda&#8221; &#8211; Série brasileira da Netflix, tendo lançado sua segunda temporada a pouco tempo. &#8220;Coisa mais linda&#8221; fala sobre Malu, uma paulista que depois de ser abandonada pelo marido sem dinheiro, precisa reconstruir do zero seu sonho de criar um bar com música ao vivo no Rio de Janeiro. Nessa jornada, ela vai contar com três mulheres incríveis, cada uma com sua própria história de superação. As quatro criam laços fortíssimos e é lindo de ver a construção das personagens e da amizade delas.</p>
<figure id="attachment_84257" aria-describedby="caption-attachment-84257" style="width: 215px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-84257" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Stranger-Things-3.jpg" alt="" width="215" height="144" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Stranger-Things-3.jpg 1617w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Stranger-Things-3-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Stranger-Things-3-768x513.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Stranger-Things-3-1024x684.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Stranger-Things-3-696x465.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Stranger-Things-3-1068x713.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Stranger-Things-3-629x420.jpg 629w" sizes="auto, (max-width: 215px) 100vw, 215px" /><figcaption id="caption-attachment-84257" class="wp-caption-text">Foto: divulgação Netflix</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;">&#8220;Stranger Things&#8221; &#8211; Um dos carros-chefes da Netflix, &#8220;Stranger Things&#8221; não é só sobre operações secretas do governo, um outro mundo com monstros e uma garotinha com superpoderes. O principal motor da série é a amizade.</p>
<p style="text-align: center;">Quando Will Byers desaparece, seus amigos e sua família tentam desesperadamente descobrir o que aconteceu com o menino. A série que já vai pra quarta temporada, fala sobre o que o amor é capaz de fazer, fala sobre superação e também sobre amadurecimento. Quem não viu, está perdendo! E quem já viu, ótimo momento para rever.</p>
<figure id="attachment_108847" aria-describedby="caption-attachment-108847" style="width: 228px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-108847" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Disque-Amiga-para-Matar-Temporada-2.jpg" alt="" width="228" height="152" data-wp-editing="1" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Disque-Amiga-para-Matar-Temporada-2.jpg 1620w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Disque-Amiga-para-Matar-Temporada-2-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Disque-Amiga-para-Matar-Temporada-2-1024x683.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Disque-Amiga-para-Matar-Temporada-2-768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Disque-Amiga-para-Matar-Temporada-2-1536x1024.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Disque-Amiga-para-Matar-Temporada-2-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Disque-Amiga-para-Matar-Temporada-2-1068x712.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Disque-Amiga-para-Matar-Temporada-2-630x420.jpg 630w" sizes="auto, (max-width: 228px) 100vw, 228px" /><figcaption id="caption-attachment-108847" class="wp-caption-text">Foto: divulgação Netflix</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;">&#8220;Disque amiga para matar&#8221; &#8211; Depois de perder o marido em um acidente de carro, Jen conhece Judy numa sessão de terapia, as duas logo ficam muito próximas, mas Judy esconde alguns segredos da amiga. O interessante dessa série é que ela aborda a amizade de duas mulheres já adultas, com a vida feita e com problemas totalmente distintos a das séries teens convencionais. Além disso, &#8220;Disque amiga para matar&#8221; traz questões importantíssimas e fala, principalmente, sobre a necessidade de perdoar.</p>
<figure id="attachment_69078" aria-describedby="caption-attachment-69078" style="width: 224px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-69078" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Grace-and-Frankie-Temporada-5.jpg" alt="" width="224" height="149" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Grace-and-Frankie-Temporada-5.jpg 1620w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Grace-and-Frankie-Temporada-5-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Grace-and-Frankie-Temporada-5-768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Grace-and-Frankie-Temporada-5-1024x683.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Grace-and-Frankie-Temporada-5-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Grace-and-Frankie-Temporada-5-1068x712.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Grace-and-Frankie-Temporada-5-630x420.jpg 630w" sizes="auto, (max-width: 224px) 100vw, 224px" /><figcaption id="caption-attachment-69078" class="wp-caption-text">Foto: divulgação Netflix</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Grace e Frankie&#8221; &#8211; </strong>Duas mulheres são obrigadas a conviver depois que seus respectivos maridos confessam estarem apaixonados um pelo outro, o que faz as duas acabarem se tornando grandes amigas, ao longo do tempo.</p>
<p style="text-align: center;">Com Jane Fonda e Lily Tomlin como protagonistas, a série aborda várias questões sobre a terceira idade e é certeira na construção da amizade das duas. Com muito humor e desconstrução de tabus, as duas melhores amigas são maravilhosas de assistir.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-116738 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/T_friends-4.jpg" alt="" width="263" height="138" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/T_friends-4.jpg 800w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/T_friends-4-300x157.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/T_friends-4-768x402.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/T_friends-4-696x365.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 263px) 100vw, 263px" />&#8220;Friends&#8221; &#8211;  Por fim, não tem como falar de amizade no Dia do Amigo, sem citar uma das séries mais famosas da TV, desde 1994, ela ainda continua uma das mais assistidas todo ano. Um seriado sobre a vida de seis amigos lidando com questões amorosas, financeiras e familiares, com muito bom humor. Aliás, &#8220;Friends&#8221; ainda conquista milhares de fãs no mundo todo. Além disso, há boatos de uma reunião em breve. Será que o reencontro finalmente vem?</p>
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		<title>12 filmes para assistir no Dia do Rock</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2020 22:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por João Victor Ferreira “Lá no início / Em 1955 / O homem não conhecia o show de rock n’roll / E todo aquele ritmo (&#8230;) / Ninguém sabia o que eles iriam fazer / Mas Tchaikovsky tinha a notícia, e ele disse (&#8230;) / Faça-se o rock” (Let There Be Rock. AC/DC, 1977). AC/DC [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Por João Victor Ferreira </strong></p>
<p style="text-align: center;">“Lá no início / Em 1955 / O homem não conhecia o show de rock n’roll / E todo aquele ritmo (&#8230;) / Ninguém sabia o que eles iriam fazer / Mas Tchaikovsky tinha a notícia, e ele disse (&#8230;) / Faça-se o rock” (Let There Be Rock. AC/DC, 1977).</p>
<p style="text-align: center;">AC/DC já sabia dessa notícia também. Dia 13 de julho, o rock faz mais uma vez aniversário. Um ritmo característico da segunda metade do século XX e que mudou a música e o pensamento ocidental da época. A data que relembra o primeiro Live Aid, em 1985, não podia ficar de fora na comemoração dos diversos grupos que hoje compõe o estilo. É nesse ritmo de tentar agradar gregos e troianos, punks e virtuoses, que hoje listaremos 10 filmes que demonstrem, de alguma forma, o seu amor pelo gênero do Rock n’Roll.</p>
<p style="text-align: center;">Entre muitos fãs, alguns desses filmes podem soar como batidos e clichês. Esse, ainda assim, é o melhor momento de relembrar aquele filme que fez você gostar de bater cabeça no quarto, enquanto a sua mãe gritava para abaixar o volume, ou ainda descobrir novos títulos que de novo façam esses sentimentos aflorarem. O máximo de diversidade de gêneros e estilos foi o maior critério usado nessa lista, então prepare-se para ver autobiografias, comédias, romances e até musicais (como se isso fosse realmente contraditório).</p>
<p style="text-align: center;">Acho que uma menção inicial que dispensa muitos comentários é o recente <em>Bohemian Rhapsody</em> (Brian Singer, 2018), filme que conta a história da banda Queen e que deu a estatueta de melhor ator para o intérprete Rami Malek. O filme está aqui deslocado principalmente pela sua importância com o Dia do Rock, ao recriar inteiramente o show da banda no Live Aid de 1985. Por isso merece ser citado: pelo elemento nostálgico. Dito isso, vamos para os filmes&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>OS FILMES DE COMÉDIA</strong></p>
<p style="text-align: center;">Está aqui a categoria dos “filmes que você assistiu criança e passou a amar o Jack Black desde então”. Não há dúvida que o ator teve uma importância gigantesca em disseminar o rock n’ roll para uma nova geração que vive na ressaca do estilo. Pro verdadeiro fã, esse estímulo poderia vir com as bolachas empoeiradas do pai, ou pelo conhecimento geral mínimo de música. Ainda assim, é quase impossível para um jovem dos anos 2000 não ter empatizado com o estilo, depois desses filmes. Fica também na conta de Black, o talento de ter misturado tão bem a comédia com o rock.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-116312 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Escola-do-Rock.jpg" alt="" width="300" height="168" />Escola do Rock (Richard Linklater, 2003)</em></p>
<p style="text-align: center;">Depois de Dewey (Jack Black) ter sido expulso de sua banda, ele tenta a sorte sendo professor de música em uma escola particular. O que a diretora não imaginava é que ele, muito mais do que formar uma orquestra, pretendia formar uma banda de jovens roqueiros. Esse filme é o mais lúdico da lista. Ver criancinhas aprendendo a ter atitude e não aceitar cegamente as ordens dos adultos, em uma escola particular conservadora, é extremamente engraçado, e é dentro desse clima inusitado que vemos a construção do filme <em>Escola de Rock. </em></p>
<p style="text-align: center;">A figura austera da diretora “linha dura” contrasta muito bem com o caos que Dewey pretende, mesmo sem demonstrar: o que torna tudo muito engraçado. Esse filme tem um clima de filme infantil que casa muito bem com a escolha de músicas icônicas, na trilha sonora. Da mesma forma que os alunos, de alguma forma, você está aprendendo o básico ali.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-116313 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Tenacious-D-Liam-Lynch-2006.jpg" alt="" width="300" height="168" />Tenacious D (Liam Lynch, 2006)</em></p>
