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	<title>Entrevistas - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Entrevistas - Rota Cult</title>
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		<title>Luciano Huck fala dos aprendizados nos 21 anos de &#8216;Caldeirão do Huck&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 15:49:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apresentador fala sobre a idealização do &#8216;Domingão com Huck&#8217;. A vida é certamente feita de ciclos. O início de um novo desafio profissional, a chegada aos 50 anos de idade e o desejo de dialogar intimamente com o público são, para Luciano Huck, uma nova etapa que começa justamente com o encerramento de um período [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Apresentador fala sobre a idealização do &#8216;Domingão com Huck&#8217;.</h1>
<p style="text-align: center;">A vida é certamente feita de ciclos. O início de um novo desafio profissional, a chegada aos 50 anos de idade e o desejo de dialogar intimamente com o público são, para Luciano Huck, uma nova etapa que começa justamente com o encerramento de um período que, segundo ele, o transformou pessoalmente.</p>
<p style="text-align: center;">No próximo domingo, dia 5, o apresentador comanda, o primeiro &#8216;Domingão com Huck&#8217; e a estreia da nova temporada do &#8216;Show dos Famosos&#8217;, Huck promete fazer companhia para as famílias dos brasileiros pelos próximos domingos trazendo histórias inspiradoras e quadros que divertem e emocionam apresentados em tempo real.</p>
<p style="text-align: center;"> &#8220;Eu valorizo muito a minha família, então também valorizo o momento em que as pessoas estão do outro lado da tela junto com as famílias delas. Por isso, teremos um programa alegre, divertido, bem-humorado, mas que não se furta de ser um espaço para contribuir com a construção de um futuro melhor&#8221;, antecipa o apresentador.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Qual a sensação de estrear um novo projeto após mais de duas décadas de carreira na televisão?</strong><br />
<strong>Luciano Huck &#8211;</strong> Eu acho que a vida é feita em ciclos. Você precisa ter a sabedoria de abrir, de ver e de encerrar os ciclos com o melhor que você pode dar em cada um deles. O ciclo do &#8216;Caldeirão&#8217; foi de 21 anos muito bem vividos, que não voltam, mas que estão guardados na memória e cumpriram um capítulo na história da televisão de um jeito muito potente e afetivo para mim. Agora, dia 5, inicio um novo ciclo.</p>
<p style="text-align: center;">Acho que há uma certa simbologia em começar um novo ciclo profissional aos 50 anos e em um momento em que o país precisa colar os cacos depois de um ano tão difícil. Poder ter a força da televisão aberta para se conectar com as pessoas e dar protagonismo a elas, mostrar assim um lado bom do brasileiro, resgatar a autoestima e esperança, sem perder a diversão, a emoção e a inspiração que eu sempre trouxe para a televisão.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O que o &#8216;Domingão com Huck&#8217; terá da sua marca registrada?</strong><br />
<strong>Luciano Huck &#8211;</strong> Acho que começa pelo nome. Ser o &#8216;Domingão com Huck&#8217; e não &#8220;do Huck&#8221; foi uma decisão pensada&#8230; Eu não queria que fosse um programa meu. É um programa nosso, um programa com o Luciano, com a Laura, com a Bárbara, com o João, com a Ana, com todo mundo. É um programa feito para que as pessoas se enxerguem nele. Os grandes protagonistas do &#8216;Domingão&#8217; serão os brasileiros em todos os seus recortes do país.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Fale um pouco sobre a idealização do &#8216;Domingão com Huck&#8217; e sobre o time que está fazendo o programa junto com você.</strong><br />
<strong>Luciano Huck &#8211;</strong> A gente juntou as equipes do &#8216;Domingão&#8217; e do &#8216;Caldeirão&#8217;. E acho importante falar isso porque o domingo é um dia sagrado para as famílias. É o dia em que todos se reúnem na frente da televisão. Por isso, a gente precisa reverenciar quem veio antes de nós neste horário. Dos &#8216;Trapalhões&#8217; ao Silvio Santos, mas especialmente o Fausto Silva. Além de um amigo, ele sempre foi uma referência e uma inspiração. O meu papel é seguir essa trilha de sucesso, mas &#8220;atualizando o software&#8221;, porque o mundo está mudando e isso é necessário.</p>
<p style="text-align: center;">Televisão se faz em equipe! Então, eu uni a minha equipe, que está comigo há muito tempo, a parte da equipe do &#8216;Domingão&#8217;, que conhece muito o horário, tem experiência e sempre fez um trabalho muito bom.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quais foram os grandes aprendizados de 21 anos de &#8216;Caldeirão do Huck&#8217;?</strong><br />
<strong>Luciano Huck &#8211;</strong> Quem me acompanhou nos últimos 21 anos aos sábados, na TV Globo, talvez tenha tido a impressão de que a gente (eu e o programa) é que estava impactando a vida das pessoas de alguma forma, realizando sonhos. Mas eu tenho bastante segurança para dizer que o rio corre em direção oposta. O impactado e transformado nesses anos todos fui eu. Esse banho de realidade que eu levei ao ter o privilégio de entrar na casa das pessoas, trocando ideias, me fez um brasileiro melhor, um pai melhor, um filho melhor, um marido melhor. Então, eu devo muito a esses 21 anos na televisão e, principalmente, às pessoas que compartilharam as suas histórias comigo. Foi a coisa mais transformadora na minha vida até hoje.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quais são os pontos altos do programa e o que você deseja que as pessoas sintam ao assistir ao &#8216;Domingão com Huck&#8217;?</strong><br />
<strong>Luciano Huck &#8211;</strong>  Acho que o &#8216;Domingão&#8217; vai manter a vocação de emocionar e divertir as pessoas nas tardes de domingo. Será um programa solar. Eu valorizo muito a minha família, então também valorizo o momento em que as pessoas estão do outro lado da tela junto com as famílias delas. Por isso, teremos um programa alegre, divertido, bem-humorado, mas que não se furta de ser um espaço para contribuir com a construção de um futuro melhor.</p>
<p style="text-align: center;">O &#8216;Domingão com Huck&#8217; estreia domingo, no dia 5 de setembro, após o jogo de Brasil e Argentina pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. O programa tem apresentação de Luciano Huck, direção artística de Hélio Vargas e direção geral de Clarissa Lopes.</p>
<p><strong>*entrevista enviada pela área de comunicação da TV Globo</strong></p>
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		<title>Quitéria Chagas fala sobre sua volta ao Império Serrano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiane Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 16:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É como diz o ditado: &#8220;Quem já foi rainha, jamais perde a majestade&#8221;. Em 2020, Quitéria Chagas anunciou sua aposentadoria do Império Serrano. Ao consumar sua decisão, ela não poderia imaginar que o mundo fosse passar por uma pandemia e que sua ausência fosse durar tão pouco. Menos de um ano após o anúncio, ela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_130663" aria-describedby="caption-attachment-130663" style="width: 256px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-130663" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Quitéria_Eliane-Diotti.png" alt="" width="256" height="319" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Quitéria_Eliane-Diotti.png 517w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Quitéria_Eliane-Diotti-241x300.png 241w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Quitéria_Eliane-Diotti-337x420.png 337w" sizes="(max-width: 256px) 100vw, 256px" /><figcaption id="caption-attachment-130663" class="wp-caption-text">Foto: Eliane Diotti</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;">É como diz o ditado: &#8220;Quem já foi rainha, jamais perde a majestade&#8221;. Em 2020, Quitéria Chagas anunciou sua aposentadoria do Império Serrano. Ao consumar sua decisão, ela não poderia imaginar que o mundo fosse passar por uma pandemia e que sua ausência fosse durar tão pouco. Menos de um ano após o anúncio, ela retorna à escola da qual é cria para ser homenageada como “Eterna Rainha” e para acertar sua volta.</p>
<p style="text-align: center;">Aos 40 anos de idade, a ex-atriz que mora atualmente em Milão, na Itália, agora é psicóloga, doula, além de passista. Agora, ela volta à escola numa posição ainda maior do que quando saiu.</p>
<p style="text-align: center;">Em entrevista ao Rota Cult, ela conta sobre sua vida durante a pandemia da Covid-19 num dos países que mais sofreu os impactos da doença, sua volta ao Império Serrano, a atuação na Federação Nacional das Escolas de Samba e sua vida profissional fora da avenida.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Poucos meses após ter anunciado sua aposentadoria, você retornou ao Império Serrano para confirmar sua continuidade como sua representante. O que motivou seu retorno? </strong><br />
<strong>Quitéria Chagas &#8211;</strong> Foi uma questão logística. Apesar da rainha de bateria ser uma profissional da dança, no espetáculo carnaval, nós enquanto rainhas não somos profissionalizadas. Então, todos os custos e gastos são meus. Nem sempre foi assim, pois sempre houve um apelo da comunidade para que eu fosse a representante da escola e me tornei uma personalidade do carnaval. Mas morar em outro país dificultou bastante, mas fico feliz por ter voltado como rainha da escola. Não é a primeira vez que eu exerço esse cargo. Em 2004, fui rainha pela primeira vez, mas agora o Império Serrano resgatou esse cargo. Então, no próximo carnaval, vou representar a escola na avenida abrindo o desfile antes da comissão de frente.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O que significa para você ser a primeira mulher representante da Fenasamba? </strong><br />
<strong>Quitéria Chagas &#8211;</strong> É muito importante para mim ter sido a primeira mulher a ser escolhida como embaixadora do Samba, na Federação Nacional das Escolas de Samba. Um reconhecimento que veio dos baluartes, da presidência e da diretoria. Isso significa que o patriarcado reconhece o valor e o papel das mulheres do samba, Afinal, as matriarcas, foram e são o berço do samba. Então, um órgão reconhecer isso é, sem dúvidas, um passo importante e tem me dado a oportunidade de brigar por políticas públicas, na tentativa de fortalecer o universo do samba e trazer mais respeito ao carnaval que ainda é muito desvalorizado pela sociedade, visto que, o racismo estrutural permite que o carnaval e o samba ainda seja associado à festa de preto, à algo ruim, pecaminoso, mesmo sendo uma festa altamente lucrativa.</p>
<p style="text-align: center;">O carnaval é um espetáculo que movimenta muito dinheiro, mas seus profissionais ainda atuam na informalidade. A Fenasamba surgiu em 2017, dessa necessidade de unir forças com outros segmentos da cultura para defender os interesses desse patrimônio que é o carnaval.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> Você foi uma das fundadoras da Associação das Doulas do Rio de Janeiro, mas hoje mora na Itália, quais são as diferenças existentes na prática da profissão?</strong><br />
<strong>Quitéria Chagas &#8211; </strong>Sim, ao lado da presidente da Federação das Doulas, Morgana Eneile, mas junto com outras doulas, nós lutamos para existir a Lei das Doulas para que existisse políticas de inclusão das doulas nos serviços de saúde e a reduzir o risco de violência obstétrica. Afinal, prestamos serviço à mulher. O apoio na hora do parto, métodos não farmacológicos para diminuição da dor, empoderar a mulher neste momento, pois o corpo delas já nasceu preparado para esse momento. Na Itália, a diferença é que eu trabalho mais com gestantes brasileiras e elas chegam até mim com muito trauma, traumas esses que foram criados aqui no Brasil, ideias muito arcaicas que sempre culpabilizam a mulher. Mas aqui na Itália, 90% dos partos são naturais. A preferência aqui é sempre pelo parto natural. Como aqui é assim, meu trabalho é prepará-la para este momento, trabalhar para que o trauma não a impeça na hora de ter o bebê.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como a psicologia entrou na sua vida?</strong><br />
<strong>Quitéria Chagas &#8211;</strong> A psicologia entrou na minha vida em 2008, isso se eu estiver falando do estudo acadêmico, mas desde a infância sempre gostei de estudar as pessoas, observá-las e entender a complexidade humana, porém, a dança falou mais alto. Dediquei muito tempo aos estudos relacionados à dança, ao corpo, mas sempre soube que em algum momento faria psicologia. E quando cheguei no curso, fiquei maravilhada, querendo ou não, é um processo de autoconhecimento. Eu consegui me desenvolver e poder ajudar as pessoas como sempre gostei, porém, não mais baseada no senso comum, mas sim, em bases científicas. Sou mais voltada à psicologia perinatal, uma área que se dedica a entender os traumas criados ainda na gestação do bebê.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> Que situações presenciou ao exercer seu ofício fora do Brasil?</strong><br />
<strong>Quitéria Chagas &#8211;</strong> Bem, aqui eu não exerço a profissão de psicóloga ainda. Para validar meu diploma preciso fazer mais dois anos de formação aqui, porque a graduação aqui é muito mais voltada à especialização, é mais densa em questão de conteúdo e isso dificulta um pouco as coisas. Estou esperando a pandemia acabar para poder voltar a minha rotina, fazer esses dois anos e poder atuar na profissão.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> Com a COVID-19 muitas pessoas passaram a sentir de forma mais perceptível sintomas de ansiedade e depressão. Como profissional quais intervenções podem contribuir para um estado de melhora de quem passou a sentir esses sintomas?</strong><br />
<strong>Quitéria Chagas</strong> &#8211; Acontece que a nossa sociedade não sabe lidar com o acaso, com o imprevisto. Somos uma sociedade baseada no controle. Com a chegada da Covid-19, entramos num grande reality de confinamento e isso levou ao aumento dos casos de depressão e ansiedade. Ao mesmo tempo que desencadeou altas doses de aflição, surgiu também aqueles que negam a gravidade da pandemia. Ou seja, dois sintomas extremos e, em ambas as situações, são sensações ocasionadas pela necessidade de escapar da depressão e da ansiedade. Como psicóloga minha orientação é que as pessoas procurem por ajuda. O profissional vai ajudar a lidar melhor com essas sensações. A boa notícia é que o Conselho Federal de Psicologia liberou o atendimento online.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quais lições o período de pandemia te trouxe e como foi passar por esse momento no país que num primeiro momento foi dos mais afetados pela pandemia?</strong><br />
<strong>Quitéria Chagas &#8211;</strong> Igual a todo mundo encaro a realidade imposta pelo novo coronavírus. A Covid-19 ensina a todos nós que não podemos nada, não temos controle de nada. Aqui na Europa, não tenho mais a liberdade de ir e vir. Em algum momento, é praticamente impossível não ficar aflita. Como pessoa, estou numa fase de aceitação para entender que ainda vai demorar um tempo para tudo voltar ao normal, mas a maior lição que eu tive foi a conscientização social. A reabertura foi um erro, priorizaram a economia ao invés das vidas das pessoas. Sinto que estamos vivendo um genocídio global, mas no Brasil, a coisa anda muito pior. Falta ao Brasil, aprender com os erros, espelhar mais nos acertos. Na minha vida particular, eu tenho sido bastante radical, mas sabemos que isso não se aplica a todo mundo, achar que é um exagero científico é uma negação e mostra que a humanidade ainda não entendeu o propósito de estarmos passando por isso coletivamente. Precisamos cuidar uns dos outros, nos importar com o outro e ficarmos em casa.</p>
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		<title>Leandro Hassum fala dos 30 anos de carreira e isolamento social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2021 20:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Leandro Hassum comemora 30 anos de carreira, em 2021! É isso mesmo! 30 anos! Passou rápido, né, aliás, nada mais justo do que comemora-lo no palco. Ele assume a comédia ‘É noix família’, com histórias divertidas sobre a sua própria família, mas que poderiam ter acontecido com qualquer pessoa Ao mesmo tempo ele estreia o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_129043" aria-describedby="caption-attachment-129043" style="width: 369px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-129043" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/01/LEANDRO-HASSUM-BY-JANDERSON-PIRES-5.jpeg" alt="Leandro Hassum" width="369" height="377" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/01/LEANDRO-HASSUM-BY-JANDERSON-PIRES-5.jpeg 961w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/01/LEANDRO-HASSUM-BY-JANDERSON-PIRES-5-293x300.jpeg 293w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/01/LEANDRO-HASSUM-BY-JANDERSON-PIRES-5-768x786.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/01/LEANDRO-HASSUM-BY-JANDERSON-PIRES-5-696x712.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/01/LEANDRO-HASSUM-BY-JANDERSON-PIRES-5-411x420.jpeg 411w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/01/LEANDRO-HASSUM-BY-JANDERSON-PIRES-5-356x364.jpeg 356w" sizes="(max-width: 369px) 100vw, 369px" /><figcaption id="caption-attachment-129043" class="wp-caption-text">Foto: Janderson Pires</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;">Leandro Hassum comemora 30 anos de carreira, em 2021! É isso mesmo! 30 anos! Passou rápido, né, aliás, nada mais justo do que comemora-lo no palco. Ele assume a comédia ‘É noix família’, com histórias divertidas sobre a sua própria família, mas que poderiam ter acontecido com qualquer pessoa Ao mesmo tempo ele estreia o infantil, ‘Zé e Nina – A História de Uma Amizade’ também no Teatro das Artes. Além disso, ele ainda fala da estreia de <em>Tudo bem no Natal que Vem </em>e qual foi o maior aprendizado que você teve nesse ano tão atípico para todos nós.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>São 30 anos de carreira, a sua maneira de ver humor mudou? </strong><br />
<strong>Leandro Hassum &#8211;</strong> Mudar, não, mas eu tenho um estilo meu próprio de fazer e que o público, já espera. O que a gente faz, é modernizar as piadas, trazendo histórias novas, aliás, obviamente, que o cenário da comedia mudou. Hoje em dia, a gente tem mais cuidado com certas piadas, mas esse desafio, desse novo mundo que era necessário, inclusive, no cenário da comedia. Aliás, eu acho que só vem acrescentar mais armas ao nosso arsenal. Eu, apenas, aumentei o meu leque de piadas novas.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Hoje em dia você faz humor sozinho, mas teve um tempo que você e o Marcius Melhem trabalharam juntos, sente falta? </strong><br />
<strong>Leandro Hassum &#8211;</strong> Eu gosto muito de trabalhar em dupla! Eu trabalhei também com a Ingrid Guimarães, eu fiz parcerias muito boas com o Kiko Mascarenhas, em<em> Até que a Sorte Nos Separe</em>, é sempre bom ter alguém para trocar em cena. Agora, no filme da Netflix, eu tive uma parceria muito boa com o Rodrigo Fagundes. Adoro fazer parcerias, porque a gente tem uma troca muito bacana! Mas quando eu tô sozinho, eu uso o público como ator, junto comigo. O público é minha grande companhia em cena!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignright wp-image-30999" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/meu_malvado_favorito_teste-high.jpg" alt="Leandro Hassum" width="376" height="203" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/meu_malvado_favorito_teste-high.jpg 1600w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/meu_malvado_favorito_teste-high-300x162.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/meu_malvado_favorito_teste-high-768x415.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/meu_malvado_favorito_teste-high-1024x554.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/meu_malvado_favorito_teste-high-696x376.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/meu_malvado_favorito_teste-high-1068x577.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/meu_malvado_favorito_teste-high-777x420.jpg 777w" sizes="(max-width: 376px) 100vw, 376px" />Você dublou um dos personagens mais queridos do público: o Gru, desde então, como tem sido a relação com a criançada nas ruas? Elas te reconhecem? </strong><br />
<strong>Leandro Hassum &#8211;</strong> É muito interessante, que as vezes, amigos próximos não sabem que foi eu que dublou e quando surge esse assunto numa conversa, o espanto deles é impressionante! E ai, fica uma coisa engraçada de até pedir par gravar mensagem com a voz do Gru. Aliás, eu fico muito feliz de fazer parte de uma animação tão bacana e de tanto sucesso como é <em>Meu Malvado Favorito.</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Na comédia ‘É noix família’, você fala da quarentena e o isolamento social, como tem sido esse período para você?</strong><br />