<p style="text-align: center;">JB e KG (codinomes para os próprios Jack Black e Kyle Gass) formam uma banda, com a pretensão de ser a maior da história. Para isso, eles precisam achar a paleta do destino e assim partem em uma aventura. Esse filme tem o primeiro ponto positivo de ter formado a banda Tenacious D (que tocou no último Rock in Rio).</p>
<p style="text-align: center;">Da ficção para a realidade, essa é uma das (se não a melhor) comédias de rock. A trama é extremamente inusitada e despretensiosa, o que dá muito charme para o decorrer da trajetória que foca inteiramente na relação de amizade entre os dois personagens. Diversos chavões da vida de qualquer roqueiro viram piada no filme: a família religiosa que impede o filho de ouvir essa música, o dom satânico que explica as habilidades monstruosas do músico, até a famosa escorregadinha de guitarrista.</p>
<p style="text-align: center;">O filme ainda conta com a participação de figuras icônicas, como o vocalista Dio, que interpreta ele mesmo, e o astro Dave Grohl que faz o diabo, no fim do filme.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>OS FILMES DE MUSICAL</strong></p>
<p style="text-align: center;">Um dos gêneros mais clássicos da história do cinema americano (e mundial) não poderia ficar de fora de uma lista que conta com a maior semelhança que o tema do Rock tem com o cinema de musical: a importância da música em si. Seja em um estilo mais clássico de musical, característico da era de ouro hollywoodiana, ou a subversão mais recente que o gênero sofre, tal estilo tem mais do que a obrigação de constar aqui. É válido ressaltar que muitos filmes que falam sobre bandas ou música podem ser classificados formalmente dentro do gênero musical (até como uma estratégia de distribui-lo). O foco aqui são títulos que usam a música (ou no caso, o número musical) não somente como trilha sonora, mas como mecanismo dramático para fazer a história andar.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-111056 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ACROSS-THE-UNIVERSE.jpg" alt="" width="360" height="202" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ACROSS-THE-UNIVERSE.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ACROSS-THE-UNIVERSE-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ACROSS-THE-UNIVERSE-768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ACROSS-THE-UNIVERSE-696x392.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ACROSS-THE-UNIVERSE-747x420.jpg 747w" sizes="auto, (max-width: 360px) 100vw, 360px" />Across the Universe (Julie Taymor, 2007)</em></p>
<p style="text-align: center;">Jude (Jim Sturgess) é um jovem trabalhador britânico que parte para uma jornada nos Estados Unidos com o objetivo de encontrar seu pai. São nessas andanças pelo novo continente que ele encontra e se apaixona por Lucy (Evan Rachel Wood). Munidos pelas músicas dos The Beatles que estruturam a narrativa, Across the Universe conta essa história de amor que passa a ser ameaçada pelos conflitos ideológicos e sociais dos anos 1960.</p>
<p style="text-align: center;">Uma grande vantagem que o filme apresenta é o acervo gigantesco de músicas de uma das maiores bandas de todos os tempos. A inovação vem em um arranjo nunca antes visto, fazendo as músicas funcionarem em uma nova roupagem, mas mantendo o seu ritmo e a poesia das letras. Nesse caso, as letras fazem a história andar, fazem os dramas se intensificarem ou até fazem o clímax ser solucionado.</p>
<p style="text-align: center;">Mais inteligente do que apenas incluir as músicas dos The Beatles na trilha sonora, <em>Across the Universe</em> se destaca por fazer as músicas cantarem por si mesmas e com isso serem parte integral da trama. Destaques para os números que envolvem as músicas &#8220;Girl&#8221;, &#8220;Hey Jude&#8221; e &#8220;Helter Skelter&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-43000 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Rock-of-ages.jpg" alt="" width="329" height="151" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Rock-of-ages.jpg 1200w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Rock-of-ages-300x138.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Rock-of-ages-768x352.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Rock-of-ages-1024x469.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Rock-of-ages-696x319.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Rock-of-ages-1068x490.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Rock-of-ages-916x420.jpg 916w" sizes="auto, (max-width: 329px) 100vw, 329px" /> Rock of Ages (Adam Shankman, 2012)</em></p>
<p style="text-align: center;">Na Hollywood dos anos 1980, Drew (Diego Boneta) é um jovem tímido que resolve ajudar a menina do interior Sherrie (Julianne Hough) que sonha em se tornar vocalista de uma banda de rock. Os dois buscam realizar os seus sonhos regados a sexo, drogas e Rock n’ Roll, enquanto trabalham na famosa casa de shows Bourbon.</p>
<p style="text-align: center;">Um musical da Broadway, já famoso desde 2005, Rock of Ages tem a sua transposição para o cinema, em 2012, nas mãos de Adam Shankman, diretor já acostumado com o gênero. Na versão cinematográfica, Boneta e Hough são protagonistas carismáticos para o público jovem.</p>
<p style="text-align: center;">Ainda assim, não restam dúvidas que Stacee Jaxx, personagem do carismático Tom Cruise, é quem rouba a cena em maior parte do filme, fazendo um astro de rock famoso. O grande charme da versão está nesse personagem que tem uma jornada de decadência profissional ao longo do filme, algo que, de certa forma, fica em primeiro plano em relação ao romance gerado entre os dois protagonistas.</p>
<p style="text-align: center;">Há aqui um fator relevante de ser considerado que é a inclusão mais integral do gênero de rock n’roll em um número musical, que não abre mão do estilo, acordes, atitude das músicas que são interpretadas. São exemplos clássicos como Paradise City, Pour Some Sugar on Me e Don’t Stop Believin. Mesmo com um final e uma trama um tanto previsível, Rock of Ages é uma boa mescla pra quem ama musicais e, mais ainda, é roqueiro na veia.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>OS DRAMAS BIOGRÁFICOS</strong></p>
<p style="text-align: center;">O Rock e a música como um todo, é um grande celeiro de ideias que podem gerar histórias e dramas biográficos, com as histórias trágicas e épicas de estrelas fonográficas. Esse estilo de filmes não poderia faltar aqui, com diversos exemplos icônicos de biografias que contam a história de uma banda, ou de um membro delas. O que faz uma biografia cinematográfica que envolve música ser única é a capacidade que a direção tem de te fazer ter uma experiência sensorial compatível com o que seria escutar aquela banda. Como são mídias diferentes, essa transição (ou tradução) pode se tornar cada vez mais complicadas. É por isso que os dois exemplos citados são pertinentes em perceber como um filme tem a capacidade de glamorizar o espaço artístico de uma banda de rock famosa, enquanto o outro faz justamente o trabalho de desglamourizar o mundo das estrelas tão reconhecidas. Ambas, à sua moda, são experiências sensoriais.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-116314 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/The-Doors-Oliver-Stone-1991.jpg" alt="" width="353" height="235" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/The-Doors-Oliver-Stone-1991.jpg 600w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/The-Doors-Oliver-Stone-1991-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 353px) 100vw, 353px" />The Doors (Oliver Stone, 1991)</em></p>
<p style="text-align: center;">Jim (Val Kilmer) é um estudante de cinema da Califórnia dos anos 1960 que depois de algumas decepções artísticas forma, com alguns amigos, a banda The Doors. O filme trata principalmente da sua jornada trágica e glamorosa, até o momento de sua derradeira morte, em Paris, com 27 anos.</p>
<p style="text-align: center;">A estética de Oliver Stone casa de forma impressionante com o estilo de Morrison e da banda em si. O psicodelismo da direção em escolhas contrastantes de momentos do passado de Jim, com uma Califórnia libertária e hippie dos anos 1960 funciona muito bem para o entendimento histórico da época. Mais do que isso, essa afetação na direção rima com o estilo de Morrison como vocalista, ressaltando o seu lado de “artista não compreendido”, mas ainda assim um ser humano completamente instável. O resultado é uma experiência completamente sensorial que te faz quase entrar nas letras e poesias da banda, sem abrir mão de demonstrar o glamour que era ser uma estrela de rock, no final dos anos 1960.</p>
<p style="text-align: center;">O trabalho de Stone aqui merece ser destacado como uma das melhores adaptações pro cinema do sentimento e da sensação que as músicas da banda The Doors passam.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-116315 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Last-Days-Gus-Van-Sant-2005.jpg" alt="" width="316" height="257" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Last-Days-Gus-Van-Sant-2005.jpg 640w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Last-Days-Gus-Van-Sant-2005-300x244.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Last-Days-Gus-Van-Sant-2005-517x420.jpg 517w" sizes="auto, (max-width: 316px) 100vw, 316px" />Last Days (Gus Van Sant, 2005)</em></p>
<p style="text-align: center;">Blake (Michael Pitt) é um cantor e guitarrista de uma banda de sucesso que deseja ficar livre das demandas e cobranças dos seus companheiros e produtores. Quando a sua depressão de agrava, ele passa a ter que lidar com os dilemas da sua solidão. Há uma alusão quase óbvia de que Blake é um codinome encontrado por Gus Van Sant para contar a história dos últimos dias de vida de Kurt Cobain, vocalista da banda Nirvana.</p>
<p style="text-align: center;">Sensorialmente tão poderoso quanto a obra de Oliver Stone, mas diametralmente antitético na forma, <em>Last Days</em> é uma jornada trágica de queda vertiginosa de uma estrela que não consegue mais achar o seu lugar no mundo e na vida. A beleza desse filme, por incrível que pareça, são os silêncios que vemos as ações inusitadas que Blake faz durante o seu isolamento em uma mansão que vive com os companheiros de banda. O filme é muito corajoso e surpreendente em usar de uma figura tão icônica, mas sem apelar em nenhum momento a sua obra.</p>
<p style="text-align: center;">Esse é um filme “sobre o Nirvana” sem nenhuma música da banda. Blake de vez em quando balbucia poemas e ritmos em suas andanças. A câmera é quase inteiramente estática e aberta, dando a sensação voyeurística de que assistimos aquilo quase como se fossemos testemunhas. O trabalho que o filme tem de desglamorizar o ambiente rock n’roll é extremamente válido, inclusive justificando o suicídio anunciado do protagonista no fim do filme</p>