<strong>Leandro Hassum &#8211;</strong> O meu período de isolamento não foi diferente das pessoas. Teve as variações de humor diárias, eu acho que todo mundo tá passando por isso, e na peça, o que acontece, de fato, é o humor por identificação, como o isolamento tem sido parte da nossa vida, obviamente, ele faz parte do texto de forma descontraída.</p>
<figure id="attachment_129044" aria-describedby="caption-attachment-129044" style="width: 255px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-129044" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ZÉ-E-NINA-BY-JANDERSON-PIRES-133.jpeg" alt="Leandro Hassum" width="255" height="317" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ZÉ-E-NINA-BY-JANDERSON-PIRES-133.jpeg 961w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ZÉ-E-NINA-BY-JANDERSON-PIRES-133-241x300.jpeg 241w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ZÉ-E-NINA-BY-JANDERSON-PIRES-133-824x1024.jpeg 824w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ZÉ-E-NINA-BY-JANDERSON-PIRES-133-768x954.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ZÉ-E-NINA-BY-JANDERSON-PIRES-133-696x865.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ZÉ-E-NINA-BY-JANDERSON-PIRES-133-338x420.jpeg 338w" sizes="auto, (max-width: 255px) 100vw, 255px" /><figcaption id="caption-attachment-129044" class="wp-caption-text">Foto: Janderson Pires</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>Você estreou a peça infantil “Zé e Nina – A História de Uma Amizade’, livremente inspirada na animação “Mary and Max”, com texto inédito de Renata Mizrahi. A Renata é uma das mais promissoras dramaturgas atuais, o que te levou a fazer esse projeto? Aliás, na peça você contracena com Elisa Pinheiro, no elenco, como foi esse encontro? </strong><br />
<strong>Leandro Hassum &#8211;</strong> A história de Zé e Nina, na verdade, começou no meio das filmagens do filme da Netflix, com a Elisa Pinheiro. Ali, a gente falou muito o quanto a gente gostava de “Mary and Max”, e que há muito tempo atrás, a atriz Mariana Bassoul tinha me convidado para fazer a versão adulta deste espetáculo, mas na época eu não pude por outros compromissos. E ali, nos bastidores do filme, surgiu a ideia da gente fazer.</p>
<p style="text-align: center;">A Elisa é uma pessoa muito presente na cena teatral carioca, conhece muita gente, e foi ela que foi trazendo toda a equipe, inclusive, a Renata, que é uma autora maravilhosa e a Vilma Mello que a nossa diretora (incrível!), aliás, uma diretora extremamente sensível. Formamos, de fato, um quarteto, que traz a essência do filme e cria uma nova cena, um novo espetáculo.</p>
<p style="text-align: center;">“Zé e Nina – A História de Uma Amizade’ é um infantil divertidíssimo e emocionante, com uma parceira de cena que a muito tempo eu não tinha!</p>
<p><a href="https://rotacult.com.br/2020/12/leandro-hassum-comemora-30-anos-de-carreira-com-dois-espetaculos-em-2021/">Saiba mais!</a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você estreou em grande estilo na Netflix, seu filme, literalmente, está bombando no mundo inteiro, é um baita reconhecimento, hein! Você esperava? Aliás, o filme é entretenimento genuíno, para todas as idades, o roteiro brinca com a dinâmica de viver um mesmo dia todos os dias, como em<em> Feitiço do Tempo,</em> de Bill Murray, você reviu o filme como inspiração?</strong><br />
<strong>Leandro Hassum &#8211;</strong> Realmente, eu fui muito afortunado de já estrear tão bem na <a href="https://www.netflix.com/br/title/81160045">Netflix</a> e com um roteiro tão bacana. Ele estreia num momento crucial que estamos vivendo, para falar sobre valorizar os pequenos momentos, né. Então, eu acho que o mais bacana do <em>Tudo bem no Natal que Vem</em>, é, justamente, como no meu show, eu busco a identificação, seja pelas histórias ou pelo humor, eu acho que o filme traz tudo isso. Mas, é claro, que tem clássicos, que servem de referência, sim, mas a gente conta pelo olhar bem brasileiro, que fala muito da nossa realidade.</p>
<p style="text-align: center;">Então, eu não busco inspiração em outros filmes para, justamente, não ter comparação, com a questão da atuação.</p>
<p><a href="https://rotacult.com.br/2020/12/leandro-hassum-gera-entretenimento-genuino-em-tudo-bem-no-natal-que-vem/">Confira critica!</a></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-126057 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Hassum.jpg" alt="2000 e vishhh" width="255" height="170" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Hassum.jpg 565w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Hassum-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 255px) 100vw, 255px" />Em 2020, você estreou “2000 e Vishhh” na TNT, como foi essa experiência de contar fatos curiosos e os “aprendizados” de 2020 de forma leve? </strong><br />
<strong>Leandro Hassum &#8211;</strong> Pois é, era um grande desafio para todos nós, de fazer uma retrospectiva de um ano tão peculiar, como foi ano de 2020, então, a gente não tratou sobre o Covid-19, mas, sim, sobre o isolamento social, através de um ponto de interseção, de todos nós, independente de classe social ou qualquer opinião política.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Para encerrar, qual foi o maior aprendizado que você teve nesse ano tão atípico para todos nós? </strong><br />
<strong>Leandro Hassum &#8211;</strong> Eu acho que meu maior aprendizado é quando as pessoas falam sobre essa coisa do “novo normal”, eu acho que o legado que essa pandemia e esse isolamento vai fazer é deixar para gente é um legado positivo.</p>
<p style="text-align: center;">Três pilares foram fundamentais e que a gente tem que ficar atento: A cultura é fundamental! Sem a cultura a gente teria morrido dentro de casa, ela se fez muito presente neste momento. A segunda, é que a saúde se mostrou fragilizada pelo mundo todo, foi, certamente, um grande problema, e a educação que no Brasil, a gente tem um deficiência muito grande com relação ao EAD (estudo à distância), e que isso tem que ser melhorado. Na verdade, a pandemia só veio acelerar esse processo. Eu acho que a gente tem que melhorar muito, nesse sentido, para que a educação evolua.</p>
<p style="text-align: center;">Além disso, valorizar a família, os amigos, não guardar magoas, porque a gente pode perder a pessoa de uma hora para outra para um inimigo tão silencioso.</p>
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		<title>Prepare-se para o medo com o terror &#8220;Noturnos&#8221;, de Vinicius de Moraes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2020 11:45:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[caetano gotardo]]></category>
		<category><![CDATA[horror]]></category>
		<category><![CDATA[icaro silva]]></category>
		<category><![CDATA[marco dutra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos conhecem ou ouviram falar de Vinicius de Moraes, autor de versos mundialmente conhecidos, como os da famosa canção &#8220;Garota de Ipanema&#8221;. Poucos, no entanto, sabem que ele se encantava pelo terror, gênero que reúne fãs no Brasil e no mundo. &#8220;Noturnos&#8221; é uma nova série, que estreia nesta quarta, 21, às 22h, no Canal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><br /><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-124156 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-2020.jpg" alt="noturnos vinicius de moraes marco dutra caetano gotardo 2020" width="354" height="236" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-2020.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-2020-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-2020-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-2020-630x420.jpg 630w" sizes="auto, (max-width: 354px) 100vw, 354px" /><br />Muitos conhecem ou ouviram falar de <a href="https://rotacult.com.br/2020/07/40-anos-sem-vinicius-de-moraes-40-anos-de-saudades/">Vinicius de Moraes</a>, autor de versos mundialmente conhecidos, como os da famosa canção &#8220;Garota de Ipanema&#8221;. Poucos, no entanto, sabem que ele se encantava pelo terror, gênero que reúne fãs no Brasil e no mundo. &#8220;<strong>Noturnos&#8221; </strong>é uma nova série, que estreia nesta quarta, 21, às 22h, no <a href="https://canaisglobo.globo.com/c/canal-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Brasil</a> e <a href="https://globoplay.globo.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Globoplay</a>. <br /><br />Baseada em poemas e contos escritos por Vinicius de Moraes, entre os anos 1930 e 1940, ela reúne seis obras do poetinha selecionadas por Renato Fagundes e com direção geral de Marco Dutra (<a href="https://rotacult.com.br/2018/05/as-boas-maneiras-uma-fabula-de-terror-contemporanea/"><em><strong>As Boas Maneiras</strong></em></a> / 2017) e Caetano Gotardo (<em><strong>O Que Se Move</strong></em> / 2012). Os episódios foram pilotados por Gabriela Amaral (<a href="https://rotacult.com.br/2018/08/o-animal-cordial-gabriela-amaral-almeida-traz-visceralidade-e-catarse-em-um-retrato-violento-do-brasil/"><em><strong>O Animal Cordial</strong> </em></a>/2017), Rodrigo Aragão (<em><strong>A Mata Negra</strong></em> / 2018), Vinícius Silva, Everlane Moraes, Aaron Salles Torres e Gustavo Vinagre. </p>
<figure id="attachment_124153" aria-describedby="caption-attachment-124153" style="width: 1373px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-124153" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-geral.png" alt="noturnos vinicius de moraes elenco e diretores" width="1373" height="772" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-geral.png 1373w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-geral-300x169.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-geral-1024x576.png 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-geral-768x432.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-geral-696x391.png 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-geral-1068x601.png 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-geral-747x420.png 747w" sizes="auto, (max-width: 1373px) 100vw, 1373px" /><figcaption id="caption-attachment-124153" class="wp-caption-text">Diretores e elenco na coletiva de imprensa</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>O PROJETO</strong><br />Em coletiva realizada nesta terça, 20, Fagundes contou que enveredou no mundo da escrita por influência de Vinicius de Moraes. O idealizador frisou que a ideia foi muito bem recebida desde o início. André Saddy, diretor geral do Canal Brasil, salientou a facilidade de escolher alguns projetos e que esse já tinha o que ele chama de &#8220;assinatura Canal Brasil&#8221;, que reforça a relação do canal com o cinema. Para Fagundes, contar com a dupla Dutra e Gotardo foi o melhor dos cenários e, não por acaso, o canal viu o potencial que a obra tinha pela frente. </p>
<h2 style="text-align: center;"><em>&#8220;O verdadeiro terror é maior do que morrer.&#8221;</em></h2>
<p style="text-align: center;"><strong>ORIGENS</strong><br />Renato Fagundes contou que sua experiência de olhar diferente para a obra de Vinicius com o curta <strong>Balada das Duas Mocinhas de Botafogo </strong>foi a centelha. Ao deparar-se com os escritos e a relação dele com o gênero, foi puro encantamento. &#8220;O verdadeiro terror é maior do que morrer. É o medo de deixar de ser humano&#8221;, disse o idealizador. E complementou ter saído flutuando após o primeiro encontro com a dupla Dutra e Gotardo: &#8220;Eles fizeram uma coisa que ninguém estava esperando&#8221;. <br /><br /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-124155" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-renato-fagundes.png" alt="noturnos renato fagundes" width="1283" height="773" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-renato-fagundes.png 1283w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-renato-fagundes-300x181.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-renato-fagundes-1024x617.png 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-renato-fagundes-768x463.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-renato-fagundes-696x419.png 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-renato-fagundes-1068x643.png 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-renato-fagundes-697x420.png 697w" sizes="auto, (max-width: 1283px) 100vw, 1283px" /><br /><br />Marco Dutra, diretor geral, contou que chegou a hesitar num primeiro momento, mas os textos foram muito inspiradores. &#8220;Nas entrelinhas dava para ver o carinho dele com o gênero terror&#8221;, disse. E lembrou que o trabalho, iniciado no ano passado, muito antes da pandemia, acabou estreando no período de um confinamento que acontece na vida real. Se quiser, clique abaixo, para ver o <strong>Balada das Duas Mocinhas de Botafogo </strong>no canal oficial.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Vinicius de Moraes (Canal Oficial)_Balada das Duas Mocinhas de Botafogo." width="696" height="522" src="https://www.youtube.com/embed/IRZE1UofRJ8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>LIBERDADE PARA CRIAR</strong><br />O parceiro Caetano Gotardo salientou a liberdade que tiveram para propor algo diferente. &#8220;Nem todos tinham uma narrativa fácil de construir&#8221;, disse. O primeiro poema &#8220;Balada do Morto-Vivo&#8221; foi o responsável pelo formato adotado. Dutra contou que eles curtiam a ideia de uma antologia, mas fazer tudo a partir do grupo de teatro, vivenciando as experiências dos contos pareceu a melhor solução. <br /><br /><strong>ONDE E COMO</strong><br />A série se passa em um teatro, com atores e equipe presas no local, devido a uma forte tempestade. É quando histórias são contadas por eles e protagonizadas por diferentes personagens. Marco reforçou que tiveram muita liberdade para &#8220;propor algumas maluquices&#8221;. &#8220;Foi legal poder brincar com os textos de <a href="https://rotacult.com.br/2020/07/vinicius-de-moraes-e-homenageado-em-lives/">Vinicius de Moraes</a> e com os subgêneros. Eu acho que os fãs vão gostar de assistir e identificar&#8221;, concluiu.<br /><br /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-124154 aligncenter" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra.png" alt="noturnos marco dutra" width="1654" height="782" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra.png 1654w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra-300x142.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra-1024x484.png 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra-768x363.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra-1536x726.png 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra-696x329.png 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra-1068x505.png 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra-888x420.png 888w" sizes="auto, (max-width: 1654px) 100vw, 1654px" /><br /><strong><br />UM AUTOR, DOIS CRIADORES, SEIS DIRETORES<br /></strong>&#8220;Acho que Vinicius foi o estopim&#8221;, disse Gotardo, ao lembrar da pluralidade de olhares envolvidos. Dutra concordou com ele. &#8220;Eu e Marco dirigimos tudo no teatro e chamamos diretores para os outros universos. Tinha essa vontade de ter diferentes olhares&#8221;, observou. Sobre o jeito diferente de cada diretor trabalhar com o elenco, a dupla frequentava o set para manter a sensação de unidade. <br /><br />&#8220;O elenco se desdobrou em vários personagens e com diretores diferentes. Havia mudança grande de estilo para elenco e equipe&#8221;, disse Gotardo. &#8220;A cada história era como se tivesse zerado. A impressão que dava era que iria dar tudo errado, lembrou a atriz Andrea Marquee. Ícaro Silva ressaltou que a confiança mútua &#8220;foi fundamental&#8221;. <br /><br /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-124161 aligncenter" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo.png" alt="noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo" width="1523" height="743" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo.png 1523w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo-300x146.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo-1024x500.png 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo-768x375.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo-696x340.png 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo-1068x521.png 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo-861x420.png 861w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo-533x261.png 533w" sizes="auto, (max-width: 1523px) 100vw, 1523px" /><br /><strong><br />HISTÓRIAS DO PASSADO, TEMAS ATUAIS</strong><br />Para Gotardo, a conexão dos textos do passado com a atualidade &#8220;brotou naturalmente a partir dos assuntos que os personagens discutiam em cena&#8221;. &#8220;Ficou forte e aconteceu de forma orgânica&#8221;, concluiu. Fagundes frisou que o terror é uma alegoria para falar de temas universais. &#8220;Cada episódio lida com isso de um jeito. Era o que a gente procurava&#8221;, disse ele .</p>
<h2 style="text-align: center;">&#8220;É um exercício para vida, lidar com os nossos medos&#8221;</h2>
<p style="text-align: center;"><strong>CONEXÃO COM O TERROR</strong><br />Para o ator Ícaro Silva, o mistério é o que o atrai para o gênero. &#8220;Quando eu penso na série, penso sobre a dilatação do tempo. É como se a gente tivesse vivendo várias noites em uma história&#8221;, disse. Marjorie Estiano comentou que &#8220;é um exercício para vida, lidar com os nossos medos&#8221;.<br /><br />Para Andrea Marquee, a pandemia se tornou um elemento surpresa que vai ao encontro do que ela aprecia na dramaturgia: a metalinguagem. &#8220;Foi muito mágico o que aconteceu naquele teatro&#8221;, concluiu o ator Rafael Losso.<br /><br /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-124157" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020.jpg" alt="noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020" width="518" height="346" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020-1024x683.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020-768x513.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020-1068x713.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020-629x420.jpg 629w" sizes="auto, (max-width: 518px) 100vw, 518px" /><br /><br /><strong>VINICIUS DE MORAES, MÚSICA E TERROR</strong><br />A música está muito presente no trabalho da dupla de diretores. Em &#8220;<strong>Noturnos&#8221;</strong>, as letras são de Caetano e as músicas de Marco. O mais interessante, porém, é que as canções foram escritas há cerca de 20 anos, quando ambos iniciavam a carreira. Gotardo frisou que cada episódio tem um universo musical específico, e por ser feito a partir de uma obra de<a href="https://rotacult.com.br/2020/10/canal-brasil-estreia-serie-de-terror-inspirada-na-obra-de-vinicius-de-moraes/"> Vinicius de Moraes</a> foi muito emocionante. <br /><br />#Noturnos #ViniciusDeMoraes #CanalBrasil #SériesBrasileiras #DicasDeSeries #MarjorieEstiano #Terror</p>
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		<title>Rafael Cortez fala da sua relação com o Twitter e do seu projeto de humor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2020 16:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rafael Cortez fala do novo stand-up &#8220;Antivírus &#8211; O Show&#8221;. Aos 43 anos, Rafael Cortez já teve programas na Band, Record, Globo e Comedy Central, além de passagens pelo SBT, GNT, Multishow, canais de internet, cinema, rádios e outras plataformas. Atualmente, ele está apresentando o novo projeto &#8220;Antivírus &#8211; O Show&#8221;, criado durante a pandemia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Rafael Cortez fala do novo stand-up &#8220;Antivírus &#8211; O Show&#8221;.</h1>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-121679 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/09/rsz_rafael_cortez.jpg" alt="" width="239" height="359" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/09/rsz_rafael_cortez.jpg 400w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/09/rsz_rafael_cortez-200x300.jpg 200w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/09/rsz_rafael_cortez-280x420.jpg 280w" sizes="auto, (max-width: 239px) 100vw, 239px" />Aos 43 anos, Rafael Cortez já teve programas na Band, Record, Globo e Comedy Central, além de passagens pelo SBT, GNT, Multishow, canais de internet, cinema, rádios e outras plataformas. Atualmente, ele está apresentando o novo projeto &#8220;Antivírus &#8211; O Show&#8221;, criado durante a pandemia, em alguns drive-ins. Além disso, tem desenvolvido novos projetos em seu canal no YouTube, que conta com mais de 425 mil inscritos, diretamente de casa.</p>
<p style="text-align: center;">Aliás, ele gosta de dizer que é um realizador de conteúdo, acima de tudo. Além dos eventos corporativos que sempre fez, lançou 6 áudio-livros, um livro de comédia e três CDs como músico e cantor. Além disso, durante a pandemia, gravou um podcast de inovação e tecnologia e de contação de histórias infantis, ainda a ser lançado.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Músico, comediante, apresentador de talk show e youtuber, são muitas funções, como você consegue administra-las?  </strong><br />