<p style="text-align: center;"><strong>OS FILMES DE COMÉDIA ROMÂNTICA</strong></p>
<p style="text-align: center;">Essa dupla de filmes entra no crivo das comédias românticas que envolvem, de alguma forma, o arquétipo do roqueiro. Da mesma forma que, em muitos filmes do gênero, conhecemos um arquétipo de jovem casal apaixonado, nesses dois casos a música faz parte da personalidade do protagonista e, mais que isso, o Rock valida o seu estilo de vida e uma atitude contra-cultura, por assim dizer. Inusitadamente, ambos os filmes se passam no Reino Unido, além de serem produções de orçamentos mais modestos, apresentando uma estética inovadora e podendo ser classificados como dramas independentes.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-116316 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Sing-Street-John-Carney-2015.jpg" alt="" width="363" height="242" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Sing-Street-John-Carney-2015.jpg 600w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Sing-Street-John-Carney-2015-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 363px) 100vw, 363px" />Sing Street (John Carney, 2015)</em></p>
<p style="text-align: center;">Conor (Ferdia Walsh-Peelo) é um jovem irlandês que vive em uma sociedade extremamente monótona e conservadora, dos anos 1980. Quando ele conhece Raphina (Lucy Bonton) seu mundo vira de cabeça pra baixo e ele se apaixona. Com a intenção de conquistar o seu coração, Conor se esforça para montar uma banda de rock, em um colégio católico. Sing Street, nome também da banda, é interessante por diversos pontos que perpassam a jornada do jovem roqueiro. Primeiramente, a vibe de pós-punk, misturada com um new wave americano contribui demais para o clima de inovação do rock n’roll dos anos 1980, algo que ajuda a contextualizar as escolhas estéticas do filme e, por consequência, nas escolhas estéticas dos meninos que formam a banda.</p>
<p style="text-align: center;">A rebeldia e quebra de padrões (algo que vem junto da postura roqueira) respalda o amor vivido entre os dois personagens principais que parecem não ter nada em comum e passam a fazer sentidos juntos. As inconsequências e improvisações acontecem tanto no âmbito musical, mostrando o processo criativo da banda, quanto nas ações de Conor com sua família e com Raphina. Ainda assim, o maior embate, que leva à reflexão de qualquer roqueiro ao longo da vida, é o futurismo/inovação versus a tradição/conservar. A figura do irmão de Conor se mostra importantíssima nessa questão ao mostrar que independente de Sing Street ser uma banda futurista, de nada adianta sem antes ouvir os clássicos de rock que vieram antes deles.</p>
<p style="text-align: center;"><em> <img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35173 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/How-To-Talk-To-Girls-At-Parties.jpg" alt="" width="282" height="179" />How to Talk to Girls at Parties (John Cameron Micthell, 2017)</em></p>
<p style="text-align: center;">Enn (Alex Sharp) é um rapaz tímido, apaixonado pela nova tendência do punk, na Londres de 1970. Certo dia ele conhece Zan (Elle Fanning), uma jovem alienígena que quer conhecer os hábitos terrestres. É ensinando o estilo de vida rebelde e contra cultura que Enn consegue construir essa relação inusitada.</p>
<p style="text-align: center;"><em>How to Talk to Girls at Parties</em> é talvez o filme mais inusitado dessa lista e, estranhamente, também o mais didático. O filme responde uma daquelas perguntas que você faz ao seu companheiro no bar: “se um alienígena caísse na Terra agora, como você explicaria o que é punk?”. A própria personagem no filme da Nicole Kidman representa toda a tradição punk que o filme constantemente chama. A Rainha Boadicea é o amálgama de tudo que é punk e isso inclusive a respalda para ver em Zan a oportunidade que nunca teve: a de fazer sucesso no meio que sempre amou. Ela empodera a jovem alienígena, fazendo uma crítica inclusive ao movimento que sempre usou as bandeiras de igualdade e liberdade para se respaldar, mesmo tendo uma representatividade ínfima de minorias.</p>
<p style="text-align: center;">No filme, nós somos os alienígenas e Enn explica passo a passo o que é punk para o grande público: música e estilo de vida. No final das contas, o amor honesto e libertário, a paixão desmedida e a luta contra as ordens vigentes, todos símbolos do movimento punk, estão contidas aqui no amor de Enn e Zan.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>OS FILMES DE TERROR</strong></p>
<p style="text-align: center;">Um espaço que não teria como não ser alçado aqui seriam os filmes de terror. Uma confluência que inclusive faz muito sentido tematicamente com o gênero do Rock n’ Roll. Stephen King contemporaneamente já dizia que o terror como gênero literário e cinematográfico se assemelhava com o movimento de contra cultura que o rock representava, principalmente nos anos 1960. Não poderia faltar e estão aqui dois exemplos de filmes que tem o rock presente em sua raiz, de forma que a música pode se tornar até ferramenta narrativa que gera o afeto do medo, da violência ou da escatologia.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-116317 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Green-Room.jpg" alt="" width="275" height="183" />Green Room (Jeremy Saulnier, 2015)</em></p>
<p style="text-align: center;">Pat (Anton Yelchin) é um dos integrantes de uma banda punk progressista americana que busca o sucesso com suas letras. Tudo muda quando eles são convidados a fazerem um show em um pub nos bosques do Oregon. O que eles não sabiam é que aquele lugar também é um antro de reunião de neonazistas que passam a ameaçar a vida dos integrantes da banda.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Green Room</em> precisava entrar na lista por mostrar o lado punk do punk. O filme é basicamente divido em dois atos: uma jornada de descobrimento e maturação da banda, no início do filme (em um esquema parecido com um <em>road movie</em>), até o momento em que a banda vê um assassinato acontecer em uma sala de paredes verdes (que dá nome ao filme), deixando tudo mais intenso e violento. O filme, depois que ele vira de temática, passa a ser muito “direto ao ponto”: a questão aqui não é o suspense de quem vai morrer e quando, mas quase uma cadeia alimentar de sobrevivência. Patrick Stewart também está no filme e vive o líder venerado dessa organização violenta. No início se mostra bem compassivo e calmo com o fato da banda agora ser testemunha de um crime que aconteceu no seu pub. Depois de um tempo vemos que essa complacência é na verdade parte de uma psicopatia ainda maior.</p>
<p style="text-align: center;">O filme trabalha inclusive muito bem conceitualmente com o que foi o próprio movimento punk. Nas cinzas da “paz e amor” dos anos 1960, o punk surgia, nos anos 1970, em um tom agressivo e pessimista, cuspindo na cara da ideologia vigente. O que a banda de Pat não imaginava é que esse cuspe viria junto com sangue e dentes estraçalhados.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-116318 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/The-Devil’s-Candy-Sean-Byrne-2015.jpg" alt="" width="340" height="191" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/The-Devil’s-Candy-Sean-Byrne-2015.jpg 970w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/The-Devil’s-Candy-Sean-Byrne-2015-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/The-Devil’s-Candy-Sean-Byrne-2015-768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/The-Devil’s-Candy-Sean-Byrne-2015-696x391.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/The-Devil’s-Candy-Sean-Byrne-2015-748x420.jpg 748w" sizes="auto, (max-width: 340px) 100vw, 340px" />The Devil’s Candy (Sean Byrne, 2015)</em></p>
<p style="text-align: center;">O artista Ethan (Jesse Hellman) vive com a sua família na casa dos sonhos que acabaram de comprar. As coisas começam a ficar estranhas quando a aparição do ex-morador daquela casa, um guitarrista psicopata, que ameaça a vida dos que estão ali. O promissor diretor australiano de terror Sean Byrne, vem aqui com o seu segundo longa, depois do sucesso de The Loved Ones. The Devil’s Candy é uma homenagem ao horror com temas satanistas, algo recorrente no gênero cinematográfico, e sua relação com o heavy metal.</p>
<p style="text-align: center;">Tanto na filha de Ethan, uma apaixonada por rock que só deseja uma guitarra de aniversário, ao gosto musical do protagonista, à vocação do psicopata e à trilha sonora do filme, repleta de hinos famosos do rock pesado, esse filme não deixa de ser repleto do mais puro medo e escatologia que é ouvir heavy metal. O filme é uma mistura do subgênero de casa mal-assombrada, com o uso do vilão serial killer e uma atmosfera satanista. O que de fato salta aos olhos é a concepção estética roqueira do filme que é transpassada na própria arte de Ethan que é um artista visual. Conforme o filme progride, seus quadros vão ficando cada vez mais sombrios e opressivos, indicando os resultados derradeiros do decorrer do filme.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>OS DOCUMENTÁRIOS</strong></p>
<p style="text-align: center;">Algo que não poderia faltar para qualquer fã de música e de Rock são os famosos documentários. Todo mundo que começa a se interessar muito por um assunto vasto, como é a história do rock, acaba querendo mais e mais e, muitas vezes, os documentários nos ajudam a contextualizar e nos dar maiores noções sobre aquela banda que tanto amamos.</p>
<p style="text-align: center;">Em um ambiente tão vasto com produções que cobriram a história artística de praticamente toda a banda que pisou no mainstream, ficou cada vez mais difícil separar apenas dois. Ainda assim vale a pena conferir a visão que dois cineastas famosos têm do mundo da música, algo que os inspira constantemente em outras de suas produções. Seja em uma estética que acompanha a vida de uma banda em turnê, ou ainda no trabalho árduo de separar milhões de imagens de arquivo em um filme que permaneça coeso narrativamente, qualquer documentário de música já aquece o coração do fã. Estão aqui dois que se destacam.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-116319 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Shine-a-Light-Martin-Scorsese-2008.jpg" alt="" width="237" height="213" />Shine a Light (Martin Scorsese, 2008)</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Shine a Light</em> é um documentário dirigido pelo antológico Martin Scorsese que cobre um show da banda The Rolling Stones, em 2006. Com a presença de figuras icônicas (tanto na música, quanto na política), Scorsese demonstra o amor que tem pela banda, celebrando sua história, músicas mais clássicas e momentos célebres. A banda já tinha sido retratada anos atrás por outro cineasta de peso, no filme Sympath for the Devil, de 1968, dirigido por Jean-Luc Godard. Na antiga experiência, Godard queria entender muito mais o movimento de contra cultura ao acompanhar a gravação do hit da banda. 4º anos se passam e Scorsese, um apaixonado por The Rolling Stones, já tendo usado diversas de suas músicas em outros filmes, decide acompanhar, produzir e dirigir um show da banda. Uma proposta um tanto inusitada, na época, para a estética documental, se não fosse pelo talento de Martin.</p>
<p style="text-align: center;">O diretor permanece atento aos detalhes do backstage, filmando momentos sublimes de conversa da banda, da preparação antes do show, dando mais relevo aos personagens retratados. O diretor também tinha noção do quão maçante seria um documentário conter somente apresentações musicais, podendo parecer somente um show gravado. É aí que ele introduz diversas imagens de 1960 e 1970, quebrando o ritmo e traçando contextos importantes na história da banda. Um documentário de muito bom gosto, de um fã feito para fãs. Até o Bill Clinton chorou no filme!</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-116320 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Eight-Days-a-Week-Ron-Howard-2016.jpg" alt="" width="299" height="168" />Eight Days a Week (Ron Howard, 2016)</em></p>
<p style="text-align: center;">Em uma imensidão e documentários feitos sobre os The Beatles,<em> Eight Days a Week</em> se destaca por algumas razões. O documentário de Ron Howard decide focar no período que a banda viveu mais de 250 shows, entre 1963 e 1966, algo que ficou conhecido entre eles como “Os Anos de Tour”. O grande charme desse documentário são as imagens de arquivo inéditas que o diretor teve acesso para compor a sua narrativa. Desde fotos, vídeos e entrevistas nunca vistas, esse filme já ganha o interesse por conceder esse conteúdo exclusivo. Aliás, não só isso, a narrativa é muito bem conduzida e com muito foco, já que delimita esse período de shows e os impactos que a beatlemania teve nos países ocidentais que a banda passou.</p>
<p style="text-align: center;">Outro elemento que salta os olhos são as reconstruções em cores e alta resolução que o material base foi tratado. Ver alguns momentos icônicos para a história da banda, como a apresentação no programa do Ed Sullivan, em cores é algo que acrescenta mais uma camada ao documento imagético. Um documentário muito bem produzido, editado e roteirizado que consegue exprimir bem os impactos que os The Beatles trouxeram para a indústria fonográfica e para a cultura ocidental da segunda metade do século XX.</p>
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		<title>Especial Dia do Chocolate: 5 filmes com cenas icônicas com CHOCOLATE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2020 12:52:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o chocolate é o protagonista do filme. Dia 07 de julho é considerado o Dia Mundial do Chocolate, aliás, esse produto maravilhoso é um dos muitos presentes da América do Sul para o mundo e merece um especial só dele com suas cenas mais icônicas no cinema. Os Astecas já sabiam o valor imenso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Quando o chocolate é o protagonista do filme.</h1>
<p style="text-align: center;">Dia 07 de julho é considerado o Dia Mundial do Chocolate, aliás, esse produto maravilhoso é um dos muitos presentes da América do Sul para o mundo e merece um especial só dele com suas cenas mais icônicas no cinema.</p>
<p style="text-align: center;">Os Astecas já sabiam o valor imenso do cacau desde antes da chegada dos colonizadores, sendo ele mais valioso que o ouro. Os espanhóis conheceram o cacau, e através de várias misturas, chegaram nessa combinação divina que chamamos de chocolate.</p>
<p style="text-align: center;">Abaixo, você encontra alguns filmes que tem uma cena forte com chocolate ou o doce muito ligado a trama. Aliás, o chocolate é a alegria da vida, não é.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-115906 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/willie-wonka.jpg" alt="" width="327" height="154" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/willie-wonka.jpg 327w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/willie-wonka-300x141.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/willie-wonka-324x154.jpg 324w" sizes="auto, (max-width: 327px) 100vw, 327px" />A Fantástica Fábrica de Chocolate</em> (2005) &#8211; Clássico do cinema infantil, <em>A Fantástica Fábrica de Chocolate </em>conta a história de um menino muito pobre chamado Charlie em sua visita a monumental fábrica de chocolate do misterioso Willy Wonka. O filme de 1971 estrelado por Gene Wilder é um clássico do cinema infantil, porém o remake de Tim Button com Johnny Depp tem um primor visual incrível. A famosa cena da sala de chocolate, que na verdade é um imenso jardim com a cachoeira de puro chocolate derretido, é linda a e tentadora o suficiente pra matar diabéticos só de olhar para ela.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-115908 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Chocolate-2000.jpg" alt="" width="276" height="182" />Chocolate</em> (2000) &#8211; Rapaz, Johnny Depp deve realmente gostar de chocolate, pois ele fez outro filme sobre o assunto. <em>Chocolate</em> fala de uma mulher que é mãe solteira que acaba se mudar para um pequena cidade no interior da França. Ela não é vista com bons olhos pelos moradores da cidade, que não são muito simpáticos com forasteiros, mas após ela abrir uma chocolateria, vai conquistando e derretendo o coração de todos.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-115909 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/simplesmente-complicado.jpg" alt="" width="281" height="149" />Simplesmente Complicado </em>(2009) &#8211; Nesta comédia romântica, Steve Martin e Alex Baldwin formam um triângulo amoroso com Meryl Streep. A personagem de Maryl tem uma excelente padaria, e um de seus melhoras pratos é um croissant de chocolate. Ela e Steve Martin fazem o doce passo ou passo durante a cena, é tão detalhado que dá pra fazer em casa.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-115910 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Mary-e-Max-Uma-Amizade-Diferente.jpg" alt="" width="254" height="142" />Mary e Max &#8211; Uma Amizade Diferente </em>(2009) &#8211; Essa animação em <em>stop motion</em> é de pura doçura e amizade. Mary é uma menina australiana bem solitária, ela faz amizade com um judeu idoso de Nova York, e os dois tem um amor grande por chocolate. A amizade deles se desenvolve, até que Max fica rico e compra um suprimento de chocolate para a vida toda. <em>Mary e Max &#8211; Uma Amizade Diferente </em>parece um filme bobo, mas é na verdade baseado em uma história real que apesar de engraçada, é muito triste. O chocolate nessa história é nada mais que um símbolo de esperança para os dois personagens.</p>
<p style="text-align: center;">Entrando no túnel do tempo,<em> Matilda</em> (1996) conta a história da pequena Matilda Wormwood (Mara Wilson), uma criança brilhante de apenas seis anos, que cresceu em meio a pais grosseiros e ignorantes. Seu pai Harry (Danny DeVito) trabalha como vendedor de carros, enquanto que sua mãe Zinnia (Rhea Perlman) é dona de casa. Ambos ignoram a filha, a ponto de esquecerem de matriculá-la na escola. Desta forma Matilda fica sempre em casa ou na livraria, onde costuma estimular sua imaginação.  O local é controlado com mão de ferro pela diretora Agatha Trunchbull (Pam Ferris), o que faz com que Matilda apenas se sinta bem ao lado da professora Honey (Embeth Davidtz), que tenta ajudá-la o máximo possível.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-115819 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/matilda.jpg" alt="" width="205" height="142" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/matilda.jpg 620w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/matilda-300x208.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/matilda-218x150.jpg 218w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/matilda-607x420.jpg 607w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/matilda-100x70.jpg 100w" sizes="auto, (max-width: 205px) 100vw, 205px" />Uma das cenas icônicas do filme é quando Bruce, seu irmão, é obrigado a comer um bolo inteiro em frente de todos os alunos após roubar um pedaço do doce da cruel tutora. A cena deixou muita gente com estômago embrulhado com ele todo lambuzado de chocolate aos 12 anos.</p>
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		<title>Orgulho LGBTQI+: 10 filmes para ver e se emocionar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2020 15:13:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especial Orgulho LGBTQI+. Orgulho LGBTQI+: 10 filmes para ver e se emocionar! No mês do Orgulho LGBTQI+ ,  fizemos uma lista &#8220;MARA&#8221; de filmes com a temática pra você que já ama, e pra você que ainda não conhece, mas que respeita o amor de outras pessoas. Alguns filmes são romances fofos, temos filmes políticos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Especial Orgulho LGBTQI+.</h1>
<p style="text-align: center;">Orgulho LGBTQI+: 10 filmes para ver e se emocionar! No mês do Orgulho LGBTQI+ ,  fizemos uma lista &#8220;MARA&#8221; de filmes com a temática pra você que já ama, e pra você que ainda não conhece, mas que respeita o amor de outras pessoas.</p>