<strong>Rafael Cortez &#8211;</strong> É, eu de fato, faço muita coisa! Eu administro várias carreiras ao mesmo tempo. O segredo é você ter uma vida pessoal que acaba sendo sacrificada por conta da vida profissional. Eu consegui, de fato, chegar até aqui com seis áudio-livros lançados, três CD’s, três espetáculos de stand-up, além de um monte projetos de televisão e internet, além de uma palestra corporativa e educacional e novos projetos, enfim, que ainda estão para acontecer. Porque eu não tive filhos, eu não me casei, mas eu não recomendo isso necessariamente.</p>
<p style="text-align: center;">Essa vida multifacetada confunde muito o público e você acaba sendo uma pessoa que faz muita coisa ao mesmo tempo, mas ao olhos do espectador, que precisa de uma especialização, você não faz nenhuma de modo especializado.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> Em meio a pandemia, você estreia um novo show de humor, o &#8220;Antivírus &#8211; O Show&#8221;, como foi o processo de criação dele? Aliás, em quanto tempo, normalmente, você cria um novo stand-up?</strong><br />
<strong>Rafael Cortez &#8211; </strong>A pandemia nos obrigou à isso, né, e assim administrar o excesso de tempo. Ai, eu tomei vergonha na cara e resolvi fazer um novo show de comedia stand-up, porque desde 2015, eu venho prometendo que vou fazer um novo solo de humor e nunca faço. E, sinceramente, eu acho que não faria se não tivesse a pandemia. Sem a pandemia, eu tô sempre administrando a agenda os compromissos, dando conta das coisas que me comprometi.</p>
<p style="text-align: center;">Então, na pandemia eu falei para mim, eu vou fazer um negócio diferente, ao invés de consumir muito conteúdo, eu vou criar muito conteúdo, e de fato, eu criei, mas o que ficou claro pro público de tudo o que eu criei é o &#8220;Antivírus &#8211; O Show&#8221;, que o que eu consigo fazer publicamente e apresentar como dá, né.</p>
<p style="text-align: center;">É um processo muito lento de fazer, viu. Olha, se depender de mim, o meu método antigo era ir pro palco de algum solo meu e no meio das piadas habituais eu testava uma coisinha nova, se funcionasse, eu mantinha, se não, eu jogava fora. Mas essa coisa de sentar, escrever, rever, fazer laboratório, abrir para perguntas da internet, conversar com alguns humoristas, revisar, refazer, editar, eu nunca tinha feito.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você irá se apresentar diretamente de casa e sem plateia, já parou para pensar como será o termômetro do espetáculo nesse novo formato?</strong><br />
<strong>Rafael Cortez &#8211; </strong>Então, o projeto de nascimento desse novo show, realmente foi esse. Como estava tudo fechado por conta da pandemia, eu não tinha outra maneira de ver um texto nascer e saber se as piadas funcionavam ou não, a não ser, via Live no Instagram, que foi o que eu fiz. Foi muito difícil.</p>
<p style="text-align: center;">Foram 15 domingos seguidos fazendo Live e monitorando a eficácia das piadas, por emoticon e depois por direct. Durante o show eu ficava vendo que ficava mandando emoticon bom, não podia parar para ler os comentários, senão, eu ia me distrair. E a gente não pode perder o ritmo do stand-up. E, no final, eu fazia uma conversa, perguntava o que achavam de tal piada e tal.</p>
<p style="text-align: center;">No meio da comedia a gente sempre briga para ver que tem o maior público. Eu, definitivamente, ganhei no quesito do menor público. Eu tive sessões de “ANTIVÍRUS, O SHOW”, nesse período de testes, em que presencialmente, só havia uma pessoa, eu! Eu podia ter sei lá quantas pessoas assistindo durante a Live, mas eu estava sozinho na minha casa, fazendo, as vezes, com sorte, eu tinha a Marcela, minha namorada.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você já se apresentou no México, EUA e Japão, gostaria de saber qual é a diferença na recepção público?</strong><br />
<strong>Rafael Cortez &#8211; </strong>Olha, tanto no México, quanto EUA e Japão, eu me apresentei especificamente para brasileiros que moram lá há algum tempo. Aliás, encontrar brasileiro é uma festa em qualquer lugar do mundo, porque o brasileiro é uma festa, né. Isso é muito bom, mas também pode ser muito ruim.</p>
<p style="text-align: center;">Se o brasileiro fosse um tiquinho menos festivo, ele seria mais reativo, combatente, indignado em relação à política, por exemplo, seria mais politizado, ao invés de primeiro fazer meme e depois entender qual é o problema. Mas, eu fiz esses shows para brasileiros, e ai, é uma maneira delicada de ver como esses brasileiros já incorporaram as culturas locais.</p>
<p style="text-align: center;">Desses três países, o mais difícil foi o Japão, eles estão a tanto tempo no Japão que eles já incorporaram o melhor e o pior da cultura oriental, o que é o melhor é o respeito, a calma e a seriedade e o pior, é esse respeito, a calma e a seriedade, porque para um show de comedia é muito grave voce subir num palco e falar: “Levanta a mão, quem aqui tá com problemas no relacionamento”, por exemplo, e eles não levantam a mão, porque são tímidos, são educados, né. Era apenas risos e palmas, nesse aspecto foi muito difícil, mas sou muito grato.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Em 2019, você lançou um tributo a cantora Nara Leão, composto por oito faixas, o que te levou a fazer esse tributo? Aliás, qual é a sua relação com a obra de Nara Leão?</strong><br />
<strong>Rafael Cortez &#8211; </strong>Eu não acredito que seja um disco em homenagem à Nara Leão, tem uma faixa principal ali chamada “Encantada”, que, de fato, é um <a href="https://rotacult.com.br/2019/07/rafael-cortez-lanca-tributo-singelo-a-cantora-nara-leao/">tributo à Nara</a>, mas o disco como um todo é um tributo a MPB. De tantas músicas no mundo, a nossa é das mais ricas, mas, infelizmente, ele não devidamente valorizada, pelo nosso povo. Aliás, o nosso povo tá perdendo muito tempo, hoje, com o consumo de músicas absolutamente fúteis, com refrãozinho chulé, quase todas erotizadas, e que não tem nenhuma inteligência musical. Enquanto isso, a MPB que nossos pais ouviram, ela ainda segue como a melhor música, né, de um tempo todo. Não há como não prestar um tributo a MPB e a gente tem que mantê-la ativa!</p>
<p style="text-align: center;">A minha relação com a Nara é muito especial! A Nara é uma grande ídola minha, eu a amo profundamente, aliás, eu cultuo muita coisa da história da Nara. Ela foi uma mulher corajosa, desbravadora e visionária. Uma revolucionária em muitos aspectos! Ela é uma tremenda artista!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você fez parte do elenco de apresentadores do “Vídeo Show”, como foi esse convite?</strong><br />
<strong>Rafael Cortez &#8211; </strong>O convite pro “Vídeo Show” foi a realização de um sonho! Eu, desde criança queria trabalhar no Vídeo Show”, e eu tinha certeza que um dia eu ia trabalhar lá.</p>
<p style="text-align: center;">O convite veio num momento maravilhoso, porque ele veio, praticamente no dia seguinte, do anuncio do fim do “CQC”. Aliás, o &#8220;Vídeo Show” era um programa que eu gostava muito, ele fez parte da minha vida! Eu tenho muita pena de ter entrado num momento que o programa já estava mal, meio que respirando por aparelhos, eu queria ter feito parte do Vídeo Show” na fase mais esplendorosa, em que as pessoas valorizavam o programa, mas a internet matou o Vídeo Show”, né. É uma pena que esse programa tenha acabado, eu amei trabalhar lá, foi demais! Tenho um orgulho no peito até hoje! Tenho muita gratidão.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Preciso falar da sua relação com o Twitter, você como muitos formadores de opinião, usa a plataforma para se manifestar.</strong><br />
<strong>Rafael Cortez &#8211; </strong>De todas as redes sociais, a mais perigosa para mim é o Twitter, infelizmente, tem hoje um componente de ódio dentro dele que me assusta muito. Aliás, eu não tenho usado tanto a plataforma, porque é muito desgastante, é muito hater ali.  Tem também nas outras redes sociais, mas no Twitter, elas parecem que estão mais fortes, porque, talvez, o Twitter de uma sensação equivocada, inclusive, de privacidade, né. As vidas ali são menos expostas, você não tem uma galeria de fotos, ali, aparente. Eu acho que ali é um lugar onde os covardes virtuais conseguem atuar com mais força e eu me incomodo com isso.</p>
<p style="text-align: center;">Tenho tentado postar pouca coisa ali, mas quando eu posto, eu sempre tenho que administrar uma reação de haters. Mesmo que tente ignorar, tem algumas coisas que incomodam. Por exemplo, quando eu me posiciono e a pessoa, ao invés de discutir o meu posicionamento, ela vem falar da minha vida pessoal, dos meus projetos, desqualificar o meu trabalho. O Twitter é uma rede social delicada, era muito legal no passado. O Twitter passou a ser a rede social dos odiosos.</p>
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		<title>Fabio Porchat fala do novo formato do &#8220;Que História É Essa, Porchat?&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2020 16:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fábio Porchat conta como está sendo a quarentena em casa. Batemos um papo com Fábio Porchat, sucesso de Lives, durante esse período caótico que estamos vivendo. O ator, comediante, roteirista, produtor, apresentador, diretor, &#8211; são muitas as profissões desse homem multifacetado &#8211; , nascido no Rio de Janeiro, em 1º de julho de 1983, se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Fábio Porchat conta como está sendo a quarentena em casa.</h1>