<p style="text-align: center;">Alguns filmes são romances fofos, temos filmes políticos, engraçados, e tristes. O mundo LGBTQI+ está repleto de possibilidades e por isso temos sempre que lutar contra o preconceito monstruoso que ainda sofremos. Então, está esperando o que para se jogar nessa maratona!</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-39414 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/12/me-chame-pelo-meu-nome.jpeg" alt="" width="285" height="190" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/12/me-chame-pelo-meu-nome.jpeg 710w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/12/me-chame-pelo-meu-nome-300x200.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/12/me-chame-pelo-meu-nome-696x464.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/12/me-chame-pelo-meu-nome-630x420.jpeg 630w" sizes="auto, (max-width: 285px) 100vw, 285px" />Me Chame Pelo Seu Nome</em> &#8211; Baseado no livro de André Aciman, <em>Me Chame Pelo Seu Nome </em>fala da história de Elio (Timothée Chalamet) e de Oliver (Armie Hammer). Quando Oliver chega a casa dos Perlman para ajudar o pai de Elio, os dois jovens começam a desenvolver uma amiga que acabar aflorando em outra coisa. O ponto forte deste filme é que ele é a história do primeiro amor, no caso o de Elio, que tem 17 anos no filme. Sim, ele tem um final mais amargo, ainda que muito verdadeiro, porém o espírito geral do filme é muito bonito de se ver.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-115263 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Milk-A-Voz-da-Igualdade.jpg" alt="" width="300" height="168" />Milk: A Voz da Igualdade</em> &#8211; Harvey Milk foi um grande ativista político pelos direitos dos gays na década de 1970. O filme <em>Milk: A Voz da Igualdade</em>, conta a história desde sua chegada em São Francisco, passando por ser tornar o primeiro gay assumido num cargo público, e culminando em seu assassinato por Dan White. Harvey tornou-se o símbolo mais forte pela luta dos direitos LGBT+ nos EUA, e também um mártir. Já White conseguiu ser, de acordo com o San Francisco Weekly, &#8220;<em>talvez o homem mais odiado na história de São Francisco</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-115262 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Priscila-A-Rainha-do-Deserto..jpg" alt="" width="266" height="189" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Priscila-A-Rainha-do-Deserto..jpg 266w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Priscila-A-Rainha-do-Deserto.-100x70.jpg 100w" sizes="auto, (max-width: 266px) 100vw, 266px" />Priscila, A Rainha do Deserto.</em> &#8211; <em>Priscila </em>é um filme australiano que mistura comédia e drama, dentro de um musical. Nele duas Drags Queens, Mitzi (Hugo Weaving) e Felicia (Guy Pierce), junto da mulher trans Bernadette (Terence Stamp), vão fazer um show numa cidade turística no meio do deserto. O roteiro conta a maravilhosa aventura das meninas, dentro do ônibus Priscila, pelo deserto australiano. Este filme é fantástico por vários motivos, entre eles está a família linda que se forma no filme, porque a medida que o filme avança vários personagens são englobados ao redor de Priscila. O que os une é o amor, seja fraternal ou romântico.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Com Amor, Simon &#8211; </em>Esse é outro filme fofo, e que tem grande importância. <em>Com Amor, Simon</em> é baseado no livro de Becky Albertall, e fala da jornada de Simon Spier (Nick Robinson) de sair do armário, ou seja, se assumir como gay. Sendo um filme teenager, o tom dele é muito mais leve do que outros filmes nessa lista, mas o elemento mais importante desde filme é: O fato de Simon ser gay não é um problema. Ele tem um família fantástica e compreensiva, uma estrutura escolar boa e amigos que são ainda melhores. Toda trama do filme abordada o relacionamento de Simon com ele mesmo.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-78631 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/04/O-Mau-Exemplo-de-Cameron-Post-1.jpg" alt="" width="311" height="162" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/04/O-Mau-Exemplo-de-Cameron-Post-1.jpg 311w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/04/O-Mau-Exemplo-de-Cameron-Post-1-300x156.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 311px) 100vw, 311px" />O Mau Exemplo de Cameron Post. &#8211; </em>Esse aqui é um filme leve, porém com um assunto muito sério.<em> O Mau Exemplo de Cameron Post</em> fala da falácia, e imbecilidade, da Cura Gay. Cameron (Chloë Moretz) é uma adolescente que foi pega tendo uma relação lésbica com uma colega de escola. Portanto, sua tia decide manda-la para um acampamento cristã de reeducação sexual, onde ela vai ser doutrinada a achar que ser homossexual é errado. Existem vários lugares no mundo ainda hoje que impõe a “Cura” Gay, de inúmeras nacionalidades e religiões, e como mostra o filme, muitos casos dessa doutrinação absurda acaba em mortes. Quando você escuta várias e várias vezes que você é errado, quando você não consegue mudar, você se mata. Cameron só sobrevive e foge desse covil com ajuda dos amigos.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-115261 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Boy-Erased-Uma-Verdade-Anulada..jpg" alt="" width="310" height="163" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Boy-Erased-Uma-Verdade-Anulada..jpg 310w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Boy-Erased-Uma-Verdade-Anulada.-300x158.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 310px) 100vw, 310px" />Boy Erased: Uma Verdade Anulada. </em>Outro filme sobre “Cura” Gay, que conta a história pessoal de Garrard Conley no programa de reorientação sexual. Este filme parece muito com o caso de Cameron, entretanto, ele é um pouco mais feliz. O protagonista, Jared (Lucas Hedges), tem de certa forma apoio de sua família, principalmente da mãe, já Cameron está sozinha o tempo todo. <em>Boy Erased </em>também mostra a relação da cristandade com a comunidade LGBTQI+, para o mal e para o bem. O ponto mais interessante a se observar no programa de Jared, é que o tempo todo eles tentam dizer que o rapaz é gay por estar frustrado, sempre é a culpa de alguém. Ser gay, ou lésbica, ou trans não é culpa de ninguém, é apenas ser quem realmente é.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-21163 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Flores-Raras.jpg" alt="" width="312" height="223" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Flores-Raras.jpg 615w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Flores-Raras-300x214.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Flores-Raras-100x70.jpg 100w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Flores-Raras-588x420.jpg 588w" sizes="auto, (max-width: 312px) 100vw, 312px" />Flores Raras &#8211; </em>O filme brasileiro  baseado em fatos narra a relação amorosa entre a poetisa americana Elizabeth Bishop (Miranda Otto),  e a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares (Glória Pires). O filme teve um excelente repercussão mundial, e também uma boa recepção da crítica. Entre vários comentários da crítica brasileira, o consenso é que a orientação sexual e os limites geograficos são apenas detalhes na relação dessa duas mulheres incríveis. Bishop é uma das poetisas mais aclamadas na literatura norte-americana, e Lota de Macedo é uma arquiteta e urbanista importantíssima para a história do Rio de Janeiro, tendo uma das responsáveis pela construção do Parque do Flamengo.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-27420 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Moonlight.jpg" alt="" width="290" height="145" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Moonlight.jpg 786w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Moonlight-300x150.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Moonlight-768x384.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Moonlight-696x348.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 290px) 100vw, 290px" />Moonlight: Sob a Luz do Luar</em> &#8211; O ganhador do Oscar de Melhor Filme, <em>Moonlight: Sob a Luz do Luar</em>, aborda a jornada de descobrimento de Chiron. Muitas vezes a gente tem uma noção glamourosa do mundo LGBT+, mas existe um número imenso de pessoas esquecidas em comunidade carentes. Ser gay é difícil, mas ser gay, preto e pobre, é infinitamente mais difícil. O filme junta vários elementos da vida de um jovem negro de Miami em constante fuga do mundo das drogas, e que também está em descobrimento. Além do prêmio de Melhor Filme, <em>Moonlight</em> ganhou Melhor Roteiro Adaptado, e rendeu a Mahershala Ali o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-113645 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Hoje-eu-quero-voltar-sozinho.jpg" alt="" width="267" height="141" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Hoje-eu-quero-voltar-sozinho.jpg 927w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Hoje-eu-quero-voltar-sozinho-300x158.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Hoje-eu-quero-voltar-sozinho-768x405.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Hoje-eu-quero-voltar-sozinho-696x367.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Hoje-eu-quero-voltar-sozinho-796x420.jpg 796w" sizes="auto, (max-width: 267px) 100vw, 267px" />Hoje Eu Quero Voltar Sozinho &#8211; </em>Originalmente, <em>Hoje Eu Quero Voltar Sozinho</em> era só um curta-metragem chamado <em>Eu Não Quero Voltar Sozinho, </em>porém o sucesso do curta foi tão grande que ele virou um filme. A história gira em torno de Leonardo (Ghilherme Lobo), um estudante cego do ensino médio lutando pela sua independência, em determinado momento chega o aluno novo, Gabriel (Fábio Audi), que vai abalar as estruturas de Leonardo. O longa é bem ao estilo teenager, porém com um tom mais maduro, ainda que conte com amor platônico e triângulos amorosas no roteiro.  <em>Hoje Eu Quero Voltar Sozinho</em> teve sua primeira exibição pública na mais importante mostra paralela do Festival de Berlim, Foi escolhido o melhor filme da mostra, recebendo o prêmio da Fipresci (Federação Internacional de Críticos de Cinema) por tal. Dentro do mesmo festival, ganhou o prêmio Teddy, direcionado a obras LGBT que promovam igualdade e tolerância na sociedade.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-42325 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/01/A-Garota-Dinamarquesa.jpeg" alt="" width="247" height="188" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/01/A-Garota-Dinamarquesa.jpeg 634w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/01/A-Garota-Dinamarquesa-300x229.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/01/A-Garota-Dinamarquesa-80x60.jpeg 80w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/01/A-Garota-Dinamarquesa-551x420.jpeg 551w" sizes="auto, (max-width: 247px) 100vw, 247px" />A Garota Dinamarquesa</em> &#8211; O longa-metragem de Tom Hooper fala de uma das primeiras pessoas transgênero a se submeter a uma cirurgia de redesignação sexual, Lili Robe (Eddie Redmayne). O assunto sobre transgêneros tem sido o novo campo de batalha da comunidade LGBT, e o que tem gerado mais polêmica. O filme <em> não é</em> perfeito nessa questão, ele falha em muitos sentidos, principalmente em questões históricas para comover o público. Mas ele serve para revelar que muitos preconceitos da década de 1920 ainda existem aqui. Ele tem bons diálogos importantes para a questão transgênero também. Ele está em último lugar na lista por conta dos erros, mas ainda tem uma importância por levantar uma discussão importante.</p>
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		<title>Dia dos Namorados com a Netflix</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mallu Correa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2020 16:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#DicaNetFlix]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>10 filmes para ver junto ou separado do seu date. Dia 12 de junho é sempre uma data delicada no calendário: se você se encontra comprometido, é sempre uma enorme ansiedade para passar com a pessoa amada e planejar o dia, se você namora à distancia, é um dia que a saudade aperta mais ainda, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">10 filmes para ver junto ou separado do seu <em>date</em>.</h1>