<p><figure id="attachment_120581" aria-describedby="caption-attachment-120581" style="width: 246px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-120581" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Fabio-Porchat.jpg" alt="Fábio Porchat" width="246" height="328" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Fabio-Porchat.jpg 960w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Fabio-Porchat-225x300.jpg 225w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Fabio-Porchat-768x1024.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Fabio-Porchat-696x928.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Fabio-Porchat-315x420.jpg 315w" sizes="auto, (max-width: 246px) 100vw, 246px" /><figcaption id="caption-attachment-120581" class="wp-caption-text">Foto: Pedro Dimitrow</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: center;">Batemos um papo com Fábio Porchat, sucesso de Lives, durante esse período caótico que estamos vivendo. O ator, comediante, roteirista, produtor, apresentador, diretor, &#8211; são muitas as profissões desse homem multifacetado &#8211; , nascido no Rio de Janeiro, em 1º de julho de 1983, se tornou uma das pessoas mais queridas do publico, além do seu sucesso. Aliás, trabalho é seu nome! Certamente, ele precisou assumir, de fato, as tarefas de casa, que chamava de hospedaria. Confira abaixo nossa conversa com ele.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> Você é uma personalidade marcante na vida das pessoas, além de referência para futuros atores e comediantes. As lives te deixaram mais próximo dos seus fãs e haters também, infelizmente, como você vê essa relação do público com o artista? Qual é a importância do público na sua carreira?</strong><br />
<strong>Fabio Porchat &#8211;</strong> Todo artista precisa da existência de um público para consumir aquilo que ele está produzindo. A internet realmente trouxe essa proximidade, a gente fica próxima de gente que não imaginávamos, a gente pode mandar mensagem pro Obama e ele responder, né. Outro dia eu vi o William Bonner perguntando com que gravata vocês querem que eu vá no “Jornal Nacional”, então, aproxima muito, isso é ótimo!</p>
<p style="text-align: center;">É aquele clichê, o artista está onde o público está. E a gente precisa saber o que o público tá pensando, tá achando. É muito bom essa proximidade, é muito bom que o público conheça de perto o artista e saiba exatamente quem ele é.</p>
<p><figure id="attachment_111581" aria-describedby="caption-attachment-111581" style="width: 317px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-111581" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Papo-de-Segunda-scaled.jpg" alt="" width="317" height="212" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Papo-de-Segunda-scaled.jpg 2560w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Papo-de-Segunda-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Papo-de-Segunda-1024x683.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Papo-de-Segunda-768x513.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Papo-de-Segunda-1536x1025.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Papo-de-Segunda-2048x1367.jpg 2048w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Papo-de-Segunda-696x465.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Papo-de-Segunda-1068x713.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Papo-de-Segunda-629x420.jpg 629w" sizes="auto, (max-width: 317px) 100vw, 317px" /><figcaption id="caption-attachment-111581" class="wp-caption-text">Foto: Camila Maia/Divulgação GNT</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: center;"><strong>O “Papo de Segunda” se tornou um dos principais programas de informação e entretenimento nessa quarentena. Vocês trazem convidados relevantes, além de falar sobre assuntos super necessários como Racismo. Acredito que a linha editorial do programa mudou desde a sua criação, você percebe essa mudança? </strong><br />
<strong>Fabio Porchat &#8211; </strong>O <a href="https://rotacult.com.br/2020/04/fabio-porchat-comanda-papo-de-segunda-com-participacao-do-comediante-daniel-furlan/">“Papo de Segunda”</a> tenta fazer um debate, uma conversa, um alinhamento de tudo que está acontecendo, né. A gente está sempre tentando dar um olhar plural, para aquilo que tá no dia a dia da sociedade. Eu sinto que nessa quarentena, nessa pandemia, por conta das dificuldades, a gente conseguiu ainda assim, dar um jeito de fazer a conversa fluir. E eu fiquei muito feliz com o resultado!</p>
<p style="text-align: center;">Ali é um programa que nós, até concordamos, muito, mas tudo bem, porque, como a gente não faz um programa de lados e visões diferentes, é um programa onde cada um tem seu ponto de vista e vem de um mundo diferente. Cada um tem olhar diferente sobre o mesmo assunto mesmo muitas vezes concordando.Eu fico muito feliz que o “Papo” se estabeleceu como programa para falar sobre o dia a dia do Brasil.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você assume o programa como ninguém poderia fazer, o espectador, de fato, se identifica e se diverte com seus comentários. O fato do programa trazer interação pelo Twitter, ajuda. Qual é a importância da tecnologia para o desenvolvimento do programa? </strong><br />
<strong>Fabio Porchat &#8211; </strong>Não há como voltar atrás, né. O ser humano gosta de ser mimado e a tecnologia mima o ser humano. As facilidades que ela traz, o contato direto com o ser humano, o programa hoje só existe, exatamente, por conta dessas facilidades todas. E eu leio os tweets, inclusive, as pessoas comentam e participam muito! As pessoas conversam com a gente durante o programa, isso é muito engraçado.</p>
<p style="text-align: center;">Eu acho que o programa tem uma espontaneidade, tem uma liberdade do espectador se sentir muito pertencendo aquela roda de conversa, né, então eu sinto que o programa depende dessa tecnologia porque depende dessa interação.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você reestreou seu programa com novo formato, devido à pandemia, como tem sido gravar sem plateia e convidados no estúdio?</strong><br />
<strong>Fabio Porchat &#8211; </strong>O “O que história é essa Porchat?” vem com essa segunda temporada toda virtual né, no início, eu achei que não seria possível fazer, por isso que pedi dois programas que a gente gravou como teste para entender a tecnologia, para entender o mecanismo, o funcionamento. Foram programas que não foram ao ar, justamente, só para acertar os detalhes, ver os erros, ver se a essência do programa tava ali, até por que, no fim das contas, a gente está contando histórias.</p>
<p style="text-align: center;">Será que o calor da presença das pessoas na plateia ia fazer tanta diferença? Claro, que faz. O programa foi feito para gente reunida, mas ao mesmo tempo, ele funcionou. Eu sinto que tá ali, a essências das histórias de todo mundo, contando e ouvindo, então nesse sentido, eu sinto muita falta e sinto que eu preciso preencher muito mais espaço, eu preciso estar muito mais atento, mais entregue ao programa.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Por conta da quarentena muita coisa teve que ser reformulada, inclusive, os vídeos do Porta dos Fundos, ficou mais difícil gravar?</strong><br />
<strong>Fabio Porchat &#8211; </strong>Inegavelmente, tá todo mundo gravando em casa, com seus celulares e os equipamentos de iluminação, tripé, &#8230; , que o “Porta” manda para gente, mas é claro que fica mais difícil. Você começa a trabalhar em condições diferentes das condições ideais, mas ao mesmo tempo também fortalece o grupo. Eu acho que o porta tá muito preparado para isso.</p>
<p style="text-align: center;">Todos os roteiristas voltaram as suas atenções para criar roteiros condizentes à pandemia, toda a produção estudando como fazer aquilo da melhor forma possível. E a gente tem tido um aumento no números de visualizações, justamente, por que eu sinto que o público percebeu que pode contar com o Porta dos Fundos para poder da risada.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Por fim, para encerrar, como está sendo rotina atual (da quarentena) para você?   Assumir as tarefas de casa foi difícil? Como você está lidando com essa nova rotina?</strong><br />
<strong>Fabio Porchat &#8211; </strong>Agora, além de trabalhar muito em todas coisas que faço, eu também fico mais dedicado a minha casa. Eu nunca ficava em casa, na verdade, a minha casa é uma hospedaria, eu chegava à noite, já jantado, porque jantei fora por conta de alguma reunião. Chegava, tomava banho, assistia alguma série para pegar no sono, dormia, acordava no dia seguinte, e já ia sair para vida. Então, eu nunca fiquei, de fato, em casa.<br />
Não que eu não arrumasse a minha casa, não é isso, eu não arrumava porque eu não estava nela. Pela primeira vez eu comecei a usar o meu escritório &#8211; &#8220;Eu tenho um escritório que eu nunca tinha usado na vida!&#8221; &#8211; Ai agora, no meio da quarentena, eu olhei e falei “Esse sofá está no lugar errado”, surpreendentemente, mudei ele de lado, de posição, reorganizei a casa, várias coisas.</p>
<p style="text-align: center;">Tudo isso vai tomando seu tempo, né, você tendo que se preocupar com a privada que entupiu, faz toda a diferença na vida de uma pessoa. Eu fico imaginando gente com filho em casa, como realmente deve ser difícil. Mas no fim das contas, é sempre bom se reconectar com a nossa casa.</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2020/09/fabio-porchat-fala-do-novo-formato-do-que-historia-e-essa-porchat/">Fabio Porchat fala do novo formato do &#8220;Que História É Essa, Porchat?&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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		<title>Tiago Abravanel fala do projeto &#8220;Abravalândia” e da paixão pela Disney</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2020 17:47:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tiago Abravanel conta sobre o projeto &#8220;Abravalândia&#8221;. Ator, cantor, dublador, e agora, apresentador, Tiago Abravanel, certamente, mostra toda a sua versatilidade por onde passa! No dia 21 de maio de 2020 aconteceu a “Live na Abravalândia&#8221;, comandada por ele, diretamente de sua casa. Com a carreira  consolidada, Tiago que começou no teatro, encenando peças como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Tiago Abravanel conta sobre o projeto &#8220;Abravalândia&#8221;.</h1>
<p style="text-align: center;">Ator, cantor, dublador, e agora, apresentador, Tiago Abravanel, certamente, mostra toda a sua versatilidade por onde passa! No dia 21 de maio de 2020 aconteceu a “Live na Abravalândia&#8221;, comandada por ele, diretamente de sua casa.</p>
<p style="text-align: center;">Com a carreira  consolidada, Tiago que começou no teatro, encenando peças como &#8216;Miss Saigon&#8217; e &#8216;Hairspray&#8217;, se consagrou  ao interpretar Tim Maia no musical sobre a vida do artista. Agora, em tempos, de quarentena, ele se reinventa  com o projeto &#8220;Abravalândia&#8221;, onde mostra um pouco da vida.</p>