<p style="text-align: center;">Dia 12 de junho é sempre uma data delicada no calendário: se você se encontra comprometido, é sempre uma enorme ansiedade para passar com a pessoa amada e planejar o dia, se você namora à distancia, é um dia que a saudade aperta mais ainda, e se você está solteiro, é o dia que bate a carência com um pouco mais de força. Mas pensando em todas essas situações, aqui vão dez dicas do que assistir no próximo dia dos namorados, sozinho ou acompanhado. Todos os filmes estão disponíveis no catálogo da Netflix.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-113639 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Ricos-de-amor.jpg" alt="" width="301" height="169" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Ricos-de-amor.jpg 816w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Ricos-de-amor-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Ricos-de-amor-768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Ricos-de-amor-696x392.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Ricos-de-amor-747x420.jpg 747w" sizes="auto, (max-width: 301px) 100vw, 301px" />Ricos de amor</em> &#8211; Novo romance brasileiro da Netflix, <em>Ricos de Amor</em> conta a história de Teto, filho mimado, herdeiro de um grande empresário, de uma cidade pequena. Em um breve momento, ele conhece Paula, uma estudante do Rio de Janeiro. Com medo da reação da garota, ele acaba mentindo sobre sua condição financeira e se passando por uma pessoa humilde, o que vai acarretar uma série de complicações em sua vida.</p>
<p style="text-align: center;"><em> Ricos de Amor</em> é aquela comédia romântica gostosa, que te mata de vergonha e de rir ao mesmo tempo, e no fim deixa aquela sensação de “quero mais”. Além disso, o romance se passa no cenário entre o interior do Rio de Janeiro e a Cidade Maravilhosa.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-113640 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Você-nem-imagina.jpg" alt="" width="311" height="207" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Você-nem-imagina.jpg 871w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Você-nem-imagina-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Você-nem-imagina-768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Você-nem-imagina-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Você-nem-imagina-630x420.jpg 630w" sizes="auto, (max-width: 311px) 100vw, 311px" />Você nem imagina</em> &#8211; Também lançado recentemente pela Netflix, <em>Você nem imagina</em> conta a história de Ellie Chu, uma estudante comum do ensino médio prestes a se formar que, para ganhar um dinheiro extra, aceita ajudar um colega de turma a escrever cartas de amor, o que ela não imaginava é que iria se apaixonar pelo destinatário também. O filme é um coming-of-age que fala não só sobre a descoberta da sexualidade, mas também sobre amadurecimento. É um filme extremamente delicado e empolgante, ótimo para amolecer até os corações mais firmes.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-113641 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Para-todos-os-garotos-que-já-amei.jpg" alt="" width="303" height="170" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Para-todos-os-garotos-que-já-amei.jpg 872w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Para-todos-os-garotos-que-já-amei-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Para-todos-os-garotos-que-já-amei-768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Para-todos-os-garotos-que-já-amei-696x391.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Para-todos-os-garotos-que-já-amei-747x420.jpg 747w" sizes="auto, (max-width: 303px) 100vw, 303px" />Para todos os garotos que já amei</em> &#8211; Adaptação de um best-seller, &#8220;Para todos os garotos que já amei&#8221;,  fala sobre a situação que Lara Jean se encontra depois de descobrir que as cartas que escreveu para garotos que foi apaixonada foram misteriosamente enviadas. O filme é para os corações apaixonados, e até ganhou uma sequencia recentemente intitulada <em>Para todos os garotos que já amei. Ps: ainda amo você. </em></p>
<p style="text-align: center;">Essa é uma daquelas histórias adolescentes que fazem a gente reviver a época e se imaginar encontrando um amor antigo, por acaso. O filme é divertido, fofo e deixa qualquer pessoa suspirando por Noah Centineo ou Peter Kavinsky.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-113643 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/A-barraca-do-beijo.jpg" alt="" width="368" height="245" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/A-barraca-do-beijo.jpg 960w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/A-barraca-do-beijo-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/A-barraca-do-beijo-768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/A-barraca-do-beijo-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/A-barraca-do-beijo-630x420.jpg 630w" sizes="auto, (max-width: 368px) 100vw, 368px" /><em>A barraca do beijo</em> &#8211; Outro filme original Netflix, que impulsionou a carreira de Joey King e Jacob Elordi, que hoje fazem, respectivamente, &#8220;The Act&#8221; na Hulu e &#8220;Euphoria&#8221; na HBO.</p>
<p style="text-align: center;">O filme conta a história de Elle, que ao ter a ideia de fazer uma barraca do beijo, acaba se aproximando e apaixonando pelo irmão do melhor amigo dela. A relação de amizade acaba sendo abalada pelo novo romance, enquanto Elle ainda precisa lidar com as questões do novo namorado.</p>
<p style="text-align: center;"><em>A barraca do beijo</em> é o típico romance teen sobre o cara popular que acaba se apaixonando pela garota não-tão-conhecida-assim. Além dessa narrativa que por si só já conquista muita gente, o filme também aborda questões de amizade e de como superar problemas na relação. Pra alguns casais, pode ser o filme perfeito nesse dia dos namorados.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-113644 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Modo-avião.jpg" alt="" width="361" height="203" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Modo-avião.jpg 897w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Modo-avião-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Modo-avião-768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Modo-avião-696x391.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Modo-avião-748x420.jpg 748w" sizes="auto, (max-width: 361px) 100vw, 361px" />Modo avião</em> &#8211; Larissa Manoela sempre se mostrou uma atriz capaz de conquistar pessoas, mesmo com sua pouca idade. Ela sempre se destacou nas novelas que fez e adquiriu muitos fãs ao redor do Brasil, fazendo com que várias empresas ficassem de olho na estrela. E já no seu primeiro trabalho com a Netflix ela já mostra para que veio.</p>
<p style="text-align: center;"><em> Modo avião</em> se tornou o filme de língua não-inglesa mais visto no streaming. Aqui, Larissa é Ana, uma grande influenciadora digital viciada no seu aparelho celular, por causa disso, ela acaba sofrendo um acidente e é obrigada a passar uns dias com seu avô, longe da internet, onde ela aprende lições valiosas sobre a vida real.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Modo avião</em> é o filme mais leve da lista, aquele tipo pra família toda, mas que não tira de forma alguma seu mérito. Ele sabe divertir como nenhum outro e a gente tira aprendizados importantíssimos pra essa era digital.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-113645 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Hoje-eu-quero-voltar-sozinho.jpg" alt="" width="317" height="167" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Hoje-eu-quero-voltar-sozinho.jpg 927w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Hoje-eu-quero-voltar-sozinho-300x158.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Hoje-eu-quero-voltar-sozinho-768x405.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Hoje-eu-quero-voltar-sozinho-696x367.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Hoje-eu-quero-voltar-sozinho-796x420.jpg 796w" sizes="auto, (max-width: 317px) 100vw, 317px" />Hoje eu quero voltar sozinho</em> &#8211; Outro brasileiro da lista, <em>Hoje eu quero voltar sozinho</em> era, inicialmente, um curta-metragem que foi visto por milhões de pessoas no youtube, e acabou sendo adaptado para um longa.</p>
<p style="text-align: center;">Leonardo é um garoto com deficiência visual que precisa lidar com a mãe super protetora enquanto busca ser mais independente. Quando Gabriel, um novo aluno de sua escola, acaba se aproximando dele, Leo também começa a ter que lidar com a descoberta de sua sexualidade.</p>
<p style="text-align: center;">O filme fala sobre descobertas, sobre dificuldades, sobre amizade, de uma forma totalmente diferente e sensível. É aquele filme perfeito para encher o coração e ainda aprender inúmeras coisas.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-113646 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Alguém-especial.jpg" alt="" width="308" height="205" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Alguém-especial.jpg 770w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Alguém-especial-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Alguém-especial-768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Alguém-especial-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Alguém-especial-630x420.jpg 630w" sizes="auto, (max-width: 308px) 100vw, 308px" />Alguém especial</em> &#8211; Como prometido, nessa lista também tem filmes para todos aqueles que gostariam, mas infelizmente não estão com a pessoa amada. <em>Alguém especial</em>  conta a história de Jenny, uma jornalista que por conta de uma proposta de trabalho precisa atravessar o país, por conta da mudança, enquanto seu namorado de quase 10 anos termina o relacionamento.</p>
<p style="text-align: center;">Agora, Jenny precisa aprender a lidar com a solidão depois de passar tanto tempo namorando e de aceitar sua nova vida, que não envolve mais seu ex. O filme trata o final de uma relação da forma mais crua, real, devastadora e cômica possível. Ao mesmo tempo que você ri da protagonista, você sente tudo o que ela passa. Gina Rodriguez está perfeita no papel e as histórias paralelas de suas melhores amigas também são igualmente viciantes. Não tem como não se identificar com alguma (ou com todas) as personagens desse filme.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-113647 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/10-coisas-que-eu-odeio-em-você.png" alt="" width="429" height="215" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/10-coisas-que-eu-odeio-em-você.png 797w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/10-coisas-que-eu-odeio-em-você-300x150.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/10-coisas-que-eu-odeio-em-você-768x384.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/10-coisas-que-eu-odeio-em-você-696x348.png 696w" sizes="auto, (max-width: 429px) 100vw, 429px" />10 coisas que eu odeio em você</em> &#8211; Pra quem gosta de um clássico, <em>10 coisas que eu odeio em você</em> é o filme perfeito! Com o incrível e charmoso Heath Ledger dando vida a Pat, um rebelde estudante que aceita o desafio de conquistar uma garota igualmente rebelde e arisca para que a irmã mais nova dela possa também namorar.</p>