<p><figure id="attachment_113106" aria-describedby="caption-attachment-113106" style="width: 311px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-113106" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rsz_tabravanel-Tavinho-Costa..jpg" alt="Tiago Abravanel" width="311" height="208" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rsz_tabravanel-Tavinho-Costa..jpg 800w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rsz_tabravanel-Tavinho-Costa.-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rsz_tabravanel-Tavinho-Costa.-768x513.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rsz_tabravanel-Tavinho-Costa.-696x465.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rsz_tabravanel-Tavinho-Costa.-629x420.jpg 629w" sizes="auto, (max-width: 311px) 100vw, 311px" /><figcaption id="caption-attachment-113106" class="wp-caption-text">Foto: Tavinho Costa.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: center;"><strong> Você se reinventou durante a quarentena, chegou inclusive a fazer uma Live, intitulada “Live na Abravalândia”, exibida no Facebook do SBT. Primeiro gostaria de saber como é a sua relação com a sua casa? Aliás, ainda nesse contexto: Fazer essa live nas redes sociais do SBT tem significado familiar? </strong><br />
<strong> Tiago Abravanel &#8211;</strong> O projeto da live, na verdade, foi uma junção de duas vontades. Uma de querer fazer uma live social, nesse tempo de pandemia. A outra era minha ideia do meu projeto da &#8220;Abravalândia&#8221;, criando conteúdo dentro da minha casa, com meu marido, com as minhas manias. Achei interessante juntar tudo isso dentro de uma live e pensei no SBT para expandir tudo isso. A gente achou que tinha a cara do SBT. Foi muito legal poder fazer essa parceria.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> Aliás, como tem sido o seu dia a dia durante a quarentena? Conseguiu estabelecer uma rotina? </strong><br />
<strong> Tiago Abravanel &#8211;</strong> Eu nunca fui uma pessoa que tive rotina na minha vida. Talvez quando criança, por conta da escola. Minha vida sempre foi muito montanha russa, então, talvez a quarentena tenha me dado um pouco mais de rotina, mas nem tanto. As vezes acordo mais tarde, outras vezes mais cedo. Mas acho que estou um pouco mais regrado, já que a vida não está tão agitada como normalmente é.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você se lança no Instagram, duas vezes por semana, onde publica registros de suas coleções de brinquedos, as manias e tudo o que envolve o universo da sua casa, que você chama de &#8220;Abravalândia&#8221;. O que te levou a criar um projeto que desvende um pouco sobre você?</strong><br />
<strong> Tiago Abravanel &#8211;</strong> Tem vários motivos que me levaram a lançar esse conteúdo. Uma porque eu queria me aproximar do público, através das redes sociais, onde eu não era muito ativo. De certa forma, a tecnologia tem que favorecer a gente na conexão. Durante a pandemia, poder me aproximar mais dos meus fãs e das pessoas que admiram meu trabalho é maravilhoso. E segundo, eu acho que a minha personalidade e as coisas que eu gosto são inusitadas para algumas pessoas. Para quem não me conhece, às vezes pensa: &#8220;nossa, eu não imaginava que ele tivesse essa personalidade, que gostasse disso ou a forma dele pensar&#8221;, eu quis dividir isso com as pessoas.</p>
<p style="text-align: center;">A &#8220;Abravalândia&#8221; é um sonho, eu tenho a vontade de ter um parque de diversão, um lugar que tenha a minha cara no sentido de expansão dos sonhos, que traga a criança interior de cada um como algo permanente. É uma mistura de tudo isso.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Preciso falar da sua relação com o mundo mágico da Disney. De onde surgiu essa paixão? Qual é a importância da Disney na sua vida? </strong><br />
<strong> Tiago Abravanel &#8211;</strong> A Disney tá presente na minha vida desde criança. Eu sempre gostei muito dos desenhos e, inclusive, se hoje eu sou um ator de musical foi muito porque os desenhos musicais da Disney me envolveram desde criança.</p>
<p style="text-align: center;">Eu amava e tive o privilégio de ir aos parques desde pequeno e aí tem uma herança familiar, porque meu avô sempre gostou desse universo.</p>
<p style="text-align: center;">A Disney traz uma leveza e uma força lúdica sobre assuntos que a gente precisa refletir e se sensibilizar. Os filmes atuais tem tido cada vez mais esse intuito e essa forca, de reflexão e sensibilidade.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Aliás, pretende voltar lá assim que essa crise mundial acabar? Você consegue imaginar se esse mundo mágico ainda será o mesmo? </strong><br />
<strong> Tiago Abravanel &#8211;</strong> Pelo amor de Deus eu quero muito voltar quando tudo isso acabar! Eu não sei se por conta do projeto que tenho apresentado nas redes sociais, eu me imbui de mais coisas em relação a esse universo. Eu amo demais e morro de saudades!</p>
<p style="text-align: center;">Acho, sim, que teremos mudanças em relação ao acesso, aos cuidados com a higiene a todo momento. Eles são muito preocupados com o público e com o social, então acho que vai ser da melhor maneira possível, eles são muito visionários e inteligentes.</p>
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		<title>Vitoria Setta fala sobre a experiencia de atuar com Bella Thorne, Malin Akerman e Alec Baldwin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2020 18:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você trabalhou ao lado de Bella Thorne, uma das jovens atrizes mais promissoras no EUA, no momento, como foi essa experiência? Vitoria Setta &#8211; Essa experiência foi muito legal! Na verdade a minha sobrinha Inamí cresceu assistindo a Bella no show &#8220;Shake It up&#8221;, então, naturalmente, eu também segui a carreira dela um pouco. Foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Você trabalhou ao lado de Bella Thorne, uma das jovens atrizes mais promissoras no EUA, no momento, como foi essa experiência?</strong><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-104715 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Elenco-feminino-Chick-Fight.jpg" alt="" width="477" height="425" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Elenco-feminino-Chick-Fight.jpg 639w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Elenco-feminino-Chick-Fight-300x267.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Elenco-feminino-Chick-Fight-472x420.jpg 472w" sizes="auto, (max-width: 477px) 100vw, 477px" /><strong>Vitoria Setta &#8211;</strong> Essa experiência foi muito legal! Na verdade a minha sobrinha Inamí cresceu assistindo a Bella no show &#8220;Shake It up&#8221;, então, naturalmente, eu também segui a carreira dela um pouco. Foi super bacana reencontrá-la, já uma mulher, no set do <em>Chick Fight</em>. Ela está fazendo muito sucesso e eu acho super legal que ela esteja usando a sua plataforma pra falar de temas como igualdade de gênero, liberdade sexual e direto de escolha.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> Em<em> Chick Fight</em>, você também trabalha com Alec Baldwin e Malin Akerman, atores bastante conhecidos, como foi a relação no set?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-104720 alignleft" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Vitória-Setta-e-Alec-Baldwin.jpeg" alt="" width="272" height="204" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Vitória-Setta-e-Alec-Baldwin.jpeg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Vitória-Setta-e-Alec-Baldwin-300x225.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Vitória-Setta-e-Alec-Baldwin-768x576.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Vitória-Setta-e-Alec-Baldwin-696x522.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Vitória-Setta-e-Alec-Baldwin-560x420.jpeg 560w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Vitória-Setta-e-Alec-Baldwin-80x60.jpeg 80w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Vitória-Setta-e-Alec-Baldwin-265x198.jpeg 265w" sizes="auto, (max-width: 272px) 100vw, 272px" /><strong>Vitoria Setta &#8211; </strong>O meu primeiro dia no set foi em uma cena com o Alec e a Malin. A gente estava gravando numa das mais lindas praias de Porto Rico&#8230; um paraíso. O Alec estava lá na rede, com o charuto dele, e assim que eles começaram a gravar, ele já começou soltando piada. Eu amo o personagem que ele caracteriza no Saturday Night Live &#8211; eu sou  uma grande fã dele &#8211; e nós descobrirmos que temos alguns amigos em comum, de Nova Iorque, então foi super legal bater papo. A Malin é a coisa mais linda. Ela também está produzindo o filme. Antes de eu chegar no set todo mundo já estava dizendo que ela era a pessoa mais querida, e ela é mesmo; e muito profissional. Ela se dedicou muito para fazer essa filme. Se preparou bastante e estava lá no set para cada cena. E mesmo assim ela sempre achava um tempinho para tomar conta dos outros.</p>
<p style="text-align: center;">Teve um dia que estava todo mundo super cansado, e ela trouxe uma empresa de café expresso pro set! Eles colocaram uma barraca lá fora para a equipe tomar um café super gostoso. No outro dia ela passou pelo set com uns Donuts deliciosos perguntando para cada um se queriam uma rosquinha. Trabalhar com atores famosos como eles, que são tão profissionais, legais e gentis, é uma benção.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você está também na mais nova série do produtor Dick Wolf, conhecido por abordar o ambiente jurídico americano. &#8220;FBI: Most Wanted&#8221; estreia agora em março no Brasil, como foi lidar com uma temática de tamanha grandeza? Afinal, uma série sobre o FBI não deve ser fácil, né.</strong><br />
<strong>Vitoria Setta &#8211;</strong> Eu amei trabalhar no &#8220;FBI: Most Wanted&#8221;. Engraçado você fazer essa pergunta porque o nosso episódio, &#8220;The Defender&#8221; , tem um tema que é o mais importante para mim, nesse momento, morando nos Estados Unidos: a injustiça da justiça americana e a luta dos negros. O Dick Wolf sempre fala sobre temas relevantes. Eu achei muito legal eles terem a Nicole Rubio (diretora do Greys Anatomy) dirigindo e a Marcia Stephanie Blake, do show &#8220;When they see us&#8221;. Duas incríveis profissionais negras, que entendem muito sobre esse tema. A estreia teve maior audiência do que qualquer show Network TV nos Estados Unidos nessa temporada.</p>
<p style="text-align: center;"><b>Você é prima da também atriz Morena Baccarin. Ela, em algum momento te influenciou na escolha da sua carreira? Aliás, o que te levou a ser atriz?</b><br />
<strong>Vitoria Setta &#8211; </strong>Na verdade eu saí do útero querendo atuar! Está no meu sangue. Meu pai e minha tia eram atores. Eu lembro, assistindo eles dois no palco e na televisão, com uns 4 ou 5 anos de idade, que era aquilo que eu queria fazer. Eu nunca tive dúvida de que eu ia ser atriz. Eu tenho vívidas memórias com minha irmã no set da novela &#8220;Guerra Sem fim&#8221;, no estúdio da extinta TV Manchete. Os sets sempre tiveram um ar mágico pra mim. A Morena também me influenciou, claro. Nós passamos 2 meses viajando por Marrocos, alguns anos atrás, quando ela estava gravando o filme <em>Red Tent</em> no deserto. Eu estava voltando para minha carreira nesse período (eu tinha tirado um intervalo) e vê-la batalhando 12 horas todos os dias, naquele calor do Saara, com neném de 6 meses, foi incrível. Ela, sem saber, me ensinou muito sobre dedicação, perseverança e o trabalho duro que um ator leva na preparação, situações que as pessoas não vêem quando estão te assistindo no telão.</p>
<p><strong>Fotos: Jesse Korman.</strong></p>
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		<title>Valentina Herszage fala da importância da Hebe Camargo, na televisão brasileira</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2019/12/valentina-herszage-fala-da-importancia-da-hebe-camargo-na-televisao-brasileira/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=valentina-herszage-fala-da-importancia-da-hebe-camargo-na-televisao-brasileira</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2019 21:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A trajetória de Hebe Camargo, uma das mais emblemáticas figuras da TV no Brasil, poderá ser acompanhada desde o início de sua vida até o final dos seus dias em &#8216;Hebe&#8217;. Valentina Herszage interpreta o início da carreira de Hebe Camargo, dos quatorze aos vinte e oito anos, na minissérie em dez capítulos já disponível [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">A trajetória de Hebe Camargo, uma das mais emblemáticas figuras da TV no Brasil, poderá ser acompanhada desde o início de sua vida até o final dos seus dias em &#8216;Hebe&#8217;. Valentina Herszage interpreta o início da carreira de Hebe Camargo, dos quatorze aos vinte e oito anos, na minissérie em dez capítulos já disponível na Globoplay.</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Interpretar a Hebe é falar de força, liberdade e de uma humanidade sem tamanho. Uma mulher à frente do seu tempo, que lutou pelos seus direitos e dos outros mas nunca deixou de errar, de se contradizer, de chorar e, acima de tudo, de rir desvairadamente. Uma mulher apaixonada pela vida. É uma pena não a ter conhecido pessoalmente, com certeza sua potência habita em todos nós para sempre.&#8221;, declara Valentina Herszage.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-99728" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/12/rsz_valentinaherszage_20190212_hebe_fr_38_globoplay_1.jpg" alt="" width="315" height="210" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/12/rsz_valentinaherszage_20190212_hebe_fr_38_globoplay_1.jpg 800w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/12/rsz_valentinaherszage_20190212_hebe_fr_38_globoplay_1-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/12/rsz_valentinaherszage_20190212_hebe_fr_38_globoplay_1-768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/12/rsz_valentinaherszage_20190212_hebe_fr_38_globoplay_1-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/12/rsz_valentinaherszage_20190212_hebe_fr_38_globoplay_1-630x420.jpg 630w" sizes="auto, (max-width: 315px) 100vw, 315px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Hebe foi um ícone em muitos sentidos, uma mulher além do tempo. Qual é a importância de interpretar uma personagem de tamanha grandeza na sua carreira?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Valentina Herszage  &#8211;</strong> Eu acho que ela fala muito de ser uma mulher que venho de uma herança muito humilde e que foi conquistando o público e as pessoas, justamente pela forma como ela se comunicava, como ela era generosa, com ela defendia as minorias. É importante relembrar isso, num momento político em que a gente está vendo a cultura ser censurada. Então, eu acho que a Hebe é uma figura que fala bastante por nós.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você a interpreta no início da carreira como cantora, entre quatorze e vinte e oito anos, como foi a construção dessa personagem? </strong><br />
<strong>Valentina Herszage  &#8211;</strong> Eu fiquei cinco meses fazendo preparação de corpo com a bailarina Marina Salomon, com a Iris de Prosódia e com a Cris Delano, de canto. Eram trabalhos diários. Além de toda a pesquisa sobre a Hebe, eu li tudo que tinha sobre ela. Eu acompanhei as filmagens do longa, então, eu consegui assistir a Andrea fazendo a Hebe, o que para mim era muito importante poder bater essa bola junto com ela.</p>
<p style="text-align: center;">Foi um trabalho muito intenso e muito divertido, porque a Hebe é uma figura muito divertida. Foi um trabalho de muita pesquisa da personagem, além de muito trabalho de corpo e voz, para conseguir trazer esse espirito dela.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-99729" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/12/rsz_valentinaherszage_20190119_hebe_fr_32_globoplay_1.jpg" alt="" width="288" height="192" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/12/rsz_valentinaherszage_20190119_hebe_fr_32_globoplay_1.jpg 800w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/12/rsz_valentinaherszage_20190119_hebe_fr_32_globoplay_1-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/12/rsz_valentinaherszage_20190119_hebe_fr_32_globoplay_1-768x513.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/12/rsz_valentinaherszage_20190119_hebe_fr_32_globoplay_1-696x465.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2019/12/rsz_valentinaherszage_20190119_hebe_fr_32_globoplay_1-629x420.jpg 629w" sizes="auto, (max-width: 288px) 100vw, 288px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong> O que você pode levar de aprendizado desse trabalho? </strong><br />
<strong>Valentina Herszage  &#8211;</strong> Ah, eu acho que muitas coisas! A experiência de viver uma personagem que viveu, e que é tão viva na mente das pessoas, é uma experiência muito incrível! Você tem que ter uma dedicação muito especifica, você tem que conseguir reproduzir algumas coisas que as pessoas lembram tanto, ao mesmo tempo tem uma liberdade de entender que na verdade não é a Hebe, é uma leitura minha dela.</p>
<p style="text-align: center;">Todo esse clima de set, com uma caracterização muito trabalhosa e espetacular, incrível. Poder trabalhar com grandes atores como Sandra Corvelone, Ângelo Antônio e Andrea Beltrão.</p>
<p style="text-align: center;">A série me fez retomar o contato com o canto, que é uma coisa que amo tanto. Eu me formei numa escola de musical, onde eu fazia teatro, dança, circo e canto. Foram treze anos, então, retomar esse contato com o canto foi muito importante para mim.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Qual é a importância da Hebe na televisão brasileira?</strong><br />
<strong>Valentina Herszage  &#8211;</strong> A Hebe dialoga com todos os públicos, com todas as pessoas, ela  tinha uma sinceridade, um humor, para falar de coisas tão importantes, como política, inclusão social, falando de você ser quem você quiser. Foi uma mulher na liderança no mundo da televisão.</p>
<p style="text-align: center;">Eu acho que o amor que transbordava dela, né, essa pessoa generosa, que vai ficar marcada para sempre. É muito bom poder trazer ela de novo, né, e perceber tudo que ela lutou, que ela defendeu.</p>
<p><strong>Fotos: divulgação GloboPlay</strong></p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Léo Gandelman fala sobre a quarta temporada de “Vamos Tocar”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2019 13:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comandado pelo saxofonista Léo Gandelman, a série “Vamos Tocar” estreia a sua quarta temporada no Canal BIS, na próxima quinta-feira, dia 18 de julho com performances inéditas e uma grande homenagem aos ícones da música brasileira. Com o estúdio reformulado, nova direção, iluminação, acústica e um repertório bastante eclético, o programa gravado no próprio estúdio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Comandado pelo saxofonista Léo Gandelman, a série “Vamos Tocar” estreia a sua quarta temporada no Canal BIS, na próxima quinta-feira, dia 18 de julho com performances inéditas e uma grande homenagem aos ícones da música brasileira. Com o estúdio reformulado, nova direção, iluminação, acústica e um repertório bastante eclético, o programa gravado no próprio estúdio de Leo, em sua casa no Rio de Janeiro, traz grandes nomes da musica, como  Gal Costa, Nando Reis, Fernanda Abreu, Seu Jorge, Marina Lima e  Ed Motta.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O programa chega à sua quarta temporada, o que mudou de lá para cá? </strong><br />
<strong>Léo Gandelman &#8211; </strong> A linguagem do programa foi evoluindo, a gente vai, cada vez mais, entrando por dentro da história. Nessa nova temporada temos um visual novo também. Hoje em dia, é um programa bem mais amadurecido, e o fato de termos chegado a a quarta temporada é um demonstrativo do crescimento do programa. Espero que venham mais!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O programa tem um clima intimista, gravado no seu estúdio, como é para você receber os convidados dentro da sua casa?</strong><br />
<strong>Léo Gandelman &#8211; </strong>Bom, os convidados em grande maioria, eu tive a chance de interagir ao longo da minha carreira, então, como eu participei muito do trabalho deles, agora, eu tenho a chance de ter reencontros muitos felizes. Tem sido muito bom!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você também é o diretor artístico e produtor do programa, assumir tantas funções ajuda ou atrapalha?</strong><br />
<strong>Léo Gandelman &#8211; </strong>Eu sempre fui empreendedor. Trabalhei na noite, em estúdio, fui produtor de discos, produzi o disco &#8220;Plural&#8221;, da Gal Costa, &#8220;Virgem&#8221; da Marina, no qual ganhei Disco de Ouro. Fui fotografo premiado, então, esse filtro todo, eu tenho a possibilidade de trabalhar com algo que mais gosto que é a linguagem audiovisual.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Gostaria de saber como é o processo de escolha dos entrevistados? Faltou alguém nessa nova temporada?</strong><br />
<strong>Léo Gandelman &#8211; </strong>Vem muito da possibilidades das agendas, sabe. Não é fácil conciliar.<br />
Esse programa é um álbum de homenagens aos artistas que marcaram a MPB, então, ficou muita gente de fora, que eu espero ter a chance de te-las nas próximas temporadas.</p>
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