<p style="text-align: center;">Para quem nunca viu, o filme é um grande romance teen dos anos 2000, que consegue, até hoje, ser extremamente popular. Pra quem já viu, o dia dos namorados talvez seja a melhor data para rever, afinal, sempre da para matar a saudade de Kat Stratford e se emocionar com seu poema.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-113648 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Ponte-aérea.jpg" alt="" width="380" height="204" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Ponte-aérea.jpg 380w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Ponte-aérea-300x161.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 380px) 100vw, 380px" />Ponte aérea</em> &#8211; Ponte Aérea é aquele filme para os casais apaixonados, mas que estão distantes fisicamente um do outro. Conta a história da paulistana Amanda e do carioca Bruno, que em uma viagem acabam se apaixonando. Os dois precisam lidar com a distância, além do fato de serem pessoas muito diferentes uma da outra.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Ponte aérea</em> é o mais próximo da realidade que estamos atualmente, com pessoas impossibilitadas de se verem, com casais sendo separados pela pandemia. É um ótimo filme nacional, com atuações incríveis, momentos engraçados, tristes, mas que sempre passam a grande mensagem: o amor é capaz de vencer qualquer barreira.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-113649 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Amizade-Colorida.jpg" alt="" width="426" height="242" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Amizade-Colorida.jpg 1200w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Amizade-Colorida-300x170.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Amizade-Colorida-1024x580.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Amizade-Colorida-768x435.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Amizade-Colorida-696x394.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Amizade-Colorida-1068x605.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Amizade-Colorida-741x420.jpg 741w" sizes="auto, (max-width: 426px) 100vw, 426px" />Amizade Colorida</em> &#8211; Outro filme que já virou clássico para os corações apaixonados é a história protagonizada por Mila Kunis e Justin Timberlake. Seus personagens, Jamie e Dylan, resolvem começar uma amizade colorida sem nenhum tipo de cobrança ou que possa vir a virar um relacionamento, mas é claro que, conforme o tempo, os sentimentos vão se confundindo.</p>
<p style="text-align: center;">A grande maioria das pessoas, hoje  em dia, passa por essa situação ou já se viu encurralado por ter confundido as coisas ou acabar confundido a pessoa. Por conta dessa grande identificação e por trazer paz ao coração dos mesmos, <em>Amizade Colorida</em> se tornou uma das maiores comédias românticas conhecidas. Com direito a grandes clichês, como flashmobs. Não tem como não querer viver um tiquinho do que eles vivem.</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2020/06/dia-dos-namorados-com-a-netflix/">Dia dos Namorados com a Netflix</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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		<title>10 filmes para lembrar a importância de cuidar do Meio Ambiente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2020 16:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia do Meio Ambiente foi criado em 1972.  É importante aprender desde criança a importância de cuidar do meio ambiente, mas como começar uma conversa que parece tão séria com as crianças, e até mesmo adultos? Muitas vezes, os filmes, podem ajudar, afinal, ter o objetivo ilustrado, nas telas, permite ver o mundo de outra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Dia do Meio Ambiente foi criado em 1972.</h1>
<p style="text-align: center;"> É importante aprender desde criança a importância de cuidar do meio ambiente, mas como começar uma conversa que parece tão séria com as crianças, e até mesmo adultos? Muitas vezes, os filmes, podem ajudar, afinal, ter o objetivo ilustrado, nas telas, permite ver o mundo de outra forma. Certamente, documentários vão mais adentro do assunto, abraçando mais o tema em questão. Mas, antes, de apresentar uma lista com filmes e documentários sobre o assunto é importante saber que o dia do Meio Ambiente, não foi criado à toa.</p>
<p style="text-align: center;">Em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, em Estocolmo, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial do Meio Ambiente, que passou a ser comemorado todo dia 05 de junho.</p>
<p style="text-align: center;">Com a finalidade de conscientizar a respeito da importância de preservar os recursos naturais, o Dia Mundial do Meio Ambiente  tem por finalidade criar uma postura crítica e ativa em relação aos problemas ambientais existentes no planeta.</p>
<p style="text-align: center;">Abaixo você encontrará filmes que te farão repensar seu papel no meio ambiente e o impacto de suas ações.</p>
<figure id="attachment_112902" aria-describedby="caption-attachment-112902" style="width: 153px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-112902" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/O-Sal-da-Terra.jpg" alt="" width="153" height="230" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/O-Sal-da-Terra.jpg 719w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/O-Sal-da-Terra-200x300.jpg 200w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/O-Sal-da-Terra-682x1024.jpg 682w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/O-Sal-da-Terra-696x1045.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/O-Sal-da-Terra-280x420.jpg 280w" sizes="auto, (max-width: 153px) 100vw, 153px" /><figcaption id="caption-attachment-112902" class="wp-caption-text">Copyright Donata Wenders / NFP*</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><em>O Sal da Terra (2014)</em><br />
O documentário, dirigido pelo alemão Wim Wenders e pelo brasileiro Juliano Salgado, retrata a trajetória do renomado fotojornalista Sebastião Salgado. O fotógrafo se dedicou em sua carreira às questões sociais e ambientais. O documentário conta, por meio das sensíveis imagens captadas pelo olhar de Salgado, um pouco da história humana e seu impacto sobre o planeta. Também mostra a faceta exploratória de recursos naturais, a relação de diversas civilizações com a natureza e a guerra, além da magnitude da natureza.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Mission Blue (2014)</em></p>
<figure id="attachment_112903" aria-describedby="caption-attachment-112903" style="width: 319px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-112903" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Mission-Blue.jpg" alt="" width="319" height="214" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Mission-Blue.jpg 1600w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Mission-Blue-300x202.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Mission-Blue-1024x688.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Mission-Blue-768x516.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Mission-Blue-1536x1032.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Mission-Blue-696x468.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Mission-Blue-1068x718.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Mission-Blue-625x420.jpg 625w" sizes="auto, (max-width: 319px) 100vw, 319px" /><figcaption id="caption-attachment-112903" class="wp-caption-text">Copyright Droits réservés</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;">Dirigido por Robert Nixon e Fisher Stevens, Mission Blue se assemelha a O Sal da Terra, por também contar a biografia de uma grande personalidade em busca de objetivo maior &#8211; que é a conscientização ambiental. Ele mostra a biografia da renomada bióloga marinha Sylvia Earle e ao mesmo tempo faz importantes denúncias sobre a condição dos oceanos. Os avanços dos impactos das ações humanas nos oceanos e a importância destes para o equilíbrio do planeta são os focos que pautam questões sobre sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Cowspiracy (2014)</em><br />
<em><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-81474 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Cowspiracy.jpg" alt="" width="300" height="168" />Cowspiracy </em> nasceu na mente do cineasta Kip Andersen após ele se deparar com dados oficiais da ONU que informavam que a agricultura animal tem emissões de gases superior a todo o setor de transportes (carros, caminhões, trens, navios e aviões). Além disso, ficou intrigado com o fato de grandes ONGs ambientalistas ignorarem a causa número um da destruição do planeta. Se você se preocupa com emissões de gases, desmatamento e consumo de água deve se preparar para os dados alarmantes da degradação ambiental decorrente da indústria agropecuária denunciados pelo documentário.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Chasing Ice (2012)</em></p>
<figure id="attachment_112904" aria-describedby="caption-attachment-112904" style="width: 362px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-112904" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Chasing-ice.jpg" alt="" width="362" height="241" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Chasing-ice.jpg 1600w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Chasing-ice-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Chasing-ice-1024x682.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Chasing-ice-768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Chasing-ice-1536x1023.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Chasing-ice-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Chasing-ice-1068x712.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Chasing-ice-630x420.jpg 630w" sizes="auto, (max-width: 362px) 100vw, 362px" /><figcaption id="caption-attachment-112904" class="wp-caption-text">Copyright NFP</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;">Muito se fala sobre o aquecimento global, mas poucas pessoas realmente têm noção dos efeitos que já atingem nosso planeta. Se você é uma dessas pessoas que não se convence pelas tabelas, gráficos e números disponíveis sobre o assunto, assista ao documentário Chasing Ice, dirigido por Jeff Orlowski. O filme mostra a expedição do fotógrafo James Balog ao Ártico.</p>
<p style="text-align: center;">O premiado fotógrafo recebeu o desafio da publicação National Geographic de retratar os efeitos da mudança climática no planeta. Para isso, ele desenvolveu o projeto “Extreme Ice Survey” (Pesquisa Radical no Gelo): posicionou câmeras resistentes em locais perigosos para produzir imagens do derretimento durante alguns anos. Com o efeito de time-lapse é possível observar as mudanças drásticas nas geleiras.</p>
<figure id="attachment_112905" aria-describedby="caption-attachment-112905" style="width: 376px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-112905 " src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Trashed-Para-Onde-Vai-Nosso-Lixo.jpg" alt="" width="376" height="268" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Trashed-Para-Onde-Vai-Nosso-Lixo.jpg 1516w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Trashed-Para-Onde-Vai-Nosso-Lixo-300x214.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Trashed-Para-Onde-Vai-Nosso-Lixo-1024x729.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Trashed-Para-Onde-Vai-Nosso-Lixo-768x547.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Trashed-Para-Onde-Vai-Nosso-Lixo-696x496.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Trashed-Para-Onde-Vai-Nosso-Lixo-1068x761.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Trashed-Para-Onde-Vai-Nosso-Lixo-590x420.jpg 590w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Trashed-Para-Onde-Vai-Nosso-Lixo-100x70.jpg 100w" sizes="auto, (max-width: 376px) 100vw, 376px" /><figcaption id="caption-attachment-112905" class="wp-caption-text">Copyright Tiberius Film</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><em>Trashed &#8211; Para Onde Vai Nosso Lixo (2012)</em><br />
Dirigido por Candida Brady e com o ator Jeremy Irons no elenco, aborda não apenas a questão do lixo em si, mas também o destino dos resíduos. O filme é dividido em três partes: avaliação, solução (errada) e a tomada de uma decisão mais correta. Percorrendo todo o hemisfério norte, Irons mostra como diversos governos tratam a questão do lixo, além de expor curiosidades e algum conteúdo aprofundado sobre ecologia.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-112906 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lixo-Extraordinário.jpg" alt="" width="359" height="239" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lixo-Extraordinário.jpg 750w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lixo-Extraordinário-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lixo-Extraordinário-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lixo-Extraordinário-630x420.jpg 630w" sizes="auto, (max-width: 359px) 100vw, 359px" />Lixo Extraordinário (2011)</em><br />
Uma análise sobre o trabalho do artista plástico Vik Muniz no Jardim Gramacho, localizado na cidade de Duque de Caxias (RJ), que é um dos maiores aterros sanitários do mundo.</p>
<p style="text-align: center;">Premiado no Festival de Berlim de 2010 e um dos 15 pré selecionados para a categoria no Oscar 2011, foi filmado ao longo de três anos e tocado por três diretores, entre eles o brasileiro João Jardim (Janela da Alma), a coprodução Brasil/Reino Unido tem como mola propulsora a ideia de causar no mundo um efeito transformador de hábitos e pessoas.</p>
<figure id="attachment_112907" aria-describedby="caption-attachment-112907" style="width: 306px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-112907" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/seremos-historia.jpg" alt="" width="306" height="172" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/seremos-historia.jpg 1920w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/seremos-historia-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/seremos-historia-1024x576.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/seremos-historia-768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/seremos-historia-1536x864.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/seremos-historia-696x392.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/seremos-historia-1068x601.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/seremos-historia-747x420.jpg 747w" sizes="auto, (max-width: 306px) 100vw, 306px" /><figcaption id="caption-attachment-112907" class="wp-caption-text">Copyright National Geographic Films<br />© 2016 RatPac Documentary Films, LLC and Greenhour Corporation, Inc.<br />All rights reserved.</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><em>Seremos História? (2016)</em><br />
No documentário, Leonardo DiCaprio nos leva à linha de frente da batalha contra as mudanças climáticas, conversando com algumas das pessoas mais proeminentes na causa como Barack Obama, Bill Clinton, John Kerry e o Papa Francisco.</p>
<p style="text-align: center;">Mudanças de temperatura, inundações, e outros fenômenos semelhantes têm se tornado cada vez mais comum, e o que tem sido feito na tentativa de amenizar essa situação? É na busca por respostas para essas questões que Leonardo DiCaprio abraça a missão de testemunhar as mudanças climáticas em diversos países, e de uma forma nunca vista antes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-112908 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Wall-e.jpg" alt="" width="297" height="170" />A animação<em> Wall-e </em> nos transporta para um mundo não muito longe daqui (pelo menos é o que parece, se continuarmos a não cuidar do nosso planeta). A mensagem é clara e simples, além de ser para todas as idades.</p>
<p style="text-align: center;">Após entulhar a Terra de lixo e poluir a atmosfera com gases tóxicos, a humanidade deixou o planeta e passou a viver em uma gigantesca nave. O plano era que o retiro durasse alguns poucos anos, com robôs sendo deixados para limpar o planeta. Wall-E é o último destes robôs, que se mantém em funcionamento graças ao auto-conserto de suas peças. Sua vida consiste em compactar o lixo existente no planeta, que forma torres maiores que arranha-céus, e colecionar objetos curiosos que encontra ao realizar seu trabalho. Até que um dia surge repentinamente uma nave, que traz um novo e moderno robô: Eva. A princípio curioso, Wall-E logo se apaixona pela recém-chegada.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-57048 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/08/Canal-Brasil-exibe-Xingu-série-que-resgata-a-luta-dos-irmãos-Villas-Bôas-pelos-direitos-indígenas.jpg" alt="" width="394" height="264" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/08/Canal-Brasil-exibe-Xingu-série-que-resgata-a-luta-dos-irmãos-Villas-Bôas-pelos-direitos-indígenas.jpg 1197w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/08/Canal-Brasil-exibe-Xingu-série-que-resgata-a-luta-dos-irmãos-Villas-Bôas-pelos-direitos-indígenas-300x201.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/08/Canal-Brasil-exibe-Xingu-série-que-resgata-a-luta-dos-irmãos-Villas-Bôas-pelos-direitos-indígenas-768x514.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/08/Canal-Brasil-exibe-Xingu-série-que-resgata-a-luta-dos-irmãos-Villas-Bôas-pelos-direitos-indígenas-1024x685.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/08/Canal-Brasil-exibe-Xingu-série-que-resgata-a-luta-dos-irmãos-Villas-Bôas-pelos-direitos-indígenas-696x466.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/08/Canal-Brasil-exibe-Xingu-série-que-resgata-a-luta-dos-irmãos-Villas-Bôas-pelos-direitos-indígenas-1068x715.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/08/Canal-Brasil-exibe-Xingu-série-que-resgata-a-luta-dos-irmãos-Villas-Bôas-pelos-direitos-indígenas-628x420.jpg 628w" sizes="auto, (max-width: 394px) 100vw, 394px" />Com direção de Cao Hamburger, o filme nacional<em> Xingu</em>, baseado em fatos reais, foi filmado em Palmas, Xavantina e Miracema, localizadas no estado do Tocantins, e no Parque Nacional do Xingu.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Xingu</em> foi selecionado para a mostra Panorama, no Festival de Berlim, onde foi premiado com a 3ª colocação no Voto Popular.</p>
<p style="text-align: center;">Os irmãos Orlando, Cláudio e Leonardo Villas-Bôas decidem viver uma grande aventura, alistam-se na expedição Roncador-Xingu e partem numa missão desbravadora pelo Brasil Central. Logo os irmãos se tornam chefes da expedição e se envolvem na defesa dos índios e de sua cultura. Numa viagem sem paralelo na história, os irmãos Villas-Bôas conseguem fundar o Parque Nacional do Xingu, um parque ecológico e reserva indígena que, na época, era o maior do mundo, do tamanho de um país como a Bélgica. Ao recontar a saga dos irmãos, vamos acompanhar essa grande luta pela criação do parque e pela salvação de tribos inteiras que transformaram os Villas-Bôas em heróis brasileiros.</p>
<figure id="attachment_112909" aria-describedby="caption-attachment-112909" style="width: 301px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-112909" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Uma-Verdade-Mais-Inconveniente.jpg" alt="" width="301" height="169" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Uma-Verdade-Mais-Inconveniente.jpg 1600w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Uma-Verdade-Mais-Inconveniente-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Uma-Verdade-Mais-Inconveniente-1024x576.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Uma-Verdade-Mais-Inconveniente-768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Uma-Verdade-Mais-Inconveniente-1536x864.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Uma-Verdade-Mais-Inconveniente-696x392.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Uma-Verdade-Mais-Inconveniente-1068x601.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Uma-Verdade-Mais-Inconveniente-747x420.jpg 747w" sizes="auto, (max-width: 301px) 100vw, 301px" /><figcaption id="caption-attachment-112909" class="wp-caption-text">Copyright 2017 Paramount Pictures. All Rights Reserved.</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><em>Uma Verdade Mais Inconveniente</em><br />
Dez anos após <em>Uma Verdade Inconveniente</em> ter alertado sobre a necessidade da união entre países para tratar a crise iminente envolvendo o aquecimento global, Al Gore retorna ao tema para mostrar não apenas as consequências práticas da crise climática, mas também os avanços obtidos na obtenção de energia através de fontes limpas.</p>
<p style="text-align: center;">Uma década após o primeiro documentário, o documentário recorda os espectadores que o problema só piora. E a solução ainda parece distante. O documentário de 2017, serve de lembrete contínuo, irrefutável e cientificamente saudável de que a humanidade continua prejudicando o planeta de maneiras chocantes e sóbrias.</p>
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